Na cobertura da morte de Eduardo Campos, TVs mantêm seus estilos

Era um acidente aéreo de pequenas proporções. Virou um dos mais emblemáticos desastres da história do Brasil.

Na manhã desta última quarta-feira (13), se falou sobre uma tragédia que mais combina com o terror associado quando a data cai na sexta-feira. Inicialmente, um helicóptero teria caído sobre uma academia em Santos, SP.

“Hoje em Dia”, “Jogo Aberto” e “Encontro” abriram um espaço rápido para noticiar o acidente, ainda com imagens enviadas por cinegrafistas amadores. Globo News e Record News repercutiam em tempo real na mesma base.

Mas logo começou um burburinho nas redes sociais. O presidenciável Eduardo Campos tinha agenda na região e já estava atrasado em 2 horas. A FAB confirmou que o avião havia saído do Rio de Janeiro, onde Campos esteve na terça-feira (12) para falar ao vivo no “Jornal Nacional”. Os dados batiam. Só faltava a confirmação.

Eis que ela veio em doses homeopáticas. Primeiramente por fontes do PSB, depois pelas autoridades: os 7 ocupantes da aeronave não haviam sobrevivido. Entre eles, Campos.

As confirmações iniciais na TV foram dadas por Aline Midlej, na Band, e Reinaldo Gottino, na Record.

Na Globo, Evaristo Costa interrompeu os telejornais locais sem nenhuma vinheta às 12h41 para noticiar sobre o acidente. Por duas vezes, pareceu encerrar o boletim e logo depois retomou as notícias ainda desencontradas sobre a até então presença de Eduardo Campos no voo acidentado.

Somente após 15 minutos e a chegada de Sandra Annenberg para cobertura especial foi que Cristina Serra, em link de Brasília e se baseando em nota da Aeronáutica, confirmou o falecimento do ex-governador de Pernambuco.

A partir daí, ficou claro que a cobertura seguiria direto por horas, como se confirmou. A tela da Globo ganhou caracteres fixos que informavam sobre a tragédia.
Com a cobertura avançando, além do restante dos telejornais locais, foram cancelados também o “Globo Esporte” e o “Vídeo Show”.

A cobertura global teve somente um intervalo comercial, já praticamente às 14h. Foi tão apressada que não houve tempo nem mesmo de Evaristo vestir seu terno. Ele e Sandra retornaram em praticamente todos os breaks da “Sessão da Tarde” e do “Vale a Pena Ver de Novo”, exibindo, dentre outras repercussões, a do governador de Pernambuco, da presidente Dilma e de Marina Silva.

Ambos mostraram maturidade para abordagem da pauta sem apelação para o sensacionalismo, apesar da evidente desconcentração com o volume de informação. Destacou-se também a postura do repórter José Roberto Burnier em contato direto com testemunhas oculares da tragédia. Entre choros e depoimentos abalados, ele conseguia colher o que interessava ao público sem infringir os limites.

Quando acionada, a equipe local também não decepcionou e soube usar a favor o fato de saber mais detalhes da região.

A Record teve uma cobertura mais dispersa de início. O “Balanço Geral SP”, de Reinaldo Gottino, foi entrando ao ar ao gosto de cada praça. Umas o viram na íntegra, outras cortaram para exibição de horários locados…

Somente a partir do “Programa da Tarde”, quando Gottino e Adriana Araújo foram integrados com Britto Jr. para cobertura que houve uma exibição nacional, prosseguida por Marcelo Rezende no “Cidade Alerta”.

No SBT, Patrícia Rocha e Roberto Cabrini se revezaram em boletins, sendo alguns até longos para o padrão do canal.

A Band trocou Aline Midlej por José Luiz Datena, que está em Brasília para dar uma palestra no Exército, por volta das 13h, sendo que às 15h ele deu lugar ao “Tá na Tela”, de Luiz Bacci.

E o novo contratado do canal não fugiu do estilo mostrado nas 6 edições anteriores de seu programa. Muito sensacionalismo e teorias absurdas sendo levantadas sem nenhum indício, como a possibilidade de sobreviventes embaixo de escombros ou de que somente o vento teria derrubado a aeronave.

O programa chegou a picos de vice-liderança em alguns momentos. E não foi o único a ter seus índices incrementados. A Globo, por exemplo, praticamente dobrou seus índices. Beirou os 20 pontos na faixa em que mal ultrapassa 1 dígito.

Foram números similares aos das partidas da Copa do Mundo no mesmo horário, mas infelizmente por uma tragédia que ninguém podia esperar.

Em resumo, as pautas de todas as atrações podem ter convergido para o mesmo trágico fato, mas cada um manteve seu perfil. Foram diversas as formas de se contar a história do dia em que a corrida presidencial brasileira foi abalada por uma tragédia numa das mais tristes páginas de nossa história política.

 

No NaTelinha, o colunista Lucas Félix mostra um panorama desse surpreendente território que é a TV brasileira.

Ele também edita o http://territoriodeideias.blogspot.com.br e está no Twitter (@lucasfelix)

 

 

James Akel comenta entrevista concedida por Eduardo Campos ao Jornal Nacional ontem

A entrevista de Eduardo Campos ao Jornal Nacional foi patética pra nem dizer outra palavra.

Eduardo pediu pra Dilma nomear a mãe dele pra ser ministra do Tribunal de Contas da União, cargo vitalício.

Quem faz isto jamais poderia concorrer contra quem nomeou a mãe dele.

Faz-me lembrar a piada do sujeito que vendeu a mãe e entregou.


Escrito por jamesakel@uol.com.br às 07h39 no dia 13/08/2014
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James Akel comenta que Marina Silva é um estorvo para Eduardo Campos

Vejam que coisa bonita é a campanha de Eduardo Campos.

Neste sábado, ele deveria aparecer na TV Globo ao vivo antes do jogo do Brasil e Chile.

Mas por educação teve que ficar no palco político onde discursava aquela senhora que ninguém o que faz ali, que é Marina Silva, vice de Eduardo.

Ou seja, Marina mal começou a campanha e já atrapalha o cnadidato principal.

Aliás ela é que se considera a candidata e não considera a posição dele.

Com uma vice igual Marina o Eduardo nem precisa de inimigo.


 Escrito por jamesakel@uol.com.br às 09h19 no dia 30.06.2014

 

James Akel comenta que Eduardo Campos poderá não criticar fortemente Dilma Rousseff

Um grupo de políticos do PSB quer que o candidato Eduardo Campos, aquele que quase ninguém sabe pra que concorre, faça críticas a Dilma de maneira feroz.

Mas acontece que a mesma Dilma foi quem nomeou a mãe de Eduardo Campos pra ser ministra vitalícia do Tribunal dde Contas da União faz pouco tempo.

Mão que acariciou mamãe não pode apanhar.

A gratidão é a base do amor.


 Escrito por jamesakel@uol.com.br às 09h15 no dia 30.06.2014

James Akel comenta postura amedrontada de Eduardo Campos

 

O pré-candidato à Presidência Eduardo Campos, do PSB, determinou que deputados de seu partido não assinem o pedido da CPI da Petrobras.

Isto é um ato de covardia que não caberia num pré-candidato ao cargo que deseja a não ser que se julgue de rabo preso por ter conseguido que sua mãe Ana Arraes tenha sido nomeada pra Tribunal de Contas da União.

Começando deste jeito sua campanha é melhor nem disputar.

 

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 06h56 no dia 25.03.2014

James Akel comenta que a aliança entre Marina Silva e Eduardo Campos já enfrenta problemas

 

Nem poderia ser pior o ambiente entre Marina Silva e o PSB, partido que Marina escolheu pra entrar.

Na primeira declaração pública Marina disse que ela e Eduardo são possibilidades.

Uai, ela foi convidada pra ser vice e já quer ser dona e candidata à presidência.

Eduardo Campos pode ser educado, mas não é idiota.

E os caciques do partido já mandaram recado pra ela que deve deixar de ficar falando bobagem.

E mandaram recado público pra desautorizar a Marina sobre qualquer coisa.

No Palácio do Planalto os petistas dão risada.

Afinal eles conhecem Marina e suas bobagens desde o tempo em que ela era ministra.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 10h25 no dia 10/10/2013

James Akel comenta que o PSB quer que Romário volte para o PSB

 

Parece que o PSB quer de volta Romário que é deputado federal.

Romário estava de malas feitas pra ir para o Solidariedade, partido do Paulinho da Força, e até ser vice de Aécio.

Mas o PSB está colocando algo em jogo que pode fazer o Romário mudar de ideia e pelo PSB ser até candidato a governador do Rio ou coisa parecida.

Eduardo Campos, candidatíssimo pra ser presidente ano que vem, acredita que Romário candidato no Rio pode ajudar muito na sua briga pelo voto que vai ser jogo duro.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 08h24 no dia 27/09/2013

Eleições de 2014 serão discutidas

Após ofício do diretório do Ceará, a executiva nacional informou que o tema vai ser pautado na próxima reunião

Atendendo à solicitação do diretório estadual do PSB no Ceará, a executiva nacional do partido vai discutir, em sua próxima reunião, a participação da legenda no cenário eleitoral de 2014. A informação foi dada pelo governador Cid Gomes durante agenda do partido que reuniu membros da executiva e do diretório estadual. Estavam presentes vereadores, deputados, prefeitos e dirigente pessebistas no Estado.

No encontro do diretório estadual do PSB, o governador Cid Gomes leu o ofício encaminhado pela direção nacional do partido, informando que, na próxima reunião da executiva nacional, será pautado o tema das eleições de 2014 FOTO: KID JÚNIOR

A reivindicação local partiu após um desconforto gerado na sigla pelas consecutivas sinalizações do atual presidente nacional do PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, de que poderia lançar candidatura à presidência da República, enquanto outra parcela do partido apoia a reeleição da presidente Dilma Rousseff. A perspectiva é que a legenda decida se terá ou não candidatura própria no próximo pleito.

O ofício do PSB estadual foi encaminhado à direção nacional da legenda no último dia 23. No documento, as lideranças cearenses reivindicaram uma discussão interna do partido sobre as próximas eleições e alegaram que a “intensa especulação de uma candidatura própria do partido” estaria causando “constrangimentos éticos” e “desorientação política” para alguns aliados, tanto no Ceará como em outros estados. Ainda não há data confirmada para a próxima reunião da comissão executiva nacional.

O deputado federal Edson Silva afirma que o presidente Eduardo Campos não chegou a convocar nenhuma reunião com a bancada federal para debater a possibilidade de lançar candidatura do PSB à presidência da República, acrescentando que o clima atual do partido é de divisão entre o nome de Campos e o apoio à Dilma Rousseff.

Cargos

Ainda da avaliação do deputado federal, a postura de Eduardo Campos em demonstrar interesse no pleito de 2014 foi um tanto precipitada, já que ainda integra a base aliada do Governo Federal. “Não podemos entender um partido que faz parte do Governo estar com campanha aberta nas ruas e ainda continuar recebendo benefícios do Governo Federal. Para ele, caso o PSB decida lançar nome próprio em 2014, deve imediatamente entregar os cargos que ocupa no Executivo Federal.

Apesar das investidas de Eduardo Campos nos últimos meses, Edson Silva diz acreditar que o dirigente nacional deu uma freada nas insinuações de candidatura. O deputado cearense ainda explica que a população de Pernambuco estaria reivindicando atenção do governador pernambucano, já que nos últimos meses sua agenda tem sido bastante intensa.

O deputado Edson Silva também ressalta os prejuízos internos do partido a respeito da indefinição sobre as eleições do próximo ano. “É natural que se fragilize se não há entendimento 100% nesse caminho. A coisa não foi bem iniciada. Antes de se colocar o nome na grande mídia, ele (Eduardo Campos) deveria ter sentado e conversado com a bancada federal do PSB”, opina, acrescentando que esse anseio por uma definição da legenda é compartilhada por parlamentares de outros estados.

Na reunião presidida, ontem, pelo governador Cid Gomes, presidente do PSB no Ceará, a pauta principal do encontro foi a renovação das comissões provisórias do partido no Interior. Atualmente, pelo menos 151 comissões estão vencidas. No total, o PSB está representando em 181 municípios cearenses, entre comissões provisórias e diretórios municipais. As únicas cidades não contempladas pela legenda são Jijoca de Jericoacoara, Miraíma e Potengi.

Filiação

O encontro de ontem foi uma solicitação de dirigentes do partido. Na ocasião, o presidente da legenda no Ceará, governador Cid Gomes, lembrou que o momento é de fazer uma “grande filiação” nos municípios cearenses a fim de ampliar a representação da sigla no Estado.

Numa plateia formada por prefeitos e vereadores cearenses, Cid Gomes leu a lista de todas as comissões provisórias do PSB e ia questionando se ela deveria ou não ser renovada. As lideranças das referidas cidades respondiam se a comissão ainda tinha condições de ser renovada e por quanto tempo seria.

O encontro reuniu dezenas de pessebistas, incluindo o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, deputados estaduais, como José Sarto, Welington Landim e José Albuquerque, além de secretários de Governo. Dirigentes municipais do PSB aproveitaram a oportunidade para pautar as demandas específicas de suas cidades.

 

Diário do Nordeste-Cidades-07 de maio de 2013

James Akel comenta aparição de Eduardo Campos na televisão quinta-feira à noite

 

No programa político de ontem do PSB, colocaram Eduardo Campos pra todo Brasil ver.
Ele é a alternativa de candidato à presidência que o PSB tem.
O programa político mostrou muito close de Eduardo Campos e seus olhos azuis.
É incrível a semelhança dele com Chico Buarque.
Até o tipo de close dado em Campos foi muito parecido com programas musicais que Chico Buarque fez na TV no passado.
Poderiam criar um lema de campanha tipo Votem em Eduardo Campos e Imaginem Votar em Chico Buarque.

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 03h47 no dia 26 de abril de 2013

James Akel comenta que Dilma quer atenção especial a Eduardo Campos

 

A presidente Dilma não quer ser pega de surpresa em relação ao seu concorrente Eduardo Campos pra eleição de 2014.
Dilma sabe que ele vai ser um fato novo e o povo é volúvel na eleição e pode desejar experimentar um fato novo.
Dilma também já percebeu que está com o ministro da Fazenda errado e em 2014 as finanças do Brasil podem comprometer sua eleição.
Então incumbiu certos ministros a acompanharem os passos de Eduardo Campos para neutralizarem suas ações futuras.

 

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 00h51 no dia 01/04/2013