Dilma Rousseff começa a tirar pertences do Alvorada #TchauQuerida

DILMA ESTÁ ENCAIXOTANDO LIVROS E PERTENCES MAIS DELICADOS
Publicado: 06 de setembro de 2016 às 09:20 – Atualizado às 09:35
A EX-PRESIDENTE VAI MORAR EM PORTO ALEGRE EM SEU ANTIGO APARTAMENTO (FOTO: ESTADÃO)
Dois caminhões baú chegaram ao Palácio da Alvorada na manhã desta terça-feira, 6, para fazer a mudança da ex-presidente Dilma Roussef para Porto Alegre. Dilma deixa Brasília em definitivo e embarca para a capital gaúcha, onde será recebida com um “carinhaço” de militantes petistas.Detalhista, Dilma está encaixotando livros e alguns pertences mais delicados com muito cuidado e não quer que ninguém a ajude nessa tarefa. A ex-presidente vai morar em Porto Alegre em seu antigo apartamento do Bairro Tristeza, de classe média.

Dilma planeja, porém, passar temporadas no Rio de Janeiro. Sua mãe, Dilma Jane, que tem 93 anos e vivia com ela no Alvorada, tem um apartamento no Leblon, bairro da zona sul do Rio. Na capital gaúcha, moram a filha de Dilma – a procuradora do Trabalho Paula -, os netos Gabriel e Guilherme e seu ex-marido Carlos Araújo. (AE)

Site Diário do Poder

James Akel comment that Edir Macedo can stop to support Dilma Roussef

EDIR Macedo STUDIES TO DRAW SUPPORT DILMA ROUSSEFF

Macedo, leader of the Universal Church, which supports Dilma is considering withdrawing this support.

Conversations happen in the dome of the Church among bishops.

The terrible Dilma acceptance numbers can tarnish the Church and its political power project through the party PRB, which currently has the ministry of sports under his command and can deliver over the coming days.

The strategy is part of Celso Russomano campaign for mayor of São Paulo.

In the current form, the PRB has office in the town hall of the PT and this must be redone.

The output of the Brazilian Republican Party from PT side is a problem for Dilma who knows that TV Record depends on the Church of the funds and not the funds of the PT government.

 

PT = Worker´s Party

PRB = Brazilian Republican Party

 

James Akel in 09 October 2015

Brasil deve sofrer rebaixamento do grau de investimentos e Dilma cogita Eurico Miranda para ministério

Rio – A Agência Standard & Poor’s mudou a perspectiva de nota do Brasil para negativa, ultimo passo para o rebaixamento do ‘grau de investimento’.
Imediatamente a Presidente Dilma Roussef se reuniu com assessores para avaliar nomes para gerenciar a crise e deve anunciar em breve o Presidente do Vasco da Gama, Eurico Miranda.

“Precisamos de alguém que possa ser um reforço na equipe, traga o respeito e experiência com uma situação pré-rebaixamento”, afirmou o Secretário de Assuntos Especiais Mauro Nëuer.

Os assessores de Eurico negam que ele tenha sido convidado oficialmente, mas informam que dificilmente ele aceitará a proposta de primeira, esperando apenas a segunda oportunidade para acolher o convite, como de costume.

Amigos e pessoas próximas ao dirigente deixaram escapar que logo após assumir, Eurico pretende substituir a tartaruga pela efígie de Vasco da Gama nas notas de dois reais, um “sonho antigo” segundo eles.

 

Sensacionalista

Advogado do Fluminense é visto na sede do PSDB e causa pânico em Dilma Rousseff

Coincidência ou não, Dilma posou neste segunda-feira com a camisa do Tapetense (FOTO: Pezão)

Coincidência ou não, Dilma posou nesta segunda-feira com a camisa do Tapetense
(FOTO: Pezão)

 

Um mistério apavorante assombra 51% do Brasil. Logo após a divulgação dos resultados das eleições presidenciais, iniciou-se um burburinho acerca de um movimento político encabeçado pela oposição, que solicitaria o cancelamento da eleição da presidente Dilma Roussef. A arma secreta do PSDB seria usar os conhecimentos jurídicos e a vasta experiência em anular pontos do advogado que atendeu o Fluminense no Brasileirão do ano passado, Fletcher Reede.

Astuto, o Olé do Brasil se posicionou durante toda a noite de domingo próximo à sede do PSDB em São Paulo. Para a surpresa de todos, o advogado do Fluminense apareceu no local, na companhia de cerca de 10 assessores, que carregavam diversas pastas nas mãos. O fato causou pânico na militância petista e, principalmente, em Dilma Rousseff, que sente que está prestes a sofrer o impeachment.

“No que se refere ao advogado do Fluminense, nós não temos nada a temer, porque fizemos tudo dentro das regras. Qualquer coisa que falarem contra o PT agora é mentira, é coisa de gente rica que quer denegrir a imagem do nosso partido. Estamos tranquilos e sabemos que não teremos problemas quanto a isso”, disse, enquanto uma lágrima de preocupação escorria pelo seu rosto.

Pelos lados do PSDB, o clima é de otimismo. Segundo o senador tucano José Drácula é bem provável que o advogado que atendeu o Fluminense surja e consiga achar uma irregularidade ocorrida durante a campanha eleitoral: “Parece que a cada gaguejada da Dilma ela pode perder 1 milhão de votos. Ou seja, ela perderia de lavada e ficaria com votação negativa”, explicou.

Foi o que FHC comentou em off para colegas de partido, logo após o resultado das eleições: “É, Dilma, vai comemorando antes da hora. Enquanto o advogado do Fluminense estiver no mercado, nada está garantido”.

 

James Akel comenta mal humor de Dilma em sabatina

Ontem Dilma recebeu jornalistas no seu palácio pra fazer sabatina.

Primeira coisa que Dilma fala quando não gosta de uma coisa e vai responder é “Meu Querido”.

Esta fala demonstra que ela está zangada com o que foi perguntado e tenta responder professoralmente.

Ela acha que fazendo isto vai desqualificar a pergunta do jornalista dando a entender que a pergunta foi de gente ignorante do caso.

Depois ela nem soube explicar porque disse na sua declaração eleitoral que tem 152mil reais guardados em casa.

Tentou responder de que ela tem este costume desde o tempo em que era foragida da justiça e dormia de sapatos.

O leitor vai dizer que nada uma coisa tem a ver com outra.

E nem tem mesmo mas os jornalistas estavam no palácio e não fica bem contestar a dona da casa.

Quando perguntaram se ela não se envergonhava de aceitar a indicação de um ministro que foi acertada na cadeia entre Waldemar Costa e Dirceu, ela desconversou dizendo que não sabia desta conversa e que a reunião foi feita no Palácio pra composição de novo ministério.

Mais uma vez os jornalistas apenas ouviram.

Os petistas vão dizer que Dilma foi bem.

Basta ver o vídeo e entender o quanto ela foi bem.

Exceto as perguntas sobre a reunião que escolheu ministro e o dinheiro vivo que ela guarda em casa, as outras perguntas consideradas de difícil resposta foram feitas pelo jornalista Kennedy Alencar, conhecido amigo pessoal de Dilma e Lula.

Kennedy avocou a si as perguntas mais difíceis e ela até que se lembrou de todos os detalhes de resposta.

Quanto ao dinheiro vivo que ela guarda em casa, não nos esqueçamos que ela foi protagonista arquiteta do famoso assalto ao cofre do Ademar, que dizem que teria 2 milhões de dólares e teriam que ter sido guardados por Dilma no esconderijo dos terroristas cubanos.

Primeiro eu não acredito que um cofre de uma residência que poderia ser carregado por assaltantes contivesse tanto dinheiro.

Então alguém vai me perguntar porquê foi divulgado o valor e eu respondo que na mesma semana tinham assaltado o cofre de um banco de verdade, Andrade Arnaud, em Copacabana, onde realmente poderia estar tanto dinheiro.

A razão é que na época, o antigo governador Adhemar de Barros tinha um péssimo conceito de honestidade na mídia.

Então os terroristas achavam que se divulgassem que roubaram o cofre do Adhemar, o povo ficaria ao seu lado.

Então divulgaram que o cofre do Adhemar foi assaltado e o valor era de verdade o correspondente ao roubo do banco.


Escrito por jamesakel@uol.com.br às 07h07 no dia 30.07.2014

Renato Maurício Prado comenta as vaias sofridas por Dilma

 

 

Se o escrete passou no primeiro teste, a presidenta Dilma Roussef, não. Os protestos fora do estádio e, principalmente, a vigorosa vaia que levou ao anunciar a abertura do torneio (chegando a fazer o presidente da Fifa, Joseph Blatter, repreender a torcida) mostram que a indignação popular vai bem além do aumento nas tarifas de ônibus. E os absurdos gastos públicos com “elefantes brancos” e que tais, certamente, contribuíram para isso.

 

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 16 de junho de 2013

Entrevista com Yoani Sánchez: Dilma está “brincando com fogo” sobre situação em Cuba

No Dia Internacional da Liberdade de Expressão, blogueira fala ao Estado sobre sua viagem ao Brasil, sobre o futuro de Cuba, sobre Chávez e sobre seus projetos pessoais.

 

GENEBRA – A presidente Dilma Rousseff está “brincando com fogo” sobre a situação em Cuba e Havana estaria usando a disposição do Brasil para dialogar para adiar qualquer tipo de reforma mais significativa em seu regime. O alerta é da ativista e blogueira, Yoani Sanchez. Em entrevista a este blog durante sua passagem por Genebra às vésperas do Dia Internacional da Liberdade de Expressão, a dissidente cubana revelou que ficou surpreendida com a violência das ações contra ela durante sua passagem pelo Brasil, há um mês. Mas acredita que a ação foi organizada pela prórpria embaixada cubana em Brasília e insiste que as “intimidações” não vão conseguir que ela abandone seu questionamento sobre o regime. Eis os principais trechos da entrevista:

P – Como a sra avalia a posição do governo brasileiro em relação à Cuba…

Yoani Sánchez – Dilma está brincando com fogo com Havana. O governo brasileiro está fazendo uma aposta de que o regime quer mudar. E, normalmente, o governo de Havana usa muito bem isso a seu favor. Ela acha que pode reformar o sistema por dentro, influenciar. Mas vai ser enganada. O governo vai usar isso para se manter. É ainda assim útil ter países com essa visão do Brasil. Mas acredito que não terá resultado.

P – Durante a passagem da sra pelo Brasil, vimos vários protestos contra a sra. Como avalia isso…

Yoani Sánchez – Não ocorreu apenas no Brasil e foram sempre organizadas pela embaixada cubana nos países em que estive. Eu optei por ir ao Brasil primeiro e sabia que não seria o mais fácil. Mas não queria ir para os EUA. Isso daria margem para que me dissessem que, assim que pude, fui justamente ao colo dos americanos. No Brasil, alguns casos chegaram a ser violentos, até puxando meu cabelo, com ofensas. A embaixada cubana inclusive entregou um dossiê sobre minha pessoa a vários grupos, inclusive a funcionários do governo brasileiro. Mas acredito que eles mesmos viram que não funcionou e até tiveram de mudar de estrategia. Posso confirmar, porém, que em certos momentos foi muito difícil. Mas decidi continuar e vou até o final.

P – E qual o resultado que a sra acredita que teve sua viagem ao Brasil…

Yoani Sánchez – Acredito que ajudou a entender o que é que vivemos em Cuba e o povo brasileiro talvez saiba mais hoje. A realidade é que, nos dias que passei pelo Brasil, meus seguidores no Twitter aumentaram em 38 mil. Quero muito voltar ao Brasil e espero que isso possa ocorrer logo.

P – A sra. se dispôs a viajar por 80 dias pelo mundo. Porque acredita que o governo cubano a deixou sair…

Yoani Sánchez – Não acredito que a palavra “deixar” é a correta. Eles não tinham opção. Eu fiz um pedido para sair em 20 ocasiões durante cinco anos. Quando a reforma de imigração foi anunciada, eu fui a primeira a aparecer para pedir um passaporte. Eles não tinham opção. Era a credibilidade da reforma que estava sendo testada. Acho que calcularam o seguinte: essa mulher é o termômetro de nossa reforma. Se não deixarmos ela sair, vão nos questionar se a reforma é real. Mas acho também que calcularam outra coisa: desprestigiariam meu nome por onde eu fosse e iriam me intimidar.

P – Enquanto a sra. esteve fora, Hugo Chavez morreu. Como a sra avalia o impacto de sua morte para as autoridades de Cuba…

Yoani Sánchez  – Não existe chavismo sem Chavez e não existirá o castrismo sem os Castros.

P – Mas Nicolas Maduro não venceu…

Yoani Sánchez – Maduro pode fazer sobreviver as ideias de Caracas por algum tempo. Mas não será para sempre e isso preocupa as pessoas em Havana. Até agora, o que tem mantido o sistema são os subsídios venezuelanos. As autoridades estão muito preocupadas, pois sabem que Nicolas Maduro tem uma pressão forte para reduzir sua ajuda à Havana e ajudar a economia venezuelana. Havana está fazendo muita pressão sobre Maduro para que não desmonte o sistema de ajuda. Mas eu tenho a impressão de que Maduro terá de optar entre ajudar Cuba e garantir sua própria economia e isso assusta Havana.

P – As reformas adotadas por Raul Castro podem levar a uma melhoria do sistema…

Yoani Sánchez – A reforma não irá melhorar o sistema. O que ocorrerá é que essa reforma vai derrubar o regime. O sistema cubano é como uma casa na Havana Velha que, apesar de estar caindo aos pedaços, está se aguentando. Um dia, o proprietário decide mudar de porta e tirar um parafuso. Nesse momento, a casa cai. Isso é o que vai ocorrer com as reformas e o sistema.

P – Qual seria o impacto de uma reforma política em Cuba para a América Latina…

Yoani Sánchez – O que ocorrer com a reforma política em Cuba definirá o destino da América Latina por cerca de cem anos. Se ela ocorrer e passarmos para uma democracia, vários movimentos na América Latina vão perder força. É verdade que os cubanos se consideram o umbigo do mundo. Mas, realisticamente, se a transição política fracassar e o regime for mantido, temo por uma onda de regimes populistas por anos. Mas essa transição também depende da ação da comunidade internacional. Não digo uma intervenção. Ela terá de ocorrer de dentro mesmo de Cuba. Mas a comunidade internacional terá de estar preparada para, no dia seguinte, estar lá para nos ajudar. Vamos precisar de linhas de crédito e muito mais.

P – A sra. se ve ocupando um cargo político numa Cuba sob um novo sistema…

Yoani Sánchez – Não. Dizem isso para mim. Mas na minha vida sempre tomei um caminho diferente. Quero ter um jornal.

P –O que poderia acelerar a transição…

Yoani Sánchez – O fim de embargo americano e a chegada de tecnologia. Já hoje estamos vendo que a tecnologia está gerando uma ruptura do monopólio informativo do governo e sabemos o que isso significa. Há muita informação clandestina circulando por Cuba. Bairros se organizam e uma família tem uma antena parabolica escondida em um tanque de água. De la, cerca de 300 famílias podem captar o sinal e pagam uma taxa por mês. Hoje, vemos séries americanas, novelas brasileiras, CNN e todo o tipo de informação que seria oficialmente proibido.

P – Como a sra acredita que será recebida de volta em Cuba, depois de fazer tanto barulho pelo mundo…

Yoani Sánchez – Haverá um fuzilamento midiático. O governo te lincha na televisão, te acusa publicamente dos piores delitos. Mas o segredo é manter a cabeça fria. Inclusive, eles usam até isso contra mim, dizendo que essa reação de calma que tenho é uma prova que fui treinada pela CIA. Fui sequestrada em quatro ocasiões. A tortura psicológica a qual fui submetida não tem palavras. Tive de tirar minha roupa e ameaçaram me entregar a dois homens. Também me disseram que, se meu filho andasse de bicicleta, ele deveria ter cuidado, pois há muito acidente de trânsito.

 

Estadão – Jamil Chade

Record intensifica chamadas de Adriana Araújo no “Jornal da Record”

https://i2.wp.com/natelinha.uol.com.br/img/pag/315x265/img20130325133524.jpg

Divulgação/Record
A Record vem intensificando as chamadas do retorno de Adriana Araújo ao comando do “Jornal da Record”.
A jornalista, que deixou o noticiário há quatro anos para ceder espaço a Ana Paula Padrão, estará de volta a partir desta terça-feira (26).
Nas chamadas, a Record enfatiza as mais diversas contribuições de Adriana ao jornalismo da casa, como a entrevista com Dilma Roussef, a primeira após a sua eleição em 2010, a cobertura dos Jogos Pan Americanos de Guadalajara, em 2011 e das Olimpíadas de Londres, em 2012.
A trilha utilizada também foi a mesma do período em que Adriana dividia a bancada com Celso Freitas, entre 2006 e 2009. A atual foi repaginada com a chegada de Ana Paula Padrão.
natelinha