SporTV manda Milton Leite entrevistar o Kaiser

Milton Leite é narrador do SporTV

Milton Leite viajou na noite de quinta-feira (10) para a Áustria e durante toda a sexta-feira fez um trabalho para o SporTV, que tem o grande astro do futebol alemão, Franz Beckenbauer, como convidado especial.

Vai ao ar ainda neste sábado.
O jornalista narrou alguns dos principais jogos da Copa no SporTV.
Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Tom Barros publica em sua coluna foto de Franz Beckenbauer e Joseph Blatter

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Imagens das Copas. 13 de junho de 2005. FrankfurtAlemanha. A partir da esquerda: Joseph Blatter, presidente da Fifa, e Franz Beckenbauer, presidente do Comitê Organizador da Copa de 2006. Beckenbauer foi um dos maiores ídolos do futebol mundial, líbero alemão campeão do mundo em 1974.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 01.04.2014

As contratações que não aconteceram

As contratações que não aconteceram

© Getty Images

Goste-se dele ou não, o último dia do prazo do período de contratações no futebol é sempre fascinante. Isso porque as histórias de muitos times por todo o planeta já foram reescritas por acertos decisivos, às vezes até inacreditáveis – envolvessem eles muito dinheiro ou se revelassem verdadeiras pechinchas.

No entanto, embora a temporada de ir às compras de jogadores possa parecer gratificante para os fãs de alguns times, de tempos em tempos ela acaba com alguma torcida lamentando o que poderia ter acontecido. Afinal, como descobriu o FIFA.com, houve vários craques cujas carreiras poderiam ter dado uma guinada para caminhos completamente diferentes daqueles que eles de fato seguiram, e não são poucos os times que se lamentam por isso não ter sido assim.

Diferenças salariais e na balança
Um bom exemplo disto é o Sheffield United. Ainda hoje, 36 anos depois, a torcida se pergunta sobre um jogador que nunca chegou – e isto não surpreende em nada quando se sabe que esse atleta era ninguém menos do que Diego Maradona. O argentino tinha só 17 anos quando foi observado pelo técnico do clube inglês à época, Harry Haslam, que havia viajado à Argentina em busca de possíveis contratações. O treinador ficou tão impressionado que fez uma oferta imediata de 350 mil libras ao Argentinos Juniors, mas a diretoria do Sheffield voltou atrás e achou que pagar 160 mil libras por Alex Sabella era mais negócio. Resultado: Maradona não chegou e o time de Haslam acabou rebaixado para a segundona naquela mesma temporada.

Dieguito, aliás, acabou indo para o Boca Juniors logo em seguida, mas bem que poderia ter parado em seu arquirrival, o River Plate. Os “Milionários” estiveram prestes a assinar contrato com o craque argentino quando o então presidente do clube, Rafael Aragón Cabrera, se recusou a aceitar as exigências contratuais do jovem prodígio, que excediam as de estrelas consagradas do time como Daniel Passarella e Ubaldo Fillol. “Eu tinha o sonho de jogar pelo River, mas o Cabrera acabou com ele”, declarou Maradona à época.

Perder alguém como o herói do título mundial alviceleste de 1986 seria causa de arrependimento para qualquer time, mas os clubes de futebol da cidade de Sheffield parecem especializados em sentir remorso. Basta perguntar à torcida de outra equipe da cidade, o Wednesday, ao qual Éric Cantonaestava destinado depois de cumprir uma longa suspensão na França por arremessar a bola contra um árbitro. Trevor Francis, então técnico do clube, pediu que o atacante fizesse uma segunda semana de testes antes de se decidir em relação a contratá-lo, mas Cantona se recusou e acertou com o Leeds.

O futebol, aliás, está cheio de erros de avaliação como este. Zinedine Zidane, por exemplo, poderia ter ido jogar na Inglaterra no mesmo momento em que seu compatriota Cantona chegou à Grã-Bretanha. Mas, embora o técnico Kenny Dalglish, então treinador do Blackburn, tenha chegado a um acerto inicial para contar com a categoria de Zizou, o presidente do time, Jack Walker, se recusou a autorizar a contratação. “Porque iríamos querer assinar com o Zidane quando temos o Tim Sherwood?”, argumentou o dirigente a um jornal local, defendendo um meia cujo destaque na carreira foram três atuações pela seleção inglesa.

Curiosamente, parece ser o destino de todos os grandes craques franceses passar por um episódio desses na carreira. Michel Platini foi outro que não se livrou dessa situação. “Não capacitado para jogar futebol profissional” foi a avaliação que fizeram do ex-craque no Metz, quando ele tinha só 16 anos.

“Ele tem um traseiro enorme”. Foi isso que o presidente do Metz à época recorda ter ouvido dos treinadores da equipe em relação a Platini… Opinião semelhante, aliás, foi a que acabou com as esperanças do inglês Paul Gascoigne de ser contratado pelo Ipswich em 1983. A preocupação a respeito do peso do meia fizeram que o clube o recusasse – decisão ainda mais irritante para os torcedores porque veio apenas três anos depois de seu time rejeitar um jovem holandês chamadoRuud Gullit por falta de disciplina, segundo a comissão técnica.

Oportunidades desperdiçadas
Um jogador mal avaliado por diversos clubes foi Andriy Shevchenko. O ídolo ucraniano passou uma semana em testes no West Ham em 1994, foi oferecido ao Colônia no ano seguinte e, dois mais tarde, ao Werder Bremen. Todos deram as costas. “Ele não parecia ser nada de especial mesmo”, justificou o técnico do clube londrino à época, Harry Redknapp.

Ainda na mesma década, o Gaziantepspor cometeu um erro quase idêntico ao dispensar uma oferta de 1,5 milhão de libras do São Paulo por um jovem Kaká – três anos depois, o Milan pagaria seis vezes mais para tê-lo. E se o clube turco teve motivos para lamentar sua parcimônia, imagine o que não deve ter sentido o Flamengo, que deixou Ronaldo escapar por não querer pagar a condução para que o jovem atacante fosse treinar.

O Fulham é outro clube inglês que teve má sorte com um brasileiro campeão mundial. Em 1978, quando estava na segunda divisão, o time convenceu Paulo Cézar Caju a vestir sua camisa, mas o acordo foi desfeito por uma disputa em relação a quem deveria pagar as ligações do jogador para oBrasil. Do outro lado de Londres, o Arsenal também protagonizou diversos “quase-acertos” nos últimos anos. Yaya Touré passou uma semana em experiência nos Gunners em 2005, mas problemas com seu passaporte acabaram encerrando as possibilidades de uma contratação. Foi o segundo erro gritante em questão de poucos anos depois. “Tive o (Cristiano) Ronaldo no centro de treinamento”, revelaria Arsène Wenger mais tarde. “Mostrei as dependências para ele e lhe dei uma camiseta, mas no fim foi uma questão entre os dois times sobre o valor do contrato.”

No fim, o Arsenal se recusou a pagar ao Sporting de Lisboa um valor de cerca de 4 milhões de libras pelo português. O problema é que, a essa altura, deixar escapar futuros craques já estava se tornando um hábito para o clube. Afinal, no ano 2000 os Gunners tiveram Zlatan Ibrahimovic nas mãos, mas não conseguiram ficar com ele. “O Arsène me deu aquela famosa camisa alvirrubra, com o número 9 e ‘Ibrahimovic’ escrito nela. Então esperei que ele me dissesse por que eu deveria ir para o Arsenal. Mas ele nem tentou fazer isso. Disse outra coisa: ‘Quero ver o quanto você é bom, que tipo de jogador você é. Faça um teste’. Eu não acreditei. Pensei: ‘De jeito nenhum, o Zlatan não faz testes’. Disse ‘não’ e acertei com o Ajax”, conta o astro sueco.

Assim como um time com Ibrahimovic, Cristiano Ronaldo e Touré teria sido inacreditável, imagine uma equipe do 1860 Munique em que os talentos de Franz Beckenbauer Gerd Müller se unissem. Isso poderia ter se tornado realidade, já que este último esteve muito perto de ser contratado. Foi então que o Bayern de Munique, ciente do interesse do rival local, atravessou as conversas e levou o atacante uma hora antes da reunião para assinar o contrato com o 1860. Por sua vez, Beckenbauer sonhava em vestir a camisa do rival do Bayern até que um dos jogadores do 1860 lhe deu um tapa no rosto quando ele ainda defendia o 1906 Munique. A violência do ato fez que o zagueiro se virasse contra o time de seus sonhos e o colocou a caminho do Bayern, onde entraria para a história.

Se essas duas contratações ajudaram a definir uma era, o mesmo conseguiu a chegada de Alfredo Di Stéfano ao Real Madrid. Apesar de o Barcelona, arquirrival do clube madrilenho, chegar a pensar que havia acertado com o ítalo-argentino, uma longa negociação acabou resultando em um acordo no qual o jogador seria compartilhado pelos dois times temporada a temporada por um período de quatro anos. Mais tarde, porém, a direção interina do Barça permitiria que Di Stéfano assinasse de vez com o Real por uma compensação de 5,5 milhões de pesetas, uma pequena recompensa pelos prejuízos que ele causaria ao clube catalão ao longo dos anos que viriam.

Algo similar aconteceu com o Mônaco, que chegou a um pré-contrato com Jean-Pierre Papin em 1986, mas viu como o Olympique de Marselha acabou atraindo o atacante com uma nova proposta. O Olympique chegou compensar seu rival financeiramente, mas o preço a pagar foi insignificante, já que o jogador acabaria se tornando um dos maiores da história do futebol francês e sendo o artilheiro nacional por cinco temporadas consecutivas entre 1988 e 1992.

Destinos improváveis
Apesar de hoje ser difícil visualizar Papin com a camisa do Mônaco, dadas as suas façanhas pelo time de Marselha, algumas contratações que quase aconteceram são positivamente impensáveis. Por exemplo, quem imaginaria Ronaldinho defendendo o modesto St Mirren escocês antes de sua chegada ao Paris Saint-Germain? Esta, porém, foi uma possibilidade bastante real, já que o pequeno clube britânico quase foi o lugar onde o meia-atacante ganharia experiência no futebol europeu, até que um problema com seu passaporte acabasse com o acordo.

A poucos quilômetros dali, o Dumbarton ficou muito perto de uma cartada ainda mais impressionante. O grande Johan Cruyff, então com apenas 33 anos, pareceria um desejo impossível para um time intermediário da segunda divisão escocesa. Mas o técnico Sean Fallon quase convenceu o ídolo holandês a trocar o Barcelona pelo vilarejo de Boghead. O que acabou pesando contra foi o clima local. “Se eu fiquei tentado? Sim, claro”, diria Cruyff na biografia de Fallon. “Jogar na Inglaterra ou na Grã-Bretanha era algo que eu sempre tinha querido fazer. Mas quando você fica velho, seus músculos endurecem, e me mudar para um país frio como a Escócia teria sido procurar problemas”.

Pode ser uma razão incomum para que uma contratação não tenha dado certo, mas outras foram tão peculiares quanto. Ex-jogador da seleção escocesa, Darren Jackson passou só oito dias em testes no Dalian Wanda chinês antes de voltar para casa. A justificativa foi sua incapacidade de tragar a comida local. Já Kenny Dalglish, outro escocês, poderia ter ido para o Liverpool quando tinha 15 anos, mas rejeitou uma semana extra de testes porque isso o impediria de assistir ao clássico entre Rangers e Celtic. O jogador viajou de volta a Glasgow para torcer pelo Rangers, do qual era torcedor roxo, mas poucos meses depois foi convencido pelo próprio Fallon a assinar contrato com o arquirrival de seu time de coração.

O Liverpool também perdeu a chance de contratar Frank Worthington, que chegou a ser jogador da seleção inglesa. O técnico Bill Shankly havia chegado a um acordo para pagar 150 mil libras ao Huddersfield pelo atacante, conhecido por suas travessuras extracampo, mas ele não passou no teste médico por ter pressão alta. A razão? “Excessiva atividade sexual”. Embora Shankly tenha dito a Worthington que tirasse umas férias relaxantes em Mallorca, na Espanha, e repetisse o teste na volta, a insistência no mesmo tipo de comportamento durante a estadia nas ensolaradas praias da ilha assegurou que o segundo teste fosse ainda pior. Assim, o acordo não foi para frente.

Como é possível ver, as contratações podem ser um assunto complicado. E, apesar de que muitos contratos serão assinados até o fim deste dia 31 de janeiro, fim do período de contratações de inverno na Europa, o último dia do prazo com certeza terminará com alguns clubes e outros tantos jogadores se amargurando por ter deixado escapar uma oportunidade de ouro.

FIFA.com

Beckenbauer: “Nur Spanien oder wir können Brasilien stoppen”

Beckenbauer: "Nur Spanien oder wir können Brasilien stoppen"

 Franz Beckenbauer gilt als einer der angesehensten ehemaligen Fussballer überhaupt. Der mittlerweile 67-Jährige feierte seine größten Erfolge bei FIFA Weltmeisterschaften. 1974 wurde er als Aktiver vor den eigenen Fans Weltmeister, 16 Jahre später führte er die DFB-Auswahl beim globalen Kräftemessen in Italien als Teamchef zum Titel.

2006 sorgte er zudem als Präsident des WM-Organisationskomitees für Begeisterung bei allen Besuchern des Turniers in seinem Heimatland sowie bei den Fussball-Fans weltweit.

Im Rahmen des Sepp-Blatter-Turniers in Ulrichen (Schweiz) sprach FIFA.com exklusiv mit Beckenbauer über seinen größten Erfolg als Trainer, die FIFA WM 2014 in Brasilien und seine Favoriten auf den Titel beim globalen Kräftemessen am Zuckerhut.

Herr Beckenbauer, 1990 haben Sie mit Deutschland als Teamchef die WM gewonnnen. Welche Erinnerungen haben Sie an das Turnier?
Die Weltmeisterschaft ist natürlich das Bleibendste, was man in Erinnerung hat, und 1990 in Italien, in einem Traumland mit großer Begeisterung für Fussball, ist es uns gelungen, Weltmeister zu werden. Zum Glück haben die Argentinier damals den Gastgeber im Halbfinale geschlagen, sonst wäre es wohl etwas schwerer geworden, gegen den Heim-Favoriten im Endspiel zu spielen. So war es für uns leichter, gegen Argentinien zu gewinnen. Das war ein Erlebnis, das man nicht vergisst.

Im kommenden Jahr findet das globale Kräftemessen in Brasilien statt. Welche Erwartungen haben Sie an die FIFA WM 2014?
Brasilien ist ähnlich wie Italien ein absolutes Fussballland mit Begeisterung für den Sport. Ich hoffe, dass man dies während der WM auch spürt.

Die Seleção hat beim FIFA Konföderationen-Pokal 2013 ein erstes Ausrufezeichen gesetzt und sich den Titel gesichert. Was erwarten Sie vom Gastgeber?
Wenn man der Statistik glauben darf, hat noch nie der Sieger des Konföderationen-Pokals im Jahr darauf die Weltmeisterschaft gewonnen. So gesehen schaut es für Brasilien nicht gut aus [lacht]. Aber die WM ist in ihrem eigenen Land, sie haben beim Confed-Cup gezeigt, zu was sie fähig sind, und das traue ich ihnen bei der WM auch zu. Mit dem Heimvorteil gehen sie als der große Favorit ins Rennen.

Und was trauen Sie der deutschen Nationalmannschaft von Trainer Joachim Löw zu?
Jogi Löw hat seit seinem Amtsantritt als Bundestrainer 2006 das weitergeführt, was er als Assistent von Jürgen Klinsmann zuvor bereits begonnen hat. Er ist den gleichen konsequenten Weg weitergegangen, und dieser hat zum Erfolg geführt, auch Dank der vielen neuen Talente. Vom WM-Kader 2006 sind noch einige Akteure dabei, der Rest sind junge entwicklungsfähige Spieler, die aus den Fussball-Internaten hervorgegangen sind. Diese Internate sind nicht nur für die Vereine eine Fundgrube, sondern auch für die Nationalmannschaft. Es hat sich ein neuer Spielstil entwickelt, der jung und frisch ist. Daran hat Jogi Löw seinen Anteil. Wenn es eine Mannschaft gibt, die Brasilien ausschalten kann, dann denke ich, ist es Deutschland.

Hat es Joachim Löw aufgrund der zahlreichen Talente heute leichter als Sie 1990?
Wenn einer aus dem Vollen schöpfen kann, und das kann Jogi Löw derzeit, dann macht dies die Arbeit einfacher, das ist klar. Er hat auch das Glück, dass wir derzeit zwei überragende Mannschaften haben. Das hat man in der vergangenen Saison gesehen, als Bayern München und Borussia Dortmund ins Champions-League-Finale eingezogen sind. Aus diesen beiden Klubs wird sich die Nationalmannschaft in erster Linie zusammensetzen. Natürlich kommen noch einige Spieler wie Özil oder Khedira hinzu, aber das Gerüst wird aus Akteuren der Münchener und Dortmunder bestehen. Das ist immer von Vorteil. Das hat man schon 1974 gesehen, als sechs Bayern-Spieler und drei von Mönchengladbach im WM-Kader standen, und 1972 war es ähnlich.

Es gibt allerdings auch mahnende Worte aufgrund der großen Konkurrenz zwischen den Bayern und dem BVB. Kann dies der DFB-Auswahl auch schaden?
Ich war als Spieler selbst in der Situation. Natürlich hatte man seine Konkurrenten wie Berti Vogts, Günter Netzer, Hacki Wimmer oder Jupp Heynckes von Borussia Mönchengladbach. Natürlich haben wir uns auf dem Spielfeld bekämpft, aber als wir dann bei der Nationalmannschaft zusammen waren, haben wir versucht, eine Einheit zu sein. Und das ist jetzt nicht anders.

Wie sehen die WM-Chancen der anderen südamerikanischen Länder bei der WM auf dem eigenen Kontinent aus?
Die Südamerikaner betrachten sich natürlich als Mitveranstalter. Die WM ist nicht nur in Brasilien, sie ist in Südamerika, deshalb sind die Teams von diesem Kontinent natürlich besonders motiviert. Aber mir fällt derzeit niemand ein, der um den Titel mitspielen könnte. Die Argentinier agieren wie immer und sind abhängig von Messi. Von den anderen weiß ich zu wenig. Von der europäischen Seite würde ich neben Deutschland noch Spanien erwähnen. Sie werden sicher anders auftreten als beim Konföderationen-Pokal, da waren sie nach einer langen Saison einfach zu müde. Ohne Vorbereitung geht das nicht. Man hat dann auch gesehen, wie erschöpft die Akteure waren. Es wird nächstes Jahr bei der WM anders werden. Deutschland und Spanien sind die einzigen, die Brasilien den Titel noch streitig machen können.

Franck Ribery wurde vergangene Woche zum besten Fussballer Europas gewählt. Ist er in Ihren Augen derzeit der beste Spieler der Welt?
Franck Ribery war, wenn man sich die Auswahl der letzten drei anschaut, der erfolgreichste. Deswegen gehört er sicherlich zu den Besten, und in diesem Jahr war er der Beste. Ohne ihn hätte der FC Bayern das Triple nicht gewonnen, den einen oder anderen vielleicht, aber nicht alle drei. Dazu hat Franck Ribery gehörig beigetragen.

Als Ehren-Präsident von Bayern München: Trauen Sie Ihrem Klub nach dem Gewinn des Triples in der vergangenen Saison dasselbe Kunststück in dieser Spielzeit zu?
Wenn es die anderen zulassen schon, aber ich befürchte, das werden sie nicht. Borussia Dortmund hat sich verstärkt, die werden es sicher nicht zulassen, dass dieser gewaltige Abstand noch einmal passiert. Sie werden versuchen, Titel zu gewinnen. Stark genug sind sie dafür. Ich denke, es liegt am FC Bayern alleine. Es wird noch einige Wochen oder gar Monate dauern, bis Pep Guardiola zufrieden ist, da das Team das direkte Spiel, das der Trainer fordert, noch nicht verinnerlicht hat. Das ist auch völlig normal, da es Zeit braucht. Ich freue mich jedenfalls auf eine spannende Saison und glaube, dass es so ausgehen wird wie im vergangenen Jahr. Die Meisterschaft werden Borussia Dortmund und Bayern München unter sich ausmachen.

 

FIFA.com