A excelência da Fundação Ezequiel Dias (Funed) no governo tucano(2003-2015)

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Minas Gerais alcançou excelência em produção de medicamentos por meio da reconhecida atuação da Fundação Ezequiel Dias (Funed) durante as gestões do PSDB no governo do Estado.

Os governos tucanos investiram na modernização de quatro fábricas de produção de medicamentos, com adequação de área física e aquisição de modernos equipamentos.

Foi o único laboratório no Brasil autorizado pelo Ministério da Saúde a fabricar a Talidomida, remédio usado no tratamento do Lúpus e da Hanseníase, com produção de sete milhões de comprimidos/ano.

Teve papel fundamental na produção de medicamentos antirretrovirais – usados no tratamento da Aids. Também foi a única distribuidora, desde 2009, da vacina Meningocócica (MenC) para o SUS. Eram 12 milhões de doses entregues por ano.

A Funed realizava, por ano, mais de 500 mil exames de diagnósticos de doenças de notificação compulsória, como dengue, febre amarela, chicungunya, meningite e leishmaniose.

Único laboratório de Minas Gerais responsável pelo diagnóstico de H1N1. No período de 2002 a 2014, foram depositadas 22 patentes, sendo sete de nível internacional, reforçando o papel inovador e cientifico da instituição.

Única produtora de soros antipeçonhentos de Minas e, em 2014, com a produção compartilhada, toda fabricação nacional de soro passou pela Funed. Até outubro de 2014, foram produzidas 328.747 ampolas de soro.

Alta tecnologia

No âmbito do Sistema Estadual de Saúde – a OncoTag, empresa instituída por um grupo de pesquisadores da Funed em parceria com a UFMG, realizou serviços e fabricou produtos de alta tecnologia. Entre eles o exame diagnóstico que identifica o perfil molecular do paciente e permite um tratamento de câncer de forma individualizada. O produto poderá ser oferecido de forma inédita no Brasil.

A Fundação Ezequiel Dias é uma das maiores instituições de saúde, ciência e tecnologia do país, e tem como prioridades: a produção de medicamentos e soros; o suporte laboratorial às atividades de Vigilância Epidemiológica e Sanitária, como Laboratório Central de Saúde Pública de Minas Gerais; o desenvolvimento, incentivo e participação em pesquisas científicas e tecnológicas no campo da elaboração e fabricação de produtos biológicos, profiláticos e terapêuticos; a formação e capacitação de recursos humanos para a área de saúde, pro meio da Escola de Saúde Pública de Minas Gerais (ESP-MG).

Abandono da Funed

O ex-secretário de Estado da Saúde Antônio Jorge, em pronunciamento na ALMG no último dia 14, denunciou o abandono da Funed pelo governo Fernando Pimentel.

“A primeira atitude do governo foi denunciar que existia matéria-prima vencida. De certo, é verdadeiro, e infelizmente, a perda de matéria-prima em grandes volumes de produção acontece. A UFMG até já se pronunciou sobre esse fato, que estava dentro do limite da boa prática, como um grande fato político. De lá para cá, a Funed afundou. Até o soro parou de produzir agora. Se não fosse o Butantan, não teríamos soro no Brasil. Talidomida é o único item produzido pela Funed. A Funed está sem presidente há 11 meses”, denunciou.

E acrescentou: “Há pouco mais de um mês devolveram R$1 milhão e 200 mil, recurso federal para produção de iniciativas no Farmácia Verde. Ficou parado. Mas por quê? Isso não é importante? O governo gastou mais em propaganda para dizer que retomou as obras dos hospitais regionais do que gastou com as obras”, concluiu Antônio Jorge.

 

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O PT quebrou Minas Gerais-Arthur Maia Amaral desiste de cargo na Fundação Ezequiel Dias

Arthur Maia Amaral

O ex-prefeito de Luminárias (MG) havia sido nomeado pelo governador Fernando Pimentel para assumir a presidência da Fundação Ezequiel Dias (Funed); Arthur Maia Amaral diz que acusações são “infundadas, desprovidas de quaisquer provas e, consequentemente, sem condenação”

Investigado pela Polícia Federal, o ex-prefeito de Luminárias (MG) Arthur Maia Amaral (PT) desistiu de assumir a presidência da Fundação Ezequiel Dias (Funed), estatal fabricante de medicamentos do governo de Minas. Após o Estado mostrar que o petista responde a inquérito sobre venda de remédios adquiridos pelo município na farmácia que mantém na cidade, ele divulgou nota nesta sexta-feira, 13, na qual afirma que solicitou a suspensão de sua nomeação até o arquivamento do caso. Arthur governou Luminárias por dois mandatos e deixou o cargo no dia 31 de dezembro.

Na nota, Amaral diz que as acusações são “infundadas, desprovidas de quaisquer provas e, consequentemente, sem condenação”.

O ex-prefeitor de Luminárias foi nomeado pelo governador de Minas, Fernando Pimentel (PT), que havia afirmado, por meio de nota de sua assessoria, que “a nomeação para o cargo de presidente da Funed levou em conta exclusivamente critérios técnicos”.

A Funed é vinculada à Secretaria de Estado da Saúde. A fundação produz medicamentos como anti-hipertensivos, antidepressivos e analgésicos.

 

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O PT quebrou Minas Gerais-Governador nomeia investigado por fraude em Minas

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Governador escolhe Arthur Maia Amaral, suspeito de vender remédios adquiridos com dinheiro público em uma farmácia de sua propriedade, para presidir a Fundação Ezequiel Dias (Funed), estatal fabricante de medicamentos; ex-prefeito de Luminárias nega irregularidades

BELO HORIZONTE – O governador de Minas, Fernando Pimentel (PT), nomeou para o cargo de presidente da Fundação Ezequiel Dias (Funed), estatal fabricante de medicamentos, Arthur Maia Amaral, que é investigado por suspeita de vender remédios adquiridos com dinheiro público em uma farmácia de sua propriedade.

Amaral, que é filiado ao PT, foi prefeito de Luminárias por dois mandatos e deixou o cargo no dia 31 passado. As investigações da Polícia Federal na cidade, que fica a 280 quilômetros de Belo Horizonte, tiveram início em 2011. À época, conforme a investigação, foram descobertos medicamentos com lotes raspados na farmácia do então prefeito, o que é um indício de fraude. Em agosto de 2014, por causa das suspeitas, a PF deflagrou a Operação Hígia. Amaral e outros quatro servidores municipais foram ouvidos e liberados.

O ex-prefeito, que é farmacêutico, negou as irregularidades. “Foi uma denúncia política. Mandaram uma carta anônima. Minhas farmácia tem 75 anos. Pertenceu ao meu avô. Entreguei todas as notas fiscais dos medicamentos comprados pela farmácia e todas as notas fiscais e licitações dos medicamentos comprados pela prefeitura. Não há problema algum.”

A Funed é vinculada à Secretaria de Estado da Saúde. A fundação produz medicamentos como anti-hipertensivos, antidepressivos e analgésicos. Em nota, a assessoria de Pimentel disse “que a nomeação para o cargo de presidente da Funed levou em conta exclusivamente critérios técnicos”. “Com relação à investigação citada, cabe esclarecer que não houve condenação ou comprovação de envolvimento de Amaral em qualquer investigação conduzida pela PF.”

 

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