Antiga oposição a Dilma diz que fatiamento foi armado

PLANO SERIA CRIAR PRETEXTO PARA ANULAR JULGAMENTO DE DILMA
Publicado: 02 de setembro de 2016 às 10:12 – Atualizado às 10:19
Teve o objetivo de “melar” o impeachment”, criando um pretexto para sua anulação, o acordo que “fatiou” a votação para destituir a ex-presidente Dilma Rousseff, livrando-a da perda de direitos políticos opor oito anos, como prevê a Constituição. A suspeita é de setores da antiga oposição aos governos do PT.O conchavo foi iniciado há três semanas, o que explica as frequentes visitas do presidente do Senado, Renan Calheiros, ao Palácio Alvorada, para reuniões que nunca eram devidamente explicadas, ainda que se tratasse do chefe da Casa julgadora visitando a ré acusada de cometer crimes contra a Lei Orçamentária e contra a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Durante as discussões, no dia da votação do impeachment, o ministro Ricardo Lewandowski, que presidiu o julgamento, deixou escapar que “refletia” sobre o fatiamento desde sábado (27). Se o ministro não é dotado de notável premonição, ele pode ter participado ou pelo menos teve conhecimento dos conchavos para “fatiar” a Constituição cuja integralidade o Supremo Tribunal Federal, que ele preside, tem a obrigação de preservar.

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STF não vai interferir no impeachment de Dilma Rousseff

PARA JURISTAS, MINISTROS NÃO VÃO INTERFERIR NO IMPEACHMENT
Publicado: 02 de setembro de 2016 às 00:00 – Atualizado às 00:23
O Supremo Tribunal Federal não deverá interferir no impeachment da ex-presidente Dilma, na avaliação de juristas da Fundação Getúlio Vargas ouvidos pela coluna. Em dezembro, o STF rejeitou ações que pretendiam extinguir o processo e alterar o mérito do julgamento. Os ministros Celso de Mello, Luiz Fux e Gilmar Mendes até já decidiram, em ações anteriores, não interferir em decisões do Congresso. A informação é do colunista Cláudio Humbero, do Diário do Poder.

Segundo professor Thomaz Pereira, a ação contra o impeachment “foi anunciada durante todo o processo”, mas é “improvável” prosperar.

“Não há possibilidade de o STF aceitar o recurso”, diz o professor Ivar Hartmann: “A Constituição é clara. O impeachment não será revertido”.

Já em abril de 2016, o STF também negou por 8×2 um ação da Advocacia-Geral da União que pretendia liquidar o impeachment.

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Veja a crise mundial alardeada por Dilma Rousseff e aliados

Ainda se ouvem gritos de que Dilma foi vítima de um golpe e só atrasou pagamentos devido à séria crise que abate o mundo. Só se esqueceram de combinar com o resto do mundo. Eis a “crise” que o PT quis exportar, segundo tabela divulgada pelo economista Alexandre Schwartsman em suas redes sociais:

O ANTAGONISTA