Ivan Zettel poderá ser do diretor da novela Belaventura

 

Em aberto
Se depender da vontade da Casablanca, até em função do bom relacionamento nas gravações de “Escrava Mãe”, Ivan Zettel será o diretor da próxima das 19h30, “Belaventura”.

Vale esclarecer, no entanto, que caberá a Record fazer esta escolha.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Ivan Zettel é escolhido para diretor-geral do seriado Plano Alto

Ficheiro:Rede Record - 2012.jpg

 

A Record oficializou a escolha de Ivan Zettel para a direção-geral de “Plano Alto”, nova série de Marcílio Moraes, com temática política e atual.

Zettel já está trabalhando na escolha de elenco.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Ivan Zettel poderá assumir a direção-geral do seriado Plano Alto

Ficheiro:Rede Record - 2012.jpg

 

Ivan Zettel é o mais cotado para assumir a direção-geral de “Plano Alto”, série em 15 capítulos com temática política, escrita por Marcílio Moraes.

A Record vai se pronunciar sobre isso, se será o Zettel ou não, ainda nesta semana.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Rodrigo Faro grava cenas finais de “Dona Xepa”

 

Uma equipe de “Dona Xepa” esteve em São Paulo, terça-feira, gravando com Rodrigo Faro no cenário do programa “O Melhor do Brasil”. As cenas serão exibidas nos últimos capítulos da novela.

Presentes também os atores Alexandre Barillari, Augusto Garcia e Robertha Portela. Direção de Ivan Zettel.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Despretensiosa e simples, “Dona Xepa” pode ser um bom recomeço para a Record

Ângela Leal em cena de “Dona Xepa” (Foto: divulgação/TV Record)

Se quando estreou, “Balacobaco” mais parecia uma novela das sete da Globo passando às 22h30 na Record, “Dona Xepa” – a estreia dessa semana na emissora paulista, escrita por Gustavo Reiz – remete às tramas globais das seis da tarde. E isso é um elogio! – vide as produções caprichadas que o horário exibiu nos últimos anos (“Cordel Encantado”, “A Vida da Gente”, “Lado a Lado”).

Dona Xepa, a personagem, é a simplicidade em pessoa, enquanto “Dona Xepa”, a novela, segue a mesma linha. E este é seu maior mérito. Nada de ação e perseguições automobilísticas mirabolantes (“Vidas em Jogo”), nada de dramas pesados (“Máscaras”), nem a caricatura popularesca (“Balacobaco”). Desta vez, a Record preferiu – sabiamente – o feijão com arroz simples, mas bem feito. O que é uma ótima forma de abrir caminho e reconquistar audiência perdida com as duas últimas novelas.

Tudo em “Dona Xepa” flui bem, afinal tem poucos personagens e foi concebida para ser uma novela curta – e que assim seja. A trama é um clássico do folhetim maniqueísta: a mãe simplória, mas carismática (criada exclusivamente para a empatia com público), é rejeitada pelos filhos carreiristas. O trio de protagonistas tem atores muito bem em cena. Thaís Fersoza (Rosália, a filha) esbanja na tela beleza e ambição. O jovem Arthur Aguiar (Edson, o filho), igualmente muito bem, na pele de um tipo difícil: o personagem dúbio.

Mas é Ângela Leal quem dá o tom da novela. Xepa é uma personagem que facilmente pode cair na caricatura ou no exagero. Ângela parece medir cada gesto e cada entonação de voz com sua Xepa. A atriz está contida em uma personagem pouco contida. Este parece ser o segredo de sua Xepa.

Das tramas paralelas, ganha mais destaque a que envolve a família Pantaleâo. Luiza Tomé faz o contrário de Ângela Leal. Sua Meg Pantaleão é a caricatura deslavada da perua rica. Salta aos olhos quando a atriz contracena com Angelina Muniz, mais contida e mais segura em cena. Este caminho seguido por Meg, em um primeiro momento, só destoa do resto da novela. Talvez seja Meg a perua rica presa a padrões de beleza, o contraponto com Xepa, a feirante velha e pobre.

Outro destaque de “Dona Xepa” é a direção (geral de Ivan Zettel), que parece brincar com a edição de imagens. A história se passa em uma feira e tem uma protagonista feirante. A novela podia ser toda uma gritaria só, desorganizada e com muito barraco. Mas não. A direção trabalha bem o contraste com a imagem da feira. “Dona Xepa” – acima de tudo – é uma novela honesta, como sua protagonista. Despretensiosa e leve. Um bom recomeço para a Record.

 

Nilson Xavier – UOL

Flávio Ricco volta a elogiar a novela Dona Xepa

 

Mudando de canal, destaque-se também a direção de “Dona Xepa”. Precisa até aqui. Ivan Zettel e o pessoal dele merecem este reconhecimento.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

“Dona Xepa” promete ser uma boa opção da Record para 2013

Ângela Leal em cena de “Dona Xepa” (Foto: TV Record)

Assisti com receio ao clipe de lançamento da novela “Dona Xepa”, apresentada à imprensa nesta terça-feira (07/05), em um estúdio do Recnov, no Rio de Janeiro. Meu maior medo era a Record imprimir à sua nova novela a mesma pegada popularesca da atual “Balacobaco”. Mas não.

A próxima trama da emissora, que estreia dia 21, me pareceu “redondinha”, no sentido de ser uma novela sem maiores pretensões de obrigatoriamente agradar à famigerada “nova classe C” – como é “Balacobaco”, uma produção repleta de caricaturas e uma trilha por demais popularesca.

A história de “Dona Xepa” – a mãe batalhadora e simplória desprezada pelos filhos carreiristas – é, acima de tudo, um prato cheio para agradar públicos de todas as classes sociais. E parece que a Record vai tratá-la como deve ser: apenas um novelão.

A peça de Pedro Bloch – na qual a novela é inspirada – já foi adaptada para o cinema (filme de Darcy Evangelista, de 1959, com Alda Garrido) e, pelo menos, duas vezes para a TV (a novela “Dona Xepa”, de Gilberto Braga, em 1977, com Yara Côrtes, e a novela “Lua Cheia de Amor”, escrita por Ricardo LinharesAna Maria Moretzsohn e Maria Carmem Barbosa, em 1991, com Marília Pêra).

É claro que o autor Gustavo Reiz e sua equipe de roteiristas vão imprimir modernidades à nova história. Um vídeo de Dona Xepa vai cair no Youtube e virar hit na Internet. Vai ter mulher-fruta (nada mais condizente com a feira da novela), busca desmedida pela fama e especulação imobiliária. Coincidentemente, a novela das sete da Globo, “Sangue Bom”, também tem mulher-fruta e busca pela fama.

A nova classe média será retratada, claro, mas de forma mais comedida, menos acintosa: a classe abastada se rendendo ao poder econômico da nova classe C. Até a trilha sonora vem melhor. Curiosamente, o tema de abertura é o mesmo da versão da Globo de 1977 – a música “A Xepa” de Ruy Maurity e José Jorge, dessa vez em uma regravação de Eliana de Lima.

A história é ambientada em São Paulo, que está em alta na nossa Teledramaturgia: as outras emissoras também apostam na capital paulista, que detém o principal mercado publicitário do país. “Sangue Bom” e “Amor à Vida”, as novas novelas da Globo, também se passam lá (assim como “Chiquititas”, do SBT). Mas Gustavo Reiz preferiu não nomear regiões ou bairros de São Paulo. “Dona Xepa” se passa na fictícia Vila do Antigo Bonde e em algum bairro rico. Fim.

A previsão de duração inicial é de 96 capítulos – o que seria ideal para uma novela com um elenco enxuto. “Dona Xepa” tem apenas 31 atores, uma exceção nos dias de hoje e entre as tramas da emissora. Ângela Leal vive a protagonista – a atriz já participara da versão da Globo, de 1977. Thaís Fersoza e Arthur Aguiar (saído de “Rebelde”) são seus filhos Rosália e Edison. O restante de personagens têm nomes diferentes dos de outras versões da história. E Gustavo Reiz criou novas tramas que não existiam nas outras novelas. Luiza Tomé vive a perua esnobe Meg Pantaleão, que – de longe – tem algum paralelo com a popular Kika Jordão, vivida por Arlete Salles em “Lua Cheia de Amor”, em 1991.

A direção geral é de Ivan Zettel. A Record terceirizou a captação de imagens da cidade de São Paulo. “Dona Xepa” será a primeira novela da emissora gravada em 24 quadros por minuto, o que lhe confere uma aparência mais próxima do cinema. Pelo vídeo de apresentação, me pareceu uma novela colorida, alegre, como toda feira.

Mas só Deus e os bispos da Record poderão dizer o que pode acontecer nos próximos meses. Tudo dependerá da audiência (se for boa, a novela será espichada, prática comum na Record) ou da situação da emissora em relação à trama substituta, “Pecado Mortal”, de Carlos Lombardi – que poderá ter sua estreia bastante protelada.

 

Nilson Xavier  ‐ UOL

Record usa equipamento especial para abertura de “Dona Xepa”

Fernando Donasci/UOL

O diretor Ivan Zettel (à dir.) conversa com a atriz Ângela Leal durante gravação da primeira cena de "Dona Xepa", no Ceagesp

O diretor Ivan Zettel (à dir.) conversa com a atriz Ângela Leal durante gravação da primeira cena de “Dona Xepa”, no Ceagesp

Que ninguém imagine Ângela Leal, por exemplo, desviando de tomates, batatas, cenouras, entre outras hortaliças, na apresentação de “Dona Xepa”, porque não é essa a ideia. A abertura, cantada por Eliana de Lima e gravada em dois tempos, na segunda e terça passadas, contou com a participação de um passista.

Xepa revolutions – 2

Na captação das cenas da abertura de “Dona Xepa”, a Record fez uso de uma câmera especial, a Time Freeze, que proporciona o mesmo efeito do filme “Matrix”. No total foram usadas 60 desses equipamentos ao mesmo tempo, para pegar o movimento deste dançarino em vários ângulos e se chegar ao efeito desejado.

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Atriz Luiza Tomé viverá uma perua em “Dona Xepa”, na Record

https://i2.wp.com/natelinha.uol.com.br/img/pag/315x265/img20130223212447.jpg

Divulgação/TV Record
Luiza Tomé estará na próxima novela da Record, “Dona Xepa”.
A atriz viverá a perua Meg Pantaleão. Na trama, a personagem acorda bebendo champanhe e ama ostentar sua riqueza.
Segundo informações do jornal “O Dia”, apesar de ser casada com Júlio César Pantaleão (Mauricio Mattar), ela é tarada por homens mais simples.
“Dona Xepa” é uma novela adaptada por Gustavo Reiz do texto original de.
No elenco, também estão nomes como Angela Leal, Angelina Muniz, Thaís Fersoza, Marcela Muniz, Robertha Portella, entre outros. A direção-geral é de Ivan Zettel.
A trama estreia em abril.
natelinha

Confira a primeira imagem de Ângela Leal como Dona Xepa em uma feira

Embora ainda de forma não oficial, a primeira foto de Ângela Leal como Dona Xepa foi divulgada recentemente no Instagram.

Reprodução
Na imagem em questão, Ângela aparece ao lado do diretor-geral do folhetim, Ivan Zettel, em uma feira, que é um dos lugares que faz parte do cotidiano da personagem.

Ângela Leal recém saiu de “Balacobaco” e teve seu visual totalmente reformulado.

Na novela de Gisele Joras, ela interpretava a Heloísa, uma conselheira elegante que morava em Petrópolis. Já na história de Gustavo Reiz, Xepa é uma feirante que enfrenta dificuldades financeiras para cuidar de seus filhos.
“Dona Xepa” tem estreia prevista para abril na Record.