Corinthians 3 x 2 São Paulo – Serie A 2017

O JOGO

O líder venceu. Em clássico quente em Itaquera, o Corinthians manteve a invencibilidade contra rivais na temporada, venceu o São Paulo por 3 a 2, neste domingo, e prolongou sua liderança no Campeonato Brasileiro. São cinco vitórias seguidas na competição. Os gols foram marcados por Romero, Gabriel e Jadson (de pênalti). Gilberto e Wellington Nem fizeram para o São Paulo, prejudicado por repetidos erros defensivos.

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

O Corinthians começou amassando o São Paulo. Chegou a ter mais de 70% de posse nos 15 minutos iniciais. E logo fez o primeiro gol com Romero, aproveitando bobeira da zaga em lançamento precioso de Marquinhos Gabriel. Mas o São Paulo renasceu na sequência: Gilberto, de cabeça, em impedimento, empatou. O gol fez bem ao Tricolor, que começou a equilibrar o jogo, mas o Corinthians aproveitou erro de passe de Maicon. Jô disparou, e Gabriel aproveitou rebote de Renan e deslize de Lucão para fazer o segundo.

DESTAQUE

SEGUNDO TEMPO

O São Paulo desfez o esquema de três zagueiros e melhorou no segundo tempo. Teve mais posse de bola e sofreu menos sustos. Mas voltou a errar na defesa. Em ótima trama ofensiva, o Corinthians chegou à área, onde Douglas derrubou Jô. Pênalti que Jadson converteu. O jogo parecia morto, mas o São Paulo ainda reagiu com Wellington Nem e deixou o duelo quente nos minutos finais.

DESTAQUE

COMO FICA

Com o resultado, o Corinthians foi a 16 pontos, na liderança isolada do Campeonato Brasileiro. O São Paulo, com nove, caiu para oitavo.

DESTAQUE

PRÓXIMOS JOGOS

Corinthians e São Paulo voltam a campo na quarta-feira pelo Brasileirão. O Tricolor visita o Sport às 19h30, e o Timão recebe o Cruzeiro às 21h45.

DESTAQUE

O CARA

Romero foi o cara do jogo. Desde o começo, infernizou a defesa adversária, ajudou muito no combate defensivo e ainda abriu o placar da vitória do Corinthians. De quebra, fez uma brincadeira em campo. Ganhou nota 8,5.

DESTAQUE

AFUNDOU

No São Paulo, a defesa afundou e errou em todos os gols. No primeiro, teve falha de posicionamento; no segundo, cometeu erro técnico com Maicon e Lucão; no terceiro, foi envolvida pelo ataque e cometeu pênalti com Douglas.

DESTAQUE

PÚBLICO E RENDA

Público pagante: 42.443.
Renda: R$ 2.386.356,40.

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Atlético Mineiro 1 x 2 Fluminense

O JOGO

100%

O Fluminense foi eficiente no ataque: marcou dois gols em dois minutos, no primeiro tempo. E também na defesa: segurou a pressão do Atlético-MG (que abusou dos gols perdidos) em quase todo o confronto deste domingo, no Independência, inclusive com um jogador a menos desde os 34 do segundo tempo. A vitória por 2 a 1, além de coroar uma boa atuação, manteve o time de Abel Braga com 100% de aproveitamento. Só perde a liderança do Brasileirão nos critérios de desempate.

DESTAQUE

CLASSIFICAÇÃO E MARCA DE ABEL

Foi a primeira vitória do Flu contra o Galo no Independência na história do Brasileirão. Justo no jogo de número 250 de Abelão pelo clube. Com seis pontos, está na segunda posição – perde no saldo (4 a 2) para o Grêmio. O Atlético-MG, que não perdia em casa há 11 partidas, é o 14º, com um ponto.

DESTAQUE

PRÓXIMOS JOGOS

O Atlético-MG volta a campo na quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no Couto Pereira, diante do Paraná, o primeiro jogo das oitavas de final da Copa do Brasil. O Flu, no sábado, às 19h, encara o Vasco, em São Januário, pela terceira rodada do Brasileiro. O Galo, domingo, às 11h, no Independência, recebe a Ponte Preta.

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

O Atlético-MG teve mais volume de jogo, mas o Fluminense foi mais efetivo. Com mais posse de bola (56% a 44%), o Galo buscou o gol, especialmente pela esquerda, nas investidas de Otero e Fábio Santos – aparentou não sentir falta de Robinho, machucado. O Tricolor, com Nogueira no lugar de Renato Chaves, e os retornos de Lucas e Orejuela, conseguiu se defender com eficiência. Marcos Rocha, então, cometeu pênalti em Richarlison. Henrique Dourado converteu. No lance seguinte, Dourado cruzou, Marcos Rocha falhou na marcação e Richarlison ampliou de cabeça. O centroavante do time carioca falharia na marcação de um escanteio. Deixou Gabriel livre, que descontou pouco antes do intervalo.

DESTAQUE

SEGUNDO TEMPO

Atrás no placar, Roger mudou o Galo. Apostou em Maicosuel no lugar de Rafael Carioca. O meia fez boa jogada logo no começo, com Fred levando perigo em chute de fora. O Flu respondeu com ótima jogada de Scarpa, pela primeira vez como titular após a lesão no pé direito. O camisa 10 serviu Dourado, que finalizou para milagre de Victor. O Atlético-MG sem conseguir pressionar, alterou a forma de jogar: Rafael Moura entrou e passou a receber cruzamentos. Em um deles, escorou a Maicosuel, que perdeu gol feito dentro da área. Mas o time carioca conseguiu se defender e conquistou grande vitória mesmo com um a menos: Sornoza, torceu o tornozelo esquerdo, e precisou deixar o campo aos 34 minutos, período no qual Abel já tinha feito as três trocas. No total, o Galo teve 18 finalizações e oito chances de gol – contra 14 e 5 do Flu.

DESTAQUE

HENRIQUE DOURADO

Ao marcar neste domingo, o Ceifador chegou a três gols. É o artilheiro do campeonato. Ele ainda deu bela assistência a Richarlison.

DESTAQUE

FRED

Desde que deixou o Flu, Fred enfrentou o ex-clube pela segunda vez. Soma duas derrotas e nenhum gol marcado. Pelo Galo, na temporada, tem 17 gols em 20 jogos.

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Avaí 2 x 2 Grêmio

O Avaí estreou a temporada de 2016, com um empate guerreiro contra o Grêmio, nesta noite de quinta-feira (28). A partida foi realizada em Chapecó, na Arena Condá, devido às reformas no gramado do Estádio da Ressacada. Após estar atrás do placar por duas vezes, o Leão da Ilha não se entregou e buscou o empate. O atacante William e o zagueiro, promovido da base Gabriel, marcaram os gols avaianos. O goleiro Renan ainda realizou a defesa de um pênalti.

Logo no primeiro minuto de jogo, o Grêmio abriu o placar com Edinho. Entretanto a partir daí o Leão da Ilha cresceu no jogo atrás do gol de empate, enquanto o time gaúcho passou o primeiro tempo se defendendo. A jovem equipe avaiana que começou o jogo ansiosa, logo dominou e controlou, criando as melhores oportunidades.

No segundo tempo o Avaí voltou em busca do gol e logo aos seis minutos, William recebeu, girou em cima do zagueiro e marcou o gol de empate. O jogo então começou a ficar aberto, com as duas equipes buscando o gol. Aos 16 minutos, Bressan, colocou os gaúchos na frente do placar.

Novamente atrás, o Leão da Ilha não se abateu e seguiu buscando o empate. Porém o jogo poderia ter outro fim. Aos 38 minutos, Lincoln é derrubado na área e o juiz marca pênalti. Bobô vai à cobrança e o goleirão avaiano, Renan, cai no canto direito fazendo a defesa. O Avaí buscava o contra-ataque. Até que após a bola alçada na área por Lucas de Sá, encontra a cabeça de Gabriel que marca e aos 41 do segundo tempo, os atletas da base avaiana marcam o gol de empate.

O próximo compromisso do Leão da Ilha será no dia 31 de janeiro, quando estreia no Campeonato Catarinense, contra a equipe do Criciúma, no Estádio Heriberto Hülse, às 17h.

FICHA TÉCNICA

Jogo: Avaí 2 x 2 Grêmio

Competição: Copa Sul-Minas-Rio

Data: 28/01/2016 (quinta-feira)

Hora: 21h45

Estádio: Arena Condá

Local: Chapecó-SC

ARBITRAGEM

Árbitro: Erick Giovanni Fernandes – MG

Árbitro Assistente 1: Marcyano Pires de Lima– MG

Árbitro Assistente 2: Leandro Salvador Silva – MG

PÚBLICO E RENDA

Público: 2.704

Renda: R$ 100.270


ELENCO DO AVAÍ

Renan; Renato, Henrique, Gabriel e Paulinho; João Filipe (Braga), Caio César (Lucas Chapecó), Diego Jardel e Romulo; Lucas Fernandes (Tauã) e William.

Técnico: Raul Cabral.

ELENCO DO GRÊMIO

Marcelo Grohe; Wesley, Rafael Thyere, Bressan e Marcelo Hermes; Edinho, Moisés, Ramiro (Fernandinho) e Lincoln; Pedro Rocha (Léo Tilica) e Bobô.

Técnico: Roger Machado.

CARTÕES AMARELOS:

Avaí: Henrique e Paulinho

Grêmio: Moisés e Bobô

 

Fotos: Marcio Cunha/ Mafalda Press

Foto: Marcio Cunha/ Mafalda Press

Foto: Marcio Cunha/ Mafalda Press

Foto: Marcio Cunha/ Mafalda Press

Site do Avaí

Retrospectiva 2015 – Palmeiras campeão da Copa do Brasil 2015

JOGO DA IDA

26/11/2015 00h03 – Atualizado em 26/11/2015 01h49

Santos bate Palmeiras em jogo tenso e fica a um empate do título

Primeira partida da decisão da Copa do Brasil tem pênalti perdido, expulsão e reclamação do Verdão. No fim, Peixe perde chance inacreditável, com Nilson.

A primeira partida da final da Copa do Brasil, entre Santos e Palmeiras, nesta quarta, na Vila Belmiro, foi nervosa, catimbada, com pênalti não marcado, outro apontado e não convertido, e até com troca de juiz. No fim, prevaleceu o maior volume de jogo do Peixe, que venceu por 1 a 0 e agora joga pelo empate na quarta que vem, na arena do rival. O Verdão precisa vencer por dois gols. Se vencer por um, leva a decisão para os pênaltis. Gabriel, que perdeu pênalti no começo, se reabilitou ao marcar o gol da vitória.

A vantagem do Peixe só não é maior porque Nilson, que entrou no segundo tempo, perdeu uma chance incrível já nos acréscimos, quando teve o gol aberto à sua frente e conseguiu a façanha de errar o chute.

Palmeiras x Santos Gabriel festeja (Foto: Marcos Ribolli)
Gabriel comemora o gol da vitória na fina (Foto: Marcos Ribolli)

O JOGO

O jogo começou bem movimentando. Com apenas quatro minutos, os dois times já haviam perdido chances claríssimas: primeiro o Verdão, com Jackson, que viu a bola aparecer à sua frente, na pequena área, mas mandou para fora. Depois o Peixe, com Gabriel, que desperdiçou penalidade cometida por Arouca em Ricardo Oliveira – a bola bateu na trave.

Aos 12, um baque para o Palmeiras: Gabriel Jesus deixou o gramado sentindo dores no ombro esquerdo por causa de uma pancada após sofrer falta de Deivid Braz.

Passada a correria do início, o jogo se tornou mais brigado que criativo. Os times cometiam muitas faltas, amarravam a partida. Apesar da catimba, o Santos demonstrava um pouco mais de lucidez. Tinha o domínio, criava mais chances, mas falhava nas finalizações. Que o diga Ricardo Oliveira, que recebeu bom passe de Victor Ferraz e parou em Prass.

O Santos se manteve em cima do Palmeiras no segundo tempo, estratégia que abriu espaços para os contra-ataques do adversário. Aos 5 minutos, Barrios escapou às costas de David Braz, invadiu a área e caiu na área pedindo pênalti. Luiz Flávio de Oliveira não viu falta. O juiz, aliás, não terminou o jogo: ele se machucou e foi substituído pelo quarto árbitro.

Passado esse lance polêmico, o Santos voltou a mandar no jogo e, depois de muito insistir, chegou o gol aos 33, em grande jogada de Gabriel, que passou por Amaral e tocou na saída de Prass. Um belo gol. Os palmeirenses ficaram ainda mais tensos com a desvantagem. Lucas acertou um pontapé em Lucas Lima e foi expulso, deixando a equipe com um a menos nos últimos minutos da partida.

Nos acréscimos, um lance de Inacreditável FC. Ricardo Oliveira foi lançado, driblou Prass e a bola sobrou para Nilson. O gol aberto. Era só empurrar e sair para o abraço, mas ele fez o mais difícil: pegou errado e mandou para fora.

 

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JOGO DA VOLTA

Palmeiras vence o Santos nos pênaltis e fica com o título da Copa do Brasil

Após fazer 2 a 1 no tempo normal com gols de Dudu, mas levar banho de água fria de Ricardo Oliveira perto do fim, Verdão fatura o título nas penalidades com gol de Prass

Agora vale pôster, e para o Palmeiras! Em jogo disputado e cheio de tensão, o Verdão conquistou o tricampeonato da Copa do Brasil após superar o Santos no tempo normal e nas penalidades. Depois de um 2 a 1 nos 90 minutos da decisão, com dois gols de Dudu e um de Ricardo Oliveira, os times decidiram o título nos pênaltis, com vitória alviverde por 4 a 3.

Zé Roberto, Jackson, Cristaldo e Fernando Prass fizeram para o Palmeiras. Geuvânio, Lucas Lima e Ricardo Oliveira marcaram para o Santos. Rafael Marques parou em Vanderlei, enquanto Marquinhos Gabriel (para fora) e Gustavo Henrique (nas mãos de Prass) também perderam.

Foi o sétimo jogo das equipes no ano, com quatro vitórias do Peixe e três do Verdão e, assim como no Paulistão, tudo acabou nas penalidades. O título recoloca o Palmeiras na Taça Libertadores após dois anos de ausência.

Palmeiras festa título (Foto: Marcos Ribolli)
Jogadores do Palmeiras comemoram o título da Copa do Brasil (Foto: Marcos Ribolli)

O JOGO

O Palmeiras teve a primeira chance com incríveis dez segundos. Após saída errada do Santos, Barrios lançou Gabriel Jesus, que chutou fraco, permitindo a defesa de Vanderlei com os pés.

A resposta veio pouco depois, aos 7 minutos. Zeca fez boa jogada pela esquerda e tocou para Marquinhos Gabriel. Com um drible, o meia passou por Jackson e exigiu defesa de Fernando Prass. Victor Ferraz, ao aproveitar o rebote, acertou a trave esquerda.

Com volume de jogo e muita pressa, o Verdão criou mais chances. A melhor em cabeceio de Lucas Barrios, que tentou encobrir Vanderlei. De mão trocada, o santista fez milagre.

Grande esperança palmeirense, Gabriel Jesus deixou o jogo aos 40 por dores no ombro esquerdo, em consequência de lesão sentida ainda no primeiro jogo, na Vila Belmiro. Pouco antes, David Braz também já havia deixado o jogo por um problema muscular.

No segundo tempo, o Palmeiras enfim conseguiu o seu primeiro gol aos 11 minutos. Como um bom pivô, Barrios fez a parede e tocou para Robinho. O meia invadiu a área e tocou para Dudu que, livre de marcação e em posição legal, abriu o placar.

Palmeiras x Santos Dudu (Foto: Marcos Ribolli)
Dudu comemora o segundo gol, que quase garantiu o título no tempo normal (Foto: Marcos Ribolli)

Com o Santos apático, o Verdão chegou ao segundo aos 39. Robinho cobrou falta, Vitor Hugo escorou de cabeça e a bola atravessou a área. Dudu, mais ligeiro que Zeca, fez o segundo.

O instantâneo título alviverde, porém, foi adiado aos 41. Marquinhos Gabriel cobrou escanteio, Werley desviou e Ricardo Oliveira, sempre ele, marcou e levou a decisão para os pênaltis.

O heroísmo, então, passou de Dudu para Prass. Zé Roberto, Jackson, Cristaldo e o próprio goleiro fizeram para o Palmeiras. Só Rafael Marques parou em Vanderlei. Do lado do Peixe, Geuvânio, Lucas Lima e Ricardo Oliveira fizeram, mas os erros de Marquinhos Gabriel e Gustavo Henrique, que parou em Fernando Prass, foram decisivos para a conquista alviverde.

Fernando Prass bate pênalti (Foto: Marcos Ribolli)
Fernando Prass bateu o pênalti que garantiu o título (Foto: Marcos Ribolli)
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Santos 5 x 1 Atlético Paranaense

Show da base! Santos se despede com goleada de 5 a 1 sobre Atlético-PR

Peixe vence o Furacão de virada, com dois gols de Gabriel e Geuvânio, além do primeiro de Vitor Bueno com a camisa santista. Cleberson desconta

Geuvânio comemora gol do Santos (Foto: Mauricio de Souza / Diário do Litoral / Estadão Conteúdo)

Geuvânio marcou duas vezes (Foto: Mauricio de Souza / Diário do Litoral / Estadão Conteúdo)

Depois de perder a final da Copa do Brasil para o Palmeiras, o Santos tinha tudo para fazer um jogo morno na despedida da temporada, contra o Atlético-PR, na Vila Belmiro, pela última rodada do Campeonato Brasileiro. Mas mesmo sem chances de classificação para o G-4 do Campeonato Brasileiro, o Peixe mostrou não estar de “ressaca” e goleou o Furacão por 5 a 1, de virada, com dois gols de Gabriel e Geuvânio, além do primeiro de Vitor Bueno com a camisa santista.

Com a vitória, o Santos termina o Brasileirão na sétima colocação, com 58 pontos, enquanto o Atlético-PR fica em 10º, com 51. As duas equipes saem de férias e voltam no início de 2016 para a pré-temporada.

Virada relâmpago

O Atlético-PR iniciou o primeiro tempo na Vila Belmiro como se jogasse em casa. As melhores chances foram criadas pela equipe visitante nos primeiros minutos, até que Cleberson subiu sozinho após escanteio e cabeceou no canto direito de Vladimir, que nem se mexeu, para tirar o zero do placar.

O gol do Furacão acordou o Santos, que demorou apenas dois minutos para empatar. Gabriel fez lançamento e deixou Geuvânio sozinho, frente a frente com Rodolfo. O atacante teve dificuldades no domínio, mas acabou driblando o goleiro adversário sem querer, e “entrou com bola e tudo”.

Com o empate no placar, as duas equipes seguiram procurando o gol e criando diversas chances. Mas foi o Peixe quem conseguiu o segundo gol. Geuvânio fez boa jogada pela direita e encontrou Gabriel, sozinho na pequena área, para empurrar e virar o jogo.

A virada santista desanimou o Atlético, que viu o Santos criar chances para ampliar o placar nos minutos finais da primeira etapa. Na principal delas, Lucas Lima cruzou para Gabriel cabecear e Rodolfo fazer grande defesa.

Gabriel - Santos x Atlético-PR (Foto: FRED CASAGRANDE - Agência Estado)

Destaque da goleada, Gabriel fez dois gols e deu duas assistências
(Foto: FRED CASAGRANDE/Agência Estado)

Virou passeio

Diferentemente do primeiro tempo, o Santos começou a etapa complementar mais ligado e empilhou chances até construir uma goleada. O terceiro gol veio aos 14 minutos, quando em jogada característica do Peixe, Lucas Lima tocou na ultrapassagem de Victor Ferraz pela direita. O lateral rolou para trás e Gabriel fez mais um.

O Alvinegro seguiu criando chances de gol contra um Atlético Paranaense entregue em campo. Não demorou para o quarto gol acontecer. Vitor Bueno, que entrou muito bem no segundo tempo, encontrou Gabriel livre pela esquerda e chegou à área para receber de volta e começar a goleada santista aos 28.

E cabia mais. Vitor Bueno tabelou com Lucas Lima pela direita e encontrou Geuvânio, sozinho na pequena área, para marcar o segundo dele e o quinto gol do Santos aos 35 minutos do segundo tempo para fechar o placar.

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Copa do Brasil 2015 – final – Santos 1 x 0 Palmeiras

A primeira partida da final da Copa do Brasil, entre Santos e Palmeiras, nesta quarta, na Vila Belmiro, foi nervosa, catimbada, com pênalti não marcado, outro apontado e não convertido, e até com troca de juiz. No fim, prevaleceu o maior volume de jogo do Peixe, que venceu por 1 a 0 e agora joga pelo empate na quarta que vem, na arena do rival. O Verdão precisa vencer por dois gols. Se vencer por um, leva a decisão para os pênaltis. Gabriel, que perdeu pênalti no começo, se reabilitou ao marcar o gol da vitória.

A vantagem do Peixe só não é maior porque Nilson, que entrou no segundo tempo, perdeu uma chance incrível já nos acréscimos, quando teve o gol aberto à sua frente e conseguiu a façanha de errar o chute.

Palmeiras x Santos Gabriel festeja (Foto: Marcos Ribolli)Gabriel comemora o gol da vitória na fina (Foto: Marcos Ribolli)

O JOGO

O jogo começou bem movimentando. Com apenas quatro minutos, os dois times já haviam perdido chances claríssimas: primeiro o Verdão, com Jackson, que viu a bola aparecer à sua frente, na pequena área, mas mandou para fora. Depois o Peixe, com Gabriel, que desperdiçou penalidade cometida por Arouca em Ricardo Oliveira – a bola bateu na trave.

Aos 12, um baque para o Palmeiras: Gabriel Jesus deixou o gramado sentindo dores no ombro esquerdo por causa de uma pancada após sofrer falta de Deivid Braz.

Passada a correria do início, o jogo se tornou mais brigado que criativo. Os times cometiam muitas faltas, amarravam a partida. Apesar da catimba, o Santos demonstrava um pouco mais de lucidez. Tinha o domínio, criava mais chances, mas falhava nas finalizações. Que o diga Ricardo Oliveira, que recebeu bom passe de Victor Ferraz e parou em Prass.

O Santos se manteve em cima do Palmeiras no segundo tempo, estratégia que abriu espaços para os contra-ataques do adversário. Aos 5 minutos, Barrios escapou às costas de David Braz, invadiu a área e caiu na área pedindo pênalti. Luiz Flávio de Oliveira não viu falta. O juiz, aliás, não terminou o jogo: ele se machucou e foi substituído pelo quarto árbitro.

Passado esse lance polêmico, o Santos voltou a mandar no jogo e, depois de muito insistir, chegou o gol aos 33, em grande jogada de Gabriel, que passou por Amaral e tocou na saída de Prass. Um belo gol. Os palmeirenses ficaram ainda mais tensos com a desvantagem. Lucas acertou um pontapé em Lucas Lima e foi expulso, deixando a equipe com um a menos nos últimos minutos da partida.

Nos acréscimos, um lance de Inacreditável FC. Ricardo Oliveira foi lançado, driblou Prass e a bola sobrou para Nilson. O gol aberto. Era só empurrar e sair para o abraço, mas ele fez o mais difícil: pegou errado e mandou para fora.

 

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Flamengo 1 x 1 Ponte Preta

Fla e Ponte ficam no 1 a 1, e autor do gol da Macaca termina como goleiro

Marcelo Lomba, contundido, precisa deixar o campo após a equipe de Campinas estourar suas substituições, e Diego Oliveira o substitui; Gabriel marca o gol do Fla

Em jogo com cara e nível técnico de amistoso, Flamengo e Ponte Preta ficaram no empate por 1 a 1, resultado que reduziu ainda mais as chances de G-4 da Macaca e que eliminou qualquer hipótese de o Rubro-Negro conseguir uma improvável classificação para a Libertadores. Gabriel, pelo Fla, e Diego Oliveira, que terminou o jogo como goleiro, fizeram os gols no Mané Garrincha.

O Rubro-Negro, 11° colocado com 49 pontos, volta a campo no domingo, às 19h30, para enfrentar o Atlético-PR, na Arena da Baixada. Um dia antes, em Florianópolis, a Ponte, nona colocada com 51 pontos, enfrenta o Avaí, às 21h. O público presente foi de 12.814 pessoas, e a renda de R$ 643.900,00.

Guerrero, Flamengo X Ponte Preta (Foto: Felipe Costa / Futura Press)
Guerrero lutou, deu assistência, mas novamente não marcou (Foto: Felipe Costa / Futura Press)

O primeiro tempo foi bem fraco e ficou marcado por um lance polêmico. Aos quatro minutos, Cristian colocou na rede a favor da Ponte Preta, mas, numa decisão polêmica, o árbitro Dewson Freitas da Silva anulou e assinalou toque de mão. De resto, muito desinteresse dos dois lados. Guerrero parou em Marcelo Lomba duas vezes, e Paulo Victor também só foi exigido em dois lances de perigo e saiu-se bem.

Bem melhor na volta do intervalo, o Flamengo abriu o placar aos 11 minutos. Gabriel recebeu de Guerrero, cortou para dentro e chutou sem chances para Lomba. A Ponte conseguiu o empate no jogo aéreo, aos 32 minutos. César Martins raspou escanteio, e Diego Oliveira, sozinho, marcou. Diego, aliás, terminou o jogo com goleiro, pois Marcelo Lomba se contundiu após choque com Guerrero, e a Macaca já havia feito três substituições. Com o atacante no gol, o Fla só chutou uma bola na direção da meta, em cobrança de falta de Ayrton, e Diego fez boa defesa.

 

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Mogi Mirim 1 x 1 Paysandu

O Paysandu foi até o interior de São Paulo para jogar mais uma partida na Série B. O adversário da vez foi o Mogi Mirim, na noite desta terça-feira (10), no Estádio Romildo Ferreira. A partida iniciou com a vitória bicolor no primeiro tempo, mas acabou terminando com o empate em 1 a 1 entre as equipes. Os gols da partida foram marcados por Betinho, para o lado do Papão, e Gabriel para o lado do Sapão.

Com o empate, o Paysandu continua na nona colocação na tabela da Série B com 53 pontos conquistados. O próximo jogo da equipe bicolor na competição será nesta sexta-feira (13), às 20h (horário de Belém), contra a equipe da Luverdense.

A CRÔNICA:

Os primeiros minutos de jogo da primeira etapa iniciaram sem lances de perigo para ambos os lados. O Papão foi para a partida com a proposta de três atacantes, mas a forte marcação dos donos da casa dificultava a vida dos atacantes bicolores em campo. A primeira chance de gol veio aos 11 minutos no chute de Roni. O atacante bicolor recebeu a bola na grande área e chutou forte, mas por cima do gol. A resposta do Mogi veio no minuto seguinte com Keké, que chutou cruzado e quase surpreendeu o goleiro Emerson. Aos 16, Betinho aproveitou o cruzamento de João Lucas e cabeceou, sem perigo para o goleiro Daniel.

No minuto seguinte, em um levantamento de Leandro Cearense, Betinho aproveitou novamente a oportunidade e, desta vez, cabeceou sem chances de defesa para o arqueiro adversário. O Mogi chegou com perigo a meta do Paysandu aos 21 minutos com Renato, cabeceando com perigo para a grande defesa do goleiro Emerson. A postura da equipe bicolor melhorou em campo depois do gol, começando a marcar melhor a saída de bola dos adversários. Welinton Junior, aos 33 minutos, teve outra bela chance para o Papão, onde o goleiro Daniel fez boa defesa.

Nos minutos finais do primeiro tempo, a equipe bicolor tentava ampliar o marcador. O Paysandu tinha nos últimos cinco minutos a maior posse de bola, mas possuía dificuldades para passar pela marcação dos adversários, e o primeiro tempo terminou com a vitória parcial do Papão por 1 a 0.

Equipe bicolor empatou em 1 a 1 fora de casa com o Mogi Mirim.

No segundo tempo, logo aos dois minuto, João Lucas cobrou falta com perigo para o gol de Daniel e quase marcou o segundo gol bicolor na partida. A postura da equipe bicolor em relação ao primeiro tempo mudou, onde o Papão passava a trabalhar mais a bola e a criar mais jogadas. Aos sete minutos, Keké teve chance de empatar o jogo após a sobra de bola, mas o goleiro Emerson, atento, evitou o gol. Aos 12 minutos, Roni recebeu a bola de João Lucas na esquerda e chutou forte para a defesa de Daniel. No minuto seguinte, Welinton Junior tentou de letra e, Daniel, defendeu novamente.

No lance seguinte, o ataque do Mogi Mirim teve a melhor chance do jogo novamente com Keké. O atacante chegou a tirar do ângulo do goleiro Emerson, que se recuperou e conseguiu defender o chute. A primeira substituição da o Paysandu, aos 20 minutos, houve a saída do atacante Welinton Junior para a entrada do volante Fahel. Aos 26 minutos, os donos da casa chegaram ao empate com Gabriel, desviando o cruzamento para o gol, sem chances de defesa para o arqueiro bicolor. A segunda alteração da equipe bicolor veio aos 30 minutos, na entrada de Carlinhos no lugar de Augusto Recife.

A última alteração do técnico bicolor veio aos 36 minutos, na saída de Roni para a entrada de Misael. Aos 39 minutos, Carlinhos arriscou o chute de fora da área e quase marcou o segundo gol bicolor. Mesmo insistindo em chances, o Papão não conseguiu desempatar a partida e o jogo acabou terminando com o placar final de 1 a 1.

Texto: Ronaldo Santos / Edição: Fernando Torres
Imagem: Ascom / Paysandu

Site do Paysandu Sport Club

Copa do Brasil 2015 – São Paulo 1 x 3 Santos

Com falta de luz e dilúvio, Santos bate São Paulo por 3 a 1 e fica perto da final

Em semifinal marcada por escuridão e gramado alagado, Peixe aproveita todas as chances contra Tricolor especialista em perder gols: vaga na decisão muito próxima

Com 40 segundos, acabou a luz. 22 minutos depois o jogo recomeçou. A garoa virou chuva, tempestade, dilúvio… Gabriel abriu o placar com o campo ainda seco. Pato empatou já com bastante água. O intervalo durou o tempo necessário para o gramado alagado voltar a ficar habitável. No início do segundo tempo, num piscar de olhos do São Paulo, o Santos fez dois gols, decidiu a partida e, praticamente, o confronto da semifinal com a vitória por 3 a 1 no Morumbi.

Na semana que vem, o Tricolor terá de vencer por três gols de vantagem na Vila Belmiro, onde o Peixe tem 100% de aproveitamento em 13 jogos sob o comando de Dorival Júnior.

 

Dentro de todas as variáveis do jogo, pode-se resumir o resultado em: o São Paulo perdeu gols, o Santos não. Gabriel, Ricardo Oliveira e Marquinhos Gabriel botaram a bola pra dentro em todas as oportunidades que tiveram. Do outro lado, Ganso, Luis Fabiano e Alan Kardec desperdiçaram chances e mais chances. A crueldade do placar reflete o ano tricolor, cheio de trapalhadas dentro e fora de campo, e a enorme competência alvinegra em fazer gols. Vitória é gol.

Gabriel aproveitou vacilo defensivo, se projetou e recebeu belo passe de Daniel Guedes antes de tocar na saída de Rogério Ceni. O gol de empate foi belíssimo pelo domínio e finalização de Pato, nas costas de Daniel. A melhor chance do primeiro tempo caiu nos pés de Ganso, que dominou e, sem noção de espaço, chutou muito mal, cara a cara com Vanderlei.

No primeiro minuto da etapa final, Ricardo Oliveira fez mais um gol, o 34º na temporada, ao girar e bater rasteiro. A bola passou pela infinidade de pernas que estavam na área e morreu no gol. Logo depois, Lucas Lima cruzou e Marquinhos Gabriel cabeceou no cantinho de Rogério Ceni.

O festival de chances perdidas pelo Tricolor terminou com Kardec, completamente sozinho na área, cabeceando para fora, e teve o Santos como coadjuvante, tranquilo com a enorme vantagem, à espera do apito final. O Peixe poderá perder por dois gols de diferença na próxima quarta-feira, e ainda assim estará na decisão contra Palmeiras ou Fluminense, que jogarão na capital paulista com os cariocas em vantagem por terem vencido por 2 a 1 no Rio.

São Paulo x Santos apagão (Foto: Marcos Ribolli)
Rogério Ceni e Thiago Mendes tentam se manter aquecidos durante apagão: celulares acesos na torcida (Foto: Marcos Ribolli)
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