É triste constatar a existência de pessoas que inventam a morte de outras

O que leva determinadas pessoas inventar a morte de outras? Como isto pode ser visto? Como fraqueza física, psíquica ou ruindade mesmo?

Até com certa frequência, meios sociais como o Facebook e Twitter passaram a ser usados como canal preferido de indivíduos que devem se divertir com este tipo de atitude. Talvez a psiquiatria explique.

É de chamar atenção como está prática, com consequências que certamente não são dimensionadas, vem se acentuando com o tempo.

Nos últimos dias, alguém, vai saber quem, mas um completo idiota com certeza, resolveu postar o falecimento da Laura Cardoso, atriz, figura doce, que graças a Deus continua muito viva no auge dos seus 88 anos e querendo muito mais. Só mais um caso entre tantos.

É uma invencionice tão repleta de perversidade e detalhes, que familiares e amigos também são atingidos em cheio. Nem poderia ser diferente. Na segunda, foi a vez de Fernanda Montenegro ser “premiada”. E assim vamos indo. O horror, como se vê, foi instalado. Como acabar ou conviver com ele é que são elas.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Agência de turismo de Curitiba fecha as portas e anuncia pelo Facebook

Clientes temem prejuízo; agência diz que o motivo é a crise econômica.
‘Eu me sinto muito lesada’, diz professora que comprou pacote de viagem.

Bandeira do estado do Paraná

Agência de turismo anunciou fechamento pelo Facebook (Foto: Reprodução/ Facebook)
Agência de turismo anunciou fechamento pelo Facebook (Foto: Reprodução/ Facebook)

A operadora de turismo Interlaken anunciou pelo Facebook neste sábado (26) que fechou, deixando clientes que já haviam comprado passagens e pacotes de viagem preocupados com possíveis prejuízos. Na publicação, a empresa afirma que a razão para o encerramento das atividades é a crise econômica.

“Após 30 anos de serviços prestados ao segmento de turismo, infelizmente encerramos as nossas atividades em função da crise econômica. Lamentamos muito o ocorrido e faremos o possível para sanar individualmente os danos causados a cada um dos clientes”.

Na página da empresa foram publicados comentários de clientes, que haviam contratado os serviços da agência. Alguns relatam que estavam com viagem agendada para o início de 2016.

A professora Daline Calluf e o marido compraram um pacote para Punta Cana, na República Dominicana, no valor de R$ 9,7 mil. Eles fecharam o contrato em 30 de novembro e deveriam embarcar no dia 15 de janeiro. O casal já pagou mais de 50% da viagem e agora não sabe o que esperar.

“Eu me sinto muito lesada porque programei as minhas férias na empresa. Eu trabalho na Secretaria de Educação e em multinacional e é difícil a gente conseguir encaixar a agenda para uma viagem. O meu marido também é professor, trabalha em cursinho, não temos disponibilidade para viajar em outros períodos. A gente estava na expectativa, estava tudo organizado. Então, para a gente foi bem devastador. Essa não é uma viagem que a gente faz todo dia”, comentou Daline.

Ela contou que havia um grupo no WhatsApp com clientes. A professora foi removida do grupo no dia 24 de dezembro, achou estranho e entrou em contato com a gerente da Interlaken. Ao indagar o que estava acontecendo, ela foi informada que a agência passaria por uma reestruturação.

“A gente entende que o país está passando por uma crise, mas a gente não imaginava que fossemos atingidos diretamente desta forma e tão repentinamente”, disse Daline,

Outros clientes que se disseram lesados e que preferiram não se identificar contaram que compraram pacotes para a virada de ano em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, e agora não sabem o que fazer. As passagens aéreas, disseram, foram confirmadas, porém as reservas nos hotéis da fronteira não.

Dificuldades

Uma funcionária da empresa, que preferiu não se identificar, afirmou ao G1 que já sabia das dificuldades. “Nós estávamos há três meses sem receber salários. O 13ª também não foi pago. A informação que tínhamos era a de que tudo seria ajustado até o começo de 2016”.

A funcionária também disse que foram criadas duas equipes de trabalho para as festas de fim de ano. “Mesmo com as dificuldades, nós estávamos em atividade normal. Tanto é verdade que as nossas equipes trabalharam neste fim de ano. Antes de encerrarmos o expediente na véspera do Natal, abraçamos os diretores e tivemos o recado que tudo daria certo. Depois fomos surpreendidos com uma notícia dessas, dada pelo próprio diretor a uma colega”.

Contato

A empresa solicitou para que os clientes entrassem em contato pelo e-mail contatointerlaken@gmail.com. Daline fez isso e aguarda um retorno. Para alguns, a operadora já antecipou, também por e-mail, que não tem como devolver o dinheiro já pago pelos pacotes.

O G1  tentou contato com o advogado da Interlaken, mas ele não atendeu as ligações e não retornou para comentar o caso.

 

G1.COM.BR

Incrível: mulher reclama da vida no Facebook e tudo melhora

O que era impensável aconteceu: depois de passar meses postando reclamações sobre qualquer coisa de sua vida no Facebook, a carioca Janete Pereira, de 25 anos, acordou um dia e viu que tudo estava funcionando. O 3G e até o 4G de seu celular pegavam normalmente, a franquia de dados não acabou, a Net não caiu, o banco não estava com fila demais, a aula da faculdade de repente ficou melhor. Tudo, enfim, estava em seu devido lugar e funcionando bem.

“Eu nunca tinha visto isso antes. Achava que não adiantava nada ficar se lamentando, apesar de ver o tempo todo isso no Facebook, mas esse caso foi uma surpresa”, disse um analista de redes sociais.

Até um pedreiro que marcou para fazer uma reforma na cada de Janete apareceu. Mas isso será estudado por uma equipe que avalia fenômenos paranormais.

 

 

Sensacionalista

 

Bug de Facebook impede usuário de postar versículo da Bíblia e elogio a linchamento ao mesmo tempo

 

Desenvolvedores do Facebook relataram na manhã de hoje que foi descoberto um novo bug na rede social que ocorre quando pessoas que postam versículos bíblicos elogiam linchamentos, ao mesmo tempo. Quem tenta fazer isso se depara com uma mensagem de erro que impossibilita a postagem.

Segundo Simone Wermellinger responsável pelo departamento estes tipo de postagens juntas vão contra a lógica e por isto tem ocorrido . O bug já foi apelidado pelos desenvolvedores como bug Maria Madalena pois o sistema devolve sempre a mensagem “quem nunca cometeu pecado que atire a primeira pedra ..” .

“O computador não consegue entender. Na vida real essas pessoas costumam usar adesivo no estilo “Amo minha esposa” e traem. Ou coisas como “Deus é amor”, explicou.

 

Sensacionalista

Ladrão invade sala de troféus do Grêmio e leva todas as taças importantes dos últimos 15 anos

Não existia Facebook e Whatsapp. Faz tempo bagarai (FOTO: Dom Pedro)

Não existia Facebook e Whatsapp. Faz tempo bagarai
(FOTO: Dom Pedro)

A fase do Grêmio já não anda lá essas coisas dentro de campo e, para piorar, fora das quatro linhas algumas coisas bizarras andam acontecendo.

Um ladrão invadiu a sala de troféus do Grêmio e roubou todas as taças importantes conquistadas pelo clube nos últimos 15 anos. Deste período, ficaram apenas títulos do Gauchão e a famigerada Série B. Estranhamente, as câmeras de segurança flagraram um elemento deixando local, mas o suposto bandido não levava nada nas mãos. Quem conta o que aconteceu é o vigilante do Tricolor, Capone.

“Primeiramente, achei que era um fantasma, porque faz muito tempo que não vejo ninguém lá dentro. Quando vi que era realmente um homem, comecei a olhar para ver o que ele estava roubando. Pela imagem, ele não levou nada, não tinha nada nas mãos, mas como só existem taças antigas na sala, concluí que ele levou as taças conquistada nas décadas de 2000 e 2010, porque elas simplesmente sumiram”, disse.

Os policiais entraram na casa do invasor, mas não encontraram nenhum produto roubado. Os profissionais decidiram questionar alguns senhores que estavam próximo ao lado para saber o paradeiro dos títulos recentes do clube, mas não conseguiram informações. Ao questionar os adolescentes vizinhos do suposto ladrão, os policiais ouviram dos jovens que nunca viram um título do Grêmio, a não ser pelo Youtube e também não ajudaram.

Como o invasor foi a única pessoa a entrar no local nos últimos 15 anos, ele será preso até informar onde escondeu as taças gremistas.

 

Atlético-MG tenta parceria com PSG, mas recebe não como resposta: “Mancharia nossa imagem”

Ídolo campeão brasileiro pelo Atlético-MG (FOTO: Quermes Raça)

Ídolo campeão brasileiro pelo Atlético-MG
(FOTO: Quermes Raça)

O Atlético-MG não cansa de pagar mico. Após o Cruzeiro realizar uma ação especial com o Monaco da França, na qual os dois clubes trocaram os símbolos de seus perfis no Facebook, o Galão da Massa tentou fazer o mesmo, também com um clube francês.

O Galo entrou em contato com a diretoria do PSG, time que revelou o ídolo atleticano Anelka, para tentar realizar a parceria. Contudo, os franceses rechaçaram a possibilidade, já que existe o receio de que se unir a um clube sem expressão internacional possa manchar sua história.

“Queríamos que o PSG colocasse uma foto do Anelka com a camisa do Galo em seu perfil no Facebook e a gente colocaria uma foto do Anelka com a camisa do PSG no nosso perfil no Facebook, mas eles riram e falaram que se uníssemos as marcas, poderíamos manchar a história deles. Fiquei muito ofendido, porque temos uma história linda a partir de 2013. Vai ver eles não conhecem nossos dois anos mágicos”, disse o diretor de futebol, Jesse Gunda.

O PSG soltou uma nota informando que se o Atlético-MG mudar oficialmente o nome do clube para Time do Ronaldinho, como é conhecido na Europa, a parceria pode sair.

 

Após desmanchar o time, Gilvan vende perfil do Cruzeiro no Facebook para o Monaco

Só falta vender os carros dos jogadores (FOTO: Marcelo Oliveira)

Só falta vender os carros dos jogadores
(FOTO: Marcelo Oliveira)

O Cruzeiro tá que tá nesse negócio de vender. Depois de 187 jogadores, do Mascote Raposão e até de um torcedor, o clube anunciou a venda do seu perfil do Facebook para o Monaco.

O Monaco é de propriedade do bilionário russo Zangief, que prepara diversas ações de marketing no Brasil e, para isso, tem adquirido alguns veículos de comunicação brasileiros.

“Eu tentei comprar o perfil de todos os clubes grandes do Brasil, mas só o Cruzeiro topou vender. Aliás, venderam rapidinho, nem precisei negociar muito. Agora vamos usar para realizar ações do Monaco no Brasil”, disse Zangief, antes de complementar: “Tentei comprar a do Palmeiras, mas acabei vendendo meu carro para o Alexandre Mattos. O cara é tinhoso”, finalizou.

O Cruzeiro não descarta mudar de nome novamente e se tornar o Monaco Brasil.

 

Facebook’s 2014 in review: the year the world turned against the social network

December 30, 2014 – 9:18AM

Caitlin Dewey

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Thumbs down: It's the best of times and the worst of times for Facebook.

Thumbs down: It’s the best of times and the worst of times for Facebook. Photo: Getty Images

By all accounts, 2014 was a pretty ace year for boy genius Mark Zuckerberg and his ongoing takeover of the world.

Facebook celebrated its 10th anniversary in February and its 1.35 billionth user just nine months after that. (Stop here for a minute, because that number is worth considering: 1.35 billion. Billion. OK, continue.)

Facebook acquired Oculus, makers of a much-touted virtual reality headset, and WhatsApp, the massively popular messaging app. The company launched a steady stream of its own apps, too: Paper, Slingshot, Mentions, Messenger, Rooms. In late July, Facebook released a mobile app to provide free basic internet service in regions of the world lacking what so many of us take for granted; that’s since rolled out in Zambia, Kenya and Tanzania. And as if we needed further proof that the social network is a global powerhouse, the World Cup broke all-time records for the site: 350 million people posted about the games a total of 3 billion times.

And yet, even as Facebook strides boldly toward world domination, cracks have appeared in its once fresh-faced facade. Teens — the best indicator for web zeitgeist — have fled the networkfor younger, hipper venues. In the past year, users have begun complaining about the insidious reach of algorithms, as well as the site’s every incremental change. A wave of anonymous apps has begun to erode the distinctly Facebookian notion that everything you do online should be tied to your real-life name.

Perhaps most damningly, for the first time since Facebook launched in 2004, someone made a go at an overtly, intentionally anti-Facebook network. Sure, Ello sputtered out in a span of months — but it gave voice to the concerns of a million wary Facebook users, first.

In the words of one industry analyst: “You look at Facebook and you say, ‘Wow, something really changed in 2014.'”

Much of this is, of course, nothing more than predictable backlash to Facebook’s gargantuan growth. Only six or seven years ago, pundits were still dismissing it as the fringe sandbox of college students; now the company — valued at more than $US200 billion — is as much a household name as Coca-Cola or Ford.

But the sheer number of controversies and culture wars that Facebook’s gotten tangled in over the past year would seem to suggest something more than run-of-the-mill contrariness in the face of change.

Users practically rioted over an A/B testing experiment that, they feared, “manipulated” their emotions and gave Facebook psychological powers it seemed destined to abuse. Soon after, they objected to Facebook’s forced rollout of a stand-alone messaging app — “creepy” and “invasive,” critics ruled — and a series of changes to the News Feed that, while arguably valuable, also increased the visibility of Facebook’s mysterious algorithmic filtering.

In May, Facebook rolled out an unabashedly nosy feature called “Ask,” which — practically speaking — encourages users to publish more personal details than they might otherwise. A few months later, the site found itself clashing with drag performers, LGBT advocates and others over another type of personal detail: Facebook has long insisted that users operate under their “real,” or legal, names regardless of the context.

From a business perspective, that policy makes sense: Your identity, with all the demographics and browsing data attached to it, is exactly what Facebook sells advertisers. But from any kind of personal POV, that seems pretty crazy: It’s essentially Facebook — a largely automated, algorithmic, non-human entity — telling you who to be.

“You are the product that’s bought and sold,” intoned the widely shared manifesto of the social networking start-up Ello, which briefly billed itself as an ad-free alternative to Facebook. “We believe there is a better way.”

Ello is not the first or the only social network to challenge Facebook, of course — though it was the first to do so explicitly. A series of newly trendy anonymous apps, from Whisper and Secret to Yik Yak and newcomer After School, have all questioned the identity ethos at the heart of Facebook. On Whisper or Yik Yak, you do not have to be friends with your college professor or your cousin’s neighbour or your office cubemate; you do not have to share your relationship status or your current location; you can be anyone or no one, and either is OK, and no one (or no thing) will tell you otherwise.

To members of Facebook’s LGBT exodus, that premise was enticing. (In the wake of the real-name spat with Facebook, users signed up for Ello at a rate of 4000 per hour.) But even to casual users, the promise of an empowering, validating social network — one that put users’ humanity before its own corporate concerns — was like straight-up manna. Tech writers were all too eager to anoint Ello the “Facebook-killer,” or predict it would “steal Facebook’s lunch.”

“Facebook may be the biggest … social network around,” Jeremy Quittner wrote over at Inc. “But that doesn’t mean the competition isn’t giving it hot flashes.” (We interpret the odd reference to menopause as a commentary on the fact that Facebook’s audience increasingly skews toward the middle aged.)

Ello has, of course, cycled out of the tech hype cycle just as fast as it cycled in. Facebook made nice with the LGBT community, ushering some of Ello’s earliest adopters back into the FB fold; the site faded from Google searches and social mentions; a quick browse through Ello’s proffered model profiles shows that many have only posted once or twice in the past week. A Facebook killer, this is not.

But truth be told, maybe Facebook needs no killer: The site is doing quite enough damage to itself. Just last week, Facebook became embroiled in a new controversy after it pushed a celebratory “Year in Review” feature to all users’ pages. For the writer and Web consultant Eric Meyer, Facebook surfaced a photo of his recently deceased 6-year-old. (“It’s been a great year! Thanks for being a part of it,” the package’s tagline read, while partying clip art figures danced around Meyer’s daughter’s face.)

“Yes, my year looked like that. True enough. My year looked like the now-absent face of my little girl,” Meyer wrote on his blog. “And I know, of course, that this is not a deliberate assault … Algorithms are essentially thoughtless. They model certain decision flows, but once you run them, no more thought occurs. To call a person ‘thoughtless’ is usually considered a slight, or an outright insult; and yet, we unleash so many literally thoughtless processes on our users, on our lives, on ourselves.”

It’s a criticism of Facebook, or at least an epiphany about Facebook, that many have apparently experienced this year: When human relationships and identities are moderated by algorithm, particularly for profit, bad things happen. Inevitably! There are simply more variables in life than a string of code could ever account for. There are too many shades and expressions of personal identity, too many internal irrationalities and inconsistencies, too many secrets and whispers and emotional baggage for an algorithm to encode. That shortfall can leave us feeling anxious. Or dehumanised. Betrayed by the site, even.

Of course, the hordes of people who left Facebook in 2014 didn’t usually articulate their concerns that way. A study out shortly before Christmas, by the research firm Frank N. Magid Associates, found that 6 per cent of high-schoolers abandoned the site in the past year. A much larger survey, this one conducted by the Pew Research Center last year, found that 61 per cent of all Facebook users have taken long breaks from the network; asked why they went on hiatus, users most frequently said they were busy or bored or considered Facebook a “waste” of their time.

Facebook, unsurprisingly, sees itself in a different light. Early this month, the social network published a typically flashy, feel-good “year in review” for itself; the resulting video recounts the “moments, places and people that moved us in 2014” — a pretty bold claim, when you think about it, since Facebook is basically equating the stuff you post on Facebook with the stuff that matters most to you.

After winding through a series of news events and celebrity deaths, the video ends on a screengrab of a Facebook status: “Feeling connected,” it reads. Thumbs up.

Alas, there may be no better symbol for Facebook’s long year of discontent.

The Washington Post

 

Source : The Canberra Times