A nova moda do nome e sobrenome no futebol

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Terça-Feira Gorda de Carnaval – e são tantas e diferentes as explicações da sua gordura, que é melhor ficar numa só: Mardi Gras, Terça-Feira Gorda em francês, é o último dia permitido para comer tudo que tem vontade, antes do jejum quaresmal.

Dia que, por ser feriado, permite divagar por outros assuntos, igualmente intrigantes, mas que também devem ter explicações das mais lógicas para todos eles.

Antes, era comum no nosso futebol, se ouvir no rádio as jogadas de Didi, Garrincha, Belini, Mazola, Tostão, Vavá, Pepe, Gilmar, Gerson, Clodoaldo, Dino, Jairzinho, Zito, Tatá, Zico, Zózimo, Dudu, Zagalo, Felix, Rivellino, entre tantos tão simples assim, até chegar ao maior de todos, Pelé, ante outros, mas poucos, chamados Domingos da Guia ou seu filho Ademir da Guia, Nilton Santos, De Sordi, Carlos Alberto.

Hoje, verifica-se, nos gramados, que uma boa maioria resolveu fazer uso do nome e sobrenome, como Felipe Rodrigues, André Castro, Pedro Carmona, Gabriel Leite, Martin Silva, Gustavo Scarpa, Diego Cavalieri, Thiago Neves, Rafael Sóbis, Felipe Melo, Michel Bastos, Marcos Rocha e Everton Souza, além de outros. Até no já aposentado Ronaldo inventaram um questionável “fenômeno”.

Nada que diminua ou aumente o tamanho da bola, mas que só fez crescer o trabalho dos narradores.

O número de palavras usadas em cada jogo, no mínimo, dobrou.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

#PrimeiraLiga – Figueirense 2 x 1 Atlético Mineiro

07/02/2016 18h56 – Atualizado em 07/02/2016 19h10

Figueira vence o Galo, mantém chance
de avançar e complica o time mineiro

Vitória da equipe catarinense por 2 a 1, em Florianópolis, com gols de Dudu e Guilherme Queiroz, deixa o Atlético-MG virtualmente eliminado da Primeira Liga

Atlético-MG, praticamente, não tem mais chances de conquistar a Copa da Primeira Liga. Na segunda partida do time de Diego Aguirre, o algoz foi o Figueirense, que venceu por 2 a 1, em Florianópolis. O time catarinense se recuperou da derrota para o América-MG, na primeira rodada, e mantém as chances de classificação às semifinais da competição.

Figueirense x Atlético-MG Primeira Liga (Foto: EDUARDO VALENTE - Agência Estado)
Dudu, de pênalti, abriu o placar para o Figueirense no Orlando Scarpelli
(Foto: Eduardo Valente/Agência Estado)

Por ter perdido na estreia do torneio para o Flamengo, o Galo precisava vencer, mas os gols de Dudu e Guilherme Queiroz, contra um de Eduardo, sacramentaram o destino atleticano, que ainda encara o América-MG, na terceira rodada, para cumprir tabela.

Com um time muito jovem em campo, já que o técnico Diego Aguirre quer observar todo o elenco, o Atlético-MG teve muitos garotos em campo. Mas foi o mais experiente que se destacou de maneira negativa. O zagueiro Edcarlos foi protagonista nos dois lances em que saíram os gols do Figueirense.

O jogo

O jogo começou em um ritmo forte, mesmo com as duas equipes bastante modificadas. O Figueirense tomou a iniciativa e, depois de dois lances que assustaram o goleiro Victor, o time da casa abriu o placar. Após chute de Guilherme Queiroz para o gol, a bola bateu no braço de Edcarlos e o árbitro Leandro Pedro Vuaden viu pênalti. Dudu cobrou e colocou o Figueira na frente.

 

Mas depois do gol, só deu Galo. O time mineiro passou a pressionar e a descer para o ataque envolvendo o Figueirense com toques rápidos. Hyuri chegou a balançar as redes, mas estava impedido após cruzamento de Pablo. Mas a justiça não demorou. Eduardo completou de cabeça escanteio cobrado por Dátolo e deixou tudo igual.

O segundo tempo seguia o mesmo caminho, com o Atlético-MG superior. Mas Gabriel Esteves, que havia entrado no lugar de Luan, aproveitou vacilo de Edcarlos – de novo ele – que deixou Guilherme Queiroz passar e só rolou para o gol, dentro da pequena área. Figueira novamente na frente.

O técnico do Atlético-MG, Diego Aguirre, resolveu testar e observar a garotada. Dodô, Henrique e Carlos César foram para o jogo. Hudson Coutinho, treinador do Figueira, quis segurar o placar e colocou Henrique Trevisan e Jaime. O Galo tentou o empate, mas os donos da casa conseguiram se segurar.

Se Flamengo e América empatarem, no próximo dia 17, no Maracanã, o Atlético-MG não terá mais chances de classificação.

 

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Flamengo 1 x 2 Palmeiras

Após título da Copa do Brasil, Palmeiras vence o Fla e encerra ano

Jogo foi morno, mas esquentou no segundo tempo. Dudu, Pará e Vitor Hugo marcam os gols. Times encerram participação no meio da tabela

A partida deste domingo não valia mais nada nem para Flamengo, nem para Palmeiras. Não havia o que almejar na tabela. Foi um jogo morno em boa parte, mas movimentado na reta final. Mas o Verdão mostrou porque é o campeão da Copa do Brasil. Dudu e Vitor Hugo, decisivos, garantiram a vitória do visitante. Pará, em falha do goleiro, fez o do Rubro-Negro nos 2 a 1.

Maracanã Flamengo x Palmeiras Pará (Foto: André Durão/GloboEsporte.com)

Com gols de Dudu e Vitor Hugo, Palmeiras vence o Flamengo por 2 a 1

(Foto: André Durão/GloboEsporte.com)

Com 49 pontos, o Flamengo encerra o Brasileiro deste ano na 12ª posição. O Palmeiras, por sua vez, soma 53 e fecha o ano na 9ª colocação.

O jogo começou morno, sem iniciativa, sem chances perigosas. O Palmeiras, que foi ao Rio de Janeiro com um time reserva – apenas Zé Roberto e Dudu titulares -, pressionava. O Flamengo levou tempo para conseguir chegar ao gol adversário. E, quando chegou, não finalizou com vontade. O atual campeão da Copa do Brasil teve mais volume de jogo durante todo o tempo. E foi brindado com um gol de Dudu, sendo decisivo assim como o foi na quarta-feira. Quatro minutos depois, no entanto, Fabio saiu muito mal do gol e Pará, de cabeça, conseguiu empatar. Quase no fim da partida, Vitor Hugo fechou o placar, sacramentando a vitória do Palmeiras por 2 a 1.

Quando placar ainda estava 0 a 0, a torcida do Flamengo festejou com os gols marcados por Figueirense e Avaí, que complicariam bastante a situação do Vasco. No fim, o Corinthians empatou, e o Avaí foi rebaixado para a segunda divisão, assim como o Cruz-Maltino, que não fez a sua parte contra o Coritiba.

 

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Criciúma 2 x 1 Clube de Regatas Brasil

Criciúma se impõe em casa e fecha temporada com vitória sobre o CRB

Tigre chega a 49 pontos na Série B do Brasileiro. Atacante do Galo, Zé Carlos
marca no finalzinho, de pênalti, e está perto de confirmar a artilharia da competição

Criciúma x CRB (Foto: Fernando Ribeiro/Criciúma EC)

Jogadores do Criciúma comemoram gol de Wanderson (Foto: Fernando Ribeiro/Criciúma EC)

O Criciúma fechou a Série B com 49 pontos. Em casa, impôs seu futebol contra o CRB na noite desta sexta-feira e venceu por 2 a 1, gols do zagueiro Wanderson e do meia do Dudu. Artilheiro da competição, Zé Carlos descontou, de pênalti, no finalzinho da partida, mas não comemorou. Ele é ídolo na cidade catarinense e costuma dizer que joga em casa no Heriberto Hülse.

Com a vitória, o Tigre assumiu o 12º posto na tabela. Precisa ainda esperar o término da rodada para conhecer a colocação final na Série B. O Galo, que teve o meia Clebinho expulso aos 24 segundo tempo, quer manter pelo menos o 10º lugar, com 54 pontos. Depende de tropeço do Luverdense.

Artilheiro

Um dos destaques do time alagoano no campeonato, Zé Carlos aumentou para cinco gols a vantagem sobre Kieza, do Bahia, e Marcelo Toscano, do América-MG, vice-artilheiros da Série B. Ele balançou a rede 19 vezes e está muito perto de ser confirmado o goleador da competição.

Criciúma resolve jogo no 1º tempo

O jogo mal começou e o Criciúma abriu o placar. Dudu bateu escanteio pela direita, no primeiro minuto, e o zagueiro Wanderson subiu mais que toda a defesa do CRB para cabecear e balançar a rede. O Galo avançou as peças e criou oportunidade aos 18, numa cabeçada de Zé Carlos defendida por Edson. Na sequência, Maurinho recebeu pela esquerda, entrou na área, cruzou e disse a Tiago Adan: “Faz”. Ele escorou para fora, embaixo da trave, perdendo uma chance inacreditável.

Aos 31, Saci encheu o pé de longe, ela desviou na defesa e passou muito perto do gol do Criciúma. Maurinho fez outra boa jogada na sequência, pela esquerda, e parou numa defesa arrojada do goleiro regatiano, Júlio Cesar. O segundo gol do Tigre saiu aos 43. Roger Guedes passou pelos marcadores na habilidade e na força e bateu por baixo. Gabriel cortou parcialmente, mas Dudu pegou o rebote e não perdoou.

Zé Carlos marca o 19º gol na Série B

Zé Carlos também fez um gol no jogo contra o Criciúma (Foto: Júnior de Melo/Assessoria do CRB)
Zé Carlos também fez um gol no jogo contra o Criciúma (Foto: Júnior de Melo/Assessoria do CRB)

Técnico do CRB, Mazola Júnior não gostou da atuação da equipe no primeiro tempo e promoveu duas alterações no intervalo: saíram os lateral Bocão e o atacante Maxwell, e entraram, respectivamente, Glaydson Almeida e Clebinho. O time melhorou. Aos sete, Dudu deu lindo passe para Tiago Adan, que entrou na cara do goleiro regatiano e finalizou no canto. Júlio Cesar deixou a perna direita e fez grande defesa, salvando o CRB.

Com boa vantagem do placar, o Criciúma recuou, fechou os espaços e só avançou em contra-ataques. O CRB ainda teve um pênalti não marcado aos 22 minutos. Após fliperama na área catarinense, o volante Barreto colocou o braço na bola e o juiz paulista Rodrigo Guarizo do Amaral mandou o jogo seguir.

Na sequência, Clebinho deixou o cotovelo em Marlon, e o árbitro expulsou o meia do Galo aos 24 minutos. Teve mais emoção. Gabriel ainda calçou Maurinho na grande área do CRB, aos 43, e o juiz também ignorou a penalidade. No entanto, ainda havia tempo para o goleador deixar sua marca na rede. Foi no último lance. Zé Carlos sofreu pênalti de Wanderson, aos 46, e se encarregou de bater. O artilheiro do campeonato executou a cobrança no canto esquerdo do goleiro Edson, com força e técnica, e não comemorou.

 

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Santos 2 x 1 Palmeiras

Em prévia de decisão, Santos derrota Palmeiras e derruba São Paulo do G-4

Na Vila Belmiro, palco da primeira final da Copa do Brasil, o time treinado por Dorival Júnior venceu por 2 a 1, e retomou a quarta colocação do Campeonato Brasileiro

Durou 24 horas a ausência do Santos no G-4. Na tarde deste domingo, a equipe derrotou o Palmeiras por 2 a 1 – poderia ter sido mais –, na Vila Belmiro, e retomou a quarta colocação do Campeonato Brasileiro. Thiago Maia e Ricardo Oliveira anotaram os gols alvinegros no duelo entre os times que, neste mesmo local, farão no fim do mês a primeira final da Copa do Brasil. Dudu foi quem descontou, depois de muitas chances perdidas pelos donos da casa.

O triunfo deixa o Peixe com os mesmos 53 pontos do São Paulo (que entrou momentaneamente na faixa de classificação para a Taça Libertadores no sábado), mas em vantagem no saldo de gols. O Verdão permanece com 48, agora em nono, e se vê mais distante de uma vaga no torneio por meio da competição de pontos corridos. Ambos voltam a campo daqui a uma semana. O Santos visita o Joinville, no mesmo dia em que o Palmeiras recebe o Vasco.

Neste domingo, as equipes iniciaram o confronto de modo duro e faltoso, até por conta do gramado molhado. Debaixo de muita chuva, alguns escorregões e excessos se tornaram inevitáveis. Como na primeira finalização da partida, de Lucas Barrios, que caiu e mandou a bola pela linha de fundo. Na sequência, o Santos respondeu com um cabeceio para fora.

Santos x Palmeiras Thiago Maia (Foto: Marcos Ribolli)
Santos teve muito mais oportunidades, mas viu o jogo ficar difícil no segundo tempo do clássico (Foto: Marcos Ribolli)

Nos raros momentos em que as marcações levavam a pior, os ataques não finalizavam bem as jogadas. Por isso, chamou mais atenção um princípio de confusão causado por um carrinho de Zé Roberto, que recebeu cartão amarelo aos 23 minutos após acertar o tornozelo de Gabriel.

Três minutos depois, o placar foi aberto. Bem acompanhado até então, Lucas Lima atraiu a marcação dupla do volante Matheus Sales e do lateral-direito Lucas (substituído mais tarde por indisposição) e abriu a possibilidade de Zeca avançar com liberdade pela esquerda. Com espaço de sobra, o ambidestro santista cruzou de esquerda para Thiago Maia, livre, estufar a rede.

Palmeiras se salvou de goleada, mas descontou com Dudu e, por pouco, não empatou o jogo na Vila Belmiro

O Palmeiras se lançou mais ao ataque em busca do empate, mas, nas duas oportunidades mais claras, Robinho errou a pontaria. O castigo quase veio aos 47 minutos. Gabriel chegou a deixar Fernando Prass no chão, porém Vitor Hugo evitou o gol com a perna direita. No rebote, o atacante santista falhou de novo ao chutar a bola na rede, por fora.

O gol perdido, a princípio, não faria falta. Passados três minutos do intervalo, Gabriel deu sua contribuição com assistência perfeita para Ricardo Oliveira, na segunda trave. Ele recebeu passe na ponta direita, carregou a bola e cruzou na cabeça do artilheiro, que enganou a marcação do zagueiro Jackson, vazou o goleiro Fernando Prass e ampliou a vantagem.

Perdendo por dois de diferença, o Palmeiras foi para cima, a qualquer custo, atrás de resultado menos pior. O custo foi quase ter sofrido uma goleada, o que não ocorreu porque o Santos desperdiçou incontáveis contra-ataques, por impedimento, preciosismo ou defesas de Fernando Prass. Até que, aos 29 minutos, Dudu diminuiu com ajuda de um desvio nas costas de Daniel Guedes. Ele próprio poderia ter empatado, mas escorregou cara a cara com Vanderlei, aos 38 minutos, e viu a reação parar por aí. Até porque Cristaldo foi expulso no fim.

 

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Renato Maurício Prado comenta Figueirense 3 x 0 Flamengo

Clayton gol Figueirense x Flamengo (Foto: CRISTIANO ANDUJAR - Agência Estado)

Tempo perdido

A atuação do Flamengo, na derrota para o Figueirense foi pavorosa. Inadmissível para um time que teve 10 dias para se preparar e andou em campo como se o resultado não fosse importantíssimo. Se o Fla tivesse vencido, estaria no G-4.

Depois de um início avassalador, com seis vitórias consecutivas, Oswaldo de Oliveira vai vendo sua carruagem virar abóbora – já são quatro derrotas, nos últimos cinco jogos. A esperança rubro-negra está na volta de Paolo Guerrero que, quando estreou, conseguiu transformar uma equipe que vinha sendo medíocre, num time flamejante, que passou a brigar por vaga na Libertadores. É fato que, após a contusão, o peruano ainda não voltou a jogar bem. Mas, ao menos, já fez gol, nas eliminatórias. Se desencabular, o Fla ainda se mantém no páreo.

 

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 24 de outubro de 2015

Criciúma 3 x 0 Ceará

Fora de casa, Ceará é superado pelo Criciúma e perde por 3 x 0

O Vovô até começou pressionando, mas errou muito

Site do Ceará Sporting Club