Em meio aos cortes, Band renova contrato de filha de ex-ministro

Marina Mantega, filha do ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega

Marina Mantega, filha do ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega

Como exceção à regra aos cortes promovidos, Marina Mantega usou os meios sociais para comemorar a sua renovação de contrato com a Bandeirantes.

Como se sabe, ela participa do “Dia Dia”, programa de todas as manhãs do intocável Daniel Bork.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

James Akel comenta a ausência de Guido Mantega na posse de Dima Rousseff

Nem o ministro Mantega quis ficar na posse de Dilma e se mandou em viagem.

O sucessor Levy que pegue o cargo oficialmente de quem desejar.

Mantega saiu muito chateado com as atitudes de Dilma contra ele no lado particular.


Escrito por jamesakel@uol.com.br às 12h45 no dia 30/12/2014

Novo ministro da Fazenda fala em corte de despesas, mas sem pacotes

Fixou meta fiscal de 1,2% do PIB para 2015 e de ao menos 2% em 2016.
Joaquim Levy disse ter autonomia para implementar medidas necessárias.

O ministro da Fazenda nomeado, Joaquim Levy, informou nesta quinta-feira (27) que a meta de superávit primário, a economia feita para pagar juros da dívida pública e tentar manter sua trajetória de queda, será de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) para todo o setor público consolidado (governo, estados e municípios) em 2015. Este ano, a meta fixada inicialmente era de 1,9% do PIB, mas o governo já informou que este objetivo foi abandonado.

Joaquim Levy foi confirmado como próximo ministro da Fazenda nesta quinta pelo Palácio do Planalto, em substituição a Guido Mantega. Também foram confirmados os nomes de Nelson Barbosa como próximo ministro do Planejamento, e a permanência de Alexandre Tombini no comando do Banco Central.

Em 2016 e 2017, segundo Levy, o esforço fiscal não será inferior a 2% do PIB – próximo do patamar registrado em 2013. “Alcançar essa meta será fundamental para o aumento da confiança na economia brasileira”, declarou Levy a jornalistas no Palácio do Planalto. Para atingir essas metas, ele informou que algumas medidas que vêm sendo discutidas são de diminuição de despesas. Entretanto, acrescentou que as medidas serão, “não digo graduais, mas sem pacotes, sem nenhuma surpresa”.

Questionado por jornalistas, o próximo ministro declarou ter ter autonomia para implementar as medidas. “A autonomia está dada. O objetivo é claro. Os meios a gente conhece. Acho que há o suficiente grau de entendimento dentro da própria equipe e maturidade. Então, acho que essa questão vai se responder de uma maneira muito tranquila. Dizer uma coisa ou outra não tem muito sentido agora. A gente vai ver no dia a dia como as coisas ocorrem. Quando uma equipe é escolhida, há confiança”, afirmou.

Levy concedeu entrevista durante anúncio da nova equipe econômica (Foto: Reuters)
Levy concedeu entrevista durante anúncio da nova
equipe econômica (Foto: Reuters)

Contas públicas neste ano
Nos nove primeiros meses deste ano, as contas do setor público registraram um déficit primário – receitas ficaram abaixo das despesas, mesmo sem contar juros da dívida – de R$ 15,28 bilhões, ainda segundo números divulgados pelo BC. Foi a primeira vez desde o início da série histórica do BC, em 2002 para anos fechados, que as contas do setor público registraram um déficit nos nove primeiros meses de um ano.

Considerado ortodoxo, com uma atuação mais tradicional na economia, Levy, de 53 anos, executou um ajuste fiscal na primeira gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que levou o superávit primário a um patamar médio de 3,5% do PIB (série histórica revisada do BC, sem as estatais) – patamar considerado elevado. Ele ficou conhecido como “mãos de tesoura” na ocasião por conta do controle de gastos implementado nas contas públicas. Levy travalhava, até então, na diretoria da administradora de investimentos Bradesco Asset Management.

Redução da dívida pública
“Primeiramente, cabe notar que vir a suceder o mais longevo ministro da Fazenda em período democrático [Guido Mantega] é mais do que uma honra, um privilégio. O objetivo imediato do governo e do Ministério da Fazenda é estabelecer uma meta de superávit primário para os três proximos anos que contemple a estabilização e declínio da dívida pública”, declarou o ministro da Fazenda nomeado.

Joaquim Levy também avaliou que é fundamental para o aumento da confiança da economia brasileira, a consolidação dos avanços sociais e ecomicos e reafirmou o compromisso com transparência e com a divulgação de dados abrangentes.

“As medidas necessárias para o equilíbrio das contas públicas serão tomadas. Como a gente falou, serão tomadas com análise e segurança. Eu acho que o Brasil tem mecanismos capazes disso. É um trabalho que envolve não só o governo federal, mas acho que toda a federação, não só o Poder Executivo, mas todos os poderes. É um trabalho importante pois é o que garante condições de crescimento”, declarou Levy.

Tesouro Nacional?
Levy, ao ser interpelado por jornalistas sobre quem será o novo secretário do Tesouro Nacional, não disse que não falaria sobre isso neste momento. “Vamos manter os ritos. A gente têm desafios, coisas importantes a fazer. A gente não está em nenhuma agonia. Vamos ficar tranquilos. Essa é a maneira boa de lidar com os desafios de um novo governo que começa em primeiro de janeiro”, afirmou.

Rumores dão conta de que o próximo secretário do Tesouro Nacional pode ser Carlos Hamilton Araújo, atualmente na diretoria de Política Econômica do Banco Central.

 

G1.COM

James Akel comenta que Guido Mantega deveria calar a boca

 

O ministro da Fazenda declarou que a compra da refinaria de Pasadena foi correta.

Mantega não perde chance de defender Dilma, afinal está em seu papel de defensor, coisa bem diferente de ser ministro das finanças e da economia.

Mas alguma coisa ele tem que fazer no seu cargo.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 08h14 no dia 03.04.2014

Apesar de ‘impasse’ sobre Zona Franca, senador vê acordo próximo

Delcídio Amaral é relator da resolução do Senado sobre alíquotas do ICMS.
‘Estamos por muito pouco’, diz ele, que espera decisão antes do recesso.

O senador Delcídio Amaral (PT/MS), relator da resolução do Senado Federal que altera as alíquotas do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) interestadual, declarou nesta terça-feira (9), após reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que falta “muito pouco” para o fechamento de um acordo sobre a reforma das regras do tributo estadual.

Ele afirmou esperar que o assunto seja definido no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que reúne secretários de Fazenda dos estados brasileiros, antes do recesso parlamentar, marcado para ter início em 18 de julho, ou seja, na quinta-feira da próxima semana. Após este acordo, disse ele, a tramitação no Congresso Nacional seria mais rápida.

A variedade de regras para o ICMS interestadual e as diferentes alíquotas existentes são considerados por investidores nacionais e estrangeiros como os principais problemas do sistema tributário brasileiro – avaliado como sendo muito complexo.

Há meses o governo tem se empenhado em tentar aprovar alterações nas regras de tributação do ICMS como forma de simplificar o sistema e facilitar os investimentos. Nos últimos 20 anos, várias tentativas de reformar o ICMS foram feitas por diferentes governos, mas disputas regionais acabaram travando o processo.

“Todo mundo duvidava que encaminhássemos um acordo no Confaz. Estamos muito próximos disso. Acho que falta muito pouco. A dificuldade está na questão da alíquota para a Zona Franca de Manaus. Há um impasse, mas estamos discutindo para ver se chegamos a um consenso”, declarou o senador Delcídio Amaral.

Pela última proposta em discussão, a alíquota para a Zona Franca de Manaus, e para o gás boliviano, importado pelo Mato Grosso do Sul, seria de 12%. Esse valor, porém, está questionado por São Paulo. Para os demais estados, a alíquota iria para 4% no decorrer do tempo, mas permaneceria em 7% o setor industrial do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Espírito Santo.

“Há uma nova proposta em reduzir o ICMS da Zona Franca de Manaus, e do Mato Grosso do Sul [por causa do gás boliviano], de 12% para 10%. O Mato Grosso do Sul aceitou ir para 10%”, informou Delcídio Amaral, acrescentando que os estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, além do Espírito Santo, já concordaram em manter em 4% a alíquota do ICMS para o comércio e serviços destas regiões – outro ponto que estava emperrando a reforma.

 

G1

James Akel comenta que Guido Mantega quer que o povo pague as contas de Eike Batista

 

 

Guido Mantega, aquele ministro que jamais deveria estar em Brasília, teve a ousadia de declarar que é necessário aumentar o PIS e Confins que o empresariado paga para cobrir contas do governo.
Isto é um atrevimento.
Aumentar os impostos é apenas uma maneira de cobrir as contas do BNDES depois dos empréstimos feitos a Eike Batista.
Eike pegou dinheiro em condições e volumes que nenhum outro empresário já teve.
Agora querem que o empresariado trabalhador pague as contas de Eike.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 05h28 no dia 05 de julho de 2013

James Akel ironiza Daniel Bork

MARINA MANTEGA.jpg

 

Daniel Bork, que só tem programa na TV Band porque é cunhado do dono, no horário de 8 da manhã dá apenas 1 de ibope.
Enquanto as outras emissoras estão mostrando noticiário, ele fica fritando pastel.
É uma piada, que alias ele faz ao lado da filha do ministro Guido Mantega, Marina Mantega.
Marina Mantega foi namorada de Marcos Paulo, diretor da TV Globo e separou-se dele quando ele disse a ela que ela não tinha talento pra TV e deveria continuar nos estudos.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 00h42 no dia 05 de junho de 2013