Holanda 2 x 1 México

Seis minutos para a nova maldição mexicana

A Holanda está nas quartas de final da Copa do Mundo da FIFA, após vencer, numa virada emocionante, o México por 2 a 1. A dois minutos dos 90, a seleção de Miguel Herrera estava prestes a acabar com o trauma das oitavas de final, mas Fortaleza assistiu a mais um episódio do drama nacional mexicano.

Pelo sexto Mundial consecutivo, o México é eliminado na primeira rodada após a fase degrupos e, este domingo, foi com contornos quase inacreditáveis. El Tri dominou por completo o primeiro tempo, marcou logo no início do segundo, com um belo gol de Giovani dos Santos, e aguentou a reação holandesa… enquanto foi humanamente possível.

O goleiro Guillermo Ochoa foi adiando o empate holandês com defesas quase impossíveis e alguma sorte – num remate do zagueiro, por exemplo, De Vrij viu a bola embater na trave após espalmá-la -, o tempo ia passando e o resultado parecia correr bem à equipe da CONCACAF.

Mas, a dois minutos dos 90, tudo começou a mudar. Após mais um escanteio, Huntelaar cabeceou para trás e surgiu Wesley Sneijder a chutar muito forte de primeira, sem quaisquer chances para Ochoa, no cantinho, para devolver a esperança à vice-campeã mundial.

A enorme torcida mexicana desesperava no Estádio Castelão e já imaginava uma prorrogação, mas nem a isso teve direito. No segundo minuto acrêscimos, Rafa Márquez derrubou Arjen Robben dentro da área e Huntelaar cobrou a grande penalidade com toda a calma do mundo. Já rolava o quarto minuto extra concedido pelo árbitro, e Ochoa, o Craque do Jogo Budweiser, desta vez nada pôde fazer para salvar o México.

 

FIFA.COM

Seleção mexicana divulga convocação para a Copa; Chicharito comanda equipe

mexico

Seleção mexicana enfrentará o Brasil no dia 17 de junho Foto: Agência Reuters

O técnico Miguel Herrera divulgou, nesta sexta-feira (9), a lista dos atletas convocados da seleção mexicana para a Copa do Mundo. Sem grandes novidades, a base da equipe é formada por jogadores que atuam em times locais. Os destaques ficam por conta de Chicarito Hernández, atacante do Manchester United, e o carrasco do Brasil nas Olimpíadas de 2010, Oribe Peralta.

O México também anunciou a programação para a Copa. A equipe faz quatro amistosos (Israel, no dia 28 de maio, Equador, 31 de maio, Bósnia, 3 de junho, e Portugal, 6 de junho), antes de desembarcar no Brasil no dia 7 de junho, para a preparação em Santos/SP. A equipe comandada por Herrera estreia no Mundial dia 13, contra o Camarões, na Arena das Dunas, em Natal.

Em Fortaleza, a seleção mexicana enfrenta o Brasil no dia 17 de junho, em partida válida pela 2ª rodada do Grupo A. O encerramento na primeira fase acontecerá em Pernambuco, quando os mexicanos enfrentam a Croácia, em 23 de junho.

A ausência mais sentida foi a do atacante Carlos Vela, da Real Sociedad/ESP. Já o nome convocado menos cogitado foi o do experiente defensor Carlos Salcido, de 34 anos. Rafa Márquez e Giovani dos Santos, ambos ex-Barcelona, estarão no Mundial.

Confira a lista completa:

Goleiros: Jesús Corona (Cruz Azul), Guillermo Ochoa (Ajaccio) e Alfredo Talavera (Toluca);

Defensores: Rafael Márquez (León), Diego Reyes (Porto), Héctor Moreno (Espanyol), Paul Aguilar (América), Miguel Layún (América), Carlos Salcido (Tigres), Francisco Maza Rodríguez (América), Miguel Layún (América) e Andrés Guardado (Bayer Leverkusen);

Meias: José Juan Vázquez (León), Juan Carlos Medina (América), Héctor Herrera (Porto), Carlos Peña (León), Luis Montes (León), Marco Fabián (Cruz Azul) e Isaac Brizuela (Toluca);

Atacantes: Oribe Peralta (Santos Laguna), Chicharit Hernández (Manchester United), Raúl Jiménez (América), Alan Pulido (Tigres) e Giovani dos Santos (Villarreal);

 

Blog Diário Na Copa – Diário Na Copa – 09/05/2014

Relembre a trajetória do México a caminho da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014

Um drama mexicano

© EFE

É difícil relembrar muitos momentos positivos na complicada caminhada do México rumo à Copa do Mundo da FIFA 2014. A campanha no hexagonal final da CONCACAF será lembrada principalmente pelas rápidas trocas de técnico, pelo mau desempenho no histórico caldeirão do Estádio Azteca e por um aroma de crise geral que emanava tanto no gramado como nas arquibancadas. O FIFA.com traz o resumo de como o México conseguiu a classificação para a sua 15ª Copa do Mundo da FIFA, com destaque para os momentos mais dramáticos:

Tropeços em casa
Normalmente são os visitantes que sentem a pressão de enfrentar o México no temível Estádio Azteca. No entanto, jogar em casa foi uma verdadeira tortura para a seleção mexicana nas eliminatórias. Desde o começo havia algo errado: o empate sem gols contra a fraca Jamaica teria sido uma derrota, não fosse a exuberante atuação do goleiro Jesús Corona. Os torcedores, no entanto, esperavam que aquele tivesse sido um tropeço isolado, e que logo a equipe pudesse se impor na arena que foi sede de duas finais de Copa do Mundo da FIFA. No entanto, aquele era só o começo de uma série de maus resultados. Os mexicanos obtiveram apenas seis dos seus 11 pontos no hexagonal jogando em casa: três em uma vitória sobre o Panamá e os demais em três empates por 0 a 0.

O auge da desgraça ocorreu no dia 6 de setembro de 2013, uma data que entrou para a história do futebol mexicano pela porta dos fundos. A derrota por 2 a 1 para Honduras foi a segunda do Méxicoem 78 jogos de eliminatórias disputados no Azteca.

Americanos salvam a (outra) pátria
Por ironia do destino, a classificação do México para a repescagem intercontinental contra a Nova Zelândia foi assegurada graças a uma ajuda do maior rival: os Estados Unidos. Com dois gols nos descontos contra o Panamá na última rodada, os americanos eliminaram os panamenhos e mantiveram os mexicanos na disputa. O depoimento de Christian Martinolli, narrador da TV Azteca, após a partida, entrou para a história das eliminatórias da CONCACAF. “Amamos vocês! Amamos vocês para sempre! Que Deus abençoe os EUA!”, disse o jornalista, antes de criticar duramente o mau desempenho dos jogadores mexicanos na derrota para a Costa Rica.

A ironia não passou despercebida pela Federação Americana de Futebol, que utilizou o Twitter para ironizar a classificação do rival após o jogo. Manchetes sublinhando uma dívida de gratidão em relação aos Estados Unidos foram vistas no dia seguinte em grandes jornais mexicanos. Um deles chegou a exibir uma montagem com Chicharito Hernández (autor de apenas dois gols em dez jogos pelo Méxicono hexagonal) estendendo uma bandeira estadunidense.

Pouco brilho e uma ausência marcante
Em meio à mediocridade geral da campanha, alguns jogadores vestiram a camiseta verde do Méxicocom orgulho. Antes de ser afastado, como o resto dos jogadores que atuam no futebol europeu, para a repescagem, Giovani dos Santos mostrou não apenas a qualidade habitual com a bola nos pés, mas também uma grande vontade de lutar pela classificação. Jesús Corona, goleiro medalha de ouro na Olimpíada de Londres 2012, teve momentos de brilho, bem como Oribe Peralta, atacante do Santos Laguna que marcou três gols nos últimos jogos do hexagonal. O momento mais inspirador, porém, pertenceu a Raul Jiménez, nos instantes finais da única vitória em casa, diante do Panamá. O gol que ele fez de bicicleta deu ao México a única vitória no Azteca, e a vibração dos torcedores indicava que dias melhores estavam por vir. Sem aquele gol, o México não teria se classificado para o Brasil 2014.

Um jogador foi notável pela sua ausência: Carlos Vela. O atacante vive o melhor momento da carreira na Real Sociedad, mas um desentendimento com o técnico anterior o deixou de fora desta caminhada. É um problema que os mexicanos terão de resolver, de uma forma ou de outra.

Troca-troca no comando
Quando a pressão aumenta, a crise costuma estourar no treinador. A constante troca de comando doMéxico durante o hexagonal foi um importante indicador de que as coisas não andavam bem. José Manuel de la Torre recebeu o bilhete azul depois da histórica derrota em casa para Honduras. O assistente José Luis Tena assumiu e durou apenas um jogo, antes de ser substituído por Victor Manuel Vucetich. “O que me interessa mesmo é o México, o México, o México”, disse o treinador, conhecido como “Rei Midas” devido à carreira muito bem-sucedida por clubes mexicanos. No entanto, ele não conseguiu repetir na seleção o sucesso que obteve em clubes. Após dois jogos, veio a demissão. “Quatro técnicos em um mês já diz tudo”, afirmou o frustrado Giovani dos Santos. “A equipe não consegue definir um estilo, uma ideia do que deve fazer em campo.”

A receita caseira de Herrera e o que vem pela frente
O quarto técnico mexicano, Miguel Herrera, enfim deu um prumo à seleção. Deixando de fora Dos Santos e o resto dos astros que atuam na Europa, como Chicharito Hernández, ele formou uma seleção composta apenas por jogadores que atuam no futebol nacional. A base foi o América, equipe que ele treinava antes de assumir a seleção. E deu certo: os comandados de Herrera humilharam a Nova Zelândia na repescagem, marcando cinco gols em casa e quatro em Wellington, e garantindo com sobras um lugar no Brasil. Ao todo, nos dois jogos, o México fez apenas dois gols a menos que em todo o hexagonal. O retorno do capitão Rafa Márquez deu segurança defensiva à seleção. De cara nova, a equipe foi bem mais coesa e estável.

Algumas questões, porém, permanecem abertas na preparação do México para o Brasil 2014: Quem será o técnico (o contrato de Herrera foi para apenas estes dois jogos), como será o futebol da equipe, e até onde esta seleção será capaz de chegar, após a preocupante campanha nas eliminatórias?

FIFA.com

Villarreal se afianza en zona de privilegio

Villarreal se afianza en zona de privilegio

 

 

El Villarreal se impuso con solvencia al Granada por 3-0 y se afianza en zona de Liga de Campeones gracias a los goles de Bruno, Giovani y Pina que confirmaron la superioridad del conjunto castellonense a lo largo de los 90 minutos.

La primera gran ocasión del encuentro llegó en el minuto 22, justo cuando un pase interior por alto de Bruno fue devuelto al corazón del área por Mario para que Jonathan Pereira no llegara por poco al balón cuando tan sólo tenía que empujarlo a la red.

Era el preludio del 1-0, que llegó cuando se cumplía la media hora de juego. Cani se escapó por la banda izquierda y colocó un centro raso hacia la frontal del área para que Bruno conectara un zurdazo inapelable ante el que nada pudo hacer Roberto.

Con ventaja en el marcador, el Villarreal se dedicó a defenderse con orden y así salir con mucho peligro al contragolpe. Por su parte, el Granada lo intentaba una vez tras otra, pero siempre se topaba con la bien plantada zaga castellonense e incluso en una ocasión con Asenjo, que abortó una internada por línea de fondo de Brahimi.

El Villarreal amplió su ventaja nada más iniciarse el segundo periodo. Jonathan Pereira se escapó por velocidad por banda izquierda y colocó un preciso centro a media altura que fue rematado por Giovani dos Santos, en posición acrobática, para batir a Roberto (min. 48).

Lucas Alcaraz movió el banquillo poco después y el Granada reaccionó. La entrada al campo de Riki e Ighalo dio más movilidad al conjunto andaluz, que pudo recortar distancias con dos disparos que salieron rozando la madera de los recién incorporados.

El conjunto castellonense sentenció definitivamente el encuentro a falta de diez minutos para el final. De nuevo Cani, muy activo durante todo el duelo, centró bombeado y Pina, llegando desde atrás, conectó un testarazo que entró en la portería pese al intento desesperado por pararlo del guardameta del Granada.

Victoria de Osasuna
Osasuna de Pamplona consiguió la primera victoria a domicilio de la temporada con un gol del delantero Oriol Riera en La Rosaleda frente a un Málaga sin ideas, espeso, timorato y con muchos problemas de creación y de definición, al no tener una ocasión clara en todo el partido.

El equipo malagueño, inédito, sufrió mucho durante la primera parte. Osasuna, muy bien posicionado, tapando las opciones de ataque de los malaguistas, hizo tambalearse a la línea defensa de los, locales, que tenían escasas opciones para mostrar su superioridad ante un conjunto navarro con pocos errores.

El Osasuna fue el equipo que más ocasiones tuvo durante los primeros cuarenta y cinco minutos. El delantero Oriol Riera avisó nada más comenzar el encuentro con un lanzamiento que frenó el guardameta argentino Willy Caballero. El Málaga sufría, no tenía el balón, lo maltrataba y encima lo dañaba y lo daba al contrario.

El técnico malaguista, el alemán Bernd Schuster, hizo dos cambios al descanso: el delantero holandés El Hamadaoui salió por Morales y Pawlowski por Duda. No había otra opción para intentar la remontada.

Era complicado. Osasuna seguía a su ritmo, controlando el partido ante un Málaga superior, pero sin pegada, con errores, precipitación y una sintonía complicada para doblegar a un equipo con problemas, pero muy bien plantado, con un planteamiento defensivo, aunque bien estructurado y sin fisuras.

El segundo tiempo fue un monólogo del Málaga contra una pared del Osasuna, que no se acercó a la portería del Málaga en los cincuenta minutos que duró el segundo asalto. El conjunto malagueño, muy obtuso, sin ideas y con problemas a la hora de la creación, se encontró con un frontón bien definido y sin fisuras.

Primer triunfo de Osasuna como visitante y segunda derrota como local del Málaga, que corta una racha de cinco partidos sin perder.

FIFA.com

Mexico sack Chepo after Aztecazo

Mexico sack Chepo after Aztecazo

© AFP

Embattled Mexico coach Jose Manuel Chepo de la Torre was sacked by the Mexican FA after Friday’s loss in FIFA World Cup™ qualifying to Honduras. The announcement came just hours after the 2-1 defeat which leaves El Tri in fourth-place in the six-team field and currently out of the running for a direct ticket to Brazil 2014.

Mexico, current Olympic champions and 13-time FIFA World Cup participants, suffered an unprecedented collapse under the man known popularly as Chepo, who took over the reins at the start of 2011. Not even the normally intimidating Estadio Azteca could offer the team shelter in the final round of CONCACAF qualifying. Their first three games at home ended in goalless draws and the loss to Honduras, who came back from a goal down, was simply a road too far for fans and officials.

It was only Mexico’s second loss in 77 qualifying matches at the venerable old ground. The first so-called Aztecazo came in 2001 when Hernan Medford sealed victory for Costa Rica. The Mexicans now sit just one point ahead of Panama in the Hexagonal standings with three games to go. On Tuesday, they head to Ohio for a date with arch-rivals USA in dire need of points.

A side not lacking in talent, Gio dos Santos, Javier Chicharito Hernandez and co, will need to dig deep against the Stars and Stripes in what many observers are calling a must-win game.

 

FIFA.com

USA roll as Mexico face Azteca stress

USA roll as Mexico face Azteca stress

© AFP

There are just four rounds to go in CONCACAF’s qualifying Hexagonal for the 2014 FIFA World Cup Brazil™ and there’s all to play for. Leaders USA will want to increase their gap at the top with a positive result in Costa Rica, while struggling Mexico face an absolute must-win at home againstHonduras, and Jamaica try to stave off elimination with a new man at the helm.

Join FIFA.com for a preview of Friday’s crucial matchday seven in the New World.

The big game
Mexico-Honduras
A home game at the Azteca is normally cause for cockiness in the Mexican camp. But this is no normal qualifying campaign. While a recent friendly win over Côte d’Ivoire is cause for cautious optimism, home fans in Mexico City have yet to see their side produce anything approaching their best football in the qualifying Hexagonal. El Tri are third in the six-team field, with just eight points from six games. An even more troubling statistic is the fact that these Mexicans, FIFA World Cup participants on 14 occasions, have picked up only three points from three draws at the Azteca, a ground where they are historically dominant.

Despite star names in the side like Gio Dos Santos, Jesus Corona, Chicharito Hernandez and Andres Guardado, Mexico will take to the Azteca pitch with doubts radiating from the stands. It’s make-or-break time for coach Jose Manuel Chepo de la Torre. And Honduras, who are just one point behind their hosts in fourth, are desperate to take advantage of the slightly poisoned atmosphere and joinUSA, Costa Rica and Jamaica in taking points off Mexico at the Azteca. Although Luis Fernando Suarez’s Hondurans, who are looking to qualify for their second straight FIFA World Cup finals, have yet to pick up a point on the road in “The Hex”, confidence is justifiably high. Oscar Boniek Garcia of MLS side Houston Dynamo causes headaches up the flank and could well tip the balance for the Catrachos. He was influential in the 2-2 draw the Hondurans pulled off against Mexico in San Pedro Sula in March. “We have become more confident now; we are ready,” the winger told FIFA.com.

Other action
While Mexico stutter and sputter, their arch-rivals and northern neighbours USA are oozing sunshine and confidence ahead of their trip to Costa Rica. The Americans, recently crowned CONCACAF Gold Cup champions, are in the midst of an unprecedented winning streak and sit comfortably in first place in the Hexagonal with 13 points. Even so, a game on the road in Costa Rica is a tough test for Jurgen Klinsmann. The Ticos

have revenge on their minds after barely losing the first meeting with the States in blizzard-like conditions in March. Costa Rica, who sit in second place just two points off the Americans’ pace, have reinvented themselves as a sturdy defensive side in recent years. They’ve conceded only three goals so far, but they will have a torrid time trying to keep out a USA in attacking mood and looking for their first win in San Jose in qualifying history. Jozy Altidore, currently in the form of his life with six goals in his last four games for the national team, is a doubt after picking up a hamstring injury with club side Sunderland. Even so, captain Clint Dempsey, the speedy Eddie Johnson, and recently-returned creatorLandon Donovan offer the Americans plenty of options in attack.

Gold Cup runners-up Panama host Jamaica in a clash of the bottom two. Neither side can afford to slip up. Panama, on six points, are in decidedly better shape than Jamaica, who have only two, but the only remaining Caribbean participants arrive in Panama City with a new coach: German veteran Winfried Schaefer. “We can not lose this game,” he told FIFA.com after taking the reins of a Reggae Boyz side that have scored only once in six games. “This is make or break if we want to reach Brazil.”

What they’re saying
“Mexico is going to the reach the World Cup. It is our obligation as a team and a nation and we are going to fulfil it.” Mexico coach Chepo de la Torre, one day after a meeting of football authorities convened to decide his future. It will take results rather rhetoric, however, to sway frustrated fans.

The number
12 –
 The number of consecutive wins USA have managed in an extremely productive period under coach Klinsmann. It is the longest current winning streak in international football, and only three games shy of Spain’s world record set in 2009.

CONCACAF final round Hexagonal, matchday 7
6 September
Costa Rica-USA
Mexico-Honduras
Panama-Jamaica

Up next
10 September
Honduras-Panama
Jamaica-Costa Rica
USA-Mexico

Have your say
Can the USA keep up their winning ways in Costa Rica, or will 13 wins in a row prove a step too far? Can Mexico and Jamaica rebound from their poor form in the Hexagonal? Click ‘add your comment’ and let us know what you think.

 

FIFA.com