REVIRAVOLTA: Dorival Junior deixa o Palmeiras antes mesmo de estrear

Dorival devolve camisa do Palmeiras (FOTO: Gareca)

Dorival devolve camisa do Palmeiras
(FOTO: Gareca)

 

O pseudo-técnico Dorival não será treinador do Palmeiras. O negócio estava sacramentado, com contrato assinado e tudo, mas o ladrão de ar assistiu  ao jogo do Verdão contra o Atlético-MG, pela Copa do Brasil, e desistiu do negócio. O crack da casamata ficou assustado com a terrível apresentação do time de Palestra Itália e com inacreditável qualidade dos guerreiros alviverdes.

Chateado, o presidente Paulo Nobre comentou o ocorrido e disse que entende o ex futuro treinador: “O Dorival viu o jogo e ficou assustado. Ele colocou de forma clara o motivo de não aceitar: questões futebolísticas e medo do Lúcio e do goleiro Fábio. É compreensível, eu também tenho medo de apanhar do Lúcio e o Fábio, coitado, é tão vitima quanto os torcedores. Nunca deveria ter sido colocado para jogar futebol”, disse.

Para evitar especulações, Dorival pediu uma entrevista coletiva e explicou o porquê da escolha: “Eu toparia jogar até na 4° divisão, mas com o Fábio não dá. Dizem que a cada 3 segundos morre uma pessoa na China e o Fábio toma um frango. Ou seja, não posso fazer nada com esse time. A última coisa que eu quero é colocar mais um rebaixamento no currículo”, disse.

Segundo boatos, Dorival pagará 10 milhões de multa para deixar o Verdão: “Estou ficando pobre para não sofrer”, teria dito.

 

Após rebaixar Vasco e Flu, Dorival chega para rebaixar o Palmeiras

Dorival deu sinal de positivo para os jornalistas sobre sua chegada ao clube. Foto: Luciano Huck

Dorival deu sinal de positivo para os jornalistas em sua chegada ao clube.
Foto: Luciano Huck

O Palmeiras não ficou muito tempo sem um comandante. Depois de perder o técnico Ricardo Gareca, que deixou o clube para se dedicar ao repertório do especial de fim de ano da Rede Globo, o alviverde acertou a contratação do técnico Dorival Jr.

Especialista em quedas, o técnico que estava desempregado desde o fim de 2013, quando conseguiu o fato inédito de rebaixar 2 clubes da série A (Fluminense e Vasco), chega com a importante missão fazer com que o verdão volte para o Z4.

Em contato telefônio com o Olé do Brasil,  Dorival mostrou-se bem chateado com os acontecimentos do ano passado: “Olha, fizemos um grande trabalho em 2013, conseguimos rebaixar o Vasco e também o Fluminense para dar uma competitividade legal na série B, mas por ironia do destino (ou do STJD … SIC) as coisas desandaram, e 50% o meu projeto foi jogado no lixo. Preferi ficar o primeiro semestre pescando, jogando dominó e esperando a reta final do Brasileirão, quando sempre me procuram. Mas aí recebi esse grande presente que é assumir um time já na boca do Z4, o que facilita o nosso trabalho.”.

O Instituto de pesquisa Data Olé apurou que 87,14% dos Palmeirenses aprovaram a contratação de Dorival, como comentou Miss Pig, musa do clube: “Ficamos mais tranquilos, pois sabemos que em 2015 teremos uma série B cheia de vitórias. O Palmeirense gosta mesmo é da série B, pois sabe que é lá que vencemos, ganhamos alguma coisa e botamos pra fud%$#.” disse a desbocada torcedora.

Segundo fontes ligadas ao clube, o Palmeiras pretende ser o primeiro clube a ser rebaixado faltando 10 rodadas para o fim do campeonato.

 

Dorival Júnior chega ao Fluminense sem medo do desafio: ‘Aprendi a não fugir’

Depois de comandar primeiro treinamento, novo treinador mostra confiança ao falar com os jornalistas durante sua apresentação oficial

Dorival treino Fluminense (Foto: Marcello Dias /Agência estado)
Dorival Júnior leva as mãos à cabeça durante o primeiro treino à frente do Fluminense, na Urca (Foto: Marcello Dias /Agência estado)

“O clube está à frente de tudo”. A frase, usada repetida vezes por Dorival Júnior em sua primeira entrevista coletiva como treinador do Fluminense, ilustra o pensamento do comandante, que assumiu o Tricolor com contrato apenas até o fim do ano e tendo somente cinco jogos para livrar o time do rebaixamento. Após comandar debaixo de chuva a equipe em seu primeiro treinamento, o técnico, demitido do Vasco no fim do mês passado, foi apresentado sem temer o pouco tempo para ajustar a equipe. O Tricolor está na zona do rebaixamento, com 36 pontos e no 18º lugar.

– A necessidade do clube está à frente de tudo. Aprendi a não fugir dos desafios. O convite foi feito após a saída do Vanderlei e resolvi aceitar, pois acredito e confio que vou ajudar o Fluminense nesse momento – disse Dorival.

A estreia de Dorival Júnior será na quinta-feira, diante do Náutico, às 21h, no Maracanã. O treinador demonstrou muita confiança em livrar a equipe da queda e preferiu não fazer projeções para as cinco rodadas finais.

– Não podemos projetar nada, temos é de buscar pontos, vitórias. Precisamos fazer o nosso melhor. É uma situação muito difícil, muitos brigando por algo na competição, outros nessa situação que incomoda e desequilibra. O Fluminense está em uma posição desconfortável, mas que pode ser revertida.

Presidente explica saída de Luxa

Antes da coletiva de Dorival Júnior, o presidente tricolor, Peter Siemsen, explicou o motivo para a demissão de Vanderlei Luxemburgo, antigo treinador da equipe.

– Nós achamos que, apesar de gostarmos do Luxemburgo e da comissão técnica e termos uma relação próxima, os resultados não estavam aparecendo. Nessa reta final achamos que, trocando, poderíamos mexer no lado emocional do time e criar um ambiente positivo para a torcida. A negociação foi rápida, e Dorival ajudou muito nessa parte – declarou Peter, que afirmou não haver qualquer desentendimento com Luxa. – É um grande treinador e alguém com quem eu posso manter contato

Veja os temas da entrevista coletiva de Dorival:

Contratação

– Não tem garantia nenhuma de que vou ficar em 2014. Vim para esses jogos restantes sem problema nenhum. É um momento importante para o clube e para mim profissionalmente. Estou acreditando muito em tudo isso. O Fluminense tem totais condições em reverter esse quadro.

Pichações no muro (“técnico de 2ª”)

– Não me incomoda. Sem problema algum. Joguei a Série B com muito prazer, como já joguei a Primeira também e trabalhei em várias equipes.

Joguei a Série B com muito prazer, como já joguei a Primeira também e trabalhei em várias equipes.

Sobre pichação em muro (“técnico de 2ª”)

Cinco jogos

– Não podemos projetar nada. Temos que buscar pontos e vitórias rodada a rodada. Muitas equipes ainda brigam por coisas boas na competição. Outras estão brigando nessa situação incômoda. O Fluminense está hoje em uma situação desconfortável, mas que pode se revertida.

Patrocinadora influente

– Não tivesse essa oportunidade de conversar com o Celso (Barros) ainda. Só com o Peter e com o Rodrigo Caetano. Mas não há problema algum. Aprendemos a conviver com várias situações diferentes no futebol. Essa é mais uma. Vamos somar forças e alcançar uma maneira equilibrada para lutarmos por algo melhor. Isso é o mais importante. A situação do Flu está à frente de tudo.

Calendário

– Defendo uma situação e sempre vou defender. É o único caminho para o resgate do futebol brasileiro. Enquanto isso não acontecer, vamos continuar patinando. Temos grandes jogadores, grandes profissionais e, por mais que contestem a formação dos treinadores, mantenho a minha opinião de quando era atleta e afirmo que o Brasil forma os melhores treinadores do mundo. Convivemos com uma série de fatores que não existem em outros países. Reconheço a evolução de outros países. Os técnicos argentinos, por exemplo, estão se posicionando bem no mercado europeu, o melhor do mundo. Ainda estamos um pouco distantes dessa condição, mas não vejo o treinador brasileiro aquém de nenhum outro do mundo. Defendo essa postura. É a correta. Vivo uma situação atípica, venho conhecendo essa condição, aceitando o convite e tentando fazer meu melhor. São cinco rodadas. Estamos em uma situação desconfortável, mas dependemos de nossas forças para sair dela.

Coletiva Dorival Fluminense (Foto: Edgard Maciel)Dorival diz que não vê problema em assinar contrato apenas até dezembro (Foto: Edgard Maciel de Sá)

Tempo de reação

– Realmente é um tempo curto. Não é o ideal, reconheço isso. É uma situação nova na minha carreira. Já passei por outros clubes nessa situação, mas tinha mais jogos pela frente. Ainda assim aceitei o desafio conhecendo muito bem o momento do clube. Vou tentar fazer o melhor trabalho possível para dar minha parcela de contribuição.

Fred

– Contra o Náutico não tem como. E dificilmente ele vai estar em condições nas próximas rodadas. Ainda está totalmente entregue ao departamento médico.

Jovens

– Eles podem sentir o momento, mas é uma necessidade pelo número excessivo de lesões que estamos enfrentando. Elas propiciaram essa nova condição, o aparecimento precoce desses meninos. Vejo jogadores com qualidade, vivendo um momento emocional difícil, conturbado, pesado, mas com qualidade suficiente para terem uma sequência muito boa na carreira. Mesmo com todas as dificuldades, se alcançarmos o sucesso, com certeza terá sido uma escola para todos. Algo que ficará marcado na carreira. Eles passaram por um momento muito bom no ano passado e agora estão vivendo uma situação desconfortável. São os extremos da posição. Vai ser um ganho desde que consigamos atravessar esse caminho que se mostra conturbado. Vamos trabalhar para isso.

Contra o Náutico não tem como. E dificilmente ele vai estar em condições nas próximas rodadas
Sobre aproveitar Fred

Desfalques

– No próprio Vasco trabalhamos boa parte do tempo com o terceiro time. Para vocês verem como era complicado. Foram muitos problemas na temporada no Fluminense. Tanto o Abel quanto o Vanderlei conviveram com eles. Afunilando a competição, é natural que busquemos uma superação em todos os aspectos possíveis. Estamos tentando colocar na cabeça de cada um que não podemos errar de maneira alguma. Temos que buscar a nossa recuperação única e exclusivamente com as nossas forças, com jogadores no melhor momento físico e técnico. Para que assim possamos alcançar a tão sonhada recuperação.

2014

– Não faço projeções. É um fato novo, e quem vai avaliar é a diretoria. Não vejo problema de assinar até dezembro, ainda mais sabendo da situação do clube. É ano de eleição. Eu não poderia cair no mesmo erro – não que tenha sido um erro – do Flamengo. Fui contratado pela diretoria anterior. E por causa da transição acabei tendo de abrir mão de um trabalho. Não quero que isso aconteça novamente. Não vejo problema algum em finalizar a competição e que depois a diretoria busque o melhor caminho para o clube. O principal é o Fluminense. Mesmo que um ou outro seja prejudicado no futuro, esse é o momento em que todos têm que buscar uma doação maior.

Currículo

– Sou sincero. Não me preocupo com o que passou. Fico contente de ter dez anos de profissão com o número de conquistas que já alcancei, fora dois vices que soaram como títulos pela situação. Fico satisfeito de em tão pouco tempo ter chamado a atenção e a confiança de profissionais de muitos clubes que colocaram em minhas mãos a condição de poder estar dirigindo clubes como Fluminense, Flamengo, Vasco… Por isso que para mim essa é mais uma situação, um momento que tenho pela frente no qual vou buscar fazer meu melhor. Procuro fazer sempre isso independentemente de conquistas. Tenho que deixar o clube melhor, relevar valores, proporcionar conquistas. O trabalho é voltado para esse lado. Não tenho receio de enfrentar uma situação como essa de peito aberto, sempre com tranquilidade e acreditando profundamente na recuperação da equipe. Isso me motivou a vir para o Fluminense. Espero poder ser útil aqui dentro e tenho certeza de que isso vai acontecer.

Após papo com Dorival, Juninho vai para 12ª partida seguida no Brasileiro

Apesar do desgaste físico, meio-campista de 38 anos deve jogar pelo menos um tempo contra o Flamengo

 

Desde que retornou ao Vasco, Juninho ficou de fora de apenas cinco partidas do time. O veterano de 38 anos atuou em 16 jogos dos 21 realizados pela equipe – não jogou em três pela Copa do Brasil e dois pelo Brasileiro. Contra o Flamengo, em Brasília, neste domingo, às 16h no estádio Mané Garrincha, o meia vai para sua 12ª partida consecutiva na competição.

O técnico Dorival Júnior não confirmou a equipe e mostrou que ainda está em dúvida com relação ao substituto de Dakson – André, Willie e Jhon Cley brigam pela vaga -, mas conta com Juninho novamente para o confronto contra o arquirrival. No treino deste sábado, durante cerca de 10 minutos o treinador puxou Juninho e conversou com o meia. O jogador participou normalmente das atividades e viajou com o grupo para Brasília.

Embora seja remota, há a chance de Juninho começar a partida no banco, como aconteceu duas vezes neste Brasileiro, nas partidas fora de casa contra o Náutico (vitória por 3 a 0) e Portuguesa (derrota por 2 a 0). Um dos destaques do primeiro turno, o veterano caiu de produção com a maratona de partidas e deve ficar de fora de um dos dois próximos jogos em Santa Catarina. O Vasco enfrenta na quarta-feira o Fluminense, em Florianópolis, e joga domingo contra o Criciúma, em Criciúma.

DOrival Junior juninho pernambucano vasco treino (Foto: Raphael Zarko)Dorival Junior em conversa com Juninho Pernambucano na manhã deste sábado (Foto: Raphael Zarko)
Header transmissão PremiereFC 1 (Foto: Infoesporte)

Renato Maurício Prado comenta o vandalismo nos estádios brasileiros

Leandro Silva de Oliveira torcida corinthians briga estádio mané garrincha (Foto: Ed Ferreira / Agência Estado)

(Foto: Ed Ferreira / Agência Estado)

 

Há pouco mais de uma semana, uma horda de marginais de uma “organizada” do São Paulo espancou de forma bárbara e covarde um torcedor do Flamengo, na entrada do Mané Garrincha, em Brasília — os poucos que foram presos, já estão soltos. Domingo passado, no mesmo estádio, corintianos e vascaínos se engalfinharam, levando o terror às arquibancadas. Onde vamos parar?

Coberto de razão está o técnico do Vasco, Dorival Júnior, que, após a partida, disparou contra os marginais que só vão a campo para brigar e a pusilânime Justiça brasileira:

— Tinham que ser banidos. Mas, infelizmente, nosso país não pune ninguém. É o caos social.

Os vídeos de TV e as fotos dos jornais estão aí. E na maioria dos casos os boçais são sobejamente conhecidos em suas torcidas e em seus clubes. A polícia não os enjaula, e a Justiça não os pune porque não querem! E os cartolas ainda dão ingressos e financiam esses bandidos que, uma vez identificados e presos, deveriam ser definitivamente proibidos de voltar a entrar em um campo de futebol.

Renato Maurício Prado comenta que o Vasco poderá ficar livre da segunda divisão

 

Após as chegadas de Juninho e André, a campanha do Vasco não chega a ser empolgante mas, pelo menos, parece suficiente para evitar o fantasma do rebaixamento. Com Dorival Júnior, o time cruz-maltino ganhou uma cara. Lamentável é o clube ser obrigado a emprestar Éder Luís para conseguir um troco e aliviar a folha de pagamento. O técnico está furioso por não ter sido consultado e nem sequer avisado — soube no sábado, pelo próprio jogador.

 

Renato Maurício Prado

Renato Maurício Prado comenta o desempenho de Flamengo , Vasco e Fluminense no Campeonato Brasileiro

Exceção feita ao Botafogo, líder do campeonato e real candidato ao título, os demais clubes cariocas se encontram embolados no meio da tabela: o Vasco, em décimo (com 14 pontos), o Fluminense em décimo-primeiro (com 13 pontos) e o Flamengo em décimo-segundo (também com 13 pontos).

Se quiserem aspirar, pelo menos, uma vaga na Libertadores, os três precisam melhorar. Muito.

 

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 05/08/2013

Renato Maurício Prado comenta que o Vasco precisa contratar jogadores de linha

 

 

O Vasco, como se pode comprovar (uma vez mais) na derrota para o Flamengo, tem um time fraquíssimo. Dorival Júnior e Juninho Pernambucano precisarão fazer milagres se a diretoria de Roberto Dinamite não contratar bons jogadores.

Fala-se em Helton, que pode estar voltando, mas apenas um goleiro não será a solução. Os cruz-maltinos precisam de, no mínimo, mais três bons jogadores de linha. Caso contrário, terão enorme dificuldade para sair da zona do rebaixamento, onde já estão. Em tempo: boa fonte me conta que o argentino Guiñazu (ex-Inter) é um dos reforços que podem pintar em São Januário. Reforço???

 

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 16/07/2013

Renato Maurício Prado comenta a chegada de Dorival Júnior ao Vasco da Gama

 

 

Dorival Júnior aceitou o abacaxi porque tem cerca de R$ 750 mil a receber dos cofres cruz-maltinos, referentes à primeira passagem por lá, nos tempos da Série B. Tomara que não tenha que revivê-los, no ano que vem…

 

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 12/07/2013

Renato Maurício Prado comenta o esquema tático 4-3-3

 

O esquema tático com três atacantes, dois deles bem abertos nas pontas, está virando moda no futebol brasileiro. Poderia até ser saudável, se significasse tendência ofensiva e diminuição dos “cães de guarda” na proteção à zaga. Infelizmente, na maioria dos casos, não é o que acontece. Inclusive na seleção brasileira, onde um solitário meia acaba sobrecarregado na tarefa de armação.
O resultado disso são times que dependem de jogadores que não sabem passar, muito menos criar e andam povoando as intermediárias. Mas se o passe não é bem feito de que adianta escalar um trio na frente?

Pior: como os verdadeiros pontas foram extintos, faz tempo, o que vemos agora são jogadores improvisados, quase confinados a uma estreita faixa do gramado onde não conseguem render — até Kaká acabou exilado (e torto) na ponta-esquerda, no segundo tempo do amistoso contra a Itália!

Dorival Júnior andou tentando isso no Flamengo (com Carlos Eduardo de ponta!) e quebrou a cara. Vanderlei Luxemburgo está deixando o elenco do Grêmio de cabelos em pé, com idêntica experiência. E Scolari quer porque quer que o grupo que tem à disposição se adapte ao formato — uma releitura capenga do velho 4-3-3 que, na verdade, foi um prenúncio do 4-4-2 que se imporia na era moderna como o sistema mais eficiente e vitorioso do velho e violento esporte bretão.

 

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 31 de março de 2013