Renato Maurício Prado comenta que Eduardo Bandeira de Mello poderá ser reeleito se o Flamengo for para a Libertadores 2016

Bandeira de Mello Flamengo x Vasco (Foto: Richard Souza/GloboEsporte.com)

A galope
Bastidores da vida social e política na Gávea indicam fortemente que, caso o Flamengo siga evoluindo no futebol e se mantenha no G-4, garantindo uma vaga na Libertadores 2016, o presidente Eduardo Bandeira de Mello se reelegerá com grande facilidade. A dupla Wallim e Bap é vista como a parte mais arrogante da antiga chapa azul e também a mais incompetente em termos de futebol – vide a catastrófica passagem do primeiro como vice do departamento e as desastradas indicações do segundo: responsável por Val, Bruninho e outras coisas do gênero, indicadas por ele com base no que vê no interior de São Paulo.

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 13/09/2015

Renato Maurício Prado comenta pompa de Eduardo Bandeira de Mello após receber elogio de Dilma Rousseff

 

Abraço de afogado

O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, anda todo pimpão porque foi elogiado pela presidenta Dilma, após a aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal do Futebol. Será que, a essa altura do campeonato, ele ainda acha que elogio dela conta a favor?

 

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 14/08/2015

Renato Maurício Prado volta a despejar veneno contra Eduardo Bandeira de Mello

 

Sempre achei que o maior problema da bem-intencionada diretoria do Flamengo (aparentemente, competente em termos de gestão de finanças) era não saber bulhufas de futebol. Mudei de opinião. Bem pior que a ignorância em relação ao mundo da bola é a arrogância que faz com que erros crassos sejam cometidos e se insista neles por muito mais tempo do que seria razoável e aceitável.

O caso atual é exemplar. Ex-jogador de qualidade e excelente pessoa, Cristóvão, como treinador, chegou a dar a impressão de que também teria futuro na função, mas no próprio Vasco, onde estreou tardiamente, aos 52 anos, assumindo o cargo de Ricardo Gomes, após o AVC do titular, descobriu-se que não era bem assim.

O mesmo se deu no Bahia e, posteriormente no Fluminense, por onde passou e acabou demitido por falta de resultados. O que levou o Flamengo a decidir, desastrosamente, que seria ele o substituto ideal para Vanderlei, não se sabe. Se foi Rodrigo Caetano o seu principal avalista, deve sair com ele.

O que faz com que insistam é público e notório: a soberba de não reconhecer o equívoco, que é apenas mais um entre os inúmeros cometidos no futebol na atual gestão. Se tivessem esperado um pouco mais, logo após a demissão de Luxemburgo, teriam encontrado disponíveis no mercado Marcelo Oliveira e Oswaldo de Oliveira, ambos infinitamente mais preparados e prontos para dirigir um gigante do tamanho do Mais Querido.

Até lá, aposto, Jayme de Almeida (treinador que ganhou os dois únicos títulos da atual diretoria) teria dado mais certo que Cristóvão — é cria da casa, conhece cada palmo da Gávea e do Ninho do Urubu, além de ser adorado pelos jogadores.

Qualquer um que já tenha vivido o Flamengo de perto sabe disso. Menos os executivos, que caíram de paraquedas no futebol e devem usar planilhas Excel e Power Point para discutir táticas com a comissão técnica. Não sabem nada, inocentes…

 

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 07 de julho de 2015

Renato Maurício Prado comenta alguns percalços vividos pelo sócio-torcedor do Flamengo

 

O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, voltou a dizer ontem, na cerimônia de posse de Marco Polo del Nero, na CBF, que a contratação de craques depende dos torcedores — ou seja do programa sócio-torcedor do Fla, que segue patinando apesar de a torcida do rubro-negro ser a maior do país. Bandeira garantiu que se o clube atingir a meta de 80 mil sócios-torcedores até a metade do ano um grande jogador será contratado.

Tudo muito bom, tudo muito bem, a diretoria rubro-negra parece estar mesmo colocando as coisas em ordem (principalmente no aspecto financeiro) e é justo que tenha tais expectativas. Mas, pelo que dá para sentir pelos muitos torcedores do Flamengo que me escrevem, abordando o assunto, fica evidente que a administração do plano rubro-negro ainda tem muito que melhorar para que o Mais Querido possa ocupar a sua posição de direito.

A última mensagem desse tipo, que recebi, veio através do Facebook. E quem a escreveu foi Carlos Brazil. Vale a pena ler e prestar atenção no que ele relata:

“Depois reclamam por que o Flamengo não tem mais sócios torcedores. Sou sócio proprietário do clube desde 90; sou sócio torcedor; pago sócio-torcedor para dois filhos, não frequento o clube e quase nunca utilizo as carteiras de sócio-torcedor por ir a jogo com amigos na cadeira especial. Faço para ajudar o clube.

No jogo desse domingo (passado) resolvi ir com outros amigos em outro local do estádio e com um dos meus filhos de 13 anos. Tentei comprar ingresso pra mim. Não pude porque minha carteira de ACESSO AO CLUBE estava vencida. Pago a mensalidade em dia e mesmo assim teria que ir ao clube que, repito, não frequento. Uma alma bondosa dentro da Gávea pagou a minha nova carteira (R$15,00) do dinheiro dela para que minha situação ficasse regularizada. Ela entendeu o absurdo da situação. OK. Consegui comprar o ingresso.

Próximo passo: comprar o ingresso do meu filho de 13 anos. Acham que consegui? É exigido que o pagamento seja feito com cartão de crédito (como se não bastasse, porque se o cara não tiver Visa ou Mastercard ele não pode pagar nada!!!) no nome do TITULAR. Como o titular é meu filho de 13 anos, que, obviamente, não tem cartão de crédito, não consegui comprar.

É sério este país? É para levar a sério o sócio-torcedor dos clubes? É para levar a sério o sócio-torcedor do Flamengo? Na boa… melhor ficar no “pay per view” como parece que todos os que fazem futebol preferem”.

Como se diz no mercado (e a maioria dos membros da atual diretoria veio de lá), o cliente tem sempre razão. Está mais do que na hora de se colocar um foco mais forte na administração do plano para que ele facilite de fato a vida do torcedor e não a complique ainda mais, como tem feito.

 

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 17/04/2015

Renato Maurício Prado comenta que Eduardo Bandeira De Mello cedeu às reclamações

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Aos poucos

O presidente Eduardo Bandeira de Mello e sua diretoria recusaram-se a entregar o futebol do Flamengo, mas já tomaram três das medidas propostas pelo grupo de ex-presidentes: demissão de Ney Franco, ingressos mais baratos e treino na Gávea, ao menos uma vez por semana.

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 25.07.2014

Renato Maurício Prado comenta que Eduardo Bandeira de Mello está para o Flamengo do mesmo jeito que Edward John Smith esteve para o Titanic

 

Mais uma prova cabal da incompetência galopante que assola o Flamengo. Em meio à enorme crise, o presidente Eduardo Bandeira de Mello entra de férias (será que volta?) e os jogadores serão agraciados com duas semanas de folgas durante a Copa! Um período que, obviamente, deveria ser usado para uma boa temporada de treinos que permitisse recuperar a péssima forma física exibida nas rodadas iniciais do Brasileiro e também para que o técnico Ney Franco (que acaba de chegar) bem como o novo executivo de futebol pudessem se familiarizar com o elenco. Mas, qual o que: “la nave va”… Completamente à deriva!

 

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 01.06.2014

Renato Maurício Prado comenta vexame duplo do Flamengo na última quarta-feira

O maior vexame do Flamengo, na noite de quarta-feira passada, no Maracanã, não aconteceu dentro de campo, mas na tribuna. Lá, ao final da partida que selou a desclassificação rubro-negra na fase de grupos da Libertadores, o presidente Eduardo Bandeira de Mello resolveu bater boca com os torcedores que deixavam o estádio e quase iniciou um tumulto generalizado.

Os depoimentos que se seguem são os mais detalhados, entre vários que recebi sobre o assunto. Um episódio constrangedor que evidencia o descontrole e despreparo de Bandeira para lidar com a torcida e as críticas naturais após um fiasco como protagonizado nesta Libertadores.

“Renato, assisti ao jogo com o meu filho; chegamos com a bola rolando, não havia mais lugares e ficamos em pé na rampa de acesso ao setor inferior oeste. Um pouco antes de terminar a partida, vi o Bandeira de Mello com a família e, algumas cadeiras à direita, o Wallim.

Consumada a tragédia, fiquei observando as reações do presidente, que ficou de pé, olhando fixamente para o campo. Já estava cercado de seguranças, quando torcedores que saíam do nosso setor notaram a sua presença e começaram a xingá-lo pela derrota, falta de reforços, ingressos caros, etc…

Um destes ficou parado na rampa, o encarando, de longe. E Bandeira de Mello, ao invés de ir embora, como fez o Wallim, ficou apontando para este torcedor e, fisionomia transtornada pelo ódio, desandou a mandar o sujeito “tomar caju” (diversas vezes!), dizendo que ele era isso aquilo e aquilo outro. Uma cena absolutamente ridícula ainda mais para alguém que ocupa seu o cargo.

Tal destempero fez com que outros torcedores, revoltados, começassem a subir mais para perto dele, aumentando o tom das ofensas. Aí, um dos filhos do presidente e mais uma mulher que estava no grupo tentaram partir pra briga! Estavam também transtornados, gesticulando e xingando e acabaram levados embora pelos seguranças. Mas o próprio Bandeira não queria sair!

Todos que estavam por perto e não se envolveram na confusão, como eu, ficaram perplexos. Retrucar cobranças de torcedores com xingamentos grosseiros equivale a ofender a torcida inteira. E nessa noite 60 mil rubro-negros proporcionaram uma renda de R$ 3 milhões. Eu, pessoalmente paguei quase R$ 250 para estar com meu filho naquele setor. Ou seja, a torcida contribuindo como sempre, mesmo estando o time cheio de jogadores que nem sequer tem condições de vestir aquela camisa. Quando o Negueba vira salvação… Não era isso que esperávamos de um presidente. Após tanta incompetência e erros grosseiros, no futebol, essa diretoria ainda acha que está com a razão? “.

Nem uma senhora escapou

Outro depoimento sobre o mesmo vexame:

“Fui ao jogo e, assim como os 60 mil outros torcedores, estava confiante na vitória. Paguei R$ 160 pelo ingresso e minha cadeira ficava bem perto da Tribuna de Honra. Fim de jogo, chateado, fui saindo quando me deparei com um tumulto que vinha de lá, onde um homem descontrolado, falava vários palavrões, xingando todo mundo. Uma senhora que estava ao meu lado, espantada, ainda retrucou:

— O que é isso Presidente?

Nem posso falar para aonde o nosso Presidente mandou a torcedora… Fiquei paralisado: sabe qual a idade desta senhora? 72 anos. Lamentável. Faltou educação, respeito com o torcedor. Alguém deveria lembrá-lo de que é o presidente de um clube que tem 40 milhões de torcedores. Gostaria de saber se ele tratava os parceiros do BNDES assim”.

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 11.04.2014

Apesar de ‘veto’ da Fifa, Flamengo e Bota planejam jogar Libertadores no Maracanã

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Flamengo e Botafogo pretendem mandar seus jogos da Taça Libertadores da América no Maracanã, apesar da recomendação da Fifa para limitar o número de partidas no estádio a quatro por mês.

– Nós já temos uma sinalização do consórcio (que administra o estádio) de que é possível jogar mais vezes, sem prejuízo ao gramado. É a nossa casa, nossa prioridade é jogar lá – disse o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello.

A alternativa mais provável é que os dois clubes mandem seus jogos pelo Campeonato Carioca em outros estádios, e assim preservem o Maracanã para duelos da Libertadores.

Consultado pelo blog, o COL (Comitê Organizador Local) da Copa informou que não se trata de uma proibição de uso do estádio, mas apenas uma sugestão.

O Botafogo precisa passar pelo mata-mata prévio à fase de grupos. Caso supere o Deportivo Quito, o Alvinegro também pretende usar o Maracanã no decorrer da competição. O Mané Garrincha, em Brasília, é a alternativa mais provável na hipótese de o Maracanã ser negado aos dois clubes.

Blog Bastidores FC

Presidente do Flamengo leva à CBF e a colegas a ideia de que salvar o Fluminense será uma vergonha

O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, aproveitou a passagem pelo Paraguai – onde esteve no sorteio da Libertadores – para difundir entre seus pares a ideia de que salvar o Fluminense do rebaixamento será uma vergonha para o futebol brasileiro.

– No momento em que estamos trabalhando para modernizar o futebol, isso seria um golpe, uma tentativa de mudar o resultado do campo, algo inaceitável – disse o dirigente rubro-negro.

Bandeira conversou sobre o tema com Fábio Koff, do Grêmio, e Alexandre Kalil, do Atlético-MG. Do primeiro, ganhou um apoio tímido. Do segundo, apoio irrestrito.

– Tem que se fazer justiça – afirmou o presidente gremista.

Kalil foi muito mais enfático.

– Eu cheguei aqui (ao Paraguai) pensando que havia uma irregularidade (da Portuguesa) e que havia necessidade de punição. Agora fico sabendo que já houve um caso parecido com o Cruzeiro e só aplicaram multa. Bom, então é o caso de ter multa para a Portuguesa também.

O presidente do Atlético-MG repetiu um argumento usado por Bandeira de Mello – o do “momento” que o futebol brasileiro vive.

– Há uma renovação no futebol brasileiro, dirigentes novos, com ideias novas, mal ou bem nós estamos tentando mudar as coisas para melhor, pagando em dia, tentando acertar nossas dívidas. Agora aparece tudo isso de novo, tapetão, rebaixamento decidido em tribunal, estamos voltando no tempo.

Alexandre Kalil só discordou de um ponto do presidente do Flamengo. Bandeira de Mello afirmou que, se estivesse no lugar do Fluminense, jogaria a Série B. E o Galo?

– De jeito nenhum. Aí eu faria de tudo para ficar na Série A. Eu suaria sangue, faria o diabo, aí eu sou obrigado a defender o Galo? Ele falou isso, é? Mas aí é porque ele é muito bonzinho. Eu não.

O presidente do Flamengo também conversou longamente com o presidente da CBF, José Maria Marin, e seu vice, Marco Polo Del Nero. O caso da Portuguesa no STJD não foi o único assunto. Mas também se tratou disso.

Questionados pelo blog em momentos diferentes, tanto Marin quanto Del Nero deram exatamente a mesma resposta, a mesma frase curta.

– É o tribunal que vai decidir.

 

Blog Bastidores FC

Pricy Brazilian Cup tickets becomes police case

8:29 AM Thursday Nov 14, 2013

RIO DE JANEIRO (AP) Two Flamengo club officials have been briefly detained for failing to provide documents to authorities investigating a price hike in tickets for the Brazilian Cup final.

Flamengo, Brazil’s most popular club, significantly raised prices for the final against Atletico Paranaense, prompting several complaints from consumer advocates and becoming part of a probe by the city’s consumer rights department.

Tickets for the final at the Maracana Stadium next week range from about $110-350, which authorities say is more than 30 percent higher than what was charged in the semifinals.

Local media said the current prices are at least 150 percent higher than usual.

Flamengo says it’s entitled to raise prices for the high-demand match, a common practice in Brazil. It also notes that most fans will pay discounted prices, and that the added money will help bring new players next season.

“It feels like we are back to the dictatorship era,” Flamengo president Eduardo Bandeira de Mello told the O Globo newspaper.

 

The New Zealand Herald