James Akel comenta que colocar Gabriel Chalita no Ministério da Educação não mudar nada

 

O desejo de Dilma em agradar o PMDB colocando Chalita no ministério da Educação é uma atitude que nada vai mudar seu governo.

E o PMDB nem deveria aceitar tal pasta eivada de problemas de difícil solução no esquema de dinheiro do governo.

 

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 08h48 no dia 24/03/2015

James Akel comenta que as críticas de Gabriel Chalita sumiram da mídia

Ao ver as notícias da posse de Gabriel Chalita na secretaria de educação de Haddad me lembrei das notícias que li no passado sobre Chalita e as denúncias que fizeram contra ele e que sumiram da mídia.

Acho que Chalita está no lugar certo.


Escrito por jamesakel@uol.com.br às 09h26 no dia 16/01/2015

James Akel comenta que Gabriel Chalita está na marca do pênalti

 

Parece que será lauto o cardápio de Gabriel Chalita, a considerar o quanto estão assando suas batatas.
As novas denúncias contra ele ganharam novos documentos que mostram que ao menos parte da reforma de seu apartamento foi paga por empresa que recebia dinheiro de contrato com a secretaria de educação comandada por Chalita.
Pior é o prefeito Haddad que faz as vezes de psicólogo de Chalita em suas conversas telefônicas.
Haddad deveria se preocupar mais com a cidade.
E menos com seu amigo de infância.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 07h49 no dia 03 de abril de 2013

James Akel comenta atitudes recentes de Haddad e Chalita

 

O deputado Gabriel Chalita, investigado pelo Ministério Público por supostas irregularidades durante o tempo que foi secretário da educação, tem um amigo e confidente para os momentos de solidão que são muitos.

Trata- se do prefeito da cidade Fernando Haddad.

Chalita, que foi abandonado pelos companheiros do PMDB, que perdeu sua nomeação para ministro, só encontra nos ouvidos de Haddad refúgio para seus desabafos.

O PMDB parece ser um partido ingrato com Chalita.

Estivesse Chalita no PT, seria recebido sempre bem.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 00h18 no dia 11 de março de 2013

James Akel acredita que os advogados de Gabriel Chalita apostam na prescrição de supostos crimes cometidos por ele

Denúncias contra Chalita apontam desvios de pelo menos R$ 54 milhões

 

Os advogados de Gabriel Chalita estão defendendo a prescrição de supostos crimes cometido pelo Chalita quando secretário.
Mas os promotores tem no processo a alternativa de defesa de bens do Estado que teria sido supostamente prejudicado por ações do secretário e que deveria ser ressarcido pelo secretário.
Chalita tem inúmeros bens que poderiam vir a ser alvo de pedido de promotores.
Os promotores alegam que se houve prescrição, isto não ocorre no caso de danos ao patrimônio estadual.
Outra linha que os promotores podem seguir é a investigação de fortuna não equivalente aos rendimentos.
Mas é uma investigação muito mais difícil de ser provada pois teria que começar com a investigação da famosa compra da cobertura em Higienópolis, mais a reforma do megaimóvel.
Na época o jornal Folha fez reportagem sobre o assunto e o Ministério Público pode começar a investigação pela reportagem do jornal.
O Ministério Público tem acesso a detalhes que a Folha nem tinha.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 07h26 no dia 07 de março de 2013

James Akel comenta que o PT pediu que Gabriel Chalita fosse investigado

 

O líder do PT na Assembleia Legislativa, Roberto Felício, pediu investigação contra Chalita em 23 de setembro de 2008.
Na ocasião Felício declarou que Chalita teve evolução patrimonial de 849% entre 2000 e 2007.
Entre inúmeras argumentação, Felício também citou a nota da coluna de Mônica Bérgamo sobre a famosa compra do apartamento de Chalita.

Vejam o que escreveu Mônica Bergamo em sua coluna de 07/06/2004

DOCE LAR 1
Gabriel Chalita, secretário da Educação e um dos mais prestigiados da equipe do governador Geraldo Alckmin, está de casa nova. Ele comprou um deslumbrante dúplex, de 1.500 m2, numa das esquinas mais charmosas de São Paulo, a da rua Rio de Janeiro com a avenida Higienópolis. A cobertura tem até uma piscina e uma das vistas mais lindas da cidade.
O imóvel custa mais de R$ 4,5 milhões. O secretário diz que negociou o preço e deu imóveis que recebeu de herança como parte da negociação.

DOCE LAR 2
Chalita diz que tem uma coleção de 15 mil publicações que vai levar para o lugar.

Ao final, a investigação foi arquivada.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 07h53 no dia 07 de março de 2013

James Akel comenta o SBT fará nova aposta em Patrícia Abravanel

 

O que se comentava nesta semana nos bastidores do SBT era que Patrícia Abravanel teria neste semestre a chance de apresentar sozinha um programa de tv.
Silvio deve ter sido convencido por dona Iris durante a viagem de que deve dar uma chance para sua filha.
Até um consultor de imagem Patrícia já tem, que é Edson Giusti, o mesmo que é consultor de comunicação do Grupo Silvio Santos e do deputado Gabriel Chalita.
Giusti também foi consultor de comunicação do Banco Rural, além de outras consultorias na área política em secretarias.
Consultor de imagem com grande experiência é o que não falta pra Patrícia.
Agora resta ela aprender a se postar no palco, a saber segurar microfone de maneira natural e não com medo dele, saber falar com a plateia e com a dona-de-casa.
Mas pra isto precisa um talento que até agora ela nem demonstrou.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 08h16 no dia 07 de março de 2013

James Akel comenta comenta atitude recente de Gabriel Chalita

Nesta semana o deputado do PMDB Gabriel Chalita foi conversar com a direção da Folha.
Chalita está alvo em 11 inquéritos sobre sua administração na Secretaria de Educação do Estado, quando foi secretário do governo tucano.
O Ministério Público está atento às denúncias feitas contra ele por um antigo colaborador seu que alega que Chalita recebia dinheiro para assinar contratos.
Os detalhes desta denúncia foram bem publicados pelo Estadão e pela Folha e reproduzidos nesta coluna.
Chalita contratou para cuidar de sua imagem um experiente assessor de comunicação de nome Edson Giusti.
Giusti é o mesmo que foi assessor de comunicação do Banco Rural e atualmente do Grupo Silvio Santos.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 07h02 no dia 06 de março de 2013

James Akel comenta que a denúncia contra Gabriel Chalita foi feita no momento errado

 

As denúncias de antigo colaborador de Chalita sobre suposta corrupção no tempo de Chalita secretário não tiveram objetivo político.
Se as denúncias fossem políticas então deixariam Chalita assumir o ministério que lhe seria dado pra depois denunciar.
E Chalita acabou sem ministério e afastado de qualquer negociação.
Até seu partido não o deseja mais.
Mesmo tendo Renan nos seus quadros.
E que belos quadros.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 09h33 no dia 28 de fevereiro de 2013

James Akel transcreve em sua coluna entrevista publicado no Estadão

‘Chalita recebeu R$ 50 milhões em propina’, diz ex-assessor

Homem que afirma ter atuado como auxiliar da pasta de Educação quando deputado era secretário diz que soma se refere a dinheiro e presentes de empresas

 


 

O analista de sistemas que acusa Gabriel Chalita (PMDB) de cobrar propina de empresários quando era secretário de Educação de São Paulo (2002-2006) afirmou que o deputado recebeu mais de R$ 50 milhões ilegalmente quando estava no governo. Roberto Grobman disse que viu Chalita receber caixas com “pilhas de notas de dinheiro” pelo menos seis vezes em seu apartamento e dentro da secretaria.

“Ele olhava aquilo eufórico, pegava o dinheiro e começava a distribuir (a auxiliares)”, afirmou, em entrevista ao Estado.

Grobman, ex-colaborador do grupo educacional COC (atual SEB), reforçou que Chalita cobrava 25% de empresas interessadas em firmar contratos com sua pasta. Ele afirmou ainda que usava uma sala, um ramal e um e-mail da secretaria, apesar de não ter sido nomeado oficialmente para cargo algum.

“Eu soltei só um fio; agora é só puxar que vão ver muita coisa suja”, declarou o analista.

Como funcionava o esquema de corrupção na secretaria?

Ele (Chalita) pedia dinheiro antecipado a qualquer empresa interessada em fechar contratos com a secretaria. A empresa dava parte do dinheiro antes e, depois, pagava outra parte.

Que valor era cobrado?

O Chalita cobrava 25% do valor dos contratos das empresas que queriam participar do esquema. Ele chamava esse valor de “golden number”. Ele até usava uma expressão errada em inglês: “gold number”.

Chalita pedia dinheiro diretamente às empresas?

Pessoalmente, não. Em reuniões, dizia ao Paulo Barbosa (secretário adjunto): “precisamos de tanto dinheiro”. Barbosa fazia o filtro para receber empresários.

Como era feito o pagamento?

Parte chegava em caixas de papelão – umas caixas fininhas, de 7 cm de altura, mas compridas, do tamanho de uma guitarra. Dentro dessas caixas vinham as pilhas de notas de dinheiro.

Quanto o sr. calcula que Chalita tenha recebido?

Acima de R$ 50 milhões, entre dinheiro e pagamento de despesas e produtos.

O sr. presenciou Chalita recebendo dinheiro?

Sim, no apartamento dele. Ele olhava aquilo eufórico, pegava o dinheiro e começava a distribuir aos auxiliares para que cumprissem missões.

Quantas vezes o sr. viu a entrega de caixas de dinheiro?

Um monte de vezes, acho que seis, sete ou oito vezes. Quem fazia a coleta era o Milton Leme, que foi diretor de tecnologia da informação da FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação). O outro era o (Luiz Carlos) Quadrelli, atual secretário de Desenvolvimento. Eles faziam as coletas nas empresas que participavam das licitações e entregavam a Chalita.

O sr. prestava favores a Chalita, em nome do grupo COC?

Minha parte era comprar produtos nas viagens internacionais. Se ele pedia, eu perguntava à empresa se podia comprar. TV de plasma, computador, um sistema de ponto eletrônico moderno de US$ 12 mil. O Chaim tinha um King Air e fretava uma empresa que levou Chalita para vários lugares.

Quanto custou a reforma do apartamento de Chalita?

O Chaim me mandou pagar com dinheiro da offshore. Uma empresa gastou R$ 93 mil, para um telão. Outra gastou US$ 89 mil.

O sr. trabalhou na secretaria?

Fui assessor de gabinete, mas sem nomeação. A chefe de gabinete Mariléa Nunes Vianna me deu uma sala, a 244-A. Eu tinha um ramal, eu tinha um computador, eu tinha um e-mail da secretaria, um e-mail do governo.

Faria acareação com Chalita?

É claro que sim. Tenho fotos minhas com ele. Eu corria com ele, viajava com ele, fazia academia junto. Não tenho medo de repetir o que disse. A verdade nunca dói. Tenho e-mails e fotografias que comprovam o esquema.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 08h42 no dia 26 de fevereiro de 2013