Dira Paes é a convidada de hoje do Espelho no Canal Brasil

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“Espelho”, do Lázaro Ramos, no Canal Brasil, recebe Dira Paes como convidada nesta segunda. Nove e meia da noite no ar.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Flávio Ricco comenta que Dira Paes queimou seu filme ao participar da novela Babilônia

Foi totalmente dispensável a participação de Dira Paes em “Babilônia”…
… Não foi boa para a novela e muito menos para a atriz. É necessário buscar melhores alternativas para salvar aquele núcleo do Marcos Palmeira e Arlette Salles…
… E também o do Gabriel Braga Nunes, Maria Clara Gueiros e companhia bela.
Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Caminho das Índias será reprisada no Vale a Pena Ver de Novo

Os atores Juliana Paes e Rodrigo Lombardi em cena da novela Caminho das Índias, que será reprisada
Por REDAÇÃO, em 15/06/2015 · Atualizado às 15h27

Exibida em 2009 pela Globo, Caminho das Índias foi escolhida para suceder O Rei do Gado na sessão Vale a Pena Ver de Novo, em julho. A emissora chegou a cogitar reprisar uma trama representativa de seus 50 anos e colocou Por Amor (1997) e Senhora do Destino (2004) entre as “finalistas”, mas optou pela produção que lhe rendeu o primeiro Emmy Internacional de Telenovelas.

Escrita por Glória Perez, Caminho das Índias mostrava o choque de culturas entre o Brasil e a Índia, fórmula experimentada antes em O Clone (2001). Inicialmente, a novela centraria no amor proibido de Maya (Juliana Paes), de família de comerciantes, e Bahuan (Márcio Garcia), um profissional bem-sucedido que nasceu dalit, na casta social mais baixa da sociedade indiana. Mas Garcia não agradou como mocinho e perdeu o papel para Raj (Rodrigo Lombardi).

Também integraram o elenco de Caminho das Índias Tony Ramos, Bruno Gagliasso, Tania Kalil, Marjorie Estiano, Dira Paes, Débora Bloch, Alexandre Borges, Cléo Pires, Christiane Torloni, Caio Blat, Antônio Calloni, Caco Ciocler, Eliane Giardini, Laura Cardoso, Danton Mello, Humberto Martins e Letícia Sabatella, entre outros.

A novela terá uma dura missão: manter os números de audiência de O Rei do Gado, entre 15 e 20 pontos, considerados altos para o horário.

Mateus Solano vai apresentar retrospectiva de Responsabilidade Social da Globo

Mateus Solano no cenário do para talk show sobre Responsabilidade Social

Ações
A propósito do Mateus Solano, nesta quarta, às 19h no Espaço Tom Jobim, no Rio de Janeiro, ele vai comandar a retrospectiva de Responsabilidade Social da Globo, em formato de talk show. Em um cenário que simula sua casa, ele irá conversar com Monica Waldvogel, Sandra Annenberg, Dira Paes, Caco Barcellos e Paulo Betti, entre outros.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

“Amores Roubados” não escapou do velho estereótipo do coronelismo

Ísis Valverde (Antônia) e Cauã Reymond (Leandro) (Foto: Divulgação/TV Globo)

Ísis Valverde (Antônia) e Cauã Reymond (Leandro) (Foto: Divulgação/TV Globo)

Em meu texto sobre a estreia da minissérie “Amores Roubados” (AQUI), citei uma certa falta de agilidade naquele primeiro capítulo. A estreia me pareceu mais preocupada em apresentar os personagens do que a trama em si. Impressão completamente dissipada a partir do segundo capítulo, quando a minissérie já mostrou a que veio.

E trama foi o que melhor “Amores Roubados” ofereceu – roteiro assinado por George Moura, adaptado do folhetim “A Emparedada da Rua Nova”, do pernambucano Carneiro Vilela (1846-1913). Uma história de tirar o fôlego, do tipo que deixava o gostinho de quero mais ao final de cada capítulo. A primeira sequência – a da fuga de Leandro (Cauã Reymond) ferido – sugeria o desfecho da história. Mas não, Leandro não morria ao final, mas no meio da trama, para deixar em aberto até o fim se ele estaria mesmo morto ou vivo. “Amores Roubados” não era nada previsível. E foi assim, de surpresa em surpresa, que a minissérie conquistou telespectadores, cativando uma audiência que surpreendeu a própria TV Globo: uma média final em torno dos 28 pontos no Ibope da Grande São Paulo, a maior desde 2010 – e que teria sido maior ainda não tivesse a Globo preterido os quatros últimos capítulos a favor do BBB14.

O apelo erótico de cenas calientes e a curiosidade gerada acerca do suposto romance entre os jovens atores protagonistas (Cauã Reymond e Ísis Valverde) podem ter sido poderosos chamarizes. Mas os méritos de “Amores Roubados” vão além. Afora o ótimo roteiro, tinha a direção (geral de José Luiz Villamarim), a trilha sonora, as tomadas de cena sempre criativas, valorizadas pela fotografia calculada deWalter Carvalho, ao revelar cenários deslumbrantes que representavam a fictícia Sertão e a região de vinícolas no Nordeste brasileiro.

O elenco merece um parágrafo à parte. O sotaque dos atores do horário nobre global em nada comprometeu o bom andamento. A estes, somaram-se excelentes atores regionais, aumentando assim a identificação do público com a história. Atores conhecidos em representações memoráveis (Patrícia Pillar, Murilo Benício, Osmar Prado, Dira Paes, Cassia Kis Magro, Cauã Reymond, Ísis Valverde), e os não tão conhecidos, mas não menos ótimos, Irandhir Santos (João) e Jesuíta Barbosa(Fortunato). E, ainda, o restante do elenco, cada qual uma personificação marcante, apesar de papeis menores – como César Farrario (Bigode de Arame), Germano Hauit (o pai de Isabel), Thierry Tremouroux (o francês), Cláudio Jaborandy (o inspetor) e Walter Breda (o delegado). Elenco bem escalado, direção de atores certeira e um bom roteiro resultam um trabalho de qualidade.

O telespectador mais atento e mais exigente não deixou passar pequenos furos de roteiro. Cito dois do capítulo de quinta-feira (16/01): o sinal de celular poderoso de Fortunato, que, no meio do nada, conseguiu uma ligação com Antônia, para marcar um encontro. E Antônia, ao ir a esse encontro, por uma estrada deserta, não se deu conta de que estava sendo seguida. A meu ver, pequenos detalhes que ajudam no roteiro sem comprometer a obra como um todo ou subestimar a inteligência do público.

Amores Roubados” revelou ao Brasil a riqueza do sertão nordestino, que também é moderno e industrializado. Mas, ao mesmo tempo, não escapou do velho estereótipo do coronelismo tacanho e machista, em que a honra dos poderosos se lava com sangue e em que tudo se resolve com opressão ou bala e com o auxílio de capangas e capachos.

Biscoito fino da dramaturgia da Globo, essa história de paixão, sexo, traição e vingança merece o Emmy, não?

 

Nilson Xavier – UOL

Com Dira Paes, “Amores Roubados” esquenta audiência da Globo

 

29.nov.2013 – Dira Paes e Cauã Reymond em cena quente na cena da minissérie “Amores Roubados” 

Enquanto muitos apostavam que Cauã Reymond e Isis Valverde iriam monopolizar as atenções, quem continua chamando a atenção na série “Amores roubados” é Dira Paes. Está muito à vontade no programa.

Anteontem, a produção uma vez mais atingiu bons índices: 31 pontos de média e 54% de share, na Grande São Paulo. Um aumento de 7 pontos no horário em relação às últimas quatro terças-feiras.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Dira Paes voltará ao ar este ano em seriado da Globo

 

 

Descanso da Dira Paes, depois de “Salve Jorge”, foi rápido…
… Agora, no meio de julho, ela começa a gravar a nova minissérie da Globo, “Amores Roubados”.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery