Gregório Duvivier é ameaçado por irmão de Dado Dolabella após artigo

Rapaz nega ter sido o autor das ameaças

Gregório Duvivier é ameaçado por irmão de Dado Dolabella após artigo

Fotos: Divulgação

O desentendimento entre o ator Dado Dolabella e o humorista Gregório Duvivier parece que está longe de terminar.

Nesta terça-feira (21), Gregório publicou uma imagem em seu Facebook com a legenda “Começou o Show de Horrores”, mostrando uma ameaça feita pelo irmão de Dado, Gilberto Di Pierro.

Nela, Gilberto dizia: “Seu imbecil. Seu maior problema foi falar Chupa dado. Sou irmão dele e moro no Leblon. Quando te encontrar vou fazer você engolir estas palavras seu escroto covarde”. Em declaração para o jornal O Dia, Duvivier disse que pode tomar providências caso o rapaz cumpra o que disse: “Se ela se tornar um pouquinho mais concreta vou tomar providências”.

A ameaça se deu porque o escritor e comediante escreveu, em sua coluna no jornal Folha de S.Paulo, um texto com o título “Chupa, Dado”, respondendo as críticas que Dado Dolabella fez a ele.

Entretanto, já na noite de hoje, Gilberto Di Pierro negou ter feito as ameaças: “Já providenciei um técnico em computação para lhe mandar este laudo. Tenho minhas crenças e respeito a dos outros. Não conheço este Gregório e nunca me comuniquei com ele”.

Tudo começou no dia 14 de outubro, quando o ator chamou um dos líderes do grupo “Porta dos Fundos” de “marginal” por declarar apoio a Dilma Rousseff (PT) em sua coluna no jornal. Dado ainda fez uma comparação com uma grave doença e disse que ele é “digno de pena e reclusão da sociedade”. Ele é apoiador confesso de Aécio Neves (PSDB).

“Podia dormir sem essa mlk!!! Na boa, alguém que fala ‘estou com Dilma’, para mim, soa tipo: ‘estou com ebola’. Digno de pena e reclusão da sociedade. Um marginal. Diante de tanta corrupção comprovada!!! Só não mais contagioso, porque não é todo mundo que é acéfalo! Tenho certeza que você não é ‘Folha’ da mesma pasta que essa escória. Mas ta mal influenciado #‎gregoriofail? ?#‎baixounivel?”, disse o ator.

Dado Dolabella é alvo de polêmicas há muito tempo. Além de ser acusado de violência contra ex-mulheres, entre elas a atriz Luana Piovani, recentemente o ator foi demitido da Rede Record após supostamente ter agredido um produtor da novela “Vitória”, atualmente no ar.

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SBT quer Fábio Porchat para novo “Programa Livre”, diz revista

Mas chances de humorista fechar com a emissora não são grandes

SBT quer Fábio Porchat para novo "Programa Livre", diz revista

Atualmente contratado do Multishow e se dedicando cada vez mais aos projetos do canal de humor “Porta dos Fundos”, o comediante Fábio Porchat está na mira do SBT.

Porém, segundo o jornalista Lauro Jardim, da revista Veja, as chances de Porchat fechar com o canal não são grandes, por conta de seus inúmeros compromissos já assumidos, fazendo-o ficar praticamente sem qualquer tempo para produzir uma grande atração de auditório aos sábados, como a emissora de Silvio Santos quer.

Daniela Beyruti, diretora artística e de programação do SBT, tem como projeto voltar com o “Programa Livre”, que foi apresentado por Serginho Groisman nos anos 90, para o humorista repaginar e dar a sua cara.

A ideia de Beyruti seria resgatar uma trinca de qualidade que fez sucesso na emissora na década citada, com Jô Soares, Bóris Casoy e Serginho Groisman. Neste caso, Danilo Gentili seria Jô; Rachel Sheherazade, o Bóris; e, para fechar, Porchat seria como Serginho.

O SBT tem problemas nas noites de sábado há vários anos. Muitos projetos foram testados e o último cancelado foi o “Arena SBT”, que ficou quatro meses no ar mas acabou por baixos números no Ibope da Grande São Paulo. Atualmente, o canal conta com a segunda temporada do “Festival Sertanejo”.

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Max Nunes desencarnou

Morre parceiro de Jô Soares, o humorista Max Nunes, aos 92 anos

Morreu na madrugada desta quarta-feira (11), aos 92 anos, o humorista, roteirista e diretor Max Nunes.

Ele estava internado desde 20 de maio no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, após sofrer uma queda. O velório será nesta quinta (12), de 8h às 12h, na Capela 1 do cemitério São João Batista, em Botafogo. O enterro está marcado para acontecer logo em seguida.

Max Nunes escolheu duas profissões antagônicas: médico, para salvar vidas, e humorista, para matar de rir. Nunes fez uma trajetória de sucesso que começou no rádio e passou pelo teatro até chegar à televisão. Trabalhou na Globo por 38 anos, e, ao lado do apresentador Jô Soares, produziu textos para o “Programa do Jô” desde 2000. “É uma perda de um grande amigo e de um grande talento. O Max esteve entre os maiores humoristas, no nível do Millôr Fernandes e do Chico Anysio. Tirando isso, é difícil comentar, pois éramos muito próximos”, lamentou o apresentador, através de comunicado enviado pela Central Globo de Comunicação.

Max Newton Figueiredo Pereira Nunes nasceu em 17 de abril de 1922, no bairro de Vila Isabel, no Rio de Janeiro. Herdou a veia artística do pai, Lauro Nunes, jornalista e roteirista de esquetes para a Rádio Mayrink Veiga, que ficou conhecido no início do século XX como o humorista Terra de Sena. Em 1948 se formou em Medicina e se especializou em Cardiologia, chegando a exercer a profissão até a década de 1980 e a dirigir a seção de Ipanema do Instituto Brasileiro de Cardiologia. Contudo, nunca deixou de lado a carreira artística. Vizinho de Noel Rosa, Max foi incentivado a cantar e chegou a participar de programas de rádio. Aos 48 anos, compôs, ao lado de Laércio Alves, “Bandeira Branca”, gravada por Dalva de Oliveira nos anos 70.

Passou pelas rádios Tupi e Rádio Nacional, quando escreveu o programa “Balança, mas Não Cai”, humorístico que marcou a história do gênero e ganhou versões para o cinema, teatro de revista e a televisão. No teatro, sua participação foi consequência do trabalho na Rádio Nacional. Sem jamais largar o rádio, criou em meados de 1950 peças como “Nonô Vai na Raça” e “Aperta o Cinto”. Em toda sua carreira, escreveu 36 peças. Produziu pela primeira vez para a televisão em 1962, quando criou os programas “My Fair Show” e “Times Square” na TV Excelsior.

Estreou na Globo em 1964, onde construiu um carreira marcante. Ao lado de Haroldo Barbosa, passou a roteirizar e dirigir o humorístico “Bairro Feliz” (1965), pelo qual passaram Paulo Monte, Grande Otelo e Berta Loran. Em 1972, Max Nunes integrou a equipe de redação do “Faça Humor, Não Faça Guerra”, ao lado de Jô Soares. O humorístico, inicialmente transmitido ao vivo, foi um dos primeiros a utilizar o videoteipe (VT) – introduzido no Brasil em 1957 – e revolucionou o gênero na televisão, criando um humor mais moderno característico de programas como “Satiricom” (1973), “Planeta dos Homens” (1976) e “Viva o Gordo” (1981), todos com a colaboração de Nunes. No mesmo período, participou de “Uau, a Companhia” (1972) e “A Grande Família” (1972). Já na década de 1980 escreveu, ao lado de Afonso Brandão, Hilton Marques e José Mauro, o primeiro programa comandado exclusivamente por Jô Soares: “Viva o Gordo” (1981), sob a direção de Cecil Thiré.

Em 1988 seguiu Jô Soares para o SBT, onde lançou “Veja o Gordo” e “Jô Soares Onze e Meia”. Em 2000, ambos voltaram à Globo para estrear o “Programa do Jô”, com quem trabalhou lado a lado até seus últimos dias.

 

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Fora da TV, Dedé Santana reclama: “me sinto deixado de lado”

“Sinto que só vão me homenagear só quando eu morrer”, afirmou o humorista.

Fora da TV, Dedé Santana reclama:

Fora da televisão desde o fim do programa “Aventuras do Didi“, da Globo, o ator e humorista Dedé Santana revelou que está um pouco chateado por não estar mais tão ativo.

Em entrevista para o jornal “O Globo”, o ex-Trapalhão revelou que não gosta de ficar tanto tempo longe da TV e disse sentir que foi deixado de lado. Dedé quer ser homenageado pelo seu trabalho em vida, e não quando falecer: “Gostaria de estar mais ativo na televisão.  Falo com minha mulher: se ficar em casa, fico velho. Sinto que só vão me homenagear só quando eu morrer. O ‘Vídeo Show’ começou a fazer uma calçada da fama, em que o artista bota a mão no cimento, e nunca me convidaram. Nem o Faustão. Ele deve estar esperando eu morrer para fazer homenagem. Eu me sinto deixado de lado”.

A sua frustração se estende para o cinema: Dedé foi roteirista de várias filmes dos “Trapalhões”, que são campeões de bilheteria no cinema brasileiro até hoje. “Além de atuar, dirigi e fiz o roteiro de alguns filmes dos Trapalhões e nunca fui valorizado no cinema. Nunca me chamaram para um prêmio de reconhecimento no Festival de Gramado, nem sequer para assistir”, reclamou.

Dedé Santana, assim como Renato Aragão, tem como projeto na Globo atualmente apenas os telefilmes. O primeiro foi “Didi, o Peregrino”, exibido em dezembro. O próximo será “Didi e Os Segredo dos Anjos”, dirigido por João Daniel Tikhomiroff, que será gravado depois da Copa do Mundo e ainda não tem data para ir ao ar.

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Humorista Marcos Veras diz: “Não sou um cara polêmico”

Veras irá trabalhar bastante em 2014

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Divulgação

Conhecido por fazer parte do grupo “Porta dos Fundos”, por ser repórter do “Encontro” e ator do “Zorra Total”, ambos da Globo, o humorista Marcos Veras está em alta.

Em entrevista para o site do jornal “Folha de São Paulo”, ele contou que estará em dois filmes em 2014 e rodará outros dois, além de manter um programa na rádio Nativa FM, do Rio de Janeiro, e a peça “Atreva-se”, onde atua com sua mulher, Júlia Rabelo.

“O público é bem diversificado. Você tem que ter cuidado com os assuntos e os termos que você usa. Mas ao mesmo tempo o meu humor não passa pela sacanagem, pela escatologia, pelo sexual. Para mim é fácil, porque na vida, nas peças, nos meus trabalhos eu não sou um cara polêmico”, disse Veras, sobre trabalhar com públicos diferentes.

Com tudo isso em sua carreira, ele admite: não falar só de trabalho em casa fica um pouco impossível: “O teatro ajuda a fazer as pazes. Na verdade, a gente mais ri que briga”.

Sobre o “Porta dos Fundos”, Veras disse que foi uma reunião de amigos que deu certo.

“Encontramos na internet uma forma de mostrar um trabalho paralelo ao que todos nós já fazíamos. O ‘Porta dos Fundos’ Trouxe de volta um frescor que o humor vinha perdendo”, explicou sobre o porquê do sucesso estrondoso dos vídeos da produtora.

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Tom Cavalcante sobre TV: “Já gostei muito, hoje não gosto mais”

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Reprodução

Em entrevista ao humorista Rafinha Bastos, em seu canal na internet, o humorista Tom Cavalcante falou sobre sua carreira e de seu afastamento da televisão.

Tom disse que já gostou muito de fazer TV, mas que hoje não mais: “Hoje não, já gostei muito, mas hoje não. Eu já me cansei de fazer televisão. O dia a dia é muito puxado, muito sacrificante mesmo, tanto que agora eu dei essa pausa pra poder pensar”.

Ele também contou que a pessoa mais importante em sua carreira foi o humorista Chico Anysio: “Com o Chico, eu tenho um começo, um meio e um fim. Eu comecei com ele, na Escolinha do Professor Raimundo. E o texto? Cadê o texto com aquele nervoso, quando ele vestia aquela roupa e baixava a entidade do professor? Cheio de fera, cara. Eu tive o privilégio de estar ao lado de Grande Hotelo, Walter D’avila, grandes feras do humor, na Escolinha. E a minha vida com o Chico termina no palco de teatro, fazendo com ele o ‘Chico ponto Tom’. Fizemos cinco anos, com ele já sofrendo, mas muito valente no palco”.

Tom Cavalcante está afastado da TV desde 2011, quando o seu “Show do Tom” se encerrou na Record. Atualmente, ele mora nos Estados Unidos e estuda cinema.

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