Apesar de ‘impasse’ sobre Zona Franca, senador vê acordo próximo

Delcídio Amaral é relator da resolução do Senado sobre alíquotas do ICMS.
‘Estamos por muito pouco’, diz ele, que espera decisão antes do recesso.

O senador Delcídio Amaral (PT/MS), relator da resolução do Senado Federal que altera as alíquotas do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) interestadual, declarou nesta terça-feira (9), após reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que falta “muito pouco” para o fechamento de um acordo sobre a reforma das regras do tributo estadual.

Ele afirmou esperar que o assunto seja definido no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que reúne secretários de Fazenda dos estados brasileiros, antes do recesso parlamentar, marcado para ter início em 18 de julho, ou seja, na quinta-feira da próxima semana. Após este acordo, disse ele, a tramitação no Congresso Nacional seria mais rápida.

A variedade de regras para o ICMS interestadual e as diferentes alíquotas existentes são considerados por investidores nacionais e estrangeiros como os principais problemas do sistema tributário brasileiro – avaliado como sendo muito complexo.

Há meses o governo tem se empenhado em tentar aprovar alterações nas regras de tributação do ICMS como forma de simplificar o sistema e facilitar os investimentos. Nos últimos 20 anos, várias tentativas de reformar o ICMS foram feitas por diferentes governos, mas disputas regionais acabaram travando o processo.

“Todo mundo duvidava que encaminhássemos um acordo no Confaz. Estamos muito próximos disso. Acho que falta muito pouco. A dificuldade está na questão da alíquota para a Zona Franca de Manaus. Há um impasse, mas estamos discutindo para ver se chegamos a um consenso”, declarou o senador Delcídio Amaral.

Pela última proposta em discussão, a alíquota para a Zona Franca de Manaus, e para o gás boliviano, importado pelo Mato Grosso do Sul, seria de 12%. Esse valor, porém, está questionado por São Paulo. Para os demais estados, a alíquota iria para 4% no decorrer do tempo, mas permaneceria em 7% o setor industrial do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Espírito Santo.

“Há uma nova proposta em reduzir o ICMS da Zona Franca de Manaus, e do Mato Grosso do Sul [por causa do gás boliviano], de 12% para 10%. O Mato Grosso do Sul aceitou ir para 10%”, informou Delcídio Amaral, acrescentando que os estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, além do Espírito Santo, já concordaram em manter em 4% a alíquota do ICMS para o comércio e serviços destas regiões – outro ponto que estava emperrando a reforma.

 

G1

James Akel comenta que Guido Mantega quer que o povo pague as contas de Eike Batista

 

 

Guido Mantega, aquele ministro que jamais deveria estar em Brasília, teve a ousadia de declarar que é necessário aumentar o PIS e Confins que o empresariado paga para cobrir contas do governo.
Isto é um atrevimento.
Aumentar os impostos é apenas uma maneira de cobrir as contas do BNDES depois dos empréstimos feitos a Eike Batista.
Eike pegou dinheiro em condições e volumes que nenhum outro empresário já teve.
Agora querem que o empresariado trabalhador pague as contas de Eike.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 05h28 no dia 05 de julho de 2013

James Akel ironiza Daniel Bork

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Daniel Bork, que só tem programa na TV Band porque é cunhado do dono, no horário de 8 da manhã dá apenas 1 de ibope.
Enquanto as outras emissoras estão mostrando noticiário, ele fica fritando pastel.
É uma piada, que alias ele faz ao lado da filha do ministro Guido Mantega, Marina Mantega.
Marina Mantega foi namorada de Marcos Paulo, diretor da TV Globo e separou-se dele quando ele disse a ela que ela não tinha talento pra TV e deveria continuar nos estudos.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 00h42 no dia 05 de junho de 2013

James Akel comenta desempenho de IBOPE de Marina Mantega

 

Marina Mantega, filha do ministro Guido Mantega, teima em ser apresentadora de TV na TV Band do amigo de seu pai João Saad.
Mas o ibope da moça vai de 0,0 a 0,4, algo parecido com nada.
Ela participa como apresentadora no programa do cunhado do dono da TV Band.
O programa, pretenciosamente feminino, é pra lá de ruim e só está no ar porque quem o faz é o cunhado do dono.
Igualzinho o caso da RedeTV, onde a mulher do dono faz um programa que dá 0,6 de ibope e está lá porque é da mulher do dono.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 00h17 no dia 04 de junho de 2013

James Akel comenta que Dilma quer fazer troca no ministério da Fazenda

Não é mais segredo em Brasília que Dilma deseja Luciano Coutinho no lugar de Guido Mantega no Ministério da Fazenda.
Dilma até que tentou constranger Mantega em público ao convidar à luz do dia e máquinas de fotógrafos Delfin Neto pra dar aula de economia de crise no Planalto.
Mas Guido fez de conta que nem era com ele e não pediu demissão.
Dilma não pode demitir Guido por pedido de Lula.
Sabe-se lá o motivo.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 00h11 no dia 19 de abril de 2013

James Akel comenta que Guido Mantega está desprestigiado perante Dilma Rousseff

 Mantega afirmou que o governo não poupará medidas para conter a inflação "e impedir que ela se propague" – Divulgação

 

O ato de chamar Delfin Neto a Brasília para uma conversa sobre economia, com fotos distribuídas aos jornais, foi uma maneira explícita de Dilma mostrar ao mundo que não confia em Guido Mantega, mas o mantém no ministério porque ele aguenta os gritos dela.
Caso não desejasse esta demonstração de desagrado, Dilma teria recebido Delfin no mais completo segredo.
E poderia ter feito isto, mas não fez.
Foi uma reprimenda pública contra Mantega que não tem coragem de sair.
E fica a cada dia mais desgastado por não saber o que fazer com o tomate, a cebola e o chuchu.
No passado, esta mesma bobagem de atribuir ao tomate a inflação, foi feita no governo Geisel, com Mário Henrique Simonsen atribuindo a inflação ao chuchu.
Ora, um Brasil que numa canetada proibiu que os fazendeiros mantivessem seus empregados morando em colônias nas fazendas não pode se espantar com grandes mudanças em valores de produtos da terra que são cultivados por pequenos e médios produtores que precisam contratar mão-de-obra específica para a produção de alimentos que não podem ser cultivado e colhidos por máquinas.
O PT, que deveria estar preocupado com os trabalhadores verdadeiros, está a cada dia mais parecido sei lá com o quê, com atitudes paternalistas e sem futuro real na economia quer pequena ou média de mercado.
Quanto ao Guido Mantega, ele é tão bom ministro quanto Marina Mantega é apresentadora de tv.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 02h11 no dia 10 de abril de 2013