Paulo César Norões comenta afastamento de Ribamar Bezerra do Fortaleza Esporte Clube

Ribamar

Muita gente estranhando o sumiço de Ribamar Bezerra. Afinal, foram mais de 15 anos de participação intensa na vida do Fortaleza, seja no apoio financeiro a diversas gestões, como presidente, ou na construção do CT, em Maracanaú. Ribamar resolveu cuidar dos seus negócios. Pretende até trocar o número do celular. Futebol, agora, só de longe.

 

Paulo César Norões – Jogada – Diário do Nordeste – 28/02/2015

O grande desafio e quem será o novo presidente do Fortaleza Esporte Clube

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Coronel Leonel Alencar, Jorge Mota, Cleiton Veras, Ribamar Bezerra, Marcello Desidério, Lúcio Bomfim, Renan Vieira, Paulo Arthur, Osmar Baquit e Daniel Frota. Eles foram os 10 últimos a terem o privilégio e a árdua missão de assinarem como Presidente do Fortaleza Esporte Clube.

Vendo o maior rival crescer a cada temporada, vivendo uma das piores secas de títulos da sua história e amargando fracassos no inferno da Série C há mais de cinco anos, o Fortaleza realizará eleições no 1º dia de dezembro.

O novo mandatário tricolor terá o enorme desafio de se adaptar a uma realidade dura para um clube que há bem pouco tempo não passava dois anos sem levantar um troféu e se manter na elite do futebol brasileiro era um dos principais objetivos na temporada.

“O Fortaleza é um time de Série A, não merece o que está passando”, declarou o técnico Marcelo Chamusca, em seu pronunciamento nessa quinta-feira, após outra traumática eliminação da Série C.

Talvez (eu escrevo talvez) um dos grandes problemas de o Fortaleza padecer há mais de 60 meses na terceira divisão seja esse: acreditar que deveria estar na elite, quando ainda está na classe média.

O motivo de tão crença ou pensamento, que alguns argumentam, é devido à torcida. Nos últimos anos, o torcedor leonino impressionou a todos com uma paixão e um apoio incrível que culminou com um espetáculo arrebatador no último final de semana.

Porém, um clube para ser ou estar na Série A, precisa muito mais que uma torcida espetacular. Precisa de uma diretoria competente e, principalmente, de elenco qualificado. Vasco, Corinthians, Bahia, Atlético-MG, Palmeiras, Vitória, Fluminense, Sport, que hoje estão na elite, desceram de divisão quando mostraram fragilidade em um desses pilares.

Outro grande problema à vista é o de alguns dirigentes, torcedores e conselheiros com mais vivência sempre lembrar que na década de 1990, o clube passou por momentos muito piores e conseguiu se reerguer. Pena que os mesmos não lembram da Copa João Havelange.

A situação hoje é terrível e desalentadora. Só de imaginar, em 2015, que existe uma possibilidade de passar outra vez três meses sem disputar partidas oficiais, de não conseguir o acesso, de perder o Estadual e ainda ver o rival se tornar pentacampeão, já deve mexer na essência daquele que irá assumir o clube.

Depois do que aconteceu nas temporadas 2012 e 2014, quando tudo se encaminhava sem dificuldades para o pesadelo acabar, mas a fragilidade do time apareceu, serão necessários muito mais discernimento, paciência e sabedoria para não só comandar o Fortaleza, mas para ser vitorioso.

Creio que torcedores, conselheiros e sócios-proprietário rogam e deverão votar, não só para escolher um presidente capaz, mas para encerrar o martírio na terceira divisão.

Adailton Campelo, Evangelista Torquato, Alexandre Borges, Daniel Frota, Sílvio Carlos… são alguns dos nomes ventilados para assumir a diretoria executiva. Outros podem surgir e deveriam surgir com propostas (concretas e sem ilusões) para o Fortaleza ao menos ter esperança.

Se vai conseguir acordar desse pesadelo, aí, só mesmo o tempo poderá confirmar. De uma cosia é certa, é preciso mudanças profundas. O famoso cortar na própria carne. Alguém vai sair chorando, alguém não vai concordar, mas se o desejo de todo Tricolor é estar longe da Série C, ou aceita, se aquieta e ajuda, ou é possível que até o centenário do clube o time ainda esteja padecendo.

 

Blog do Mário Kempes

Presidentes de Ceará e Fortaleza se elegem deputados estaduais

22h20 | 05.10.2014

Dirigentes esportivos tiveram votação expressiva

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Evandro e Baquit

Presidente dos clubes formarão ‘dupla da bola’ na Assembleia Legislativa.
FOTO: JOSÉ LEOMAR

Os presidentes dos dois clubes de futebol mais populares do Estado se elegeram ao cargo de deputado estadual neste pleito de 2014.

Evandro Leitão (PDT), presidente do Ceará Sporting Club, se elegeu com 70.223 votos assumirá, pela primeira vez, o posto de deputado estadual.

Já Osmar Baquit (PSD), presidente afastado do Fortaleza Esporte Clube, se reelegeu ao cargo legislativo com votação de 47.520 votos.

 

Diário do Nordeste – Política – 05.10.2014

Tom Barros divulga em sua coluna foto de equipe do Fortaleza da década de 1960

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Recordando

Década de 1960. Time do Fortaleza sob o comando do saudoso Moésio Gomes. A partir da esquerda (em pé): Moésio, Lucídio Pontes, Dezinho, ? , ? , Olavo e Iá. Na mesma ordem (agachados): Zé Augusto, Etevaldo, Facó, Lídio Neto, ? . Detalhe: Moésio foi jogador talentoso, ídolo mesmo. Como atleta, Moésio foi Campeão do Norte pela Seleção Cearense de 1954. Também brilhou como técnico. (Acervo Elcias Ferreira).

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 18.09.2014

Tom Barros comenta jejum de vitórias do Fortaleza

 

Voltar a vencer

Três jogos sem vitória. Sinal de alerta em grau máximo. O Fortaleza empatou com o Crac (1 x 1), perdeu para o CRB (3 x 0) e empatou com o Paysandu (0 x 0). A última vitória do Leão foi no dia 25 de agosto, em Marabá, quando ganhou do Águia por 2 a 0 no Estádio Zinho de Oliveira. Depois disso, as vitórias sumiram. Procede a preocupação.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 16/09/2014

Tom Barros comenta que os dois jogos que o Fortaleza não venceu como mandante

Atacante Waldison lutou muito, porem não conseguiu se livrar da forte marcação imposta pela defensiva do Paysandu. Foi substituído por Zulu no segundo tempo, mas saiu aplaudido pela torcida. (Fotos: Nodge Nogueira)

 

Nem em casa

O que mais preocupa nesta falta de vitórias do Fortaleza é o fato de não ter vencido os dois últimos jogos em casa. Um no PV diante do modesto e fragilizado Crac e o outro no Castelão (empate com o Paysandu). Nesta fase classificatória dá para contornar os tropeços. Mas isso poderá comprometer se o tropeço em casa for no mata-mata.

 

Tom Barros – Jogada – Diário do Nordeste – 16/09/2014