#Retrospectiva2017 – Bahia campeão da Copa do Nordeste 2017

JOGO DA IDA – 17/05/2017

Sport e Bahia ficam no empate em jogo de ida da final do Nordestão

Tricolores abriram o placar no segundo tempo e rubro-negros conseguiram empatar no final; empate sem gols favorece ao Tricolor de Aço na volta, na Arena Fonte Nova

 

Tudo aberto na final do Nordestão. No primeiro jogo da final, nesta quarta-feira, na Ilha do Retiro, Sport e Bahia empataram por 1 a 1. O Esquadrão de Aço saiu na frente com Juninho. Mas o xará dele, talismã do Leão, empatou o duelo no final da partida. O campeão será decidido em Salvador, na semana que vem.

Na partida final, quarta-feira que vem, na Fonte Nova, o cenário é este: 0 a 0 favorece o Bahia (que marcou um tento fora de casa). Já 1 a 1 vai para os pênaltis. Qualquer outro empate dá Sport (pelo mesmo critério de gols como visitante). E, claro, quem ganhar leva a taça.

Empurrado pela torcida e com a intenção de fazer vantagem no primeiro jogo, o Sport tomou a iniciativa da partida na etapa inicial. Com uma formação mais ofensiva, em que Ney Franco abriu mão dos três volantes, o Leão teve mais chances que o Bahia. As principais foram com Rogério e Matheus Ferraz, que acertou até a trave de Jean.

O time de Guto Ferreira, por outro lado, tinha uma proposta mais defensiva. Cheio de desfalques, o Esquadrão de Aço foi quem entrou com três jogadores de pegada no meio-campo e buscou o contra-ataque. Quase chegou a abrir com Allione, na frente de Magrão, e marcou com Zé Rafael – mas, em decisão polêmica, o árbitro anulou. Ele enxergou impedimento de Renê Junior considerando que, mesmo sem tocar na bola, o jogador participou do lance.

Na volta do intervalo, o Bahia voltou melhor. Mais organizado, com toque de bola, o time de Guto Ferreira abriu o placar. O Sport sentiu o golpe e poderia ter levado mais, não fosse um milagre de Magrão. Após alguns minutos de turbulência, o time rubro-negro conseguiu o empate, na estrela de Juninho, que havia saído do banco de reservas.

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Jogo da Volta – 24/05/2017

É campeão! Bahia bate o Sport e conquista a Copa do Nordeste 2017

Edigar Junio marca o gol da partida, que conta com mais de 40 mil pagantes. Sport tem Rogério expulso ainda no primeiro tempo

Fazia tempo. Muito tempo. As fotos que serviam de lembrança já estavam até desbotadas. Em 2002, o Bahia conquistou pela última vez a Copa do Nordeste. E, na noite desta quarta-feira, 15 anos depois, redescobriu a sensação de ter nas mãos o título da principal competição regional do país. Na Arena Fonte Nova, o Tricolor bateu o Sport por 1 a 0, com gol marcado por Edigar Junio, e muita festa nas arquibancadas. O público pagante foi de 40.739 pessoas, com renda de R$ 1.620.453,50.

Cadê o Sport?

O Sport precisava balançar as redes para sair da Fonte Nova com o título da Copa do Nordeste. Mas a inércia do time contrastava com a necessidade pelo resultado. Com pouca articulação, a equipe pernambucana encerrou a primeira etapa sem exigir ao menos uma defesa do goleiro Jean. O Bahia, a quem o empate sem gols bastava, foi o oposto e colecionou chances. Aos 12 minutos, abriu o placar com Edigar Junio, que recebeu passe de Armero, enganou a marcação e encobriu Magrão. Régis quase ampliou e Edigar Junio acertou a trave. A situação para o Leão da Ilha não era boa e ficou ainda pior quando Rogério simulou um pênalti e foi expulso.

Para tentar tornar o Sport mais agressivo, Ney Franco substituiu Raul Prata por Marquinhos. Mas foi novamente o Bahia quem conseguiu criar oportunidades. Edigar Junio chegou a marcar, mas o lance foi anulado por impedimento do atacante. Magrão foi o responsável por evitar o gol de Régis, que ganhou na velocidade e chutou forte. Pouco tempo depois, o goleiro foi decisivo mais uma vez, ao fazer grande defesa em chute de Edigar Junio. O primeiro chute do time pernambucano só ocorreu aos 26 minutos, com Everton Felipe. Na base do abafa, o Rubro-Negro ainda tentou chegar ao empate, mas foi pouco para um time que mostrou pouca ambição e organização desde os instantes iniciais.

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Bahia 1 x 0 Cruzeiro – Serie A 2017

O JOGO

O Bahia segue com 100% de aproveitamento em casa neste Brasileirão. A vítima da vez foi o Cruzeiro, que teve Henrique expulso, não resistiu à pressão do Tricolor na Arena Fonte Nova e foi derrotado por 1 a 0, gol marcado por Edigar Junio. Depois de um primeiro tempo de muita autoridade dos donos da casa, que desperdiçaram grandes chances, a equipe celeste subiu de produção na etapa final, porém não conseguiu o gol de empate.

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

A expulsão de Henrique, escalado para atuar improvisado como zagueiro, logo aos nove minutos de bola rolando, estragou qualquer que tenha sido o plano de jogo traçado por Mano Menezes. Com um jogador a mais, o Bahia, que aposta na mobilidade do seu setor ofensivo, dominou amplamente as ações. O gol de Edigar Junio, aos 17, só traduziu no placar a superioridade dos donos da casa. A equipe de Jorginho soube trocar passes, rodar a bola de um lado para o outro e acelerar o ritmo quando era preciso. Pelo volume de jogo e intensidade do Tricolor baiano, 1 a 0 foi até pouco na primeira etapa

DESTAQUE

O SEGUNDO TEMPO

O segundo tempo foi diferente. O Bahia apostava na posse de bola, porém o Cruzeiro cresceu e foi, inclusive, superior na maior parte do tempo. Mano pediu que a equipe subisse um pouco mais as linhas e ajustou a marcação, dificultando a saída de bola tricolor. Enquanto isso, no ataque, os cruzeirenses apostaram na aproximação e troca de passes curtos, estratégia que funcionou bem. Thiago Neves teve ótima chance de marcar, mas Matheus Reis salvou de forma impressionante. Com o passar do tempo, a equipe celeste, castigada pelo cansaço, passou a ceder contra-ataques perigosos. Em um deles, Mendoza, estreante da noite, quase deixa o seu

DESTAQUE

PRÓXIMA RODADA

No próximo domingo, o Cruzeiro recebe o Atlético-GO no Mineirão, às 18h30 (de Brasília). Já o Bahia vai até Porto Alegre para enfrentar o Grêmio na segunda-feira, às 20h.

DESTAQUE

COMO FICA

Com nove pontos, o Bahia subiu três posições e agora é o sexto da tabela. O Cruzeiro caiu duas posições e, com sete pontos, está em 10º. A partida desta noite teve 18.917 pagantes e uma renda de R$ 435.380,50.

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Bahia 6 x 2 Atlético Paranaense

O JOGO

FIM DE UM TABU

Havia 15 anos que o Bahia não vencia em estreias na Série A. Em 2017, quitou essa dívida com juros. Em tarde inspirada do rápido quarteto ofensivo, o Tricolor triturou o Atlético-PR na Arena Fonte Nova e venceu por 6 a 2 usando, principalmente, a velocidade: a equipe de Guto Ferreira fez quatro gols em sete minutos, todos em jogadas de contra-ataque. Tiago, Zé Rafael, Edigar Junio, Edson e Régis, duas vezes, marcaram para o Bahia. Guilherme e Marcão descontaram para o Furacão.

DESTAQUE

PÚBLICO E RENDA

A Fonte Nova recebeu um público total de pagantes de 8.127, para uma renda de R$ 134.152,50.

DESTAQUE

PRÓXIMOS JOGOS

As duas equipes só voltam a campo pelo Brasileiro no próximo domingo. Enquanto o Bahia sai para enfrentar o Vasco, em São Januário, o Atlético-PR recebe o Grêmio, na Arena da Baixada. Na quarta-feira, o Tricolor tem a final da Copa do Nordeste contra o Sport, e o Furacão decide a vida na Libertadores contra o Univerdad Católica, do Chile.

DESTAQUE

NOME DO JOGO

Régis, que era dúvida antes de a bola rolar, foi o grande destaque do Tricolor. Principal nome da equipe na temporada, ele marcou dois golaços e já apresentou o seu cartão de visitas. Olho nele!

DESTAQUE

CHUVA DE GOLS

Sete gols no primeiro tempo? Ô, glória! Bahia e Atlético-PR fizeram um jogo alucinante na Fonte Nova, com muita intensidade e sem deixar o torcedor respirar. O Tricolor começou o jogo pressionando, mas os visitantes foram mais perigosos: com alas bem abertos, o Furacão alargou o campo, abriu a defesa do Bahia e levou perigo. Foi assim que inaugurou o placar, com Guilherme. O Bahia empatou na bola parada, com Tiago fuzilando o gol de Weverton após cobrança de escanteio de Juninho. O Atlético-PR passou na frente novamente também em bola parada, com o zagueiro Marcão. Depois daí, só deu Bahia, que balançou as redes quatro vezes em sete minutos, aproveitando contra-ataques. Zé Rafael, Edigar Junio e Régis, duas vezes, marcaram.

DESTAQUE

ÁGUA NA FERVURA

O Atlético-PR não esboçou qualquer sinal de reação na etapa final. Abatido e aparentando desgaste físico, a equipe paranaense foi presa fácil para o Tricolor, que apenas administrou a vantagem confortável estabelecida no primeiro tempo. Prova disso é que, quando resolveu acelerar o jogo, o Bahia chegou ao sexto gol com Edson, que havia tentado outras duas vezes em sequência antes de balançar as redes.

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Confiança(SE) 0 x 3 Bahia(BA)

02/03/2016 23h41 – Atualizado em 02/03/2016 23h53

Brocador marca dois, Bahia vence o Confiança e coloca a mão na vaga

Com melhor campanha do Nordestão, Tricolor vence o Dragão no estádio Batistão pelo placar de 3 a 0, com dois gols de Hernane Brocador e um de Edigar Junio

Hernane Brocador atualizou o seu status: está em um relacionamento sério com as redes. Na noite desta quarta-feira, o atacante marcou dois dos três gols do triunfo por 3 a 0 do Bahia sobre o Confiança, no estádio Batistão, em jogo válido pela 4ª rodada da Copa do Nordeste – Edigar Junio também deixou sua marca. Além de assumir a artilharia da competição, o Brocador chega à impressionante marca de oito gols em seis jogos disputados, média de mais de um por partida.

O Bahia segue de bem com a vida, tem a melhor campanha da Copa do Nordeste, com 12 pontos em quatro jogos disputados. A classificação para a próxima fase é mera questão de tempo. Já o Confiança, com apenas um ponto, praticamente dá adeus ao sonho de continuar sua caminhada na competição.

Pela Copa do Nordeste, as duas equipes voltam a campo na terça-feira: o Confiança viaja para enfrentar o Santa Cruz, no Arruda, e o Bahia recebe a Juazeirense, na Arena Fone Nova. Antes, o Dragão pega o Lagarto, no sábado, pelo Campeonato Sergipano, enquanto o Bahia encara o Bahia de Feira no domingo, pelo Baianão.

Confiança x Bahia  (Foto: João Áquila / GloboEsporte.com)
Confiança e Bahia se enfrentaram no Batistão nesta quarta-feira
(Foto: João Áquila / GloboEsporte.com)

Duas vezes Brocador

A blitz do Bahia logo nos primeiros instantes de jogo deu a impressão de que não demoraria para que a equipe abrisse vantagem. Com dois minutos de bola rolando, o Tricolor sufocou o Confiança, que ficou acuado em seu campo de defesa. Em pouco tempo, a situação se inverteu. Em casa, o time sergipano tratou de sair para o jogo e passou a ocupar o campo de ataque do adversário, inclusive com duas boas chances de abrir o placar, com Leandro Kível e Danilo Bala. O problema de o Dragão não aproveitar as oportunidades é que, do outro lado, existe um atacante chamado Hernane Brocador. Em seis minutos, ele marcou duas vezes, uma de cabeça e outra aproveitando uma confusão na área após cobrança de escanteio. Depois dos dois gols, o jogo deu uma esfriada, e as chances de gol se tornaram escassas. Para o Bahia, um saldo negativo: o lateral João Paulo e volante Danilo Pires deixaram a partida machucados.

Lances ríspidos e gol de Edigar Junio

Com uma boa vantagem construída na primeira etapa, o Tricolor voltou do intervalo com uma postura mais defensiva, com dois volantes mais marcadores, Feijão e Paulo Roberto. Os visitantes passaram a marcar atrás da linha de meio-campo, dificultando a vida do Confiança, que precisava correr atrás do marcador. Quem teve trabalho mesmo na segunda etapa foi o árbitro do potiguar Caio Max Augusto Vieira. Assim como no primeiro confronto entre as equipes, o clima não foi nada amistoso entre os jogadores, que abusaram dos lances ríspidos: pontapés, cotoveladas… Em meio a lances lamentáveis, o Bahia arranjou tempo para matar o jogo: Edigar Junio arriscou da entrada da área e fechou o placar em 3 a 0.

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Bahia 3 x 1 Juazeirense

18/02/2016 22h22 – Atualizado em 18/02/2016 22h23

Com trio de ataque inspirado, Bahia passa fácil pela Juazeirense na Fonte

Hernane, Edigar Junio e Luisinho marcam no primeiro tempo e definem o triunfo do Tricolor pela Copa do Nordeste – Ebinho descontou. Partida aconteceu nesta quinta.

O Bahia precisou de apenas 45 minutos para definir a partida contra a Juazeirense, nesta quinta-feira, na Arena Fonte Nova. Em noite inspirada do seu trio de ataque, o Tricolor marcou três gols na primeira etapa e venceu a equipe do interior pelo placar de 3 a 1, em jogo válido pela 2ª rodada da Copa do Nordeste. Edigar Junio, Hernane e Juninho, de pênalti, balançaram as redes. O atacante Ebinho descontou para o Cancão de Fogo.

Por causa de uma trapalhada do trio de arbitragem, que foi a campo com o uniforme da mesma cor do traje usado pelos jogadores da Juazeirense, a partida só começou com 22 minutos de atraso. Em campo, o técnico Doriva promoveu a estreia do lateral Tinga, que contribuiu com um passe para gol.

O triunfo garante ao Tricolor a liderança do grupo C do Nordestão, com seis pontos ganhos, à frente do Santa Cruz, que venceu e conquistou os três primeiros pontos. A juazeirense, com apenas um, ocupa a lanterna do grupo – o time do interior perde no saldo de gols para o Confiança.

Bahia e Juazeirense voltam a campo neste domingo, só que pelo Campeonato Baiano. Enquanto o Tricolor viaja para Ilhéus para enfrentar o Colo Colo, o Cancão de Fogo recebe o Feirense em casa. Pelo Nordestão, as duas equipes só entram em ação na próxima quarta-feira: a equipe de Doriva pega o Confiança, e o time do interior enfrenta o Santa Cruz.

Bahia x Juazeirense (Foto: RAUL SPINASSé/AGÊNCIA A TARDE/ESTADÃO CONTEÚDO)
Jogadores do Bahia comemoram gol de Luisinho
(Foto: RAUL SPINASSé/AGÊNCIA A TARDE/ESTADÃO CONTEÚDO)

Trio de ataque funciona em 45 minutos

Foram 45 minutos de muita intensidade e bom futebol por parte do Bahia, os melhores da temporada até o momento. O time até começou o jogo um pouco travado, com dificuldades para superar a marcação da Juazeirense, mas bastou a primeira boa jogada aparecer para que o time do técnico Doriva encontrasse o caminho do gol. O primeiro, anotado por Edigar Junio, surgiu pelo lado direito, setor do campo onde o Tricolor mais gosta de atacar, com direito a assistência do estreante Tinga. Não demorou dez minutos para o time ampliar o marcador. Marcelo Lomba iniciou um contra-ataque rápido que terminou no pé direito de Hernane, que soltou a bomba para estufar as redes. O Bahia chegou ao terceiro gol com Luisinho, em cobrança de pênalti que ele mesmo sofreu.

Juazeirense desconta, mas não consegue reagir

O ritmo da partida caiu bastante na segunda etapa. Com uma boa vantagem no marcador, o Bahia voltou do intervalo com o freio de mão puxado e criou poucas chances de gol. O time também sentiu a ausência de Hernane, que foi substituído com uma lesão no ombro e deixou com Edigar Junio a responsabilidade de jogar centralizado no ataque. A Juazeirense, que quase não incomodou Marcelo Lomba no primeiro tempo, aproveitou o ritmo lento do Bahia e chegou ao gol com Ebinho, após boa jogada de Elvis. O gol marcado aos 17 minutos deixou a impressão de que o Cancão de Fogo poderia pôr fogo na partida, porém a equipe não mostrou força para pressionar os donos da casa e saiu de campo derrotada por 3 a 1.

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Ceará sai na frente no placar, mas permite virada do Bahia, em Salvador

3 a 1 para os baianos na Arena Fonte Nova

Site do Ceará Sporting Club

Joinville 1 x 1 Sport

André empata na reta final e garante ponto em Joinville

O atacante rubro-negro marcou o gol de empate aos 44 minutos do 2º tempo

André empata na reta final e garante ponto em Joinville

Foto: Sport Club do Recife

O Sport foi até Santa Catarina enfrentar o Joinville e arrancou um empate importante, no final do jogo, garantindo mais um valioso ponto para a conta do Leão. O jogo válido pela 26ª rodada do Brasileirão, foi realizado na Arena Joinville, na noite desta quarta-feira (16). O elenco rubro-negro ainda pode trazer a primeira vitória fora de casa no retorno desta mesma viagem já que não voltará ao Recife e irá direto para o Rio de Janeiro, onde enfrenta o Vasco, no próximo domingo (20). O gol de empate foi marcado por André, aos 44 minutos da etapa final.

O jogo
O Joinville iniciou a partida pressionando o Sport, mas ainda na metade da primeira etapa o Leão conseguiu se impor. Crescendo no jogo, a posse de bola dos rubro- negros aumentou e as chegadas na linha de fundo se tornaram mais frequentes. Faltava apenas um pouco mais de capricho na finalização. Uma das melhores oportunidades dos leoninos no jogo foi aos 34 minutos. Rápido contra-ataque puxado, Maikon Leite dominou, entrou na área, mas a finalização terminou nas mãos do goleiro Agenor. Poucos minutos depois, aos 38, o JEC abriu o placar com Edigar Junio e foi para o intervalo vencendo parcialmente a partida por 1 a 0.

O Sport voltou modificado para o 2º tempo. O treinador Eduardo Baptista sacou Hernane Brocador e Maikon Leite do time para as entradas de Régis e Elber. A segunda etapa começou um pouco mais lenta, mas pouco a pouco os rubro-negros foram buscando espaço em campo. As oportunidades começaram a surgir, aos 11 minutos, o meia Régis ficou de frente para o goleiro e finalizou. Agenor estava em uma noite inspirada e garantiu a defesa. Eduardo fez a última mudança aos 31 minutos, trocando Ferrugem por Samuel Xavier. O árbitro Ricardo Marques Ribeiro deu cinco minutos de acréscimos ao 2º tempo, mas mesmo antes do tempo adicional iniciar, o atacante André mudou a história do jogo. Ele que normalmente é o “garçom” do time, recebeu um passe impecável de Marlone e concluiu sem deixar chances para o goleiro.

No próximo domingo (20), o elenco leonino tem mais um compromisso fora de casa. Desta vez será contra o lanterna da Série A, o Vasco, às 16h30, no Maracanã. A delegação rubro-negra deixa Joinville ainda na manhã da quinta-feira (17), com destino ao Rio de Janeiro e volta a treinar na sexta-feira (18). O último treino antes de voltar a jogar será na manhã do sábado (19).

Site do Sport Club do Recife

Atlético Paranaense 2 x 2 Coritiba

Atlético-PR e Coritiba empatam no primeiro Atletiba da nova Arena: 2 a 2

Com recorde de público, Furacão marca com Walter e Edigar Junio e fica no terceiro lugar. Coxa balança as redes com Wellington Paulista e Ruy, mas segue no Z-4

 

Atlético-PR e Coritiba protagonizaram um emocionante empate no primeiro Atletiba da nova Arena da Baixada. Os times ficaram no 2 a 2 na tarde deste domingo, em jogo válido pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro. Wellington Paulista e Ruy marcaram para o Coxa; Walter e Edigar Junio anotaram os gols rubro-negros. Com o resultado, o Furacão ficou no terceiro lugar, agora com 16 pontos. Já o Coxa segue na zona de rebaixamento, com quatro.

O jogo deste domingo registrou o melhor público do Furacão na nova Arena: 30.120 presentes e 26.773 pagantes, com renda de R$ 964.125,00.

A situação dos dois times antes do jogo poderia colocar o Atlético-PR como favorito ou, pelo menos, com certa vantagem. Ele tinha 12 pontos a mais na classificação (15 a três), jogava diante do seu torcedor e buscava a sétima vitória seguida como mandante. Mas, em clássico, tudo isso é detalhe. Quando a bola rolou, os times protagonizaram uma partida equilibrada. O Coritiba saiu na frente com Wellington Paulista após chute torto de Marcos Aurélio. Mas o Furacão empatou com Walter, também depois de uma finalização “errada” – de Ytalo.

O Atlético-PR voltou com uma postura ainda mais ofensiva. Ele tinha a posse de bola, rondava a área adversária, mas não conseguia criar lances claros de gol. O Coritiba aproveitou desatenção da defesa rubro-negra para, com Ruy, fazer 2 a 1. Mas, logo depois, João Paulo falhou, e Edigar Junio deu números finais à partida: 2 a 2 no primeiro Atletiba da nova Arena.

O Atlético-PR vai tentar reencontrar o caminho das vitórias diante da Ponte Preta, às 16h (horário de Brasília) de domingo, no Moisés Lucarelli. Já o Coritiba vai tentar dar início a uma arrancada para fugir da degola diante do Cruzeiro, também às 16h de domingo, no Couto Pereira.

douglas coutinho atlético-pr atletiba (Foto: Giuliano Gomes/PR Press)
Times ficam no 2 a 2 no primeiro Atletiba da nova Arena (Foto: Giuliano Gomes/PR Press)

O jogo

O técnico Milton Mendes, no 11° jogo à frente do Furacão, promoveu apenas uma mudança em relação à derrota para o Grêmio, na rodada passada: o meia Felipe substituiu o suspenso Nikão. Já Ney Franco, que tinha estreado na derrota para o Flamengo, mexeu em meio time. Destaque para João Paulo e Marcos Aurélio, dupla com passagem pelo rival. Apesar dos cenários distintos, os times protagonizaram um jogo equilibrado. Ytalo arriscou de longe, sem direção. Esquerdinha respondeu de cabeça, mas Weverton defendeu. Aos 19, o Coxa teve sorte. Marcos Aurélio pegou mal na bola, mas ela sobrou para Wellington Paulista bater com categoria e abrir o placar.

Mesmo em vantagem, o Coritiba manteve uma postura ofensiva. O Atlético-PR, por sua vez, abriu-se ainda mais em busca do gol. Que não demorou. Hernani cruzou, Ytalo não conseguiu dominar. Mas a bola sobrou para Walter, que finalizou firme, no canto, para deixar tudo igual. O jogo ficou lá e cá. Os mandantes apostavam em jogadas pelos lados, principalmente com Eduardo e Natanael, e em lançamentos longos. Os visitantes depositavam suas fichas na bola parada e nos contra-ataques, com Marcos Aurélio e companhia. Apesar disso, o primeiro tempo ficou mesmo no 1 a 1.

O Atlético-PR voltou com o mesmo time, mas com uma postura mais ofensiva para o segundo tempo. Eduardo e Douglas Coutinho pela direita, Natanael e Ytalo pela esquerda davam trabalho para a marcação adversária. O Furacão rondava a área, mas sofria para criar uma chance clara. O técnico Milton Mendes, então, trocou Felipe – de atuação discreta – por Giovanni. Depois, sacou Ytalo e colocou Edigar Junio. O Rubro-Negro tinha mais posse de bola (era de 55% aos 30 minutos do segundo tempo), mas faltava o algo a mais.

O Coritiba parecia esperar pacientemente um erro do adversário para balançar as redes. E o erro ocorreu aos 31. Marcos Aurélio tocou de calcanhar e deixou Ruy livre para fazer 2 a 1 na Arena da Baixada. O lance, em vez de abalar, acordou o Atlético-PR. Minutos depois, Edigar Junio roubou a bola de João Paulo na grande área e chutou forte para deixar o placar mais uma vez igual. No fim, Wellington Paulista e Norberto ainda foram expulsos. Mas não dava tempo para mais nada.

 

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Diretoria do Ceará deve anunciar Edigar Junio como novo reforço do clube

Novo reforço alvinegro foi destaque no Joinville em 2014 (Foto: José Carlos Fornér/JEC)

Depois da saída do astro da equipe, Magno Alves, a procura por um novo atacante já havia começado em Porangabuçu. E nesta terça-feira, 19, a diretoria do Ceará acertou (não assinou contrato), com Edigar Junio. A informação é do repórter Sérgio Cavalcante, da Rádio Metropolitana.

O jogador, de 24 anos, tem passagens pelo Atlético/PR e Joinville. Aliás, no time catarinense foi campeão da Série B e um dos destaques na temporada 2014. Neste início de temporada, ele defendia o Furacão.

A chegada de Edigar Junio está prevista para a próxima sexta-feira, 22, e outro atacante ainda poderá desembarcar. Vale lembrar que o clube alvinegro deve anunciar oficialmente os volantes Baraka e Ricardo Conceição, que treinam em Carlos de Alencar Pinto, desde a semana passada.

O Ceará volta a campo nesta quarta-feira, 20, às 22h, diante do América/MG, no PV, no jogo de volta da 2ª Fase da Copa do Brasil. Na ida, empate por  1 a 1. Já pela Série B, o Vovô encara o Paysandu, sábado, às 16h30, em Belém.

*Só pra avisar, o nome do jogador é Junio (sem o R mesmo, ok?)

 

Diário do Nordeste – Mário Kempes – 19/05/2015

Joinville 3 x 1 Ponte Preta

 3 x 1 

35ª RODADA
JOINVILLE INSISTE NO ALTO, DERRUBA PONTE DA LIDERANÇA E REFORÇA SONHO DE TÍTULO
Rogério e Bruno Aguiar aproveitam dois escanteios para vencer a sétima. Macaca, com peças pouco inspiradas, perde a primeira após dois meses.

Ponto corrido tem, sim, final de campeonato. Senão, o que foi Joinville e Ponte Preta nesta tarde? Estádio abarrotado, faltas em excesso, discussões contantes com arbitragem (não importa se há razão ou não), erros que fazem a partida fugir por entre os dedos. E a competência, claro, de saber usar o que tem de melhor. O JEC fez isso e muito mais. Insistiu na bola aérea até conseguir o resultado esperado. Assim, fez dois gols com Rogério e Bruno Aguiar e garantiu a festa dos quase 18 mil fanáticos que encheram a arena. Edigar Junio colocou a pá de cal e confirmou os 3 a 1 sobre a Ponte Preta, suficiente para tomar dela a liderança da Série B do Campeonato Brasileiro. Cafu, com a ponta da chuteira, fez o único tento dos paulistas.

Joinville x Ponte Preta comemoração (Foto: José Carlos Fornér/JEC)
Joinville comemora resultado fundamental para continuar na briga pelo título (Foto: José Carlos Fornér/JEC)
O clima de tensão ficou claro antes, durante e depois do jogo. A torcida catarinense fez uma linda festa para recepcionar os jogadores, com direito até a torcedor em cima do ônibus da delegação. O ambiente virou hostil em campo, quando titulares trocaram pancadas no meio-campo e travaram o confronto em boa parte do tempo. No fim, quem fez feio foi a torcida visitante: irritados com frases do locutor do estádio, os pontepretanos se desentenderam com a Polícia Militar e interromperam a partida nos minutos finais. Roberto e os outros jogadores foram até o local para impedir a briga, o que ajudou em parte a resolver o problema.

O triunfo dá vantagem ao JEC na briga pelo título, inédito para os dois que o disputam. O Joinville saltou para 69 pontos, números de destaque principalmente pela sequência impressionante de vitórias (agora, sete consecutivas, em oito rodadas invicto). O embalo, aumentado neste sábado por Rogério, Bruno Aguiar e Edigar Junio, aumenta a confiança dos catarinenses, que encaram Boa Esporte na terça-feira (fora), recebem o Luverdense no outro sábado e fecham a campanha em 2014 contra o Oeste, no interior de São Paulo. Caso tropece, ainda há um trunfo: tem duas vitórias a mais que a Macaca, importante no critério de desempate.

À Ponte, resta superar a perda da liderança pela primeira vez nas últimas nove rodadas. Outro ponto é o fim da invencibilidade de 13 jogos (dez vitórias e três empates). As peças-chaves da Macaca tiveram uma tarde pouco inspirada e pouco perigo levaram ao gol de Ivan. Só Cafu, ao aproveitar um rebote de chute de Rafael Costa. Agora, resta vencer o América-RN na próxima terça-feira no Majestoso e torcer para o Joinville tropeçar contra o Boa, em Varginha. A equipe alvinegra ainda encara América-MG, em casa, e Náutico, fora.

Joinville x Ponte  Preta (Foto: Renan Koerich)
Marcelo Costa levanta na área da Ponte: foi assim que o Joinville construiu a vitória (Foto: Renan Koerich)

O jogo

O resumo perfeito do primeiro tempo apontaria jogadas eletrizantes de cara e um final truncado demais para times com resultados tão bons na temporada. No calor da torcida, o Joinville forçou a primeira defesa de Roberto logo a um minuto, no que a Ponte respondeu com Cajá e Alexandro. Aos poucos, o ímpeto caiu e muito por culpa dos jogadores, que priorizaram as faltas para conter o adversário à criatividade na arena. Edson Ratinho, por exemplo, deu entrada criminosa em Roni e só recebeu o amarelo, assim como Bruno Aguiar e Juninho. Pouco futebol e muito problema para quem está brigando por título.

Os dois voltaram ao segundo tempo para o tudo ou nada. Em especial o Joinville, por toda a necessidade de derrubar o rival no último confronto direto entre eles. A bola parada, que falhou nos 45 minutos iniciais, deu certo com cruzamento de Marcelo Costa e gol de Rogério. A Ponte acordou com as mudanças de Guto e aproveitou a entrada de Rafael Costa, autor da jogada, para empatar com Cafu. O camisa 7 da Macaca pediu silêncio na arena. Que infelicidade! Os torcedores rivais fizeram o contrário e ajudaram Bruno Aguiar, revelado no Majestoso, mas identificado com o arquirrival Guarani, e Edigar Junio, em jogada de outro ex-bugrino (Fabinho), a matar a partida. Nem a confusão entre a torcida alvinegra e a polícia inflamou a partida, decidida no misto de acertos e erros. Melhor para um, ruim (mas nem tanto) para o outro.

torcida Ponte Preta (Foto: Renan Koerich)
Torcida da Macaca participa da bonita festa até a definição do placar: depois, só brigas (Foto: Renan Koerich)
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