Vozão empata com o Joinville fora, chega aos 17 pontos e agora joga duas em casa

Bandeira do estado do Ceará

(Foto: Assessoria Joinville/SC)

Na Arena Joinville fria, 16 graus e com chuva, o Vozão buscava a terceira vitória contra o Joinville, no terceiro encontro entre as duas equipes na temporada. O Ceará entrou em campo com alterações. Tiago Cametá voltou à equipe recuperado de contusão e Alex Amado no lugar de Rafael Costa, que começou no banco de reservas, poupado com desgaste físico.  O primeiro chute pro gol foi da equipe da casa, que Éverson segurou firme. O Ceará respondeu aos 17 minutos, Richardson cruzou, mas Bill não conseguiu mandar pro gol de cabeça. Até aos 30 minutos de partida o jogo seguia com muita marcação e os atacantes com poucas chances de finalizar.  Na armação da jogada, o meia Felipe recebia atenção especial dos marcadores e tentava encontrar o caminho pra chegar ao ataque. Aos 37 minutos, o Joinville chegou ao gol, mas o atacante catarinense estava completamente impedido e o árbitro anulou.  O zero a zero foi o placar do primeiro tempo.

No segundo tempo, o Vozão voltou com Rafinha, que fez sua estreia no lugar de Alex Amado. Com mais posse de bola o Ceará começou a encaixar as jogadas com Felipe, que aos 9 minutos fez uma bela jogada na área, deu um drible entre as pernas do marcador e quase conseguiu marcar. Já aos 13 minutos, o Joinville chegou ao gol com Fernando Viana, que recebeu de frente para Éverson e não desperdiçou. Logo em seguida, Tiago Cametá saiu, machucado, para a entrada de Marino. Aos 17 minutos o Ceará quase empatou num cruzamento de Thallyson. Aos 26 minutos, mais uma vez o Ceará chegou bem perto do gol numa cabeçada de Rafinha que o goleiro da equipe catarinense salvou. Era só questão de tempo. Aos 30 minutos, Ricardinho cobrou a falta na cabeça de Richardson, que desviou para as redes e empatou. Aos 36 minutos, Sérgio Soares trocou Bill por Rafael Costa. No apito final do árbitro, o Vozão chegou aos 17 pontos e agora terá duas partidas seguidas em casa, terça-feira (21) contra o Oeste e sábado (25) contra o Náutico, na Arena Castelão, com o apoio em massa do torcedor alvinegro.

 

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Avaí 2 x 1 Joinville

Avaí marca no fim, segue fora do Z-4
e complica Joinville no Brasileirão

Everton Silva balança a rede aos 42 minutos do segundo tempo, mantém o Leão fora da zona de rebaixamento e coloca o JEC a sete pontos para deixar zona da degola

Avaí e Joinville entraram em campo nesta quarta-feira sabendo que perder pontos poderia ser fatal na luta contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro. E quando o placar sinalizaria um empate desastroso para os dois, Everton Silva transformou a noite do Leão. Aos 42 do segundo tempo, marcou o gol da vitória por 2 a 1 – Anderson Lopes e Fernando Viana também balançaram as redes – e que mantém o time azurra fora do Z-4.

O triunfo era ainda mais importante porque Coritiba e Figueirense venceram na rodada. O Avaí continua em 16º, com 38 pontos, e o Joinville, lanterna, a sete pontos do próprio Leão, vê a situação se complicar dentro do Brasileirão.

Agora tanto Avaí quanto Joinville voltam a campo no domingo. Às 19h30, o Leão visita o Fluminense, no Espírito Santo. O JEC joga mais cedo, às 17h, contra o Vasco, na Arena.

André Lima; Avaí x Joinville (Foto: Estadão Conteúdo)
André Lima marcou o primeiro gol do Avaí na vitória diante do Joinville (Foto: Estadão Conteúdo)

O jogo

Em uma partida com tanto interesse em jogo, era natural um início cauteloso. Avaí e Joinville pouco produziam até os 16 minutos, quando Anderson Lopes fez fila na defesa do JEC e foi derrubado por Guti. André Lima cobrou, e Agenor defendeu, mas no rebote o camisa 99 conseguiu abrir o placar. A vantagem mudou a estrutura do jogo, e os visitantes se lançaram ao ataque, dando espaço para os contragolpes.

Fechado e apostando na transição, o Avaí chegou ao segundo gol, mas Nino Paraíba estava em posição irregular, segundo o assistente. No JEC, PC Gusmão lançou Fernando Viana e sacou Marcelinho Paraíba, ainda aos 32. A intenção era tentar aproveitar os constantes cruzamentos. A alteração funcionou e após um desvio na cobrança de escanteio, Viana empatou a partida de cabeça. Vagner ainda fez a defesa, mas o auxiliar correu para o meio e assinalou o gol aos 42 minutos.

Na volta do intervalo, PC fez nova alteração. Kadu deu lugar a Danrlei, e o JEC ganhou estatura e força física. Aos dois minutos, Raul Cabral respondeu e trocou Rudnei por Pablo, na expectativa de dar mobilidade. Apesar de visitante, o Joinville tinha as ações de jogo contra um Avaí recuado e contava com a bola aérea como sua principal jogada – Rafael Donato por pouco não marcou de cabeça.

Quando tirou André Lima para colocar Romulo e apostar em mais velocidade, Raul Cabral conseguiu dar um pouco de vida ao Avaí. Anderson Lopes passou a jogar centralizado e teve chance de finalizar dentro da área, mas errou a bola. E quando o Leão tentava crescer, o JEC por pouco não virou o jogo. Kempes cabeceou, Vagner defendeu, e Edigar Junio desperdiçou o rebote aos 34 minutos. O placar se encaminhava para a igualdade quando Everton Silva conseguiu desempatar a partida. Invadiu a área e bateu no canto de Agenor. Triunfo que mantém a equipe azurra viva e complica o Tricolor.

 

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Paraná 2 x 0 Náutico

Paraná não toma conhecimento do Náutico e volta a vencer na Série B

Tricolor joga bem, faz 2 a 0 e sobe o Timbu e pula para a 12ª posição, com 19
pontos. Mesmo com a derrota, o Timbu cai para a quarta posição, com 25

Paraná e Vila Capanema fizeram as pazes. Após cair diante do Vitória na 12ª rodada, o Tricolor voltou a vencer em casa. Com boas apresentações do lateral Rafael Carioca e do meio-campo Rafael Costa, o time envolveu o Náutico, que esbarrou nos próprios erros: passes ineficientes na saída de bola e marcação frouxa no time adversário. O placar de 2 a 0, gols de Rafael Costa e Fernando Viana refletiu a segurança com que os donos da casa administraram a partida e conquistaram a vitória.

Na próxima rodada, o Paraná recebe o CRB, na Durival de Brito. Enquanto isso, o Náutico recebe o Macaé, na Arena Pernambuco. Ambos os jogos estão marcados para às 16h30, deste sábado.

Paraná Náutico (Foto: Giuliano Gomes/ Agência PRPRESS)
Paraná domina o Náutico e volta a vencer na Série B (Foto: Giuliano Gomes/ Agência PRPRESS)

A Vila Capanema viu uma apresentação segura do time da casa. Conseguindo envolver o Náutico com toque de bola, que ia desde o goleiro Marcos até o setor ofensivo, o time do técnico Fernando Diniz aproveitou-se da fragilidade defensiva do Timbu, e não teve dificuldades para abrir dois gols de vantagem sobre o Timbu. Com gols de gols de Rafael Costa e Fernando Viana, o Tricolor acuou os pernambucanos, que só mostrou sinais de reação nos minutos finais da primeira etapa. No entanto, o volante William Magrão esbarrou no travessão.

Na segunda etapa, o jogo caiu de ritmo. Apesar da melhora do Náutico, o time pouco ameaçou o Paraná. As entradas de Pedro Carmona, Renato e Bruno Alves não surtiram efeito no time de Lisca. Chances claras, uma para cada lado: a do Timbu, com Gil Mineiro, que entrou cara do gol e bateu em cima do goleiro Marcos. O Paraná, com Ricardinho, que encheu o pé após confusão na área do Náutico e acertou a trave. E só. Sem forças para reagir, os pernambucanos viram os tricolores deixarem o campo com os três pontos e aplaudidos pela torcida.

 

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Paraná 1 x 2 Botafogo

O JOGO

QUEM NÃO FAZ…

O Botafogo contou com atuação inspirada do goleiro Renan e com a estrela do atacante Rodrigo Pimpão para vencer o Paraná por 2 a 1, na noite desta terça-feira, em Curitiba, e virar líder da Série B. O atacante fez o gol da vitória alvinegra nos acréscimos do segundo tempo, quando o time carioca tinha dez jogadores depois da expulsão de Willian Arão e era bastante pressionado. Zé Roberto, contra, fez o primeiro gol para o Botafogo no jogo, com Fernando Viana descontando de pênalti.

DESTAQUE
PANORAMA

O Botafogo vai para 13 pontos, mesma pontuação do Náutico, que é vice-líder por ter pior saldo de gols. A equipe carioca volta a jogar na sexta-feira, às 21h50, no Engenhão, quando recebe o lanterna Mogi Mirim. O Paraná, com quatro pontos, está apenas uma posição fora da zona do rebaixamento. O time volta a campo no sábado, às 21h, em Belém, para enfrentar o Paysandu, no Mangueirão.

PÚBLICO E RENDA

O confronto teve público de 3.220 pagantes (3.865 presentes). A Renda foi de R$ 76.255,00.

90 MINUTOS

Os dois goleiros não realizaram nenhuma grande defesa no primeiro tempo. Os times poderiam ter até ido para o intervalo em um insosso 0 a 0, mas Zé Roberto cortou errado linda jogada de Elvis e marcou contra aos 27, colocando o Botafogo na frente. A generosidade foi retribuída aos 39, quando Pedro Rosa perdeu bola para Éder e o derrubou na área. Pênalti convertido por Fernando Viana. Na segunda etapa, o panorama mudou, muito por conta do Paraná, e Renan teve muito trabalho. O camisa 1 alvinegro fez três grandes defesas, em conclusões de Fernando Viana, Rafael Costa e Luis Felipe. Aos 29, Willian Arão, por reclamação, foi expulso e deixou o Botafogo com 10. A pressão paranaense prosseguiu, mas Pimpão, em chute fraco de fora da área aos 47, deu o triunfo aos visitantes contando com a colaboração do goleiro Murilo Prates, que pulou atrasado na bola.

RENAN

Em seu primeiro jogo como titular na Série B desde a saída de Jefferson para defender a Seleção na Copa América, Renan fez bonito. O goleiro fez nove defesas no jogo – três difíceis – e evitou a virada do Paraná na pressão do segundo tempo.

Paraná 1 x 1 Boa Esporte

Paraná sai na frente, mas cede o empate ao Boa Esporte na Vila: 1 a 1

Tricolor sai na frente com Fernando Viana, mas permite o empate com Raphael Silva. Mineiros se recuperam de duas derrotas seguidas e somam primeiro ponto na Série B

Um ponto. Foi o que conseguiram Paraná e Boa Esporte na tarde deste sábado, após o empate em 1 a 1 pela terceira rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Jogando na Vila Capanema, os gols saíram somente no segundo tempo. O Tricolor saiu na frente com gol marcado pelo atacante Fernando Viana, mas os mineiros mostraram superação para buscar a igualdade com Raphael Silva e evitar a terceira derrota seguida na competição.

Na presença de 3.336 pagantes e 3.952 presentes, a partida foi marcada pelo equilíbrio durante o primeiro tempo. O Tricolor voltou melhor no segundo tempo, mas bobeou e permitiu o empate do Boa. Com o resultado, o Paraná fica na nona posição, com quatro pontos, enquanto o Boa Esporte fica na vice-lanterna, com apenas um conquistado.

Tanto o Tricolor quanto o Boa têm a semana cheia de preparação antes da próxima rodada. Na próxima rodada, o Paraná enfrenta o Bahia, na sexta-feira, às 21h50 (horário de Brasília), na Fonte Nova. O Boa Esporte recebe o Paysandu no sábado, às 16h30 de sábado, no Estádio Municipal de Varginha.

Fernando Viana Paraná Boa Esporte (Foto: Giuliano Gomes/PRPRESS)
Fernando Viana abre o placar na Vila Capanema, mas Paraná cede empate ao Boa
(Foto: Giuliano Gomes/PRPRESS)

Jogo morno no primeiro tempo, quente no segundo

Os times protagonizaram um primeiro tempo morno, com muitos passes errados e raros lances de perigo. Os donos da casa até que ditaram o ritmo do jogo nos primeiros minutos, com oportunidades desperdiçadas por Rafael Costa e Henrique. Mesmo com maior posse de bola, o Paraná não teve qualidade na criação das jogadas, caiu de produção e viu o adversário crescer no jogo. Aos poucos, o Boa Esporte apertou a marcação, controlou as jogadas de ataque e equilibrou o duelo na Vila Capanema, principalmente com as investidas de Rodrigão na frente.

Mais organizada, a equipe mineira não deixava o Tricolor jogar no início do segundo tempo, mas logo tomou um susto. Um não, no mínimo três. Buscando fazer valer o mando de campo, a equipe do técnico Nedo Xavier recuperou a lucidez em campo e chegou com perigo com a bola na trave de Fernando Viana, o desvio de Zé Roberto e o chute cruzado de Éder. A insistência surtiu efeito aos 25, quando o Tricolor abriu o placar com Fernando Viana. Estreante como titular, o atacante aproveitou o cruzamento e marcou para o Tricolor. Poucos minutos depois, o jogador acabou sendo expulso junto com Wallace, deixando as equipes com um a menos em campo.

Em desvantagem, o Boa não desistiu, acertou na marcação e voltou a controlar o jogo na Vila. A recompensa veio aos 39 quando, após cobrança de falta, Raphael Silva apareceu livre de marcação para mandar de cabeça e deixar tudo igual em Curitiba: 1 a 1.

 

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Joinville 1 x 1 Luverdense

1 x 1

37ª RODADA
JOINVILLE FICA NO 1 A 1 COM LUVERDENSE E ESTÁ A UM EMPATE DO TÍTULO INÉDITO
Tricolor sai atrás no placar e tem dificuldades para superar bloqueio. Com o revés da Ponte, JEC levanta a taça com uma igualdade na última rodada.
Casa lotada, festa e derrota do rival. Todos os ingredientes para o Joinville comemorar o título da Série B neste sábado estavam presentes, mas, para a mistura dar liga, faltou apenas o triunfo dos catarinenses. O empate por 1 a 1 com o Luverdense, na Arena, adiou para a última rodada a decisão de quem fica com a taça. O JEC aumentou para dois pontos a vantagem para a Ponte Preta e precisa de apenas um empate com o Oeste para garantir a conquista, já que tem 21 vitórias contra 19 do time de Campinas.

Nem o gol do América-MG sobre a Ponte Preta, comemorado pela torcida do JEC, serviu para ajudar a equipe a furar o bloqueio dos visitantes. A pressão foi exercida até o último minuto, com duas bolas na trave. No entanto, o gol contra de Bruno Aguiar no primeiro tempo e o de Fernando Viana, a favor, decretaram o resultado.

A partida contra o Oeste será em Itápolis, às 16h20 de sábado. Sem pretensões, o Luverdense recebe o Ceará no estádio Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde.

Edigar Junio Joinville (Foto: José Carlos Fornér/JEC)
Joinville e Luverdense empataram na Arena (Foto: José Carlos Fornér/JEC)

O jogo

A história do primeiro tempo de Joinville e Luverdense começa a partir dos 35 minutos, quando Bruno Aguiar marcou contra, após cobrança de falta de Washington. Antes do gol dos visitantes, ficou a impressão de um duelo em que nenhuma equipe tinha ambição na competição. Para o time do Mato Grosso, sim, o jogo era mais um na contagem regressiva do fim de 2014. No lado do JEC, não. Líder e na disputa pelo título, precisou sair atrás no placar para acordar. Nos 10 minutos finais, deixou-se levar pela arquibancada da Arena e fez o que até então não havia feito. Velocidade, ultrapassagens e bola na rede. Aos 43, Fernando Viana empatou, após cruzamento de Marcelo Costa.

A volta do intervalo evidenciou o que demorou a aparecer na etapa inicial: o controle do Joinville. Em busca da vitória, o Tricolor teve a bola e buscou sufocar. Para isso, Hemerson Maria mexeu na equipe, com a saída de um volante e a entrada de Fabinho. Satisfeito com o empate, o Luverdense procurou de todas as formas fazer o tempo passar. Aos 27 minutos, o torcedor da casa gritou gol. Não era na cidade catarinense, mas em Campinas. E do América-MG, resultado que mais do que interessava. Serviu de combustível para partir em busca da virada.

Bola na trave, pressão, gritos de apoio até o fim. Sem o resultado esperado, o goleiro Ivan aproveitou os últimos minutos para ir até a área. Foi mais na base do desespero, o que fez a festa ser adiada. O torcedor do Joinville ainda pode ver o seu time campeão, falta apenas um ponto. Mas a festa não vai ser neste sábado.

 

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Sampaio Corrêa 1 x 2 Joinville

1 x 2

34ª RODADA
JOINVILLE VENCE O SAMPAIO E CONFIRMA O RETORNO À SÉRIE A APÓS 28 ANOS
Everton e Fernando Viana marcam gols que garantem acesso para o JEC. Sampaio fica na 10ª colocação, sem chances de sonhar com a elite nacional
O Joinville está de volta à Série A após 28 anos. O acesso do Tricolor catarinense foi conquistado nesta terça-feira, após o triunfo diante do Sampaio Corrêa, no Castelão, combinado com o tropeço do Avaí, que ficou apenas no empate com o Oeste, na Ressacada. A vitória por 2 a 1 foi construída no primeiro tempo. Everton, aos 19, e Fernando Viana, aos 23, marcaram os gols da equipe catarinense, enquanto William Paulista descontou para os donos da casa somente no segundo tempo.

Além do acesso garantido com quatro rodadas de antecedência, o JEC assume provisoriamente a liderança da Série B com 66 pontos, enquanto o Sampaio segue em 10º lugar, com 47 pontos. As duas equipes voltam a campo somente no dia 15 de novembro, quando o Joinville recebe a Ponte Preta, na Arena Joinville, e o Sampaio terá pela frente o Boa Esporte, no Castelão.

Dose dupla do Joinville em quatro minutos

Quando a bola rolou, a impressão era de que o jogo seria equilibrado no Castelão. O Sampaio conseguia assustar com jogadas individuais de Eloir e, principalmente, Pimentinha, que driblava os defensores como queria. O Joinville com calma explorava os espaços que surgiam, principalmente pelas laterais.

Comemoração do Joinville contra o Sampaio Correa  (Foto: Reprodução / Facebook do Joinville)
Comemoração do gol do Joinville contra o Sampaio Correa (Foto: Reprodução / Facebook do Joinville)

Foi justamente pelos lados que o JEC chegou aos primeiro gol, com Rogério fazendo grande jogada e tocando para Everton finalizar com estilo no ângulo. Passados mais quatro minutos, dessa vez pela direita, Ratinho achou Fernando Vianna, que cravou 2 a 0 aos 23. Com o placar construído, os catarinenses tratavam de anular os ataques do Sampaio, que se limitavam a investidas de fora da área e tentativas de cruzamento.

JEC administra a vantagem

Com o placar confortável, o Joinville seguiu apostando nos contra ataques na segunda etapa, apesar de controlar a bola com mais facilidade que o Sampaio. Se os catarinenses administravam o jogo, o time maranhense tentava diminuir a diferença no placar, mas a ansiedade prejudicava.

Aos 19, William Paulista resolveu colocar uma dose de emoção no jogo, descontando para o Sampaio. Com o gol, o time maranhense partiu para cima, apostou nos lances com Pimentinha, mas parou em Ivan ou na zaga catarinense. O jogo passou a ser um confronto de ataque contra defesa, com o JEC segurando a pressão do Tubarão até o apito final, que decretou a vitória por 2 a 1 e o acesso catarinense.

 

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