Faltam 85 dias para a Copa do Mundo

Contagem regressiva: faltam 85 dias

FIFA.com está fazendo a contagem regressiva para a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 com um dado estatístico relevante em cada um dos próximos dias. Hoje destacamos o ano mais produtivo de um dos maiores artilheiros da história do Mundial.

Embora Gerd Müller tenha feito dez gols no México 1970 para terminar na artilharia do torneio, a temporada mais produtiva do craque alemão aconteceu dois anos mais tarde, com 85 bolas na rede pela Alemanha Ocidental e pelo Bayern de Munique.

A impressionante sequência estabeleceu um novo recorde mundial de gols marcados no mesmo ano, uma marca que se manteria pelas próximas quatro décadas.

Quem a quebrou foi um jogador que provavelmente estará na briga pela Chuteira de Ouro adidas em gramados brasileiros: Lionel Messi. O argentino se tornou o maior goleador do planeta ao encerrar 2012 com extraordinários 91 tentos.

 

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As contratações que não aconteceram

As contratações que não aconteceram

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Goste-se dele ou não, o último dia do prazo do período de contratações no futebol é sempre fascinante. Isso porque as histórias de muitos times por todo o planeta já foram reescritas por acertos decisivos, às vezes até inacreditáveis – envolvessem eles muito dinheiro ou se revelassem verdadeiras pechinchas.

No entanto, embora a temporada de ir às compras de jogadores possa parecer gratificante para os fãs de alguns times, de tempos em tempos ela acaba com alguma torcida lamentando o que poderia ter acontecido. Afinal, como descobriu o FIFA.com, houve vários craques cujas carreiras poderiam ter dado uma guinada para caminhos completamente diferentes daqueles que eles de fato seguiram, e não são poucos os times que se lamentam por isso não ter sido assim.

Diferenças salariais e na balança
Um bom exemplo disto é o Sheffield United. Ainda hoje, 36 anos depois, a torcida se pergunta sobre um jogador que nunca chegou – e isto não surpreende em nada quando se sabe que esse atleta era ninguém menos do que Diego Maradona. O argentino tinha só 17 anos quando foi observado pelo técnico do clube inglês à época, Harry Haslam, que havia viajado à Argentina em busca de possíveis contratações. O treinador ficou tão impressionado que fez uma oferta imediata de 350 mil libras ao Argentinos Juniors, mas a diretoria do Sheffield voltou atrás e achou que pagar 160 mil libras por Alex Sabella era mais negócio. Resultado: Maradona não chegou e o time de Haslam acabou rebaixado para a segundona naquela mesma temporada.

Dieguito, aliás, acabou indo para o Boca Juniors logo em seguida, mas bem que poderia ter parado em seu arquirrival, o River Plate. Os “Milionários” estiveram prestes a assinar contrato com o craque argentino quando o então presidente do clube, Rafael Aragón Cabrera, se recusou a aceitar as exigências contratuais do jovem prodígio, que excediam as de estrelas consagradas do time como Daniel Passarella e Ubaldo Fillol. “Eu tinha o sonho de jogar pelo River, mas o Cabrera acabou com ele”, declarou Maradona à época.

Perder alguém como o herói do título mundial alviceleste de 1986 seria causa de arrependimento para qualquer time, mas os clubes de futebol da cidade de Sheffield parecem especializados em sentir remorso. Basta perguntar à torcida de outra equipe da cidade, o Wednesday, ao qual Éric Cantonaestava destinado depois de cumprir uma longa suspensão na França por arremessar a bola contra um árbitro. Trevor Francis, então técnico do clube, pediu que o atacante fizesse uma segunda semana de testes antes de se decidir em relação a contratá-lo, mas Cantona se recusou e acertou com o Leeds.

O futebol, aliás, está cheio de erros de avaliação como este. Zinedine Zidane, por exemplo, poderia ter ido jogar na Inglaterra no mesmo momento em que seu compatriota Cantona chegou à Grã-Bretanha. Mas, embora o técnico Kenny Dalglish, então treinador do Blackburn, tenha chegado a um acerto inicial para contar com a categoria de Zizou, o presidente do time, Jack Walker, se recusou a autorizar a contratação. “Porque iríamos querer assinar com o Zidane quando temos o Tim Sherwood?”, argumentou o dirigente a um jornal local, defendendo um meia cujo destaque na carreira foram três atuações pela seleção inglesa.

Curiosamente, parece ser o destino de todos os grandes craques franceses passar por um episódio desses na carreira. Michel Platini foi outro que não se livrou dessa situação. “Não capacitado para jogar futebol profissional” foi a avaliação que fizeram do ex-craque no Metz, quando ele tinha só 16 anos.

“Ele tem um traseiro enorme”. Foi isso que o presidente do Metz à época recorda ter ouvido dos treinadores da equipe em relação a Platini… Opinião semelhante, aliás, foi a que acabou com as esperanças do inglês Paul Gascoigne de ser contratado pelo Ipswich em 1983. A preocupação a respeito do peso do meia fizeram que o clube o recusasse – decisão ainda mais irritante para os torcedores porque veio apenas três anos depois de seu time rejeitar um jovem holandês chamadoRuud Gullit por falta de disciplina, segundo a comissão técnica.

Oportunidades desperdiçadas
Um jogador mal avaliado por diversos clubes foi Andriy Shevchenko. O ídolo ucraniano passou uma semana em testes no West Ham em 1994, foi oferecido ao Colônia no ano seguinte e, dois mais tarde, ao Werder Bremen. Todos deram as costas. “Ele não parecia ser nada de especial mesmo”, justificou o técnico do clube londrino à época, Harry Redknapp.

Ainda na mesma década, o Gaziantepspor cometeu um erro quase idêntico ao dispensar uma oferta de 1,5 milhão de libras do São Paulo por um jovem Kaká – três anos depois, o Milan pagaria seis vezes mais para tê-lo. E se o clube turco teve motivos para lamentar sua parcimônia, imagine o que não deve ter sentido o Flamengo, que deixou Ronaldo escapar por não querer pagar a condução para que o jovem atacante fosse treinar.

O Fulham é outro clube inglês que teve má sorte com um brasileiro campeão mundial. Em 1978, quando estava na segunda divisão, o time convenceu Paulo Cézar Caju a vestir sua camisa, mas o acordo foi desfeito por uma disputa em relação a quem deveria pagar as ligações do jogador para oBrasil. Do outro lado de Londres, o Arsenal também protagonizou diversos “quase-acertos” nos últimos anos. Yaya Touré passou uma semana em experiência nos Gunners em 2005, mas problemas com seu passaporte acabaram encerrando as possibilidades de uma contratação. Foi o segundo erro gritante em questão de poucos anos depois. “Tive o (Cristiano) Ronaldo no centro de treinamento”, revelaria Arsène Wenger mais tarde. “Mostrei as dependências para ele e lhe dei uma camiseta, mas no fim foi uma questão entre os dois times sobre o valor do contrato.”

No fim, o Arsenal se recusou a pagar ao Sporting de Lisboa um valor de cerca de 4 milhões de libras pelo português. O problema é que, a essa altura, deixar escapar futuros craques já estava se tornando um hábito para o clube. Afinal, no ano 2000 os Gunners tiveram Zlatan Ibrahimovic nas mãos, mas não conseguiram ficar com ele. “O Arsène me deu aquela famosa camisa alvirrubra, com o número 9 e ‘Ibrahimovic’ escrito nela. Então esperei que ele me dissesse por que eu deveria ir para o Arsenal. Mas ele nem tentou fazer isso. Disse outra coisa: ‘Quero ver o quanto você é bom, que tipo de jogador você é. Faça um teste’. Eu não acreditei. Pensei: ‘De jeito nenhum, o Zlatan não faz testes’. Disse ‘não’ e acertei com o Ajax”, conta o astro sueco.

Assim como um time com Ibrahimovic, Cristiano Ronaldo e Touré teria sido inacreditável, imagine uma equipe do 1860 Munique em que os talentos de Franz Beckenbauer Gerd Müller se unissem. Isso poderia ter se tornado realidade, já que este último esteve muito perto de ser contratado. Foi então que o Bayern de Munique, ciente do interesse do rival local, atravessou as conversas e levou o atacante uma hora antes da reunião para assinar o contrato com o 1860. Por sua vez, Beckenbauer sonhava em vestir a camisa do rival do Bayern até que um dos jogadores do 1860 lhe deu um tapa no rosto quando ele ainda defendia o 1906 Munique. A violência do ato fez que o zagueiro se virasse contra o time de seus sonhos e o colocou a caminho do Bayern, onde entraria para a história.

Se essas duas contratações ajudaram a definir uma era, o mesmo conseguiu a chegada de Alfredo Di Stéfano ao Real Madrid. Apesar de o Barcelona, arquirrival do clube madrilenho, chegar a pensar que havia acertado com o ítalo-argentino, uma longa negociação acabou resultando em um acordo no qual o jogador seria compartilhado pelos dois times temporada a temporada por um período de quatro anos. Mais tarde, porém, a direção interina do Barça permitiria que Di Stéfano assinasse de vez com o Real por uma compensação de 5,5 milhões de pesetas, uma pequena recompensa pelos prejuízos que ele causaria ao clube catalão ao longo dos anos que viriam.

Algo similar aconteceu com o Mônaco, que chegou a um pré-contrato com Jean-Pierre Papin em 1986, mas viu como o Olympique de Marselha acabou atraindo o atacante com uma nova proposta. O Olympique chegou compensar seu rival financeiramente, mas o preço a pagar foi insignificante, já que o jogador acabaria se tornando um dos maiores da história do futebol francês e sendo o artilheiro nacional por cinco temporadas consecutivas entre 1988 e 1992.

Destinos improváveis
Apesar de hoje ser difícil visualizar Papin com a camisa do Mônaco, dadas as suas façanhas pelo time de Marselha, algumas contratações que quase aconteceram são positivamente impensáveis. Por exemplo, quem imaginaria Ronaldinho defendendo o modesto St Mirren escocês antes de sua chegada ao Paris Saint-Germain? Esta, porém, foi uma possibilidade bastante real, já que o pequeno clube britânico quase foi o lugar onde o meia-atacante ganharia experiência no futebol europeu, até que um problema com seu passaporte acabasse com o acordo.

A poucos quilômetros dali, o Dumbarton ficou muito perto de uma cartada ainda mais impressionante. O grande Johan Cruyff, então com apenas 33 anos, pareceria um desejo impossível para um time intermediário da segunda divisão escocesa. Mas o técnico Sean Fallon quase convenceu o ídolo holandês a trocar o Barcelona pelo vilarejo de Boghead. O que acabou pesando contra foi o clima local. “Se eu fiquei tentado? Sim, claro”, diria Cruyff na biografia de Fallon. “Jogar na Inglaterra ou na Grã-Bretanha era algo que eu sempre tinha querido fazer. Mas quando você fica velho, seus músculos endurecem, e me mudar para um país frio como a Escócia teria sido procurar problemas”.

Pode ser uma razão incomum para que uma contratação não tenha dado certo, mas outras foram tão peculiares quanto. Ex-jogador da seleção escocesa, Darren Jackson passou só oito dias em testes no Dalian Wanda chinês antes de voltar para casa. A justificativa foi sua incapacidade de tragar a comida local. Já Kenny Dalglish, outro escocês, poderia ter ido para o Liverpool quando tinha 15 anos, mas rejeitou uma semana extra de testes porque isso o impediria de assistir ao clássico entre Rangers e Celtic. O jogador viajou de volta a Glasgow para torcer pelo Rangers, do qual era torcedor roxo, mas poucos meses depois foi convencido pelo próprio Fallon a assinar contrato com o arquirrival de seu time de coração.

O Liverpool também perdeu a chance de contratar Frank Worthington, que chegou a ser jogador da seleção inglesa. O técnico Bill Shankly havia chegado a um acordo para pagar 150 mil libras ao Huddersfield pelo atacante, conhecido por suas travessuras extracampo, mas ele não passou no teste médico por ter pressão alta. A razão? “Excessiva atividade sexual”. Embora Shankly tenha dito a Worthington que tirasse umas férias relaxantes em Mallorca, na Espanha, e repetisse o teste na volta, a insistência no mesmo tipo de comportamento durante a estadia nas ensolaradas praias da ilha assegurou que o segundo teste fosse ainda pior. Assim, o acordo não foi para frente.

Como é possível ver, as contratações podem ser um assunto complicado. E, apesar de que muitos contratos serão assinados até o fim deste dia 31 de janeiro, fim do período de contratações de inverno na Europa, o último dia do prazo com certeza terminará com alguns clubes e outros tantos jogadores se amargurando por ter deixado escapar uma oportunidade de ouro.

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Auf dem Weg zur WM fallen Rekorde

Auf dem Weg zur WM fallen Rekorde

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Die Qualifikation zur FIFA Fussball-Weltmeisterschaft Brasilien 2014™ ist das beherrschende Thema der jüngsten Statistik-Rückschau, in der FIFA.com über beendete Serien und neue individuelle Rekorde berichtet.

526

Minuten ohne Torerfolg dauerte die längste Durststrecke in der Geschichte Frankreichs, die vergangenen Abend in Belarus ein mehr als willkommenes Ende fand. Die französische Elf hatte seit März nicht mehr getroffen und übertraf Mitte der ersten Halbzeit in Gomel den vorherigen Negativrekord von 500 Minuten, der zwischen Juni 1924 und Mai 1925 aufgestellt wurde. Doch nachdem Franck Ribéry per Elfmeter mit dem ersten Treffer das lange Warten beendet hatte, brachen alle Dämme. Die Mannschaft, die 526 Minuten lang kein Tor zustande gebracht hatte, ließ innerhalb der nächsten 26 Minuten drei weitere folgen. Unter anderem legte Ribéry kurz nach seinem ersten Streich ein zweites Mal nach, und Paul Pogba erzielte den ersten Treffer in seiner noch jungen Länderspielkarriere.

144

Länderspiele lautet die beeindruckende Marke, die aus Anders Svensson den Rekordnationalspieler Schwedens macht. Der Mittelfeldakteur hielt den Rekord zwar bereits für Feldspieler, doch nach seinem letzten Einsatz beim 1:0-Sieg seiner Elf gegen Kasachstan ließ er auch den legendären Torhüter Thomas Ravelli hinter sich. Svensson, der 1999 sein Debüt gab, feierte das Erreichen der Rekordmarke sogar mit zwei Toren in den letzten drei Partien. Beim 4:2-Erfolg gegen Norwegen steuerte er einen spektakulären Treffer aus der Distanz bei, und gegen Irland gelang ihm in Dublin das Siegtor, durch das sein Team einen großen Schritt in Richtung Brasilien 2014 machte. Als nächstes wird Svensson den Rekord eines anderen großartigen Mittelfeldspielers anvisieren: Lothar Matthäus absolvierte mit 150 Länderspielen mehr als jeder andere Spieler der großen europäischen Fussballnationen. Den kontinentalen Gesamtrekord indes hält der Lette Vitalijs Astafjevs, der zwischen 1992 und 2010 bemerkenswerte 167 Mal für sein Land auf dem Platz stand.

68

Länderspieltore ist die neue Bestmarke, die Miroslav Klose am Freitag erreichte, wodurch er mit dem deutschen Rekordtorschützen Gerd Müller gleichzog. Mit dem ersten Treffer beim 3:0-Erfolg der Deutschen gegen Österreich stellte der Stürmer von Lazio Rom den 39 Jahre alten Rekord von Müller ein. In der folgenden Partie gegen Färöer verpasste Klose zwar ein weiteres Tor, durch das er alleiniger Rekordhalter geworden wäre, doch dies scheint ohnehin nur eine Frage der Zeit. Denn Joachim Löws Mannschaft hat die Qualifikation praktisch schon in der Tasche, und somit kann sich Klose auf Brasilien 2014 freuen, wo er eine weitere Bestleistung in Angriff nehmen kann: Ronaldos Rekord von 15 Toren bei FIFA Fussball-Weltmeisterschaften ist eine Marke, die durchaus in seiner Reichweite liegt.

41

Jahre ohne einen Heimsieg in der Qualifikation zur FIFA Fussball-Weltmeisterschaft sind nunmehr für Luxemburg zu Ende. Der 3:2-Erfolg gegen Nordirland war der erste Triumph der Roten Löwen vor heimischem Publikum seit einem 2:0-Sieg im Jahre 1972 gegen die Türkei. Luxemburg befindet sich aber schon seit längerem im Aufwind, doch der letzte Erfolg in der WM-Qualifikation ereignete sich in der Fremde: 2008 setzte sich das Team überraschend mit 2:1 in der Schweiz durch. Der Triumph letzten Abend fand übrigens auf den Tag genau fünf Jahre nach jenem Sieg in Zürich statt. Die Nordiren hingegen müssen sich mit der deprimierenden Statistik abfinden, in den letzten 16 Länderspielen nur einmal gewonnen und zehn Mal verloren zu haben.

14

WM-Teilnahmen in Folge wird Italien in Brasilien 2014 auf dem Konto haben, nachdem sich die Azzurri letzten Abend ihr Ticket sicherten. Die Italiener waren seit 1962 in jeder Auflage mit von der Partie und werden dann mit insgesamt 18 Teilnahmen nur von Brasilienübertroffen, das alle 20 Mal dabei gewesen sein wird. Die Squadra Azzurra geriet gegen die Tschechische Republik, gegen die sie in den bisherigen fünf Begegnungen nur einmal gewonnen hatte, zwar in Rückstand, konnte die Partie aber dank der Tore durch Giorgio Chiellini undMario Balotelli noch zu einem 2:1-Erfolg drehen. Balotelli war vom Elfmeterpunkt erfolgreich und setzte seine beeindruckende Serie fort, in 20 Versuchen für Klub und Nationalmannschaft noch nie einen Strafstoß verfehlt zu haben. Auch Kapitän Gianluigi Buffon setzte am gestrigen Abend einen neuen Meilenstein, indem er mit seinem 136. Länderspiel die Bestmarke von Rekordnationalspieler Fabio Cannavaro einstellte.

6

brasilianische Gegentore letzten Freitag bedeuteten die höchste Niederlage Australiens seit 15 Jahren. Die Socceroos waren seit einem 0:7 gegen Kroatien am 6. Juni 1998 nicht mehr so deutlich unter die Räder geraten. Brasilien hingegen egalisierte damit den bisher höchsten Sieg in diesem Duell, ebenfalls ein 6:0 im Jahr 1997. Durch den jüngsten Kantersieg feierten die Brasilianer zudem standesgemäß ihren nationalen Unabhängigkeitstag. Der Sieger des FIFA Konföderationen-Pokals präsentiert sich nach wie vor in bestechender Form. Gestern Abend folgte ein 3:1-Triumph gegen Portugal, wodurch die Mannschaft von Luiz Felipe Scolari in den letzten zwölf Partien eine Bilanz von 34 Treffern bei nur neun Gegentoren aufweist.

 

FIFA.com

Deux Bombardiers au banc d’essai

Deux Bombardiers au banc d'essai

 

Vendredi 6 septembre, Miroslav Klose a gravé son nom en lettres d’or dans l’histoire du football allemand. En marquant contre l’Autriche (3:0) dans les qualifications pour la Coupe du Monde de la FIFA, Brésil 2014™, l’attaquant de 35 ans a égalé le record de buts en sélection détenu par Gerd Müller. Les deux hommes ont trouvé le chemin des filets à 68 reprises sous les couleurs de la Mannschaft 

“Je suis très content pour lui”, assure Der Bomber, aujourd’hui âgé de 67 ans. “Miro est un grand attaquant et un type génial. Il mérite ce qui lui arrive.” De son côté, le buteur de la Lazio n’a jamais fait mystère de son admiration pour Müller. En voyant s’approcher le record de son illustre aîné, le joueur d’origine polonaise a parfois semblé gêné à l’idée d’entrer en concurrence avec son idole de toujours. Au-delà de leur adresse devant le but, Klose et Müller partagent également une grande modestie.

FIFA.com s’est risqué à comparer les statistiques de ces deux champions d’exception, pourtant séparés par plusieurs décennies.

Buts en équipe d’Allemagne
Miroslav Klose : 68 en 129 sélections
Gerd Müller : 68 en 62 sélections

Tout finit par arriver. Klose, qui n’avait plus trouvé le chemin des filets depuis le nul (4:4) contre la Suède en octobre 2012, a enfin rejoint Gerd Müller. Pour ce faire, il lui aura cependant fallu deux fois plus de sélections que son illustre prédécesseur. La moyenne du Bomber n’est donc pas près d’être égalée. “C’est une plaisanterie de me comparer à lui. Personne ne lui arrive à la cheville. Ce qu’il a accompli est tout simplement exceptionnel. Je le lui ai dit personnellement quand je l’ai rencontré”, assure Klose avec humilité et admiration.

Buts en Coupe du Monde de la FIFA™
Miroslav Klose : 14 en 19 matches (3 phases finales)
Gerd Müller : 14 en 13 matches (2 phases finales)

Les deux hommes ont écrit quelques-unes des plus belles pages de l’histoire du football moderne et l’un comme l’autre compte parmi les plus grands attaquants à avoir disputé l’épreuve suprême. Ils se partagent actuellement la deuxième place du classement des meilleurs buteurs de la compétition, derrière le Brésilien Ronaldo (15 buts). Müller a remporté le Soulier d’Or adidas de l’édition 1970 au Mexique grâce à son agilité, à sa capacité à profiter du moindre espace et à ses frappes aussi précises que surprenantes. Klose a lui aussi été sacré meilleur buteur du tournoi, 36 ans plus tard en Allemagne, mais en misant sur d’autres qualités : vitesse, jeu de tête et qualité technique. Müller estime pourtant que le parcours de son successeur est “loin d’être terminé”. La phase finale programmée l’an prochain au Brésil pourrait lui donner l’occasion de détrôner Ronaldo : “Ce serait extraordinaire. J’espère qu’il pourra encore évoluer deux ou trois ans au plus haut niveau”.

Débuts professionnels
Miroslav Klose : 21 ans (1. FC Kaiserslautern)
Gerd Müller : 19 ans (Bayern Munich)

Les deux attaquants sont arrivés un peu par hasard dans les clubs qui les ont révélés. Jusqu’à 20 ans, Klose évoluait au SG Blaubach-Diedelkopf, modeste pensionnaire de septième division. Après un passage au FC Homburg, qui évoluait alors parmi l’élite des clubs amateur, il a rejoint Kaiserslautern en 1999. La suite, tout le monde la connaît. Gerd Müller s’est quant à lui distingué en inscrivant 180 des 204 buts de l’équipe de jeunes du TSV Nördlingen, son club formateur. Les performances du joueur de 17 ans ont immédiatement attiré l’attention du Bayern Munich et de Munich 1860. Le Bayern a été le plus prompt à proposer un contrat professionnel au jeune prodige, ce qui lui a valu d’emporter la décision. Müller avouera par la suite qu’il pensait en outre avoir du mal à s’imposer au sein de l’effectif des Löwen. Sous son impulsion, sa nouvelle équipe a été promue en Bundesliga dès la saison 1964/65. Par la suite, la carrière du Bomber a connu une ascension fulgurante.

Nombre de clubs
Miroslav Klose : 4
Gerd Müller : 3

Klose est un joueur plutôt stable mais, comparé à Müller, il fait presque figure de globe-trotter. Révélé à Kaiserslautern, Miro a ensuite porté les couleurs du Werder Brême, du Bayern Munichet de la Lazio. Son aîné, lui, a fait presque toute sa carrière en Bavière. En 1979, le Bomber a effectué un séjour de trois ans aux États-Unis, chez les Fort Lauderdale Strikers et au Smiths Brothers Lounge. Mais l’histoire et le public retiendront surtout les 365 buts marqués en 427 matches de Bundesliga avec le Bayern. Le compteur de Klose indique pour sa part 121 buts en 307 sorties dans l’élite allemande.

Tous deux ont été élus joueur allemand de l’année et meilleur buteur de Bundesliga. Müller a également remporté le Ballon d’Or en 1970. Klose et le Bomber ont en outre gagné le championnat et la Coupe d’Allemagne. Le natif de Nördlingen compte aussi à son tableau de chasse une Coupe d’Europe des Clubs Champions et une Coupe du Monde de la FIFA™.

Nombre de titres avec l’Allemagne
Miroslav Klose : 0
Gerd Müller : 2

Malgré l’abondance de points communs entre les deux joueurs, une chose les distingue encore : le nombre de titres remportés avec la Mannschaft. Finaliste malheureux de l’épreuve suprême en 2002 et de l’UEFA EURO en 2008, Klose est passé tout près de l’exploit, sans jamais le concrétiser. Müller a régné sur l’Europe en 1972, puis sur le monde en 1974. Klose aura peut-être l’occasion de marcher sur les traces de son modèle l’année prochaine, au Brésil.

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