URGENTE: Respeito também rescinde contrato com o Vasco

Respeito virou fumaça (FOTO: Guinazu)

Respeito virou fumaça
(FOTO: Guinazu)

Depois de Marcinho e Douglas Silva deixarem o Vasco e Bernardo ser afastado, foi a vez do Respeito se mandar do clube. Insatisfeito por usarem seu nome em vão e, principalmente, por não ser utilizado no Brasileirão, o Respeito decidiu procurar um novo clube para atuar nesta temporada.

O empresário do Respeito, o inglês #Respect, se manifestou e criticou duramente o clube carioca: “O Vasco não é um clube feito para ter o Respeito. Disseram tanto que o Respeito voltou, mas nunca voltou de verdade, porque os salários dele estavam atrasados. Por isso que ele não atuou no Brasileirão”, disse.

A contratação do Respeito pelo Vasco está sendo comparada à chegada de Anelka ao Atlético-MG, já que nenhum dos dois chegou a estrear pelos clubes.

Com a saída do Respeito, o Vasco já tem mais dispensas do que pontos no Brasileirão.

 

Vasco 2 x 2 Bragantino

2 x 2

27ª RODADA
VASCO SAI ATRÁS, MAS ARRANCA EMPATE COM O BRAGANTINO NOS ACRÉSCIMOS
Time joga mal, leva dois gols na eficiência do rival e salva noite de sexta aos 48 minutos sem Joel ver. Paulistas perdem chance de reabilitação
O roteiro parecia à feição para uma noite de sexta-feira tranquila para o Vasco: bom público na arquibancada, time embalado em São Januário, chance de igualar o líder em número de pontos e, do outro lado, um adversário, em tese, mais frágil. Na prática, porém, foi o Bragantino que surpreendeu ao jogar como se fosse integrante do G-4 e abriu 2 a 0 – gols de Geandro e Antônio Flávio -, esbanjando eficiência e qualidade na marcação. Nos acréscimos, porém, veio o já inesperado empate por 2 a 2, na base da raça e da insistência – através de Lucas Crispim e Douglas Silva, este aos 48 minutos, e dois passes do uruguaio Maxi Rodríguez -, em uma mudança de script digna dos melhores filmes de suspense.

Para completar o drama da história, Joel Santana, depois de tanto gesticular e sofrer em meio à recuperação de uma cirurgia abdominal, deixou a sala da presidência antes dos gols cruz-maltinos e, portanto, não conseguiu comemorá-los. O técnico não comandou a equipe do banco de reservas por recomendação média. O auxiliar Marcelo Salles ocupou seu lugar e ajudou nas orientações. A partida marcou também a estreia do uniforme da nova fornecedora do Vasco.

O resultado coloca o clube carioca provisoriamente em terceiro lugar na Série B, com 48 pontos, mas pode ser ultrapassado pelo Joinville, que pega o América-RN neste sábado. Já os paulistam desperdiçam a chance de reabilitação e ficam em 13º lugar, com 33 pontos.

Na 28ª rodada, o Vasco visita a Portuguesa terça-feira, enquanto o Bragantino tem o Vila Nova pela frente, em casa, em sua luta para se afastar da zona de rebaixamento.

Inversão de papéis na Colina

Aquela equipe ágil, vibrante e compacta das vitórias sobre Ceará e Joinville – ambos líderes nas respectivas ocasiões – não deu as caras no primeiro tempo. Desde o começo, o Cruz-Maltino foi surpreendido pela marcação adiantada do adversário e foi apático na construção das jogadas. Muitos erros de passe permitiram que o Bragantino fosse superior e criasse as melhores chances. Até que, aos 21 minutos, Geandro subiu mais que a defesa e cabeceou no canto esquerdo de Martín Silva para abrir merecidamente o placar.

Douglas Silva comemora gol do Vasco contra o Bragantino (Foto: André Mourão / Agência estado)
Douglas Silva comemora gol de empate do Vasco contra o Bragantino (Foto: André Mourão / Agência estado)

Em desvantagem, o dono da casa tentou acelerar o ritmo e foi impulsionado pela torcida, que ignorou a chuva, compareceu em bom número (11.560 pagantes, com 12.993 presentes e  renda de R$ 189.430,00) e deixou para vaiar só no intervalo. Mas as dificuldades continuaram grandes. Para piorar, Douglas sentiu lesão e pediu para sair. Montoya entrou quase nos acréscimos, mas Joel Santana se convenceu de que teria que mudar ainda mais para virar a partida.

Joel, Vasco X Bragantino (Foto: Marcelo Sadio / Vasco.com.br)
Vetado do banco, Joel acompanha a partida da sala
da presidência (Foto: Marcelo Sadio / Vasco.com.br)

Insistência premiada no fim

Antes de a bola voltar a rolar, uma cena lamentável: o presidente do Bragantino, Marco Chedid, não foi reconhecido e acabou expulso do gramado com truculência. Ele chorou ao falar sobre o episódio posteriormente.

Com Lucas Crispim na vaga de Dakson, o panorama foi outro na etapa final. Mais agressivo, o Vasco esteve perto do empate várias vezes. Mas a bola não queria entrar. Thalles, Crispim, Edmílson – um atrás do outro – pararam na trave, no goleiro Matheus Inácio, na má pontaria e incrível falta de sorte. Acuados, os paulistas torciam para o tempo passar, e o técnico PC Gusmão trocou três peças em menos de 20 minutos na intenção de evitar a pressão.

E funcionou. O Vasco perdeu fôlego, tornou a ser a equipe dispersa do início e não demorou para que o Bragantino repetisse a dose com muita eficiência: Sandro cruzou da esquerda, e Antônio Flávio desviou de carrinho: 2 a 0. Recém-operado, Joel se irritou na sala de presidência, ficou de pé o restante do jogo, mas nada parecia ser capaz de salvar a noite cruz-maltina. Eis que nos acréscimos, Crispim marcou pela primeira vez como profissional, acendeu a esperança e, no apagar das luzes, Douglas Silva se aproveitou de falha do goleiro e fez 2 a 2, de cabeça, explodindo o caldeirão, então na bronca, de uma vez por todas. Em ambas as jogadas, o uruguaio Maxi Rodríguez deu a assistência e também saiu como um dos heróis da batalha que manteve a invencibilidade do novo técnico.

Rodrigo, Vasco X Bragantino (Foto: Marcelo Sadio / Vasco.com.br)
Rodrigo disputa a bola com Magno Cruz, do Bragantino (Foto: Marcelo Sadio / Vasco.com.br)
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Sampaio Corrêa 2 x 2 Vasco

 2 x 2

25ª RODADA
ARBITRAGEM CONFUSA E EMOÇÃO: VASCO E SAMPAIO CORRÊA EMPATAM EM 2 A 2
Juiz deixa de marcar um pênalti para cada lado na igualdade no Maranhão. Cruz-Maltino se mantém na 4ª posição, e Sampaio segue em 7º na tabela
Não faltou emoção e reclamação. Com direito a gol chorado e bola na rede nos minutos finais, Sampaio Corrêa e Vasco empataram em 2 a 2 na noite desta terça-feira, no Castelão, pela 25ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. O jogo foi marcado por uma atuação confusa de Gilberto Rodrigues Castro Junior diante de quase 45 mil torcedores no Maranhão. O árbitro deixou de marcar dois pênaltis (um para cada lado), mas acertou ao validar o gol de Douglas Silva.

Edimar abriu o placar para os donos da casa após cobrança de escanteio, e Douglas empatou ainda no primeiro tempo de pênalti, chegando ao seu sexto gol na Série B. Douglas Silva virou o placar em lance chorado – a bola ultrapassou a linha por centímetros. Quando a vitória vascaína parecia definida, William Paulista deixou, em lance de oportunismo, tudo igual no pénultimo minuto de jogo. Os pênaltis não marcados aconteceram um em cada tempo. No primeiro, Diego Renan foi empurrado por Eloir na área. Na etapa final, o lance em que Kleber derrubou Luiz Otávio foi ainda mais claro.

Com o resultado, as duas equipes mantiveram suas posições na tabela. O Vasco, com 44 pontos, segue em quarto lugar – no entanto, mais uma vez perdeu a chance de encostar no líder: o Joinville soma 47. O Sampaio Corrêa, com 37, aparece em sétimo. O Cruz-Maltino volta a campo na próxima sexta-feira para enfrentar o Joinville, às 21h50 (de Brasília), em São Januário, pela 26ª rodada. No mesmo dia, mas às 19h30, o clube maranhense enfrenta o Luverdense, em Lucas do Rio Verde.

Kleber, Sampaio correa X Vasco (Foto: Marcelo Sadio / Vasco.com.br)
Kleber tenta se desvencilhar da marcação (Foto: Marcelo Sadio / Vasco.com.br)

Pedidos de pênalti e empurrão no bandeirinha

O primeiro tempo começou movimentado. Ao mesmo tempo em que Maxi Rodriguez perdeu grande chance na frente do goleiro Rodrigo Ramos, Pimentinha infernizava a defesa vascaína. Em pelo menos dois lances o rápido atacante levou perigo ao gol de Martín Silva. Aos poucos, os donos da casa passaram a dominar as ações da partida. Em um dos poucos ataques bem trabalhados do Vasco, Diego Renan pediu pênalti após levar tranco de Eloir na área. A arbitragem mandou seguir.

Minutos depois o placar foi aberto: Martin fez grande defesa em cabeçada, mas Edimar aproveitou o rebote para colocar o Sampaio na frente. A desvantagem acordou o Vasco, que passou a atacar mais. O empate, no entanto, só saiu graças à habilidade de Maxi Rodriguez. O uruguaio fez grande jogada pela esquerda, passou por três e foi derrubado. Pênalti marcado e convertido com categoria por Douglas.

A substituição de Maxi, o melhor jogador do Vasco até então, chamou atenção no intervalo. Sem o meia, o Vasco perdeu a sua fonte de inspiração no ataque e viu o Sampaio Corrêa ficar mais perto do segundo gol. E ele poderia ter saído quando Kleber derrubou Luiz Otávio dentro da área. Mas o árbitro ignorou falta clara, mais uma vez mandando o jogo seguir.

Minutos depois, quem marcou foi o Cruz-Maltino. Rodrigo Ramos até defendeu o chute à queima-roupa de Douglas Silva, mas a bola ultrapassou por pouco a linha do gol antes de ser tirada pela defesa. Gol chorado que gerou muitas reclamações e uma cena curiosa: já substituído, Edgar foi expulso do banco de reservas por dar um empurrão no bandeirinha que confirmou o gol. Aos 49, o balde de água fria nos vascaínos. Martin Silva deu rebote em chute que desviou na zaga, e William Paulista decretou o empate.

 

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América Mineiro 2 x 3 Vasco

 2 x 3 

20ª RODADA
VASCO REAGE EM MEIO À CRISE, VIRA SOBRE O AMÉRICA-MG E VOLTA AO G-4
Time carioca põe fim à sequência de cinco jogos sem vencer antes de Joel chegar. Já Coelho cai no Independência pela primeira vez e agora é sexto
Com outra postura, mais confiança e uma dose de sorte, o Vasco afastou a crise e voltou a vencer após cinco partidas – três delas pela Série B. Na tarde deste sábado, o time que agora terá Joel Santana no comando fez 3 a 2 no América-MG, no Independência, de virada, e encerrou a invencibilidade do rival em casa na competição. De quebra, recuperou sua vaga no G-4 e empurrou o Coelho para sexto. O zagueiro Rodrigo fez o gol decisivo, contando com desvio em cobrança de falta, após um primeiro tempo elétrico que terminou 2 a 2. Os outros foram marcados por Douglas Silva e Thalles, com Willians e Obina descontando.

Expectativa sobre o futuro à parte, foi o interino Jorge Luiz que, mesmo depois da eliminação na Copa do Brasil, arriscou, distribuiu uma equipe ofensiva, que se empenhou e vibrou muito mais do que no vexame por 5 a 0 para o Avaí, por exemplo. Em contrapartida, os mineiros ofereceram espaço em demasia e acabaram surpreendidos depois de três partidas sem perder.

Com o resultado positivo, o Cruz-Maltino fecha a 20ª rodada em quarto lugar, com 35 pontos, dois acima do América-MG. Na terça-feira, o Coelho encara o Ceará, às 19h30m, em Fortaleza, e o Vasco recebe o Luverdense, em São Januário, no mesmo horário.

As estatísticas recentes de ambos ditaram o ritmo do início da partida. Logo na primeira bola, Willians aproveitou ótimo lançamento de Renan Oliveira e, com espaço, abriu o placar ao acertar o canto esquerdo. Diante de um adversário desorganizado na defesa e ferido pela crise, o Coelho tentou impor uma pressão para matar a partida. Acertou uma no travessão, mas também bobeou, aos 12 minutos, em desvio errado de Obina que permitiu Douglas Silva empatar de cabeça. A partir daí, o jogo se tornou ríspido e equilibrado – principalmente em erros – e com o domínio territorial do time da Colina.

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Vasco 1 x 0 Paraná

 1 x 0 

14ª RODADA
KLEBER PERDE PÊNALTI, VASCO LEVA SUFOCO, MAS VENCE O PARANÁ E COLA NO G-4
Douglas Silva faz único gol de duelo com três bolas na trave, milagres de Martín Silva e pressão tricolor na bola aérea. Time visitante continua no Z-4
No último jogo antes das eleições do Vasco – caso a data do pleito, marcada para a próxima quarta-feira, não seja adiada por decisão judicial -, o Cruz-Maltino venceu o Paraná por 1 a 0 em São Januário, na tarde deste sábado, com gol de Douglas Silva. Mas não convenceu. Levou sufoco, bola na trave mesmo quando tinha um homem a mais, perdeu um pênalti com Kleber, e os três pontos representaram mais um alívio por evitar mais um tropeço em casa do que felicidade por ter se aproximado do G-4 da Série B.

O triunfo fez o Vasco subir só duas posições na tabela, do décimo para o oitavo lugar, mas deixou o time com 22 pontos, só a um da zona que dá acesso para a Primeira Divisão. O clube carioca, por sinal, tem um jogo a menos que a maioria dos rivais. Já o Tricolor, que vinha há duas partidas invicto, perdeu a chance de escapar da zona de rebaixamento e termina a 14ª rodada na primeira posição dentro do Z-4, com os mesmos 13 pontos.

Já com novo presidente eleito, o Vasco voltará a campo no próximo sábado para enfrentar o ABC, às 16h20 (de Brasília) na Arena das Dunas, com a chance de, enfim, entrar no G-4 da Série B. No mesmo dia e horário, o Paraná recebe o lanterna Vila Nova no Durival Brito para tentar fugir da zona de rebaixamento.

Douglas Silva vasco e Paraná série B (Foto: Roberto Filho / Agência Estado)
Douglas Silva comemora o gol da vitória, o terceiro dele pelo Vasco (Foto: Roberto Filho / Agência Estado)

“Família Silva” salva o Vasco, e Kleber se envolve em polêmica

A formação que deu certo contra a Ponte Preta na Copa do Brasil, com Douglas e Dakson na armação, desta vez não teve o mesmo êxito. O camisa 10 fez o cruzamento que terminou no gol do xará Douglas Silva, após falha do goleiro Marcos, mas os passes precisos e a visão de jogo do meia funcionaram apenas no início do jogo. Seu companheiro de posição esteve apagado, junto a outros jogadores como Kleber. O atacante sofreu muitas faltas e só apareceu ao perder um pênalti já na etapa final. Na bola aérea, Thalles e Rodrigo pararam na trave, e acabou que quem mais brilhou foi Martín Silva. O goleiro da seleção uruguaia fez milagres e evitou o empate.

Duas das três defesas, aliás, foram em cabeçadas. Os chuveirinhos foram a principal deficiência da defesa vascaína e a principal arma do Paraná, que aparentou ter feito o dever de casa ao estudar o ponto fraco do rival. E o time, que começou todo recuado, mostrou-se perigoso quando precisou sair para o jogo. Quando sofreu o gol, aos 34 minutos do primeiro tempo, já era melhor em campo. Arthur e Alisson levaram perigo pelo alto, e Tiago Alves fez o mesmo com chutes de fora da área. A pressão continuou na etapa final e só diminuiu com a expulsão de Andreson Rosa no pênalti polêmico cometido em Kleber.

Guinazu vasco e Paraná série B (Foto: Marcelo Sadio / Vasco.com.br)
Guiñazu dá o carrinho para tentar conter o ataque paranista (Foto: Marcelo Sadio / Vasco.com.br)

Num lance sem bola, o atacante levou a mão no rosto de Alisson, que caiu reclamando. O jogo seguiu, a bola foi ao campo de defesa do Vasco e foi devolvida para perto de onde estava o Gladiador. O vascaíno se aproveitou de um escorregão bisonho de Marcos Serrato para sair na cara do gol e ser derrubado. Os jogadores do time paranaense reclamaram de falta de fair play do Vasco, que não jogou a bola para fora para atendimento ao defensor. Bola na cal, e Kleber bateu mal. Marcos pegou e voltou a salvar no rebote, que Douglas Silva desperdiçou. Crispim ainda teve uma terceira chance no mesmo lance, mas isolou.

Mesmo com um a menos, o Paraná teve a chance de sair com um empate que teria sabor de vitória no fim, mas Breno não aproveitou a falha de Edmilson e, sozinho na pequena área, cabeceou na trave após cruzamento de Júlio César.

 

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Vasco 4 x 1 Santa Cruz

 4 x 1 

11ª RODADA
DE VIRADA E COM GOL DE KLEBER, VASCO SE IMPÕE E BATE O SANTA EM CUIABÁ
Estreante, atacante marca de pênalti em noite de Fabrício e ajuda o time a subir mais três posições. Time pernambucano sofre sua primeira derrota
Não foi tão fácil como o placar de 4 a 1 indicou ao apito final, mas serviu como injeção de otimismo para a arrancada rumo à elite. O Vasco superou, de virada, o Santa Cruz, na noite desta terça-feira, na Arena Pantanal, em Cuiabá, e saltou mais três posições após os 45 dias de parada para a Copa do Mundo. De quebra, impôs ao adversário sua primeira derrota na Série B. Como se não bastassem os motivos para sorrir, o estreante Kleber marcou de pênalti. O dono da partida, entretanto, foi mesmo Fabrício, que fez dois gols. Douglas Silva também deixou o dele, e Danilo Pires anotou pelo lado pernambucano.

Agora, o clube carioca, em sétimo com 17 pontos, recebe o América-RN, sábado, em São Januário, finalmente com sua torcida de volta no Rio de Janeiro depois da punição imposta pelo STJD pela briga generalizada na arquibancada da Arena Joinville, na derrota para o Atlético-PR, que decretou o rebaixamento. Já o Santa parou nos 16, caiu para o 11º lugar e mede forças com o lanterna Vila Nova, no mesmo dia, no Serra Dourada. Foram 5.274 pagantes, com renda de R$ 262.810.

A equipe cruz-maltina teve mais posse de bola no começo, mas mostrou lentidão no ataque e logo foi supreendida pelo Rubro-Negro, que apostava em rápidos contragolpes quase sempre pela esquerda. Aos 17 minutos, Danilo Pires limpou o lance, bateu firme e contou com a colaboração de Martín Silva, que não reagiu e foi encoberto. A desvantagem chacoalhou o Vasco, e Adilson Batista trocou seu lateral-direito para evitar mais espaços no setor.

Comemoração do Vasco e Santa Cruz (Foto: Marcelo Sadio / vasco.com.br)
Comemoração do Vasco do primeiro gol de empate de Fabrício (Foto: Marcelo Sadio / Vasco.com.br)

 

Aos poucos, os cariocas ganharam terreno novamente e se acertaram na marcação. Fabrício emendou de primeira de fora da área, marcando um golaço. Pouco depois, sem tempo de o Santa Cruz respirar, Douglas Silva aproveitou pane da defesa rival e completou cruzamento de Dakson. Com a virada, tudo ficou mais fácil. A torcida, que já ensaiava a vaia, apoiou com força, e o time passou a atuar com mais confiança, arriscando as jogadas ofensivas.

Depois do intervalo, apesar de algumas dificuldades, parecia questão de tempo para ampliar. Carlos César caiu na área, aos 20, e Kleber cobrou pênalti com categoria no cantinho. O Santa ainda assustava com bons lançamentos, mas Martín Silva se recuperou e foi minando as forças. Houve tempo ainda para Fabrício fechar sua noite de gala com um toque firme de pé esquerdo, já na área, complementando bola de Lucas Crispim, que entrou muito bem.

Vasco e Santa Cruz (Foto: Marcelo Sadio / vasco.com.br)
Kleber tenta o chute observado de perto por um rival (Foto: Marcelo Sadio / Vasco.com.br)
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