James Akel comenta as palestras de Fernando Henrique Cardoso e Luís Inácio Lula da Silva

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VOCÊ PAGARIA PRA VER UMA PALESTRA DE FHC?
É UMA PALESTRA CHATA E SEM OBJETIVO A NÃO SER RECEBER A GRANA.
A PALESTRA DE LULA AO MENOS É ENGRAÇADA.
FHC É O MESTRE DE LULA EM TUDO E O FEZ PRESIDENTE DEPOIS DE ASSINAR A CRIAÇÃO DO FORO DE SÃO PAULO.
TUDO GENTE BOA.

 

James Akel no dia 26/09/2017

Fernando Henrique Cardoso é o convidado de hoje do Canal Livre

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Brasil em chamas O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso grava na tarde desta sexta-feira edição do “Canal Livre” que a Band exibe no próximo domingo.

Comando de Ricardo Boechat, com Sonia Racy, Fernando Mitre e Fabio Pannunzio como entrevistadores.

A presença de FHC estava agendada antes dos acontecimentos noticiados quarta-feira por Lauro Jardim em O Globo, envolvendo a delação premiada dos donos da JBS.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Fernando Henrique Cardoso será o entrevistado de amanhã , 01/05/2016 , do Canal Livre

 

Neste domingo, o “Canal Livre” da Band, logo depois do “Pânico”, terá o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso como entrevistado…
… Apresentação de Fábio Pannunzio, com as participações de Fernando Mitre, Boris Casoy e Fernando Rodrigues.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Definido ator que vai protagonizar Fernando Henrique Cardoso no filme 3000 dias no Bunker

 

Norival Rizzo será o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso no filme “3.000 Dias no Bunker”, sobre a história da criação do Plano Real.
Trabalho todo baseado na obra homônima de Guilherme Fiuza e que também reúne no elenco Emílio Orciollo Netto e Paolla Oliveira.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Fernando Henrique Cardoso pode ajudar a acelerar o impeachment de Dilma Rousseff

Com apoio de FHC, PSDB unifica discurso pelo impeachment

Como dissemos, FHC teria de dar alguns telefonemas para conseguir votos para o impeachment.

Mas ele não fez isso até o momento, infelizmente.

Vamos lá, FHC, deixe de lado o figurino institucional e vá à luta.

 

O ANTAGONISTA

Fernando Henrique Cardoso: “Penoso é ver o Brasil se esfacelar”

Depois de se reunir com o resto dos tucanos, Fernando Henrique Cardoso declarou:

“Chegou a hora de dar um basta nisso tudo. Não dá mais para ter dúvidas, por mais penoso que seja interromper um mandato, mais penoso é ver o Brasil se esfacelar”.

Agora FHC tem de dar meia dúzia de telefonemas, usando seu prestígio para virar vinte ou trinta votos.

 

O ANTAGONISTA

“Agora o caminho é o impeachment”, afirma FHC ao Estadão

Notícia Publicada em 19/03/2016 20:45

Em entrevista, ex-presidente afirma que impeachment não deve levar a uma ruptura institucional no país

Em entrevista ao Estadão, FHC defendeu pela primeira vez o impeachment da presidente Dilma (Flickr/Alessandro Carvalho)
Em entrevista ao Estadão, FHC defendeu pela primeira vez o impeachment da presidente Dilma
(Flickr/Alessandro Carvalho)

SÃO PAULO – O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, afirmou em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo neste sábado (19) que a melhor alternativa para o país é o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Essa foi a primeira vez que o tucano defendeu o impedimento da presidente. Antes, FHC dizia que uma renúncia da petista era a melhor opção para o país se restabelecer econômica e politicamente.

” Cheguei a defender que ela tivesse um gesto de grandeza e renunciasse. Eu sempre procurei ter uma atitude serena em relação a esses processos políticos e especialmente em relação à presidente Dilma. Dificilmente você vai ver uma palavra agressiva minha em relação à presidente Dilma”, explicou. “Mas, com a incapacidade que se nota hoje de o governo funcionar, eu acho que agora o caminho é o impeachment. Se eu bem entendi o que as ruas gritaram, foi isso. As ruas gritaram renúncia, fim, impeachment”, completou.

Durante a entrevista, o tucano disse que o impeachment não deve levar a uma ruptura institucional no Brasil.

“Não há temor de um retrocesso institucional. Tudo na política depende não apenas das circunstâncias, mas da capacidade de condução do processo”, explicou, acrescentando que as instituições brasileiras estão mais sólidas do que na época do impedimento do ex-presidente Fernando Collor.

 

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