Flamengo 5 x 1 Chapecoense

DESTAQUE

PRAZER, GUERRERO!

O peruano respondeu a todas as críticas nesta quinta-feira. No seu primeiro jogo na Ilha do Urubu, Guerrero marcou três vezes. No primeiro tempo, desviou de leve cruzamento de Diego. Na etapa complementar, viu a bola bater no travessão após cabeçada de Arão e completou mostrando oportunismo. Deu números finais de cabeça e foi para a galera. Foi o primeiro hat-trick do artilheiro com a camisa do Flamengo – o 16º gol dele na temporada.

O JOGO

“Guerrero ainda não marcou no Brasileiro”. “Guerrero só sabe perder gols”. Tudo que foi dito a respeito do peruano caiu por terra nesta quinta-feira. Na Ilha do Urubu, o atacante balançou a rede três vezes, deu assistência para Diego – que marcou dois – e comandou a goleada por 5 a 1 contra a Chapecoense. A partida ainda foi marcada pela estreia de Rhodolfo, substituto de Réver na segunda etapa, e falha do jovem Thiago no gol de Victor Ramos, o de honra do time de Santa Catarina.

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

A Chape não se intimidou com o caldeirão da Ilha do Urubu e esboçou pressão nos minutos iniciais. Quase surpreendeu Thiago num lance de lateral cobrado na área; Wellington Paulista antecipou Juan e deu toquinho no canto, direto pela linha de fundo. Afobado no início, o Flamengo começou a controlar o jogo quando colocou a bola no chão. Assim, foi premiado aos 13 minutos com um golaço: Diego, de primeira, de direita, de fora da área no ângulo de Jandrei.

 

O barulho aumentou cinco minutos mais tarde. Guerrero desencantou. Arão iniciou a jogada com belo lançamento para Diego. O camisa 35 carregou com liberdade pela esquerda, levou para o pé direito e levantou com precisão para o peruano, que aparece nas costas da marcação para resvalar na bola e tirar o goleiro da jogada: 2 a 0. Poderia ter feito o seu segundo no Brasileirão, mas perdeu chance clara, sozinho contra Jandrei.

DESTAQUE

SEGUNDO TEMPO

O Flamengo parecia caminhar para uma vitória tranquila. Aos três minutos, Guerrero por pouco não ampliou, mas de novo parou em Jandrei. Porém, uma falha de Thiago colocou o time visitante novamente na partida. O goleiro soltou bola fácil após cobrança de lateral de Reinaldo na área e deixou nos pés de Victor Ramos, que só teve o trabalho de empurrar para a rede. Daí em diante uma sequência de jogadas aéreas dos visitantes, sempre com perigo, mas cortadas pela defesa.

 

A partida perdeu intensidade e as duas equipes abusaram dos erros de passe no meio. A individualidade, então, falou mais alto. E falou o nome de Guerrero. O centroavante decidiu o jogo e incendiou a Ilha. Mostrou oportunismo ao aproveitar rebote de Jandrei e bola no travessão, deu passe para Diego marcar seu segundo no jogo e fechou a conta com um de cabeça: 5 a 1, passeio no Rio de Janeiro e terceiro triunfo no Brasileirão.

DESTAQUE

PANORAMA

Com a terceira vitória na competição, o Flamengo foi a 14 pontos na tabela de classificação e pulou para a oitava colocação. No domingo, às 18h30 (de Brasília), encara o Bahia na Fonte Nova. A Chape estacionou com 13 pontos e caiu para a 10ª posição. Na próxima rodada, na Arena Condá, recebe o Atlético-MG, também no domingo, às 19h.

DESTAQUE

EVITOU O PIOR

Não é o jogo dos sonhos para o goleiro, longe disso. Mas Jandrei deixou a Ilha como destaque da Chape. Apesar das cinco bolas na rede, parou Guerrero duas vezes, tentou evitar o terceiro do Fla ainda na cabeçada de Arão – peruano aproveitou o rebote – e não deixou o Rubro-negro sair de campo com uma goleada história. No Cartola FC, saiu no “lucro”: só -0,50 pontos.

DESTAQUE

PÚBLICO E RENDA

Público presente: 14.632 presentes

Público pagante: 13.436 pagantes

Renda: R$ 834.628,00

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Fluminense 2 x 2 Flamengo

DESTAQUE

O JOGO

Com um gol de Trauco aos 49 minutos do segundo tempo, Flamengo e Fluminense empataram em 2 a 2 neste domingo, no Maracanã. O empate rubro-negro no fim deixou o Tricolor com um gosto amargo, depois de estar à frente do placar duas vezes. O resultado deixa o Flu na nona posição com 11 pontos. Se vencesse, entraria na zona de classificação da Libertadores. O Fla está uma posição atrás, em 10°, também com 11 pontos. Wendel, Henrique Dourado, Diego e Trauco fizeram os gols da partida.

DESTAQUE

PÚBLICO E RENDA

Público:  37.962 pagantes (33.112 presentes)
Renda: R$ 1.496.460,00

DESTAQUE

PANORAMA

Na próxima quarta-feira, às 21h45, o Fluminense vai até a Ressacada, em Florianópolis, para enfrentar o Avaí. Na quinta-feira, às 21h, o Flamengo recebe a Chapecoense na Ilha do Urubu.

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

O Flamengo teve mais a iniciativa das ações e encontrava espaço, especialmente pelo lado direito da defesa do Flu, para criar as jogadas. Mas faltava o último passe. Vinícius Junior e Marcio Araújo tentaram, mas não finalizaram bem. A aposta tricolor era nos contra-ataques em velocidade, e Wendel desde o início se apresentou como maior ameaça ao Fla. Na primeira chance que teve, o volante aproveitou uma saída de bola errada do adversário, tabelou com Scarpa e chutou, mas Thiago fez boa defesa. Na segunda oportunidade, não perdoou. Aos 36 minutos, a zaga do Fla parou, Scarpa deu ótimo passe, e Wendel, de cara para o gol, pegou o próprio rebote de uma finalização na trave e mandou para a rede: 1 a 0. Com Guerrero bem marcado e nervoso – fez seis faltas na primeira etapa -, o Fla tinha dificuldades para criar chances claras. Os rubro-negros reclamaram muito em um lance que Rodinei entrou na área e teve o braço puxado por Scarpa, mas o árbitro mandou o lance seguir.

DESTAQUE

SEGUNDO TEMPO

O Fla voltou do vestiário com Berrío e Arão nos lugares de Vinicius Junior e Marcio Araújo. A pressão surtiu efeito, e aos nove minutos o Rubro-Negro empatou. Após lance confuso na área, Everton chutou, a bola voltou para Guerrero, que também finalizou. No rebote, Diego chutou rasteiro e marcou: 1 a 1. Os tricolores reclamaram que Everton estava impedido no lançamento para o primeiro chute. Berrío em linda jogada individual ficou de cara com o goleiro tricolor, mas perdeu a oportunidade clara. O Flu manteve a estratégia de explorar os contra-ataques e se deu bem mais uma vez a partir de um lançamento de Scarpa. Richarlison recebeu na frente e caiu na área, marcado por Juan. Henrique Dourado cobrou no canto direito marcou: 2 a 1. O Fla fez nova pressão nos minutos finais, já com Conca em campo, e conseguiu impedir a derrota aos 49 minutos do segundo tempo. Trauco mandou uma bomba no canto esquerdo do goleiro Julio Cesar e decretou o empate no Fla-Flu: 2 a 2.

DESTAQUE

POLÊMICAS NA ARBITRAGEM

O Fla-Flu teve lances polêmicos. Os rubro-negros reclamaram da não marcação de um pênalti após puxão de Scarpa em Rodinei. O lateral, no entanto, estava fora da área. No primeiro gol do Fla, os tricolores reclamaram do posicionamento de Everton na hora da primeira finalização, na origem do lance. E o pênalti em Richarlison, que gerou o segundo gol do Flu, também foi duvidoso (veja o lance no vídeo). Conca, que entrou no segundo tempo, deu entrada dura em Orejuela e tirou o tricolor do jogo, mas recebeu apenas cartão amarelo. Fato curioso foi a substituição do árbitro Vinícius Gonçalves Dias de Araújo após sentir um problema na coxa. Flávio Rodrigues de Souza, assistente adicional 1, passou a comandar o clássico.

DESTAQUE

TRAUCO, O SALVADOR RUBRO-NEGRO

Se Guerrero teve um Fla-Flu para ser esquecido, com muito mais erros do que acertos, dez faltas cometidas e um cartão amarelo recebido, o outro peruano do elenco rubro-negro foi o herói da noite. Aos 49 minutos, Trauco, que até então tinha uma exibição discreta, acertou um lindo chute de longe e mandou no cantinho. Belo gol e mais alívio para o Fla.

DESTAQUE

SCARPA CERTEIRO

O camisa 10 não teve uma atuação exuberante como a torcida tricolor se acostumou a ver nos últimos anos, mas Scarpa foi decisivo no Fla-Flu. Dos seus pés saíram os dois lançamentos que originaram os dois gols tricolores. Primeiro, achou Wendel sozinho de cara para o goleiro. Depois, deu ótimo passe na velocidade para Richarlison, que sofreu o pênalti convertido por Henrique Dourado. O Ceifador é o artilheiro do Brasileiro com oito gols.

 

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Figueirense 1 x 2 Internacional – Serie B 2017

O JOGO

RESUMÃO

Em meio a uma turbulência severa antes mesmo de completar a primeira semana no comando do Inter, Guto Ferreira adotou uma estratégia inusitada para armar o Inter contra o Figueirense. Mesmo na urgência de vencer para se recuperar na Série B após três jogos sem vitórias,, o treinador preservou D’Alessandro e outros cinco titulares nesta terça-feira, no Orlando Scarpelli, pela 5ª rodada. Deu resultado. Com muita luta – e não lá muito futebol – o Colorado venceu o Figueira por 2 a 1 e deu passo importante rumo a um resgate em sua luta para voltar à elite. Víctor Cuesta e Diego anotaram os gols do triunfo. Henan descontou para os donos da casa.

DESTAQUE

NA TABELA

Com a vitória, o Inter se recupera na Série B e sobe para a 5ª posição na tabela, com oito pontos. O Figueirense, por sua vez, amarga a terceira derrota consecutiva na competição e cai para 13º, com seis pontos.

DESTAQUE

PRÓXIMOS COMPROMISSOS

As duas equipes voltam a campo pela 6ª rodada da Série B no próximo sábado. O Figueirense visita o ABC, no Frasqueirão, às 19h. Mais cedo, às 16h30, o Inter recebe o Náutico no Beira-Rio.

DESTAQUE

PRIMEIRO TEMPO

O Inter rumou a Florianópolis sem D’Alessandro e outros cinco titulares para encarar o Figueirense. Mas não pareceu sentir o peso de um time desfigurado – ao menos, nos minutos iniciais. Com mais posse de bola, o Colorado conseguiu colocar em prática o plano de propor as ações da partida. Não à toa, abriu o placar, aos 15 minutos, com Víctor Cuesta, após escanteio na medida, cobrado por Carlinhos… E parou por aí. A equipe reduziu – e muito – o ritmo e deu espaços, em especial pelos lados, para o Figueira não só crescer, mas empatar. Aos 22, Dudu Vieira apareceu pela direita e cruzou para Henan, que apareceu livre para empurrar para as redes. Os donos da casa até esboçaram uma pressão, mas os gaúchos conseguiram equilibrar as ações.

DESTAQUE

SEGUNDO TEMPO

As duas equipes voltaram para a segunda etapa com uma espécie de inversão de papeis. O Figueirense passou a pressionar o Inter, que se fechou num 4-5-1 para explorar os conta-ataques, com William Pottker mais adiantado. O Figueira empilhou chances e levou muito perigo com Robinho e Henan inspirados. Mas quem marcou foi Diego. O garoto deixou o banco para aproveitar cruzamento na medida de Pottker e empurrar para as redes. A partir daí, os donos da casa se lançaram ainda mais ao ataque e amassaram o Colorado, que se segurou como pôde para sair com o triunfo.

DESTAQUE

ZAGUEIRO ARTILHEIRO

Do alto de seu 1m87, Víctor Cuesta deu boa amostra de que pode usar a estatura para dar vazão ao seu lado atilheiro. E com oportunismo para apoveitar a liberdade concedida pela defesa rival. Aos 15 do primeiro tempo, Carlinhos cobrou escanteio com perfeição, na feição para o gringo sequer precisar saltar muito para aparar de cabeça, sem chances para Thiago Rodrigues.

DESTAQUE

ROTA LIBERADA

Atrás no placar, o Figueirense se lançou ao ataque em busca do empate. E encontrou nas laterais do Inter duas boas rotas para balançar as redes. Em especial, pela direita, nas costas de Carlinhos. Por ali, Dudu Vieira foi lançado na linha de fundo, aos 22, e cruzou na medida para Henan, que apareceu na pequena área e tocou na saída de Danilo.

 
DESTAQUE
CONTRA-ATAQUE (ENFIM) CERTEIRO

Guto Ferreira apostou nos garotos para ver sua estratégia surtir efeito, num time misto semD’Alessandro, Edenílson, Rodrigo Dourado, Nico López, Uendel e Léo Ortiz. Com uma formação sem lá muito entrosamento, o treinador recuou seu time na segunda etapa, para explroar os contra-ataques. Deu resultado: Valdemir lançou Juan, que dominou pela direita e acionou Pottker. O camisa 99 cruzou na medida para Diego anotar o gol da vitória.

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CRB 3 x 1 Macaé

20/06/2015 23h17 – Atualizado em 20/06/2015 23h35

Zé Carlos faz hat-trick, põe fim a jejum particular e CRB derrota o Macaé

Centroavante do Galo converte dois pênaltis e marca após 44 dias de “seca”. Diego diminui para o Leão em sábado chuvoso e repleto de emoções no Rei Pelé.

Técnico do CRB, Mazola Júnior pediu um time ousado contra o Macaé durante a semana. Sonhou com um sistema ofensivo criativo e incômodo e, por isso, colocou Pingo e Clebinho entre os titulares. Teve êxito. Os jogadores sofreram dois pênaltis ainda na primeira etapa, convertidos por Zé Carlos, que ainda marcou mais um na segunda parte. Ele quebrou o jejum de 44 dias sem marcar, assumiu a artilharia do Galo na Série B e garantiu a vitória dura sobre o Macaé, por 3 a 1, em sábado chuvoso no Rei Pelé. O gol do Leão foi assinalado por Diego em chutaço no segundo tempo.

Não faltou emoção na partida. Os goleiros Júlio César e Fernando Ribeiro impediram placar maior no Rei Pelé, especialmente com as intervenções milagrosas da segunda etapa. As defesas abusaram das falhas e deixaram os atacantes adversários livres, leves e soltos, dando mostras aos técnicos Mazola Júnior, do CRB, e Marcelo Cabo, do Macaé, que há fragilidades por corrigir. Após o duelo, o homem da noite, Zé Carlos, desabafou.

– O torcedor tinha que ter um pouco de respeito comigo, eu vinha trabalhando e lutando. Quem acompanha o dia a dia vê minha força de vontade, dedicação e apoio aos companheiros. Quero dedicar esse momento à família e filhos. Quando passamos por momentos difíceis, eles estão ao nosso lado. Vamos continuar. Tenho que trabalhar com tranquilidade e saber que tenho mais jogos pela frente – disse.

A vitória empurra o CRB para cima, para o 11º lugar, com 10 pontos, ganhando uma posição. O Macaé cai dois postos termina a rodada na 9ª colocação, com 13. Na próxima rodada, o Galo visita o Mogi Mirim, sábado, às 16h30. O Leão, por sua vez, recebe o Botafogo no Moacyrzão, no mesmo dia e horário.

01

DOIS PÊNALTIS, DUAS MEDIDAS

A ordem de Mazola para o CRB era clara: mudar o enredo dos jogos anteriores e ter efetividade no ataque. Os jogadores entenderam o recado e marcaram território no início da partida. Fechadinho, o Macaé tentava mostrar as garras de forma devagar, nos contra-ataques. Aos 13 minutos, Clebinho tabelou com Pingo, mas chutou prensado e a bola ficou fácil nas mãos de Fernando mostrando que o gol do Galo estava amadurecendo. Saiu pouco tempo depois. Pingo caiu na área e o árbitro marcou pênalti. Zé Carlos chamou a responsabilidade, bateu com firmeza e, aos 17 minutos, abriu o placar, encerrando ainda jejum de 44 dias sem encontrar as redes.

CRB x Macaé, no Rei Pelé (Foto: Ailton Cruz/Gazeta de Alagoas)Zé Carlos comemora com o banco antes de cair nos braços da massa regatiana (Foto: Ailton Cruz/Gazeta de Alagoas)

O gol obrigou o Macaé a responder. Aos 23′, Felipe Machado aproveitou escanteio cobrado em arco por Juninho e cabeceou, acertando a trave de Júlio César. Foi o sinal de que o jogo de repetecos estava por chegar. Passaram os minutos, a chuva fina continuou a cair e, aos 36 minutos, Clebinho foi puxado dentro da área do Macaé. Mais um pênalti. Zé Carlos não titubetou, bateu no mesmo canto e converteu pela segunda vez, aos 37 minutos. Três minutos depois, Juninho cobrou falta de média distância com perfeição e atingiu o poste do CRB. O Leão parava, mais uma vez, na trave.

02

UM PARA LÁ, OUTRO PARA CÁ

O CRB relaxou com o placar da primeira etapa. Por outro lado, o Macaé voltou traiçoeiro. O reserva Jones, que havia entrado no intervalo, teve duas chances seguidas para marcar. Na primeira, a bola passou perto; na segunda, errou o alvo na cabeça, mas o bandeira já marcava posição irregular.

Diego encheu o pé e chutou cruzado para bela intervenção de Júlio César. Na sobra, Jones não calibrou a mira e errou o alvo, desperdiçando boa oportunidade aos oito minutos. Aos 23, o Macaé foi premiado. Diego bateu cruzado, com muita força, sem chances para Júlio César. O jogo ganhou contornos ainda mais dramáticos. Fernando Ribeiro salvou o Macaé em cabeça de Maxwell e o camisa 1 do Galo impediu gol de Fernando Santos. Até que Zé Carlos resolveu atrair novamente os holofotes aos 39 minutos. Ele recebeu passe açucarado de Maxwell e bateu no cantinho, deslocando o arqueiro do Leão e marcando um golaço. Placar fechado no Rei Pelé.

CRB x Macaé, no Rei Pelé (Foto: Ailton Cruz/Gazeta de Alagoas)
Não faltou emoção no jogo entre CRB e Macaé, disputado no Rei Pelé neste sábado
(Foto: Ailton Cruz/Gazeta de Alagoas)
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Náutico 2 x 1 América Mineiro

Náutico mantém embalo diante do América-MG e amplia série invicta

Sem perder há nove jogos, Timbu se mantém no topo e divide a liderança da Série B com o Botafogo, mas leva desvantagem no saldo de gols. Coelho deixa o G-4

Não há quem pare o Náutico. Invicto há nove jogos consecutivos, o Timbu fez mais uma vítima na Série B. Na noite desta sexta-feira, bateu o América-MG por 2 a 1 na Arena Pernambuco e se manteve entre os líderes, ao lado do Botafogo, com 16 pontos, graças aos gols de Diego e Douglas (de pênalti). Marcelo Toscano descontou para o Coelho, que deixou o G-4 e caiu para a 6ª posição. Foi a quinta vitória do Náutico nas últimas seis partidas. O time mineiro vinha embalado por três resultados positivos.

Agora, as duas equipes ganham uma folga na tabela e só voltam a campo no dia 13 de junho. No próximo sábado, o Timbu vai até Goiânia enfrentar o Atlético-GO às 16h30 no Serra Dourada, enquanto o América-MG recebe o CRB no Independência, às 21h.

Foram precisos mais de 25 minutos para o jogo esquentar. Até então, o ritmo era truncado, com muitas faltas. Os técnicos Givanildo Oliveira e Lisca pediam para que os times se lançassem ao ataque a todo momento, mas o primeiro lance de perigo só veio aos 28 minutos. Após um chute prensado de Marcelo Toscano, Cristiano tentou de bicicleta e a bola bateu no travessão. Quase um golaço do América-MG. Na volta, Mancini chutou para fora.

Náutico x América-MG gol de Diego (Foto: Antônio Carneiro/Pernambuco Press)
Jogadores do Náutico festejam o gol de Diego no primeiro tempo
(Foto: Antônio Carneiro/Pernambuco Press)

Aí o Náutico acordou. Quatro minutos depois, Diego aproveitou um cruzamento na área para emendar com categoria, de pé direito, para o fundo das redes e abrir o placar para o Timbu. Rogerinho ainda mandou uma na trave aos 39. E os alvirrubros foram para os vestiários na frente.

A conversa no intervalo fez bem aos dois times. O segundo tempo começou mais elétrico. Com o jogo mais aberto, as chances de gol apareceram com mais frequência. E, aos 4 minutos, o América-MG não desperdiçou. Bryan fez uma ótima jogada pelo lado esquerdo e cruzou na área para Marcelo Toscano conferir de cabeça e deixar tudo igual no placar.

Em vez de acusar o golpe, a torcida do Náutico respondeu com gritos de incentivo ao time. Que entendeu o recado e começou a buscar o segundo gol com insistência. Acabou premiado aos 29 minutos, quando Hiltinho foi derrubado na área e o juiz marcou pênalti. Douglas bateu bem e fez o segundo. Festa alvirrubra na Arena Pernambuco, sob a regência do performático Lisca na área técnica. No fim, Júlio César ainda fez ótima defesa para impedir o gol de Mancini e garantir os três pontos.

 

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Boa Esporte 3 x 1 Ceará

3 x 1

33ª RODADA
EFICIENTE, BOA ESPORTE SUPERA MORTE DE ATLETA E ATROPELA O CEARÁ EM MG
Abalados com perda de ex-companheiro, jogadores se emocionaram na vitória por 3 a 1 em Varginha; Ceará sofre 4ª derrota consecutiva na Série B.

O Boa Esporte venceu o Ceará por 3 a 1 na noite deste sábado (1º) em partida válida pela 33ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Os gols do Boa Esporte foram marcados por Tomás, que chegou a 10 gols na competição, Clébson e Diego. Bill descontou para o Ceará. Com o resultado, a equipe de Varginha encostou no G-4 e agora está a apenas dois pontos do Atlético-GO, última equipe que hoje conseguiria o acesso. Já o Ceará chegou à sua quarta derrota consecutiva e agora tem a mesma pontuação que o Boa Esporte, 50 pontos, mas com uma vitória a menos.

A partida foi marcada por muita emoção, já que os jogadores do Boa Esporte ainda estavam abalados com a morte do lateral-esquerdo Piauí, assassinado a tiros na madrugada deste sábado em Floriano (PI). O atleta disputou 10 jogos pela equipe na Série B e havia se desligado do clube nesta semana. Durante a comemoração dos gols, ficou clara a emoção dos jogadores. Diego, que marcou o terceiro, chegou a chorar muito e precisou do consolo dos companheiros.

Na próxima rodada, o Boa Esporte vai à Arena das Dunas enfrentar o América-RN, na sexta-feira (7), às 19h30. Já o Ceará faz um confronto direto com o Atlético-GO no mesmo dia, só que às 21h, no Castelão.

Boa Esporte vence o Ceará em Varginha (Foto: Brenno Beretta / EPTV)
Boa Esporte vence o Ceará por 3 a 1 em Varginha (MG) (Foto: Brenno Beretta / EPTV)

Boa eficiente faz 2 gols no início

Os jogadores do Boa Esporte foram a campo utilizando uma tarja preta no uniforme em sinal de luto pela morte do lateral-esquerdo Piauí, assassinado a tiros na madrugada deste sábado (1º) na cidade de Floriano (PI). O jogador havia se desligado do clube nesta semana e já havia firmado contrato com o Rio Claro para a disputa do Campeonato Paulista em 2015. Embora abalados psicologicamente, os atletas do time mineiro queriam a vitória para continuar na briga pelo G-4.

O gol que manteria o sonho não demorou a sair. Aos 11 minutos, Tomas recebeu lançamento nas costas da zaga cearense e invadiu a área para bater na saída do goleiro. 1 a 0 Boa. Emocionado pela morte do ex-companheiro, Tomas não comemorou, só abraçou o grupo. O que já era bom, ficaria ainda melhor oito minutos depois quando após contra-ataque, Morato cruzou para Clébson, de letra, desviar para o fundo das redes. 2 a 0 Boa.

O segundo gol fez com que o técnico PC Gusmão sacasse o zagueiro Alex Lima para a entrada do atacante Bill. No entanto, o Ceará, desorganizado, não conseguiu levar perigo à meta da equipe de Varginha. Por pouco a equipe não levou o terceiro em mais um chute de Tomas, em que Luiz Carlos fez grande defesa.

Mais um gol e golpe final

O segundo tempo começou como terminou o primeiro. O Ceará tentando criar alguma coisa e o Boa Esporte abusando da eficiência. Logo aos 6 minutos, o atacante Diego recebeu bola açucarada na entrada da área. Ele invadiu, driblou o goleiro Luis Carlos e fez um golaço. Na comemoração, o atleta chorou muito e abraçou os companheiros.

Desorganizado, o Ceará não ameaçava o gol de João Carlos. Tanto que até os 20 minutos da etapa final, a melhor chance do jogo para os cearenses foi um desvio de cabeça de Sandro por cima do gol, após batida de escanteio. Enquanto isso, o Boa quase chegou ao quarto gol com Romão, que após batida de fora da área de Clébson, pegou o rebote de Luis Carlos, mas perdeu um gol no estilo Inacreditável Futebol Clube, com o gol todo aberto.

O Ceará ainda diminuiria o placar com Bill, de cabeça aos 29, aproveitando cruzamento que veio da esquerda. Mas, com Luis Carlos tendo que se virar para segurar o ataque do Boa Esporte lá do outro lado, a partida terminou mesmo 3 a 1.

 

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Boa Esporte 2 x 1 Luverdense

2 x 1 

25ª RODADA
EM NOITE DE TOMAS, BOA BATE O LUVERDENSE E SEGUE NA COLA DO G-4
Além de evitar gol do adversário, meia marca no 2º tempo e vira artilheiro da equipe mineira; Luverdense acumula segunda derrota seguida na Série B

Foi uma noite para Tomas se tornar decisivo na vitória do seu time, o Boa Esporte, sobre o Luverdense por 2 a 1 no Estádio Municipal de Varginha, em partida válida pela 25ª rodada da Série B do Brasileiro. Na segunda etapa, o meia evitou o gol de virada do Verdão do Norte ao travar o chute de Léo, que havia invadido a área sozinho. Dois minutos depois, o jogador colocou o Boa Esporte novamente na frente no placar ao acertar um belo chute cruzado – a bola ainda bateu na trave para entrar no fundo da rede de Gabriel Leite. Com o gol marcado, Tomas virou o artilheiro isolado do clube mineiro, com sete gols. Antes disso, no primeiro tempo, a partida foi para o intervalo em 1 a 1, com gols de Diego para o Boa e Rubinho para o Luverdense.

Com o resultado, o Boa Esporte ocupa a 5ª posição, com 41 pontos, enquanto o Luverdense está na 8ª colocação, com os mesmos 34 pontos. Como a rodada ainda não havia acabado até esta publicação, o time de Varginha e o Verdão do Norte ainda podiam perder posições.

Na próxima rodada, o time de Varginha encara o Avaí na Ressacada às 16h10 de sábado (27). Um dia antes, na sexta-feira (26), o Luverdense recebe o Sampaio Corrêa às 19h30 no Passo das Emas.

Times marcam na primeira etapa

Em casa, o Boa Esporte buscava mais o gol e teve grandes oportunidades para abrir o placar, mas pecava nas finalizações. O Luverdense tentava aproveitar os contra-ataques sem muita empolgação. Aos 30 minutos, Clébson arriscou de longe, e a bola tinha endereço, mas o goleiro Gabriel Leite se esticou todo e mandou para escanteio. Cobrado por Tomas, que encontrou Diego na área para cabecear e abrir o placar em Varginha. Aos 46 minutos, quando o primeiro tempo parecia definido, Josa perdeu a bola no meio, Misael ficou com ela e rolou para Rubinho bater de primeira no cantinho de João Carlos e deixar tudo igual de novo.

Boa Esporte e Luverdense se enfrentaram em Varginha pela Série B (Foto: Marcelo de Castro / EPTV)
Boa Esporte e Luverdense se enfrentam em Varginha pela Série B (Foto: Marcelo de Castro / EPTV)

Tomas vira o herói do jogo

O Verdão do Norte entrou mais inspirado no segundo tempo após igualar a partida e passou a agredir mais os donos da casa. O Boa Esporte, por sua vez, também buscava o gol, o que deixou a partida mais aberta. Aos 18 minutos, Léo recebeu livre na entrada da área do Boa e teve grande oportunidade para virar o jogo, mas na hora do chute foi travado por Tomas. Dois minutos depois, o meia se consagrou como o herói da equipe mineira na partida após receber de Diego para bater cruzado e deixar o Boa de novo na frente. O gol desanimou o Luverdense, que só teve forças para segurar a pressão mineira. Rubinho ainda tentou por cobertura no último minuto de jogo, mas a noite era de Tomas. Além de herói, o meia ultrapassou Fernando Karanga e se tornou o artilheiro isolado do Boa Esporte, com sete gols

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Boa Esporte 2 x 0 Icasa

 2 x 0 

19ª RODADA
DIEGO FAZ GOLAÇO, BOA ESPORTE VOLTA A VENCER E COMPLICA O ICASA NA SÉRIE B
Meia Tomas também marca no final do jogo e ajuda equipe mineira a se recuperar; Verdão do Cariri aguarda resultados e pode voltar ao Z-4

Em uma partida morna no primeiro tempo, mas que melhorou na segunda etapa, o Boa Esporte encerrou a sequência negativa de duas derrotas após vencer o Icasa por 2 a 0 no Estádio Municipal de Varginha, em partida válida pela 19ª rodada da Série B. Com um golaço de Diego, que entrou na segunda etapa, e Tomas, que ampliou no final do jogo, o time mineiro subiu novamente na tabela e pode fechar o primeiro turno da competição entre os 10 primeiros colocados. Já o Verdão do Cariri segue sem vencer há quatro rodadas e continua enxergando o Z-4 pelo retrovisor.

Com o resultado, o Boa Esporte chega a 27 pontos e pula provisoriamente para a 8ª posição. O Icasa permanece na 16ª colocação, com 19 pontos, mas pode voltar à zona de rebaixamento dependendo dos resultados da próxima sexta-feira.

Na primeira partida do segundo turno, o Boa Esporte visita o Atlético-GO no Serra Dourada, em Goiânia, às 19h30 do próximo dia 2. Já o Icasa recebe a Ponte Preta às 19h30 do dia 5, no Estádio Romeirão, em Juazeiro do Norte.

Primeiro tempo morno

Com a proposta de jogar na defensiva do Icasa e a pouca criatividade do Boa Esporte, o jogo ficou muito preso no meio de campo durante a primeira etapa. As melhores chances dos anfitriões vieram dos pés de Fernando Karanga, que desperdiçou duas chances. A primeira, o atacante escorregou na finalização cara a cara com Edson e a segunda pegou mal na bola após rebote em chute de Clébson. O Icasa também teve chance de abrir o placar em cobrança de escanteio, quando Gilberto mandou uma cabeçada certeira. O goleiro João Carlos espalmou e salvou o Boa Esporte. Gilberto teve ainda outra chance no final do primeiro tempo, em bate-rebate na área do Boa, mas o placar seguiu sem alterações até os 46 minutos. O técnico Leandro Sena ainda teve que colocar Núbio Flávio no lugar de Aelson, que saiu de campo sentindo dores na coxa.

Boa Esporte x Icasa (Foto: Reprodução Premiere FC)
Jogadores do Boa Esporte comemoram o gol de Diego (Foto: Reprodução Premiere FC)

Diego faz golaço, e Tomas passa a régua

A estrela do técnico Nedo Xavier brilhou logo no início da segunda etapa. O treinador tirou Uallison Pikachu para a entrada de Diego, que logo aos 12 minutos fez uma pintura. O atacante avançou pela direita, deixou dois marcadores do Icasa para trás e, com um toquinho sútil, encobriu o goleiro Edson para abrir o placar em Varginha. Após o gol, o Icasa, que pouco agredia o Boa Esporte, ficou ainda mais apático. Edson salvou uma cabeçada de Thiago Carvalho à queima roupa em uma defesa milagrosa. No entanto, não conseguiu deter o chute forte de Tomas, que ampliou para os mineiros aos 44 minutos. Com isso o Boa Esporte deu fim à sequência negativa de dois jogos sem vencer e ampliou a crise do Verdão do Cariri, que pode voltar ao Z-4 ainda nesta rodada.

 

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Náutico 1 x 3 Boa Esporte

 1 x 3 

A paralisação da Série B fez mesmo muito bem ao Boa Esporte. Com o time quase todo reformulado em relação à primeira parte da competição – foram oito contratações durante a Copa do Mundo –  o time mineiro cravou a segunda vitória consecutiva nas duas rodadas pós-Mundial. Ambas fora de casa. Depois do Vila Nova, a vítima foi o Náutico na noite deste sábado.

O placar de 3 a 1 reflete a superioridade dos visitantes, que antes dos 25 minutos do primeiro tempo já venciam por 2 a 0. O Boa Esporte fez por onde se impor diante de um adversário inoperante. Marinho Donizete, Tomas e Diego marcaram os gols do Boa. Tadeu, de pênalti, descontou. Apenas 5.498 torcedores compareceram à Arena Pernambuco, um dos 12 palcos da Copa do Mundo.

Náutico x Boa Esporte (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)
Marinho Donizeto abriu o placar na Arena Pernambuco (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)

 

O resultado levou o time mineiro à 13ª colocação, com 14 pontos, um a menos que o Náutico, em 12º. O Timbu, porém, tem uma partida a menos devido ao adiamento do jogo contra o Vasco. Na 13ª rodada, o Boa Esporte recebe o Bragantino, sábado, às 21h, no estádio Municipal de Varginha. No mesmo dia o Timbu visita o Atlético Goianiense no Serra Dourada, às 16h20.

A passividade do Náutico chamou atenção. O Boa Esporte jogou completamente à vontade na Arena Pernambuco, desde o início do jogo. Velho conhecido da torcida alvirrubra, o meia Clébson, ex-Salgueiro, cansou de trocar passes sem ser incomodado. Inclusive próximo à arena alvirrubra. Numa dessas saiu o primeiro gol. Clébson lançou, Rafael Cruz falhou feio, e Marinho Donizete aproveitou o presente dentro da área. O lateral-esquerdo ainda driblou o goleiro Alessandro antes de marcar, logo aos cinco minutos.

Atrás do placar, o time alvirrubro continuou desarrumado, enquanto os visitantes, de posse do meio de campo, ditavam o ritmo. Aos 22 minutos, a diferença ficou mais clara. Tomas acertou um chute de fora da área e ampliou o placar: 2 a 0. Não demorou para a torcida do Náutico perder de vez a paciência. Vaias ecoaram com força pela primeira vez aos 28 minutos. Depois, repetiram-se na descida para o intervalo. O Náutico ainda perdeu dois jogadores por lesão na primeira etapa: o zagueiro William Alves e o volante Gilmak foram substituídos por Edvânio e Gustavo Henrique. Marinho e Tadeu criaram as únicas chances do Timbu. Muito pouco.

O início da segunda etapa, porém, renovou as esperanças do torcedor alvirrubro. Logo aos 2 minutos, o árbitro viu Vinícius Hess meter a mão na bola dentro da área e marcou pênalti a favor do Timbu. Tadeu cobrou com muita categoria, e o Boa Esporte sentiu o gol. Por pouco tempo. A tentativa de abafa do Náutico foi só uma tentativa.

Prevaleceu a eficiência do adversário, que mesmo sem o controle do jogo como no primeiro tempo, achou os espaços para chegar ao terceiro gol e encaminhar de vez a vitória, aos 30 minutos. Diego balançou as redes instantes depois de substituir Luiz Eduardo. Ele quase marcou mais um em seguida, mas o placar ficou no 3 a 1. No fim, os jogadores do Náutico ainda tiveram de ouvir a própria torcida gritar “olé” para o adversário.

 

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Renato Maurício Prado comenta os poucos casos de jogadores que não foram queimados

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É claro que há exceções: o Santos, por exemplo, que tem antigos craques à frente de sua base, tradicionalmente revela talentos como Diego, Robinho e Neymar. Mas de uma maneira geral, o panorama é desolador.

Quando nossos dirigentes entenderão que o sucesso nas categorias de infantis, juvenis e juniores deve ser medido pelo número de bons jogadores que, de fato, dão certo nos profissionais e não por títulos de campeonatozinhos que disputam? Quantos integrantes daquele time do Fla, campeão da Copinha em 2011, se firmaram até agora, em 2014?

Renato Maurício Prado – O GLOBO – 11.07.2014