Globo escala apenas mulheres para edição especial do “É de Casa”

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Pela primeira vez desde sua estreia, o “É de Casa”, exibido nas manhãs de sábado da Globo, será comandado inteiramente por Ana Furtado, Cissa Guimarães e Patrícia Poeta, na edição do próximo dia 4, que antecede a Semana do Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março.

Na ocasião, como não poderia deixar de ser, todas as pautas vão girar em torno delas, as mulheres, e destacar profissionais com carreiras que não são mais exclusividade masculina, como duas marceneiras que darão dicas de decoração, no melhor estilo ‘Faça você mesmo’.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Colaboradoras alvinegras recebem merecida homenagem

As Diretorias Social e de Promoções e Eventos organizaram um café da manhã

Site do Ceará Sporting Club

Elas no controle da Globo entre 7 e 8 de março de 2015

Durante 48 horas, nos dias 7 e 8 de março, as mulheres irão dominar a grade de jornalismo e entretenimento da Rede Globo – como parte das homenagens ao Dia Internacional da Mulher.

A programação especial começará com o “Como Será?”, às 6h de sábado, e se estenderá pelos demais produtos. No domingo, por exemplo, haverá duas mulheres no comando do “Esporte Espetacular”: Glenda Kozlowski e Cristiane Dias.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Três pessoas morrem por dia devido às armas de fogo

Número diz respeito à Capital; Mapa da Violência faz análise dos óbitos no País entre 2000 e 2010

A violência no Ceará atinge índices alarmantes. Em uma década, o número de mortes por armas de fogo cresceu 203,6%. Passou de 696 em 2000, para 2.113 em 2010, ou seja, mais que triplicou. Chama atenção que 97,3% dos casos registrados foram ocasionados por homicídio, seguido de suicídio (1,1%), acidentes (0,7%) e causas indefinidas (0,9%). Do total de óbitos registrados neste período no Estado, 54,85% ocorreram na Capital (1.159). Significa dizer que, em média, três pessoas morreram por dia vítimas de armas de fogo em Fortaleza em 2010.

Entre 2000 e 2010, o Ceará saltou do 19º para o 10º lugar no ranking das capitais brasileiras com maior taxa de mortes por armas de fogo FOTO: FABIANE DE PAULA

É o que aponta o Mapa da Violência 2013 – Mortes matadas por armas de fogo, divulgado ontem, pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos (Cebela). A pesquisa mostra que, em dez anos, o Ceará saltou do 19º para o 10º lugar no ranking das capitais brasileiras com maior taxa (25,0) de mortes por armas de fogo para cada 100 mil habitantes. Na frente de São Paulo, que ficou em 24º lugar, com taxa de 9,3.

Ranking

O Estado de Alagoas lidera o ranking com taxa de 55,3, seguido do Espírito Santo (39,4), Pará (34,6), Bahia (34,4), Paraíba (32,8), Pernambuco (30,3), Paraná (26,4), Rio de Janeiro (26,4) e Distrito Federal (25,3). Na última posição, está o Estado de Roraima, com taxa de 7,1.

De acordo com a pesquisa, o Brasil tem dificuldade de abordar o fenômeno da violência urbana devido à inexistência de fontes com uma dose mínima de fidedignidade que possibilitem quantificar, abordar ou aprofundar o tema. Situação diferente da mortalidade por armas de fogo que consegue, através do Sistema de Informação sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde, delinear comparações nacionais por seu elevado grau de sistematização, além de permitir trabalhar com séries históricas.

Geovani Jacó de Freitas, professor da Universidade Estadual do Ceará (Uece) e pesquisador do Laboratório de Estudos da Conflitualidade e Violência (Covio) comenta que esses homicídios revelam ocorrências com crimes em sua maioria entre conhecidos, ou seja, são vítimas e vitimizadores que já mantiveram algum tipo de proximidade.

Em geral, acrescenta, são homicídios decorrentes de conflitos interpessoais entre sujeitos que disputam a ocupação de territórios ou são vítimas de dívidas. Há ainda os conflitos entre vizinhos, decorrentes de embriaguez, discussão, ciúmes. “As pessoas estão se matando para resolver conflitos, porque o Estado não assume, seja a Polícia ou a Justiça, o papel de mediadores dos conflitos”, salienta Freitas.

Uma das hipóteses que pode ser pensada para a intensificação das mortes por armas de fogo, complementa o especialista, é a própria natureza da ação policial no Ceará. Freitas avalia que existe um retrocesso na concepção da política de segurança pública no Estado quando o discurso de ação da Polícia tem uma concepção cada vez mais militarizada. Exemplo disso é o esvaziamento crescente da filosofia do Ronda do Quarteirão, que tem deixado de ser um policiamento de base de inspiração comunitária para se tornar um policiamento tradicional, que intervém no combate ao crime.

“Pensando polícia, nós remetemos à uma política de proteção cidadã, que tem uma ação de prevenção ao crime. Isso se faz, sobretudo, na mediação dos conflitos. É essa mediação que evita que o conflito interpessoal de baixa potencialidade se transforme em um de alta potencialidade letal”, explica. Para o especialista, a ineficiência do Estado e a população armada refletem os altos índices de violência.

Mudança

Na última década, houve uma mudança na causa das mortes no Estado, com inversão das armas brancas por armas de fogo. Freitas observa que houve um processo de desterritorialização da violência urbana, que migrou dos grandes centros para as metrópoles regionais e, agora, o fenômeno se alastra para as cidades de médio e grande porte do Interior. A desarticulação do crime organizado em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo pode ter feito com que essas organizações migrassem para cidades onde eles não tinham atuação direta, como Fortaleza.

A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informa, através da assessoria de comunicação, que ainda não se debruçou sobre os dados da pesquisa e, portanto, não se pronunciaria sobre o assunto.

LUANA LIMA
REPÓRTER


 

Mulheres: 63% veem sucesso no equilíbrio carreira e pessoal

Segundo a pesquisa do LinkedIn, o critério de sucesso era considerado por 39% do público feminino há dez anos

Empresárias, executivas, funcionárias ou profissionais liberais. Independentemente do ramo de atividade, mulheres bem sucedidas são geralmente aquelas que conseguem solucionar uma equação nada fácil: o equilíbrio entre carreira e vida pessoal. Outro critério que define o que é ter sucesso para elas vai além de obter elevada remuneração ou ocupar cargo de chefia. Gostar do que faz é também fator indispensável para a realização profissional feminina.


Maria Neuba montou sua loja em 1998, no jardim de casa, para conciliar a vocação varejista com as tarefas domésticas e a criação dos dois filhos Foto: Kid Júnior

São essas as definições de sucesso profissional para 63% das mulheres entrevistadas no estudo “O Que As Mulheres Querem No Trabalho” realizado pela rede mundial de negócios LinkedIn, em parceria com a Cross Tab Research, para comemorar o Dia Internacional das Mulheres, festejado no dia 8 de março.

Conforme o levantamento, que entrevistou mais de cinco mil mulheres atuantes no mercado de trabalho de 13 países, há cerca de dez anos atrás o mesmo critério de sucesso atingia apenas 39% das mulheres, indicando uma mudança no perfil profissional do público feminino.

Para 71% das profissionais brasileiras, o equilíbrio certo entre trabalho e vida pessoal é hoje definitivo para atingir o sucesso. Há dez anos, apenas 33% das mulheres atribuiam o sucesso a esse fator. Já o critério “Ganhar um salário alto”, que significava sucesso para 63% das mulheres brasileiras há dez anos, agora, só é referência para 51%.

Salário

Em nível mundial, no mesmo período, a importância dada ao salário para definir a realização profissional das mulheres diminuiu de 56% para 45%, enquanto “ter um trabalho interessante”, significando trabalhar na atividade que gosta, despontou como novo indicador de sucesso em 58% das respostas. No contexto geral 88% das trabalhadoras entrevistadas consideram suas carreiras bem sucedidas. A flexibilidade é outro quesito que mais valorizado pelas mulheres. Em escala global, quase dois terços (65%) delas gostariam de ter um horário mais flexível de trabalho. Entre as mães brasileiras que trabalham, esse índice aumenta para 83%.

Ter ambiente de trabalho flexível foi apontado como fator determinante de sucesso para a próxima geração de mulheres profissionais por 90% das entrevistadas brasileiras, que consideraram mais importante do que ter “oportunidades de liderança” (75%).

“As profissionais modernas não estão lutando apenas por altos cargos e salários. Elas estão muito mais propensas a definirem sucesso como ter um trabalho interessante e gratificante e por serem capazes de equilibrar com êxito trabalho e vida doméstica”, resume Danielle Restivo, porta-voz do LinkedIn no Brasil.

Dom para o comércio

Não é só no setor de serviços que as mulheres logram êxito, mas também nas tarefas de educar os filhos e se realizar profissionalmente. Comerciante apaixonada por seu trabalho, Maria Neuba Malveira Apolônio de Castro, de 52 anos, montou sua loja em 1998 no jardim de casa, no bairro Maraponga, para tentar conciliar a vocação varejista com as tarefas da casa e a criação dos dois filhos, Madson e Pascoal.

“Meu marido era caminhoneiro e viajava muito. E eu sempre tive dom para o comércio. Então, como as crianças eram muito pequenas, essa foi a forma que encontrei de me realizar profissionalmente ao mesmo tempo em que cuidava dos meninos e das tarefas domésticas.

No começo foi difícil, mas deu certo”, recorda Neuba. Hoje, com os filhos crescidos, seguindo a carreira militar, ela diz que o seu amor pela loja tornou-se ainda maior.

“Depois que fiquei viúva e os meninos seguiram a vida deles, estou me dedicando mais a minha loja. Hoje, mais que antes, ela é meu tudo, depois de Deus, é claro”, observa a comerciante, que afirma ser ´plenamente realizada´. “Faria tudo de novo, se fosse preciso”.

Localizada na Rua 1º de Janeiro, a Loja da Neuba dispõe de um mix variado de produtos, que incluem presentes, brinquedos e confecções de várias marcas cearenses e nacionais para todas as idades e gêneros.

Fundamental

83% das mulheres brasileiras entrevistadas afirmam que gostariam de ter um horário mais flexível no trabalho. Em escala global, o índice foi de 63%

Trabalhar em casa dividindo tarefas

Por mais difícil que pareça, ser feliz duplamente, cuidando bem da família e da vida profissional, é um desafio encarado com sucesso por muitas mulheres cearenses. Cabeleireira há 33 anos e dona do seu próprio salão de beleza há 25, Francimar Pompeu optou por trabalhar em casa para ter condições de estar a frente da criação dos filhos, João Ítalo e Eduardo, hoje com 23 e 20 anos, respectivamente.


Aos 53 anos, com os filhos criados, Francimar Pompeu se orgulha de manter clientes do início da carreira em salão de beleza FOTO: DIVULGAÇÃO

Aos 53 anos, com os filhos criados e encaminhados e um casamento bem sucedido, Francimar se orgulha também de manter clientes do início da carreira e da intensa e contínua movimentação de seu salão, que possui uma cartela ativa de mais de 300 clientes.

Ajuda essencial

“Atendo com hora marcada e recebo no mínimo dez clientes por dia. Só não aumento o número de atendimentos porque não dou conta, pois só tenho a Francisquinha para me ajudar”, explica a cabeleireira, em referência a sua irmã, que divide com ela o trabalho no salão.

Francimar Pompeu foi uma das pioneiras na Capital cearense a se especializar na aplicação de química para relaxar e/ou alisar os cabelos, antes mesmo da moda dos “lisos chapinha”. Química e corte, ela faz questão de fazer pessoalmente, enquanto sua irmã atua como manicure e pedicure, além de ajudar na lavagem e escovação dos cabelos.

Satisfação

Para a cabeleireira, o faturamento do negócio é consequência do trabalho bem feito. “Meu objetivo é agradar a clientela. Gosto do que faço. Se me perguntar hoje se sou mais feliz com os meus filhos ou com o marido ou no trabalho, não sei dizer qual deles me satisfaz mais”, diz Francimar, ciente de que o conjunto é que a torna uma mulher bem-sucedida. (AC)

ÂNGELA CAVALCANTE
REPÓRTER

 Diário do Nordeste – NEGÓCIOS – 08 de março de 2013

RIT Esportes fará homenagem ao Dia Internacional da Mulher

 

 

Olha que ideia interessante: o “RIT Esportes” da RIT TV, hoje, Dia Internacional da Mulher, vai substituir os apresentadores Anderson Cheni e Rogério Voltan pelas jornalistas Maria Alice Dias e Juliana Vaz.
Além disso, o programa, no ar às 12h30, terá matérias feitas com repórteres, mulheres, da casa.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Após três anos de espera, Marcos Mion recebe Sandy no “Legendários”

Neste sábado (9), Sandy estará no palco do “Legendários”. Foto: Divulgação
Depois de três anos no ar, finalmente, o “Legendários” vai receber uma das artistas mais queridas do país: SANDY! Ela estará no palco do programa para cantar ao vivo, participar de brincadeiras e, ainda, receber um presente de Marcos Mion por seus 30 anos.

Depois de ser “acordada” por Mion em seu camarim, Sandy interpreta alguns sucessos, como Aquela dos 30 e Pés Descalços. No Desafio do Legendários, ela vai ter que cantar hits de grandes autores, como Renato Russo, Lulu Santos e Adoniran Barbosa.

Para testar os conhecimentos de Sandy, vai rolar a Mímica do Mionzinho, em que ela vai ter que adivinhar qual de suas músicas o Legendário está ouvindo. Em Creche dos Famosos, serão exibidas fotos de alguns famosos ainda crianças e a cantora vai ter que dizer quem é quem.

E tem mais: um Vale a Pena Ver Direito especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher com muitas famosas. 

“Legendários”, neste sábado (09), a partir das 23h. Na Record!

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