Bayern München 5 x 1 Kaiserslautern

Bayern goleia Kaiserslautern e vai à final

© AFP

Quando é o futebol alemão, o Bayern de Munique continua sobrando. Nesta quarta-feira, o campeão alemão deu mais um show ao golear o Kaiserslautern por 5 a 1 na tarde desta quarta-feira, na Allianz Arena, pelas semifinais da Copa da Alemanha.

Os gols foram de Schweinsteiger, Kroos, Muller, Mandzukic e Gotze, pelos donos da casa. Já para os visitantes, quem marcou foi Zoller. O adversário da equipe na decisão será o Borussia Dortmund, que na terça venceu o Wolfsburg. A partida será uma reedição da final da temporada passada e acontecerá no Estádio Olímpico de Berlim, no dia 17 de maio.

O primeiro gol chegou aos 25, com os donos da casa abrindo o placar com Schweinsteiger. O escanteio cobrado por Ribéry foi na cabeça do jogador, que mandou para o fundo das redes e, aos 33 minutos, Kroos ampliou. Bela jogada de Robben, que tocou para o companheiro na entrada da área. Ele bateu colocado e com muita categoria.

No início da segunda etapa, o holandês tentou jogada individual, caiu e o árbitro sinalizou o pênalti. Muller bateu, convertendo para o Bayern, aumentando a vantagem no placar aos 7 minutos. Entretanto, aos 15, o Kaiserslautern reagiu com Zoller. Dick cruzou para o jogador, que ganhou de Boateng e cabeceou firme para o gol.

O anfitrião não deixou por menos e, aos 34, Mandzukic fez virar goleada. Gotze deu assistência para o croata, que invadiu a área e finalizou cruzado sem chances para o goleiro adversário. Aos 46 minutos, o Bayern fechou a conta com Gotze, vencendo tranquilamente e avançando à final.

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ESPN Brasil transmitirá a entrega da Bola de Ouro na Suíça

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Na próxima segunda-feira, às 15h30, a ESPN Brasil irá transmitir a cerimônia de premiação do Bola de Ouro da Fifa diretamente de Zurique, na Suíça.
O português Cristiano Ronaldo, o argentino Lionel Messi e o francês Franck Ribéry são os craques que disputam o principal prêmio do futebol mundial.
Para essa cobertura, a ESPN escalou o apresentador Paulo Andrade e o comentarista Mauro César Pereira.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Consagração alemã e surpresa anfitriã

Consagração alemã e surpresa anfitriã

© Getty Images

 

Se quase tudo que Pep Guardiola toca se transforma em ouro, imagine quando ele disputa uma competição à frente de uma equipe que, semanas antes de sua chegada, já havia conquistado o Campeonato Alemão, a Copa da Alemanha e a Liga dos Campeões da UEFA. Foi assim, com uma boa dose de talento e confiança, que o Bayern de Munique desembarcou no Marrocos para participar da Copa do Mundo de Clubes da FIFA 2013.

Nada mais natural, portanto, que ver os bávaros faturarem o título do torneio pela primeira vez, após já terem sido bicampeões da Copa Intercontinental, em 1976 e 2001, contra Cruzeiro e Boca Juniors respectivamente, dois gigantes do futebol sul-americano. “Todo mundo quer ganhar essa competição, principalmente os sul-americanos, que acreditam que o vencedor é realmente o melhor time do mundo”, explicou o peruano Claudio Pizarro, campeão mundial em 2001 e agora bi em 2013. Após tudo que o Bayern fez este ano, nem precisa ser sul-americano para reconhecer que não há ninguém acima dele.

O primeiro adversário a constatar essa realidade foi o chinês Guangzhou Evergrande, que perdeu por 3 a 0 nas semifinais, apesar de todo o conhecimento tático do técnico italiano Marcello Lippi, campeão mundial com a Azzurra em 2006. Em seguida, foi a vez do anfitrião Raja Casablanca, que sucumbiu diante do rolo compressor bávaro, conduzido brilhantemente por Franck Ribéry, Bola de Ouro adidas do torneio.

Raja desafia a lógica
Mas se a vitória do Bayern na decisão apenas confirmou a lógica, o mesmo não se pode dizer do resto da competição, que será sempre lembrada pela grande surpresa protagonizada pelo Raja. Um Raja que se classificara depois de vencer o Campeonato Marroquino de 2013, mas que aparentemente havia perdido seu encanto na nova temporada, tendo iniciado o Mundial na esteira de uma série de três derrotas e um empate. Como se não bastasse, o clube de Casablanca havia demitido o técnico Mhamed Fakhir pouco antes do torneio para substituí-lo pelo tunisiano Faouzi Benzarti, que, embora fosse experiente, conheceu o elenco apenas três dias antes da estreia contra o Auckland City!

Ainda assim, os donos da casa conseguiram eliminar a equipe australiana com um gol de Adelilah Hafidi no último minuto de jogo, após terem saído na frente e sofrido o empate. Um roteiro que se repetiria mais duas vezes e contra adversários de calibre muito maior. Primeiro, nas quartas de final, o Monterrey não foi páreo para o Raja. Na fase seguinte, foi o Atlético Mineiro que se curvou diante dos marroquinos. Para realizar tamanhas proezas, eles não contaram apenas com o talento e a inspiração de seus melhores jogadores, como o goleiro Khalid Askri, o meio-campista Mohsine Moutaouali e o atacante Mouhssine Iajour, mas principalmente com o apoio de uma eufórica torcida, que proporcionou uma das atmosferas mais incríveis da história do Mundial de Clubes.

Os torcedores brasileiros do Atlético Mineiro, que vieram ao Marrocos em número superior a 10 mil, foram simplesmente sufocados pelo público anfitrião, assim como o próprio time, considerado favorito para a disputa da final, não só pela condição de campeão da Copa Libertadores como pela presença de jogadores com história na Seleção, sendo Ronaldinho o mais ilustre deles. Apesar do golaço de empate do craque em cobrança de falta, o Galo não resistiu a dois contra-ataques mortais, perdeu por 3 a 1 e, repetindo o Internacional em 2010, se tornou o segundo campeão sul-americano a voltar para casa sem sentir o gostinho da final.

Para os jogadores, o consolo veio com a conquista da medalha de bronze e a satisfação de terem entrado na história do clube como protagonistas de um inédito título continental. Um sentimento compartilhado pelo Guangzhou, que perdeu a disputa pelo terceiro lugar e terminou em quarto na primeira participação de um time da China no torneio. O que ficou, acima de tudo, foi o sentimento de dever cumprido após a conquista do tricampeonato nacional e de uma inédita Liga dos Campeões da Ásia. Todas essas vitórias passaram pelos pés do argentino Darío Conca, que disputou seu último jogo com a camisa do clube chinês antes de retornar ao Fluminense, de onde havia saído.

A única vítima do Guangzhou no Mundial foi o Al Ahly, que participou pela quinta vez do torneio e ficou longe de entusiasmar o público, tanto na derrota por 2 a 0 contra os chineses nas quartas de final quanto na goleada por 5 a 1 sofrida diante do Monterrey na decisão do quinto lugar. Vale lembrar, porém, que os egípcios chegaram ao Marrocos tendo disputado nesta temporada apenas as partidas válidas pela Liga dos Campeões, já que o campeonato nacional havia sido suspenso por questões de segurança. Isso pode não ter impedido o clube de erguer seu oitavo troféu continental, mas jogadores como Mohamed Aboutrika, Wael Gomaa, Sherif Ekramy, Sherif Abdelfadeel, Emad Meteab e Mohamed Naguib, todos acima dos 30 anos, já não conseguiram exibir o mesmo fôlego de antes.

Delgado faz história
A falta de ritmo de jogo talvez também esteja na origem do fracasso do Monterrey, cuja última partida antes do Mundial datava de mais de um mês antes. Após a quinta colocação em 2011 e o bronze em 2012, o time mexicano esperava chegar mais longe em sua terceira participação consecutiva. No final, foi barrado pelas grandes defesas do goleiro do Raja nas quartas, antes de faturar a quinta posição e fazer de César Delgado o maior artilheiro da história do torneio. Autor de três gols nas duas campanhas anteriores, o argentino balançou as redes mais duas vezes contra o Al Ahly, chegando a um total de cinco, o suficiente para superar Lionel Messi, Denilson e Aboutrika, que marcaram quatro cada um. Delgado, no entanto, não poderá ampliar sua conta em 2014, já que o Monterrey não se classificou para a fase final do Campeonato Mexicano e, portanto, já não tem mais chances de disputar a Liga dos Campeões da CONCACAF.

O Auckland City, por sua vez, continua sonhando com o dia em que deixará de ser um mero figurante na festa. Esta foi a sexta participação do clube neozelandês, das quais cinco terminaram em eliminação na primeira fase, incluindo a edição de 2013. Mas a única equipe amadora da competição sucumbiu apenas no último minuto do confronto diante dos anfitriões. “É verdade que perdemos, mas foi por pouco”, destacou o espanhol Ramón Tribulietx, técnico do Auckland. “Mostramos que temos condições de jogar de igual para igual neste nível. Isso é um grande passo para nós. Foi uma boa experiência. Agora queremos continuar evoluindo e nos tornar um time mais importante.”

Afinal, esta é a característica que os sete clubes participantes têm em comum, independentemente do continente de origem, do estilo de jogo, do elenco ou da experiência: todos são importantes e deixam sua marca na história da competição. A do Bayern apenas ficou gravada de maneira um pouco mais profunda…

 

FIFA.com

Franck Ribéry: “A atmosfera será sensacional”

Ribéry: "A atmosfera será sensacional"

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Um jogador está sendo considerado um símbolo do bom futebol apresentado pelo Bayern de Munique em 2013: Franck Ribéry. O francês jogou muito ao longo dos últimos 12 meses e foi decisivo para os títulos conquistados no período pelo time alemão.

O Bayern de Ribéry venceu o Campeonato Alemão com uma longa distância em relação ao segundo colocado, estabelecendo um novo recorde na Bundesliga. Além disso, também levantou os troféus da Copa da Alemanha e da UEFA Champions League, bem como da Supercopa da UEFA.

Na atual temporada, o Bayern mais uma vez está na ponta da Bundesliga, além de ainda estar na luta pela Copa da Alemanha e pela Liga dos Campeões. Mas o ano ainda não chegou ao fim, e Ribéry ainda quer mais de 2013. O título da Copa do Mundo de Clubes da FIFA no Marrocos poderá ser a cereja do bolo para um ano de muito sucesso.

Apesar dos muitos títulos, o atacante francês ainda não está satisfeito e quer acumular ainda mais conquistas, conforme revelou ao FIFA.com. “Foi uma ótima temporada, jogamos muito bem”, disse. “Mas quero sempre continuar ganhando, esta é a minha mentalidade. A pressão também não diminuiu. Precisamos e queremos sempre ganhar.”

O próximo título pode chegar já este sábado em Marrakech. O adversário da decisão do Mundial de Clubes será o Raja de Casablanca. Os marroquinos contam com o apoio de quase todo o país e de uma torcida maravilhosa nas arquibancadas. O clima na semifinal contra o Atlético Mineiro foi grandioso, assim como nos jogos anteriores. Ribéry está esperando por uma atmosfera parecida na decisão. “Acompanhamos a semifinal pela televisão no hotel”, afirmou. “A atmosfera na final certamente será sensacional.”

Com o coração
O atual campeão marroquino é a surpresa do torneio. Portanto, não é de admirar que Ribéry não queira de forma alguma subestimar o adversário, mesmo que ele tenha certeza de que o Bayern é a melhor equipe. “Não podemos pensar que será fácil”, declarou o jogador. “Precisamos estar muito concentrados e jogar com seriedade. A equipe marroquina é muito forte.”

Depois do apito final na semifinal, os jogadores do Raja não conseguiam se conter de alegria e começaram a recolher souvernires com os adversários. Os materiais usados por Ronaldinho Gaúcho eram os mais cobiçados. As imagens do craque brasileiro deixando os adversários levarem até as chuteiras obviamente chegaram também ao conhecimento do melhor jogador europeu de 2013.

O francês também é muito admirado no Marrocos, e por isso não é improvável que algo parecido possa acontecer com ele. Mas Ribéry não tem medo disso. Ele acha até que é algo positivo, como contou com um sorriso. “Acho isso legal”, afirmou. “Eles jogam com o coração e também são torcedores. Achei legal o que o Ronaldinho fez.”

Após a final, Ribéry pretende fazer as malas para entrar de férias durante a pausa de inverno naAlemanha. Durante o período de férias, que vai até o início da preparação para o segundo turno, o francês quer descansar bastante, já que ele acredita que isso é importante tanto para o corpo quanto para a mente. E ele já decidiu o destino da sua viagem. “Vou com a família para a França e vou passar lá as minhas férias.”

Mas para que possa realmente aproveitar as férias com os seus entes queridos, Ribéry ainda tem um desejo: “Se possível, quero ganhar no sábado”, comentou. “Então, tudo será muito mais bonito.”

 

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GUANGZHOU EVERGRANDE FC 0 x 3 FC BAYERN MÜNCHEN

Bayern a um passo de conquistar o mundo

Depois de dominar a Alemanha e a Europa, o Bayern de Munique está a uma vitória conquistar o mundo. Sem qualquer dificuldade, a equipe bávara nem precisou se esforçar na estreia da Copa do Mundo de Clubes da FIFA para derrotar o Guangzhou Evergrande, campeão asiático, por 3 a 0, na semifinal disputada em Agadir. Agora, resta uma partida para fechar um ano quase perfeito, contra o vencedor de Atlético Mineiro e Raja Casablanca, que jogam nesta quarta.

De todos os campeonatos que disputou, o Bayern faturou quatro – Campeonato Alemão, Copa da Alemanha, UEFA Champions League e Supercopa da Europa –, perdeu apenas um – Supercopa da Alemanha – e vem quebrando novamente recordes na nova temporada, agora com Pep Guardiola, que pode no próximo sábado se tornar tricampeão do Mundial da FIFA, após os títulos de 2009 e 2011 com o Barcelona.

E justamente por já ter vivido esta experiência no torneio, Guardiola não quis dar espaço para surpresas, colocando em campo contra os chineses uma equipe praticamente titular, apenas com nomes como Dante e Thomas Mueller no banco. Com a bola rolando, o ataque liderado por Franck Ribéry e Mario Götze sufocou o modesto Guangzhou desde o início, obrigando os chineses a defender muitas vezes com cinco ou seis jogadores dentro da área.

As chance, então, foram se acumulando a partir dos 15 minutos, quando a defesa chinesa já parecia perdida com a movimentação alemã. Thiago foi o primeiro a quase marcar, acertando a trave após um cruzamento de Rafinha.

A pressão aumentaria quando Toni Kroos tabelou com Götze e também disparou no travessão e deu enfim resultado aos 40 minutos, quando Ribéry pegou a sobra na área e mandou para o gol, contando com a ajuda de Cheng Zeng. Ainda caberia um antes do intervalo, e foi Mario Mandzukic que marcou, de cabeça, após belo cruzamento de Thiago da direita.

Do outro lado, o Guangzhou pouco aparecia no ataque, com o trio Conca, Elkeson e Muriqui sendo facilmente dominado pela defesa. E mesmo quando houve pequeno espaço, Muriqui não aproveitou, perdendo uma boa chance em arrancada logo no início do segundo tempo. Pior ainda, com a bola de volta ao Bayern, Götze acertou um lindo chute no ângulo e praticamente definiu a vitória.

Com quase um tempo inteiro ainda por jogar, o Bayern seguiu no ataque, mas já sem o mesmo ímpeto. Ribéry ainda acertou a trave pela terceira vez, Götze quase aumentou em duas oportunidades, mas já não era mais preciso. Guardiola então fez alterações, colocou Javi Martinez, Shaqiri e Claudio Pizarro, enquanto a equipe tinha 70% de posse de bola e superava os 25 chutes ao gol. O Bayern poupou energia, mas, a um passo de conquistar o mundo, promete acelerar o ritmo na final.

 

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Qual seleção você quer ver de perto na Copa do Mundo?

Qual seleção você quer ver de perto na Copa do Mundo?

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O Uruguai derrotou a Jordânia nesta quarta-feira, noite em Montevidéu, e pôs fim a uma longa – e, para muita gente – sofrida trajetória de eliminatórias para a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014. Tudo para definir as 32 seleções que desembarcarão no país do futebol daqui a alguns meses em busca de resultados históricos.

São elas, confederação por confederação:

CAF: Argélia, Camarões, Costa do Marfim, Gana e Nigéria.

AFC: Austrália, Coreia do Sul, Irã e Japão.

CONMEBOL: Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Uruguai e Brasil (anfitrião).

CONCACAF: Costa Rica, Estados Unidos, Honduras e México.

UEFA: Alemanha, Bélgica, Bósnia e Herzegovina, Croácia, Espanha, França, Grécia, Holanda, Inglaterra, Itália, Portugal, Rússia e Suíça.

 

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