Avaí 0 x 3 Fluminense

O JOGO

VITÓRIA AO NATURAL

O Fluminense se recuperou, o Avaí afundou ainda mais no Brasileirão. Depois de quatro jogos sem ganhar, o Tricolor superou o rival por 3 a 0, na noite desta quarta-feira, em Florianópolis. O time catarinense, há cinco rodadas sem vencer, continua na lanterna. O resultado foi construído após uma lambança do goleiro Kozlinski e teve a marca de Henrique Dourado, o artilheiro do campeonato.

DESTAQUE

CLASSIFICAÇÃO E PRÓXIMOS JOGOS

Com o resultado, o Flu subiu para 14 pontos, assumindo a sexta posição. O Avaí, em 20º, tem cinco. No domingo, o Tricolor desafia o São Paulo, às 16h (de Brasília), no Morumbi. O time catarinense, na segunda-feira, no Engenhão, encara o Botafogo.

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

Após um começo equilibrado, uma falha do goleiro Kozlinski abriu caminho para o Flu dominar e etapa inicial. O goleiro tentou driblar o centroavante para sair jogando, mas perdeu o controle da bola. Resultado: sofreu a roubada e o gol. Foi o nono do Ceifador no Brasileiro. Pouco depois, o 2 a 0: Scarpa bateu escanteio, e Reginaldo e Maicon disputaram o lance. A bola bateu no lateral e entrou. Gol contra. Richarlison e Scarpa ainda perderam boas chances ao Tricolor, que teve 60% de posse e jogou a maior parte no campo ofensivo. Júlio César, criticado na rodada passada, fez boas defesas em chutes de Marquinhos e Joel.

DESTAQUE

SEGUNDO TEMPO

Na volta do intervalo, a torcida pegou no pé de Kozlinski, chamado de frangueiro. O nível da partida caiu. Os dois times erraram muitos passes (X a X). O Avaí tentou o ataque, porém, o volume de jogo não gerou chance. Mascarenhas, de fora da área, contando com desvio em Maicon, fez lindo gol: 3 a 0. No lance, Romulo e Juan bateram boca. A equipe local continuou sem força ofensiva. Só ameaçou em chute de Romulo. E ficou nisso.

DESTAQUE

HENRIQUE DOURADO

O Ceifador marcou o nono gol no Brasileirão – é o artilheiro. Ele mostrou persistência no lance em que Kozlinski tentou driblá-lo. Roubou a bola e abriu o placar para a vitória.

DESTAQUE

BATE BOCA

Após o gol de Mascarenhas, Romulo e Juan bateram boca. Os jogadores não se entenderam em campo, assim como o time do Avaí.

 

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Fluminense 2 x 2 Flamengo

DESTAQUE

O JOGO

Com um gol de Trauco aos 49 minutos do segundo tempo, Flamengo e Fluminense empataram em 2 a 2 neste domingo, no Maracanã. O empate rubro-negro no fim deixou o Tricolor com um gosto amargo, depois de estar à frente do placar duas vezes. O resultado deixa o Flu na nona posição com 11 pontos. Se vencesse, entraria na zona de classificação da Libertadores. O Fla está uma posição atrás, em 10°, também com 11 pontos. Wendel, Henrique Dourado, Diego e Trauco fizeram os gols da partida.

DESTAQUE

PÚBLICO E RENDA

Público:  37.962 pagantes (33.112 presentes)
Renda: R$ 1.496.460,00

DESTAQUE

PANORAMA

Na próxima quarta-feira, às 21h45, o Fluminense vai até a Ressacada, em Florianópolis, para enfrentar o Avaí. Na quinta-feira, às 21h, o Flamengo recebe a Chapecoense na Ilha do Urubu.

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

O Flamengo teve mais a iniciativa das ações e encontrava espaço, especialmente pelo lado direito da defesa do Flu, para criar as jogadas. Mas faltava o último passe. Vinícius Junior e Marcio Araújo tentaram, mas não finalizaram bem. A aposta tricolor era nos contra-ataques em velocidade, e Wendel desde o início se apresentou como maior ameaça ao Fla. Na primeira chance que teve, o volante aproveitou uma saída de bola errada do adversário, tabelou com Scarpa e chutou, mas Thiago fez boa defesa. Na segunda oportunidade, não perdoou. Aos 36 minutos, a zaga do Fla parou, Scarpa deu ótimo passe, e Wendel, de cara para o gol, pegou o próprio rebote de uma finalização na trave e mandou para a rede: 1 a 0. Com Guerrero bem marcado e nervoso – fez seis faltas na primeira etapa -, o Fla tinha dificuldades para criar chances claras. Os rubro-negros reclamaram muito em um lance que Rodinei entrou na área e teve o braço puxado por Scarpa, mas o árbitro mandou o lance seguir.

DESTAQUE

SEGUNDO TEMPO

O Fla voltou do vestiário com Berrío e Arão nos lugares de Vinicius Junior e Marcio Araújo. A pressão surtiu efeito, e aos nove minutos o Rubro-Negro empatou. Após lance confuso na área, Everton chutou, a bola voltou para Guerrero, que também finalizou. No rebote, Diego chutou rasteiro e marcou: 1 a 1. Os tricolores reclamaram que Everton estava impedido no lançamento para o primeiro chute. Berrío em linda jogada individual ficou de cara com o goleiro tricolor, mas perdeu a oportunidade clara. O Flu manteve a estratégia de explorar os contra-ataques e se deu bem mais uma vez a partir de um lançamento de Scarpa. Richarlison recebeu na frente e caiu na área, marcado por Juan. Henrique Dourado cobrou no canto direito marcou: 2 a 1. O Fla fez nova pressão nos minutos finais, já com Conca em campo, e conseguiu impedir a derrota aos 49 minutos do segundo tempo. Trauco mandou uma bomba no canto esquerdo do goleiro Julio Cesar e decretou o empate no Fla-Flu: 2 a 2.

DESTAQUE

POLÊMICAS NA ARBITRAGEM

O Fla-Flu teve lances polêmicos. Os rubro-negros reclamaram da não marcação de um pênalti após puxão de Scarpa em Rodinei. O lateral, no entanto, estava fora da área. No primeiro gol do Fla, os tricolores reclamaram do posicionamento de Everton na hora da primeira finalização, na origem do lance. E o pênalti em Richarlison, que gerou o segundo gol do Flu, também foi duvidoso (veja o lance no vídeo). Conca, que entrou no segundo tempo, deu entrada dura em Orejuela e tirou o tricolor do jogo, mas recebeu apenas cartão amarelo. Fato curioso foi a substituição do árbitro Vinícius Gonçalves Dias de Araújo após sentir um problema na coxa. Flávio Rodrigues de Souza, assistente adicional 1, passou a comandar o clássico.

DESTAQUE

TRAUCO, O SALVADOR RUBRO-NEGRO

Se Guerrero teve um Fla-Flu para ser esquecido, com muito mais erros do que acertos, dez faltas cometidas e um cartão amarelo recebido, o outro peruano do elenco rubro-negro foi o herói da noite. Aos 49 minutos, Trauco, que até então tinha uma exibição discreta, acertou um lindo chute de longe e mandou no cantinho. Belo gol e mais alívio para o Fla.

DESTAQUE

SCARPA CERTEIRO

O camisa 10 não teve uma atuação exuberante como a torcida tricolor se acostumou a ver nos últimos anos, mas Scarpa foi decisivo no Fla-Flu. Dos seus pés saíram os dois lançamentos que originaram os dois gols tricolores. Primeiro, achou Wendel sozinho de cara para o goleiro. Depois, deu ótimo passe na velocidade para Richarlison, que sofreu o pênalti convertido por Henrique Dourado. O Ceifador é o artilheiro do Brasileiro com oito gols.

 

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Palmeiras 3 x 1 Fluminense

O JOGO

O Palmeiras fez uso de uma arma já conhecida para colocar um fim no jejum de quatro jogos sem vitória no Brasileirão. Neste sábado, diante da torcida e na eficiência do Cucabol, a equipe fez 3 a 1 no Fluminense e se recuperou no Brasileirão. Guerra, em jogada de lateral na área, Keno e Róger Guedes garantiram os três pontos para o atual campeão; Henrique Dourado, artilheiro isolado da competição com sete gols, diminuiu para os visitantes.

DESTAQUE

PANORAMA

Com duas vitórias em seis jogos e sete pontos na tabela de classificação, o Alviverde tem clássico contra o Santos na quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), na Vila Belmiro. Na quinta, o Flu, com dez pontos, encara o Grêmio, às 21h, no Maracanã.

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

Abel, que já tinha desfalques para o jogo em São Paulo, foi obrigado a mexer no início. Luiz Fernando deixou o campo com uma lesão no joelho após dividida. O Palmeiras, com mais posse de bola, precisou de dez minutos para abrir o marcador no melhor estilo Cucabol: lateral de Zé Roberto da esquerda, desvio de Willian na área e chute de primeira de Guerra, sem chance para Júlio César. A resposta tricolor veio com o artilheiro. Dourado aproveitou bela jogada de Calazans e, livre de marcação, deslocou Prass de direita – o sétimo gol do “Ceifador” no Brasileirão”. Antes do intervalo, Róger Guedes fez fila pela direita e serviu Keno, que não perdoou: 2 a 1.

 
DESTAQUE
SEGUNDO TEMPO

A etapa complementar foi disputada num ritmo menos intenso. Com a vantagem, o Palmeiras apostou nas saídas em velocidade pelas pontas, mas esbarrou nos erros de passe, principalmente nos momentos de definição com Keno. O Tricolor sentiu fisicamente, deu sinais de cansaço e não respondeu às mexidas de Abel. Em tarde pouco inspirada de Scarpa, a equipe não teve criatividade, mas por muito pouco não marcou no fim. Nos acréscimos, Marcos Júnior apareceu completamente livre e finalizou de cabeça, mas parou em Fernando Prass. A resposta de Róger Guedes foi fatal. Num contra-ataque, o atacante ganhou do camisa 10 do Flu na velocidade, invadiu a área e bateu cruzado para dar números finais ao jogo.  

DESTAQUE

PÚBLICO E RENDA

Pagantes: 33.066 torcedores

Renda: R$ 2.126.138,00

DESTAQUE

PROBLEMAS

Cuca e Abel Braga deixaram a Arena Palmeiras com dores de cabeça para a sequência da temporada. Do lado alviverde, Felipe Melo preocupa. Aos 20 minutos da segunda etapa, o volante ficou no chão e levou a mão na posterior da coxa direita, sendo substituído por Thiago Santos. No Flu, Luiz Fernando ficou cerca de quatro minutos em campo. O volante sentiu o joelho direito após dividida e, aos prontos, iniciou tratamento com gelo ainda no banco de reservas.

DESTAQUE

CEIFADA PELA METADE

Henrique Dourado foi o destaque do Fluminense no jogo. Ao lado de Calazans, apareceu como ponto de referência no ataque e comprovou a boa fase com mais um gol – o sétimo dele no Brasileirão, artilheiro isolado. Porém, na comemoração, o tradicional gesto do “Ceifador” ficou pela metade. Em respeito ao ex-clube, o atacante parou o movimento no pescoço em frente aos torcedores na Arena, mas, mesmo assim, não fugiu de Felipe Melo, que não gostou da atitude do adversário.

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Fluminense 2 x 1 Vitória

O JOGO

A PELEJA

O Fluminense foi cirúrgico para bater o Vitória na noite deste sábado, no Maracanã, em jogo válido pela 4ª rodada da Série A e se recuperou da eliminação para o Grêmio no meio da semana na Copa do Brasil. Com muita entrega dos jogadores, a equipe de Abel Braga aproveitou duas falhas do sistema defensivo adversário para marcar duas vezes, uma com Richarlison e outra com Henrique Dourado. Impulsionado pela entrada de Neilton, que fez sua partida de estreia, o Rubro-Negro baiano chegou ao gol com Kieza, ensaiou uma reação, porém esbarrou na superioridade de um adversário melhor estruturado.

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

O Fluminense era encarado como franco favorito para a partida. Quando a bola rolou, no entanto, o Vitória apresentou uma formação diferente, um 4-1-4-1, e conseguiu fazer um duelo equilibrado, principalmente porque conseguia tirar a velocidade do Flu. Mas o jogo era fraco. Fora uma bola na trave de Gustavo Scarpa após uma saída de bola errada dos baianos, os dois times criaram muito pouco. E foi a partir de outra falha que o Flu chegou ao seu gol. Scarpa roubou bola de Thallyson e rolou para Richarlison, que bateu da entrada da área para abrir o placar.

DESTAQUE

SEGUNDO TEMPO

As falhas individuais voltaram a castigar o Vitória. Dessa vez, em dose dupla. Logo aos quatro minutos, Patric perdeu a bola para Richarlison, Alan Costa furou dentro da área e Henrique Dourado ampliou o marcador. O Vitória, completamente perdido na partida, ganhou outra cara quando Pet resolveu promover a estreia de Neilton. Em três minutos, ele criou três boas jogadas, inclusive a que terminou em gol de Kieza. O gol até deu novo ânimo aos visitantes, porém o Flu logo voltou a assumir o controle da partida e esteve mais perto de ampliar o placar do que de sofrer o empate.

DESTAQUE

COMO FICA

Com o triunfo, o Fluminense chega a nove pontos e assume a vice-liderança provisória da competição, com a mesma pontuação do Coritiba. O Rubro-Negro segue sem vencer na Série A: tem apenas um ponto e ocupa a 17ª colocação.

DESTAQUE

PRÓXIMOS JOGOS

Na 5ª rodada, o Fluminense recebe o Atlético-PR, na terça-feira, no Maracanã. O Vitória sai para encarar o São Paulo, na quinta, no Morumbi.

 

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Vasco 3 x 2 Fluminense

O JOGO

O clássico já gerava expecativa antes mesmo deste sábado. Afinal, após 12 anos, Vasco e Fluminense voltariam a se enfrentar em São Januário. Em tarde de casa cheia, o que se viu foram as equipes entregando um jogo movimentado – sobretudo no segundo tempo – e emocionante. Em duelo com duas viradas, o Cruz-Maltino fez valer seu mando de campo e venceu o Tricolor com gol marcado aos 47 minutos: 3 a 2 para os donos da casa.

 
Foram duas viradas, uma para cada time. O Vasco sairia na frente com gol de Luis Fabiano no primeiro tempo. No começo da segunda etapa, o Tricolor ficaria na frente com dois gols de pênaltis convertidos por Henrique Dourado. Aguerrido, o time do técnico Milton Mendes virou com gols de Manga Escobar e Nenê – ambos sairam do banco de reservas no decorrer do jogo.

DESTAQUE

FABULOSO ABRE PLACAR NO 1º TEMPO

 Os primeiros 20 minutos do clássico foram muito truncados, e os dois times não encontravam muito espaço rumo ao ataque. O Flu pressionou o quanto podia pela esquerda, contando com as investidas de Richarlison. O Vasco, por sua vez, vinha na velocidade pelos dois lados. Em uma das tentativas pela ponta, Pikachu cruzou na medida para Luis Fabiano abrir o placar de cabeça, aos 25. O atacante cruz-maltino subiu sozinho, sem marcação, e não deu chances para o goleiro Diego Cavalieri: 1 a 0.

Na frente, o Vasco passou a ter mais domínio do meio de campo, atrapalhando ainda mais a criação do Fluminense. A atuação dos volantes da casa, segura até ali, também ajudava. A melhor chance do Tricolor foi aos 39 da primeira etapa: após escanteio batido por Scarpa, o zagueiro Nogueira subiu mais alto que a marcação, mas a bola quicou e parou no travessão.

DESTAQUE

DOIS PÊNALTIS E A VIRADA DO FLU

 O segundo tempo permitiu um jogo mais aberto desde o princípio, com chegada mais claras dos dois lados. No começo da etapa, o Fluminense levaria perigo primeiro com chute de Scarpa, que parou na defesa em dois tempos de Martin Silva. No entanto, o panorama mudaria a partir dos 12 minutos: Após cruzamento de Henrique Dourado na área, Jean colocou a mão na bola. O juiz então assinalou pênalti, e o próprio Dourado cobrou e marcou o gol de empate.
Cinco minutos depois, um banho de água fria para o Vasco: Wendel chutou forte de fora da área, e Martin deu rebote. Richarlison então tentou alcançar, e acabou calçado por Gilberto: outro pênalti para o Fluminense em São Januário. Dourado, novamente com frieza, cobrou e marcou o gol da primeira virada.

DESTAQUE

NENÊ E MANGA: DO BANCO PARA RESOLVER

 Atrás no placar, no entanto, o Vasco não se intimidou e seguiu rumo ao ataque. Milton Mendes fez na substituição que mudaria o jogo: colocou Nenê e Manga Escobar no time (nos lugares de Pikachu e Kelvin), e fez a dupla atuar próxima de Luis Fabiano. Foi premiado aos 29 minutos: Manga recebeu pela esquerda, limpou bem a marcação e conseguiu bater no canto do goleiro Cavalieri. Tudo igual de novo no placar.

 

O jogo continuaria intenso até os minutos finais. Em casa, o Vasco não se conformava fácil com o empate e acabou premiado já nos acréscimos. Também vindo do banco de reservas no decorrer do duelo, Nenê – até pouco tempo titular do time – foi premiado. Aos 47, Manga passou pela marcação de Orejuela. A bola então sobraria para Nenê, que mandou a bola no cantinho: 3 a 2.

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VOU DE TÁXI

Antes do jogo, a delegação do Vasco enfrentou um problema com o o ônibus que levava o elenco para a partida. O veículo parou na Avenida Ayrton Senna, na altura do Gardênia Azul, em Jacarepaguá, e os jogadores seguiram para o estádio de táxi.

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CASA CHEIA:

 Público e Renda:

19.082 pagantes

20.442 presentes

 R$ 700.560

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Atlético Mineiro 1 x 2 Fluminense

O JOGO

100%

O Fluminense foi eficiente no ataque: marcou dois gols em dois minutos, no primeiro tempo. E também na defesa: segurou a pressão do Atlético-MG (que abusou dos gols perdidos) em quase todo o confronto deste domingo, no Independência, inclusive com um jogador a menos desde os 34 do segundo tempo. A vitória por 2 a 1, além de coroar uma boa atuação, manteve o time de Abel Braga com 100% de aproveitamento. Só perde a liderança do Brasileirão nos critérios de desempate.

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CLASSIFICAÇÃO E MARCA DE ABEL

Foi a primeira vitória do Flu contra o Galo no Independência na história do Brasileirão. Justo no jogo de número 250 de Abelão pelo clube. Com seis pontos, está na segunda posição – perde no saldo (4 a 2) para o Grêmio. O Atlético-MG, que não perdia em casa há 11 partidas, é o 14º, com um ponto.

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PRÓXIMOS JOGOS

O Atlético-MG volta a campo na quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no Couto Pereira, diante do Paraná, o primeiro jogo das oitavas de final da Copa do Brasil. O Flu, no sábado, às 19h, encara o Vasco, em São Januário, pela terceira rodada do Brasileiro. O Galo, domingo, às 11h, no Independência, recebe a Ponte Preta.

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

O Atlético-MG teve mais volume de jogo, mas o Fluminense foi mais efetivo. Com mais posse de bola (56% a 44%), o Galo buscou o gol, especialmente pela esquerda, nas investidas de Otero e Fábio Santos – aparentou não sentir falta de Robinho, machucado. O Tricolor, com Nogueira no lugar de Renato Chaves, e os retornos de Lucas e Orejuela, conseguiu se defender com eficiência. Marcos Rocha, então, cometeu pênalti em Richarlison. Henrique Dourado converteu. No lance seguinte, Dourado cruzou, Marcos Rocha falhou na marcação e Richarlison ampliou de cabeça. O centroavante do time carioca falharia na marcação de um escanteio. Deixou Gabriel livre, que descontou pouco antes do intervalo.

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SEGUNDO TEMPO

Atrás no placar, Roger mudou o Galo. Apostou em Maicosuel no lugar de Rafael Carioca. O meia fez boa jogada logo no começo, com Fred levando perigo em chute de fora. O Flu respondeu com ótima jogada de Scarpa, pela primeira vez como titular após a lesão no pé direito. O camisa 10 serviu Dourado, que finalizou para milagre de Victor. O Atlético-MG sem conseguir pressionar, alterou a forma de jogar: Rafael Moura entrou e passou a receber cruzamentos. Em um deles, escorou a Maicosuel, que perdeu gol feito dentro da área. Mas o time carioca conseguiu se defender e conquistou grande vitória mesmo com um a menos: Sornoza, torceu o tornozelo esquerdo, e precisou deixar o campo aos 34 minutos, período no qual Abel já tinha feito as três trocas. No total, o Galo teve 18 finalizações e oito chances de gol – contra 14 e 5 do Flu.

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HENRIQUE DOURADO

Ao marcar neste domingo, o Ceifador chegou a três gols. É o artilheiro do campeonato. Ele ainda deu bela assistência a Richarlison.

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FRED

Desde que deixou o Flu, Fred enfrentou o ex-clube pela segunda vez. Soma duas derrotas e nenhum gol marcado. Pelo Galo, na temporada, tem 17 gols em 20 jogos.

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Fluminense 3 x 2 Santos

O JOGO

Em jogo movimentado, com cinco gols, sendo o primeiro aos 3 e o último aos 42, além de seis minutos de acréscimos no segundo tempo, o Fluminense bateu o Santos por 3 a 2, na manhã deste domingo, no Maracanã, na estreia dos dois times no Campeonato Brasileiro.

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A VOLTA DE SCARPA

A partida marcou a volta de Gustavo Scarpa, recuperado de lesão, ao Fluminense. Ele não atuava desde fevereiro e jogou por dez minutos. “Foram dois meses parado, errei até posicionamento no segundo gol deles. Mas estou feliz por voltar e o melhor foi sair com a vitória”, disse o jogador.

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VACILOS SANTISTAS

“Não fomos bem defensivamente. Nos últimos 10 jogos, levamos só três gols. Hoje, levamos três num jogo só. E havia também o desgaste. Teve viagem para Belém (vitória sobre o Paysandu na Copa do Brasil, quarta-feira) e amanhã já viajamos novamente para a Bolívia”, disse o lateral santista Victor Ferraz.

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OS GOLS

Henrique Dourado abriu o placar aos 3 minutos (antes mesmo de o Santos emplacar uma sequência de passes), Victor Ferraz empatou aos 38 e Henrique Dourado (em pênalti sofrido por ele mesmo) tornou a colocar o Flu em vantagem nos acréscimos do primeiro tempo. No segundo, Sornoza ampliou aos 12, e Vladimir Hernández, aos 42, fez o segundo do Santos, que lutou até o fim, mas não conseguiu o empate.

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CARTOLA FC

Com os dois gols, Henrique Dourado fez 15.90 pontos e foi o melhor em campo no game. Sornoza (9.80), Wendel (9.10) e Henrique (8.10) também foram bem, ao contrário de Renato Chaves (-1.30) e Lucas (-1.80).

 

No Santos, Vladimir Hernández (10.20) e Bruno Henrique (9.30) foram os destaques. Vanderlei (-3.00) e Lucas Veríssimo (-2.50) foram os piores pontuadores.

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O MOMENTO DO SANTOS

O Santos foi a campo com o que tinha de melhor. A exceção foi o zagueiro Cleber, poupado por conta de dores musculares. Dorival Júnior escalou o volante Yuri improvisado na zaga. E ele acabou falhando no primeiro gol de Henrique Dourado, que o antecipou com facilidade. Jean Mota foi outro que jogou fora de posição e teve atuação ruim. Improvisado na lateral esquerda, o meia cometeu pênalti que gerou o segundo gol de Henrique Dourado e pouco apareceu no ataque. Zeca e Caju, os dois laterais de origem, estão machucados, assim com o atacante Copete, outro que poderia atuar por aquele setor.

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O MOMENTO DO FLUMINENSE

O Fluminense também vinha de uma semana desgastante: o vice no Campeonato Carioca e a derrota para o Liverpool no Uruguai por 1 a 0, resultado que ainda lhe garantiu classificação na Copa Sul-Americana. O atacante Richarlison disse que a vitória sobre o Santos “foi importante para acabar com a tentativa da imprensa de colocar crise no clube”.

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AGENDA

Os dois times têm compromissos difíceis na quarta-feira: o Fluminense encara o Grêmio, em Porto Alegre, pelas oitavas de final da Copa do Brasil (jogo de ida); já o Santos enfrenta o The Strongest, na altitude de La Paz, pela quinta rodada do Grupo 2 da Libertadores. Se vencer, o Peixe se classifica e garante a primeira colocação na chave. Se perder ou empatar, fica tudo para a última rodada, quando receberá o Sporting Cristal, do Peru.

 

Pelo Brasileirão, o Santos volta a jogar no sábado, contra o Coritiba, na Vila Belmiro. Já o Fluminense encara o Atlético-MG, domingo, no Independência, em Belo Horizonte.

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O PRIMEIRO TEMPO

No calor das 11h no Maracanã, o Fluminense começou a mil e o Santos parecia de ressaca. Foram três minutos de pressão tricolor. Só três minutos. Até que o placar fosse aberto: Léo fez bela jogada pela esquerda, com direito a drible da vaca sobre Victor Ferraz, e cruzou para que Henrique Dourado se antecipasse a Yuri e desviasse para o gol.
Depois da parada técnica por conta do calor, aos 28, o Flu foi quem resolveu dormir em campo. O Peixe foi ganhando espaço. E chegou ao empate aos 38. Bruno Henrique cruzou da esquerda, e Victor Ferraz, livre, cabeceou sem chance para Diego Cavalieri.
Na sequência, porém, o Fluminense ganhou um pênalti na malandragem de Henrique Dourado: o atacante deixou o pé no caminho de Jean Mota, esperando o contato, como definiu o comentarista Edinho, do canal Premiere. Na cobrança, o próprio Henrique Dourado, com estilo, jogando Vanderlei para um lado e batendo no outro, voltou a colocar o Flu em vantagem.

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O SEGUNDO TEMPO

No segundo tempo, o Santos começou melhor, pressionando em busca do empate. Ricardo Oliveira e Bruno Henrique tiveram chances. Mas o Flu, na primeira oportunidade que teve, ampliou, aos 12, Wendel fez linda jogada individual, completada com bela finalização de Sornoza.
O Santos teve uma chance incrível aos 15, com duas bolas no travessão no mesmo lance – primeiro Ricardo Oliveira e depois Bruno Henrique. A pressão continuou forte até o fim, e Vladimir Hernandez, que havia entrado no lugar de Vitor Bueno, diminuiu aos 42. A reação parou por aí. Vitória do Fluminense: 3 a 2.

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