Renato Maurício Prado comenta que a final do Masters 1000 de Roma foi sem graça

 

Nunca pensei que chegaria a tanto, mas a final do Masters 1.000 de Roma, entre Nadal e Federer, foi uma das mais sem graças do ano. É verdade que desde que Rafa surgiu ficou evidente a sua ascendência psicológica sobre Roger, especialmente nas quadras lentas. Mas o massacre que se viu no saibro romano chegou a ser constrangedor.

O único rival capaz de fazer jogo duro com o Miúra, em Roland Garros, deve ser mesmo o número 1, Djokovic, que o bateu, este ano, em Monte Carlo. Mas nem assim, recomendo apostar contra o espanhol em Paris. O oitavo título parece a caminho…

 

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 21 de maio de 2013

Renato Maurício Prado comenta o atual momento de Rafael Nadal

Raposa felpuda do circuito do tênis que foi a São Paulo assistir aos jogos de Nadal e conviveu, de perto, com o “staff” do Miúra, me conta que há muitas dúvidas e até um certo pessimismo em relação ao futuro do extraordinário tenista espanhol. As dores no joelho continuam a incomodá-lo e se ele perceber que não terá mais condições físicas de encarar os melhores (Djokovic, Federer e Murray), com chances reais de vitória, abandonará as quadras. O que seria uma perda inestimável para o esporte. O torneio de Roland Garros, onde só perdeu um jogo até hoje (para Soderling, em 2009), será decisivo.

 

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 23 de fevereiro de 2013