Boeing, GOL Debut Airline’s First 737 MAX Airplane

Leading Brazilian carrier to open new routes with new, longer-range 737 jet
GOL’s second 737 MAX also arrived this month
Carrier’s MAX fleet to become largest in Latin America with 135 jets, including 30 MAX 10s

SAO PAULOAug. 29, 2018 /PRNewswire/ — Boeing (NYSE: BA) and GOL Linhas Aéreas Inteligentes (NYSE: GOL and B3: GOLL4) today celebrated the unveiling of the carrier’s newly outfitted 737 MAX 8 during a celebration in Sao Paulo. The leading Brazilian carrier also announced plans to fly the more fuel-efficient and longer-range 737 airplane on international routes.

“Today is an exciting day for the entire GOL team, we are happy to welcome the 737 MAX 8. We can further improve our operational efficiency by flying a young, modern and safe fleet, while also lowering the cost of air travel and expanding our network to new international destinations,” said Paulo Kakinoff, Chief Executive Officer of GOL.

The Brazilian airline took delivery of its first 737 MAX 8 this year and has been improving onboard products and services, such as adding wireless internet to the popular Boeing Sky Interior cabin. The airline is now outfitting its second 737 MAX airplane – which it received last week – with the same cabin amenities.

As part of its strategic fleet renewal program, GOL has placed multiple orders for the 737 MAX, including a new order last month at the Farnborough International Airshow. In all, GOL is on track to become the largest MAX operator in Latin America with a fleet of 135 MAX airplanes.

The first MAX airplanes arriving at GOL are the MAX 8 variant, which seats up to 186 passengers in GOL’s configuration. The airplane will reduce GOL’s fuel use and emissions by 15 percent compared to today’s single-aisle airplanes, and can fly farther than its predecessor. With the additional range, GOL said it will begin regular service from Brazil’s capital Brasilia and Fortaleza to Miami and Orlando. GOL also plans new international routes to Quito, the capital of Ecuador, with the MAX.

Thirty of GOL’s new airplanes will be for the larger MAX 10, which will enable GOL to comfortably serve more than 30 additional passengers. GOL and more than 20 customers have placed over 500 orders and commitments for the MAX 10, which will offer operators the lowest cost per seat mile of any commercial aircraft in service.  In all, the 737 MAX family has attracted more than 100 customers and nearly 4,700 orders. For more information and feature content, visit www.boeing.com/commercial/737max.

“GOL is a pioneer in bringing affordable fares to Latin America since its inception. We are honored to have such a great partner officially join the Boeing 737 MAX family and serve as one of its ambassadors in the region,” said Ricardo Cavero, vice president of Commercial Sales in Latin America for The Boeing Company. “We are confident the 737 MAX will help GOL continue bringing great fares and service to its customers, especially with the new 737 MAX 10 that will arrive in the future.”

GOL also uses Boeing Global Services to improve its operational efficiency through products and services such as Airplane Health Management for its 737 MAX fleet, Maintenance Performance Toolbox and the Engine Fleet Planning and Costing (EFPAC) tool.

Contact:
Joe Loeffler
Boeing Communications
+1 (425) 306-2145
Joseph.o.loeffler@boeing.com

SOURCE : Boeing Website

2016 será um ano esquecível para as empresas aéreas

A demanda das companhias aéreas deve encerrar o ano com retração de 10%. A nova previsão é pior que a original de 7%, e foi divulgada hoje pela Abear, associação que representa a Latam Brasil (antiga TAM), Gol, Azul e Avianca.

Segundo a Abear, a recessão continua brava no setor. A saída das companhias será devolver cerca de 10% da frota para cortar gastos (algo como 50 aeronaves).

O FINANCISTA

Gol penhora peças em troca de dinheiro

Empresas

28/06/2016 19:57:27

Para convencer os investidores a trocar os atuais papeis de dívida por outros, a Gol está oferecendo uma garantia real: a alienação fiduciária de todas as peças de reposição de sua frota, composta por aeronaves Boeing 737-700 e 800 Next Generation, atuais ou futuras. Traduzindo: se a Gol não pagar, os credores ficam com elas. No tempo dos nossos avós, isso tinha um nome: penhor. As peças foram avaliadas em US$ 222,7 milhões.

 

O FINANCISTA

Ações da Gol sobem quase 7%, mas é para tanto?

Notícia Publicada em 09/06/2016 12:53

Mudanças na lei e operação de troca de títulos puxam alta

Ainda na pista: expectativas que puxam a alta da Gol ainda são apenas isso, expectativas (Reuters/Pilar Olivares)
Ainda na pista: expectativas que puxam a alta da Gol ainda são apenas isso, expectativas (Reuters/Pilar Olivares)

SÃO PAULO – As ações preferenciais da Gol (GOLL4) passaram toda a manhã operando em forte alta na Bolsa de Valores. No seu melhor momento, o papel superou os 7% de valorização. Por volta das 12h30, o avanço era de 7,06%, com cada ação cotada a R$ 2,73. No mesmo instante, o Ibovespa, principal indicador do pregão, recuava 1,07%, para 51.075 pontos.

Segundo Rafael Ohmachi, analista da Guide Investimentos, dois fatores podem estar puxando o valor da Gol nesta quinta-feira (9). O primeiro é o avanço, no Congresso, da medida provisória que eleva de 20% para 49% a participação de estrangeiros no capital de companhias aéreas brasileiras. Na tarde de ontem, a MP 714 foi aprovada pela comissão especial mista do Congresso que analisa o tema.

A MP precisa ser votada até 29 de junho ou perderá a validade. O caminho até virar lei ainda é longo. O texto deve passar pelos plenários da Câmara e do Senado. Somente depois disso, é que pode ser sancionado pelo presidente em exercício Michel Temer.

Tantas variáveis levam Ohmachi a avaliar com cautela a alta dos papéis da Gol neste momento. Primeiro, porque não se sabe se a MP 714 será aprovada nestes termos ou se haverá modificações. No limite, também não há certeza sequer de que seja votada.

Querer e poder

Segundo, porque há uma grande diferença entre a legislação brasileira passar a permitir uma maior participação de companhias estrangeiras no capital das nacionais, e isso acontecer de fato. A Delta Airlines possui 9,5% do capital da Gol e muitos especulam que, com a liberação, os norte-americanos poderiam aportar mais dinheiro na empresa da família Constantino. “Mas ninguém disse que a Delta fará, mesmo, isso”, alerta Ohmachi. É preciso lembrar, também, que a companhia norte-americana está, neste momento, focada em comprar a colombiana Avianca – um troféu que disputa com a United Airlines e a chinesa HNA.

Outro fator que pode alimentar a forte alta da Gol, na Bolsa, é a prorrogação do prazo para que detentores de títulos de dívida da companhia adiram a uma operação de troca. Esta é a segunda extensão do prazo, que vence agora em 15 de junho.

A Gol está propondo aos investidores estrangeiros que troquem papéis com vencimento em 2017, 2020, 2022 e 2023, além de bônus perpétuos, por outros que vencerão em 2018, 2023 e 2028. Na tarde de ontem, a Gol havia conseguido a adesão de investidores que somavam US$ 134,8 milhões. A cifra representa apenas 17,3% do total de títulos visados pela companhia. Seu objetivo é trocar 95% dos papéis.

O FINANCISTA

Gol reduz oferta doméstica de voos em 15% em abril e demanda cai 19%

Notícia Publicada em 13/05/2016 08:55

No sistema total, houve queda de 15,4% da oferta e recuo de 18,4% da demanda em abril

Boeing 737-8EH aircraft picture

SÃO PAULO – A aérea Gol reduziu em 15,2% a oferta doméstica de voos em abril ante um ano antes, diante de recuo de 19,2% na demanda no país na mesma base de comparação, informou a companhia nesta sexta-feira (13).

No sistema total, houve queda de 15,4% da oferta e recuo de 18,4% da demanda em abril.

(Por Priscila Jordão)

 

O FINANCISTA

Gol cai forte na Bolsa após 16º prejuízo e corte de 15% dos voos

Notícia Publicada em 30/03/2016 11:11

Aérea amplia reestruturação e analistas continuam reticentes com a companhia

Na mínima do dia, os papéis da Gol eram negociados a R$ 2,98, uma desvalorização de 8,86% (Drewski2112 via Visual Hunt / CC BY-NC)
Na mínima do dia, os papéis da Gol eram negociados a R$ 2,98, uma desvalorização de 8,86%
(Drewski2112 via Visual Hunt / CC BY-NC)
SÃO PAULO – As ações da Gol (GOLL4) caem forte nesta quarta-feira (30) após a companhia aérea apresentar o 16º prejuízo trimestral consecutivo e anunciar um corte de 15% dos voos para adequar a oferta à demanda decrescente do setor aéreo brasileiro. O prejuízo líquido no quarto trimestre do ano passado chegou a R$ 1,13 bilhão, aumento de 79% ante o resultado negativo de um ano antes. Em 2015, a Gol teve prejuízo de R$ 4,29 bilhões, aumento de 284% sobre o resultado negativo de 2014.

Na mínima do dia, os papéis eram negociados a R$ 2,98, uma desvalorização de 8,86%. Os ativos da empresa vêm em queda de 62% em 12 meses, mas engataram uma forte recuperação nos últimos 30 dias, quando avançaram aproximadamente 35%. “Esses resultados estão desalinhados com a performance robusta das ações nas últimas semanas, apesar de ainda estar bem abaixo dos níveis de longo prazo”, avalia Stephen Trent, analista da Citi Research, que recomenda a venda das ações, com um preço-alvo de R$ 2,31.

Setor

Para Gabriel Casonato, analista da Empiricus Research, o balanço vem em linha com a impressão generalizada de uma piora considerável de cenário no setor, “tanto pelos reflexos da economia na demanda por passagens quanto pela dificuldade de se decidir por uma estratégia em tempos de forte volatilidade para a moeda americana, que precifica cerca de 60% dos custos da companhia”, destaca.

A Gol informou a intenção de reduzir entre 15% e 18% o volume total de decolagens em 2016. A projeção anterior da empresa era reduzir de 4% a 6% o volume de decolagens nacional no primeiro semestre. A oferta total deve cair entre 5% e 8% no ano. “O anúncio da redução de capacidade pode ajudar o setor a racionalizar e aumentar o rendimento”, avalia o Credit Suisse, em um relatório enviado a clientes.

 

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