Confira uma das atrações do Programa Silvio Santos de amanhã , 22/11/2015

Domingo

Lourival Ribeiro/SBT

Silvio Santos receberá as jornalistas Rachel Sheherazade, Karyn Bravo e Neila Medeiros, além das apresentadoras Christina Rocha, Flor e Lucimara Parisi no “Não Erre a Letra” deste domingo.

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

 

“Menina Fantasma” grava mensagem de fim de ano com elenco do SBT

7.fev.2013 - Anna Livya Padilha (à esquerda), a Menina Fantasma da pegadinha do "Programa Silvio Santos", ganhou o papel de Janu - que na primeira versão foi vivida pela atriz Karen Rocha

 

Todas as produções, com os apresentadores dos seus programas, gravaram as chamadas de fim de ano do SBT, embaladas por um funk especialmente composto pelo Arnaldo Saccomani.

A exceção atende pelo nome do dono, Silvio Santos. Serão usadas imagens dele, mas ele não vai fazer nada especialmente para isso.

Ontem, domingo, em locais como avenida Paulista, Viaduto do Chá e Ibirapuera, foram feitas tomadas da mensagem de fim de ano, com o elenco do “PSS”. Lívia Andrade, Patrícia Abravanel, Flor, Helen, Porpetone, os velhinhos, a Menina Fantasma e companhia bela.

Todos cantando a música gravada pela Lívia.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Vasto Mundo Digam aí, amigos: vocês sabem o que é uma “kimiljongília”? Leiam e vejam abaixo — e acreditem se quiserem

O ditador sendo velado na capital da Coreia do Norte, numa urna de vidro cercadas pelas flores com seu nome, inventadas sob encomenda

 

Vocês sabem o que é uma “kimiljongília”?

Pois saibam, amigas e amigos do blog, que é uma flor vermelha que só existe na miserável Coreia do Norte.

O cadáver do ditador Kim Jon-Il sendo velado em Pyongyang, capital do país mais fechado do mundo, está cercado dessas flores.

Notou a coincidência do nome?

Não é coincidência.

O país gastou montanhas de dinheiro público e anos de pesquisas do botânico japonês Kamo Motoredu até que ele obtivesse em 1988, por meio de todo tipo de cruzamentos e outros experimentos, uma espécie única, meio híbrida, de begônia, de tamanho maior e ciclo de floração diferente.

À flor fabricada batizou-se com o nome esdrúxulo para prestar vassalagem a Kim Jong-Il, filho e então herdeiro proclamado do ditador Kim Il-Sung (morto seis anos depois, em 1994). A flor, acredite, foi geneticamente programada para florescer anualmente nas proximidades do dia do nascimento do tirano agora morto, 16 de fevereiro.

A kimiljongília é onipresente, objeto de exposições e concursos, e, no Estado totalitário e policial que é a Coreia do Norte, é bom que cada cidadão tenha seus vasinhos em casa. Os dedo-duros do regime estão por toda parte.

A esse ponto chegou o culto à personalidade delirante no pobre país que, com a morte de Kim Il-Jong, herdeiro da ditadura comunista que o pai, Kim Il-Sung, comandou desde a fundação do país, em 1948, até sua morte, agora entra na terceira geração de ditadores da mesma dinastia, com o rechonchudo, inexperiente e totalmente desconhecido Kim Jon-um, de 28 anos.

 

Ricardo Setti  da revista VEJA