#Retrospectiva2019 Cruzeiro rebaixado para a Serie B do Campeonato Brasileiro #Feliz2020

Cruzeiro rebaixado

Melhores momentos: Cruzeiro 0 x 2 Palmeiras pela 38ª rodada do Brasileirão

Melhores momentos: Cruzeiro 0 x 2 Palmeiras pela 38ª rodada do Brasileirão

O Cruzeiro está rebaixado pela primeira vez à Série B do Campeonato Brasileiro. Prestes a completar 99 anos, o clube sucumbiu frente a um ano que combinou escândalos extracampo e sequência de fiascos nas quatros linhas. O capítulo final desse drama foi a derrota para o Palmeiras, por 2 a 0, neste domingo, no Mineirão, pela rodada final do campeonato. Os gols palmeirenses foram marcados por Zé Rafael e Dudu.

Vandalismo

Juiz encerra a partida antes do tempo por conta de confusão com torcida cruzeirense

Juiz encerra a partida antes do tempo por conta de confusão com torcida cruzeirense

Os minutos finais no Mineirão não foram apenas tensos. Foram de vandalismo, confusão. Torcedores revoltados começaram a quebrar cadeiras. Houve corre-corre, tentativa de invasão de campo. O jogo foi paralisado aos 40 minutos da etapa final. O ambiente ficou pesado. Bombas foram jogadas nas arquibancadas. Um torcedor saiu carregado, aparentemente machucado. Outro foi atendido na arquibancada. Houve invasões em alguns setores. A Polícia Militar precisou intervir. Sem condições de segurança, o árbitro Marcelo de Lima Henrique encerrou a partida. A administração do Mineirão publicou mensagens no telão solicitando para que os torcedores evacuassem o estádio.

O enredo de uma queda

O ano de 2019 entra para a história do Cruzeiro da maneira que nenhum torcedor do clube gostaria. Mas antes da queda, uma sequência de desacertos marcou a Raposa. Foi uma temporada de sérios problemas financeiros, de grave crise administrativa, com denúncias de irregularidades da diretoria, que resultaram em investigações policiais. O vice- presidente de futebol, Itair Machado, tentou resistir, mas foi demitido. O diretor-geral Serginho pediu demissão. O presidente Wagner Pires de Sá sobreviveu apenas após uma manobra que colocou o ex-presidente Zezé Perrella no comando do futebol na reta final. A queda não foi evitada. Em campo, o elenco milionário não deu retorno. Desamandos aconteceram. Foram quatro treinadores: Mano Menezes, Rogério Ceni, Abel Braga e Adilson Batista. O resultado final: o rebaixamento.

Palmeiras em terceiro lugar

O Palmeiras buscou o segundo lugar do campeonato, mas acabou terminando em terceiro. A vitória não foi suficiente, uma vez que o Santos derrotou o campeão Flamengo. Com a terceira colocação, o Palmeiras garantiu uma premiação de R$ 29,7 milhões.

Primeiro tempo

Foi um começo morno. O Cruzeiro viveu um dilema: a necessidade de vencer e o risco de um erro deixar ainda mais complicada a missão. A Raposa precisou administrar a tensão que cercava a partida. Além das limitações, o Cruzeiro mostrou-se cauteloso. Quando arriscou um pouco mais, parou no nervosismo, com erro na definição das jogadas. O Palmeiras, mais organizado, encontrou espaço pelos lados. E teve as melhores chances, com Léo, que quase marcou contra, e Zé Rafael. Em ambas, o goleiro Fábio salvou o Cruzeiro.

Segundo tempo

A falta de tranquilidade seguiu marcando o Cruzeiro. O time sabia que não podia vacilar. E o pior aconteceu. Aos 11 minutos, Dudu recebeu em profundidade, ganhou de Cacá na força física, tocou de calcanhar para Raphael Veiga, que cruzou para trás. Zé Rafael finalizou de primeira, rasteiro, e abriu o placar para o Palmeiras. O Cruzeiro sentiu o golpe. Para piorar, o Ceará, logo em seguida, empatou com o Botafogo, no Rio. Silêncio no Mineirão. Coube a Dudu, revelado na base do Cruzeiro, marcar o segundo gol.

Bilheteria

Renda: R$ 307.703,00

Público Total: 27.229

Público Pagante: 24.035

Gratuidade Crianças Cruzeiro: 31

Não Pagante Cruzeiro: 1194

Gratuidade Crianças Mineirão: 3

Não Pagante Mineirão: 106

Permissionários Mineirão: 1860

Globo Esporte

Cruzeiro 1 x 0 São Paulo

O JOGO

Pressões similares acompanhavam Cruzeiro e São Paulo na largada do Brasileirão. E agora elas cabem apenas ao Tricolor, porque a Raposa venceu por 1 a 0 neste domingo, no Mineirão, e amenizou o incômodo pela perda do título mineiro e pela eliminação na Sul-Americana. O Tricolor, com equipe modificada por Rogério Ceni, largou mal na quarta competição do ano – após fracassar nas três primeiras. Ábila fez o gol da partida.

DESTAQUE

COMO FOI

O primeiro tempo foi muito ruim até os minutos finais. As defesas se sobrepuseram e, encaixadas aquém da intermediária, esperaram os adversários trocarem passes em uma zona morta do campo. Mesmo assim, pintaram algumas chances – com Ábila para o Cruzeiro e Cueva para o São Paulo.

DESTAQUE

OPORTUNISTA

Ábila perdeu uma chance clara no primeiro tempo. Desarmou Rodrigo Caio e então, frente a frente com Renan Ribeiro, não conseguiu vencer o goleiro. Mas guardou na etapa final, após cruzamento de Alisson.

A etapa final teve outra cara: começou frenética, com o gol de Ábila e chances de lado a lado. Mas aí o Cruzeiro se organizou, deu a bola ao São Paulo e levou o resultado sem sustos até o fim.

DESTAQUE

BOBEOU

O São Paulo cometeu muitos erros individuais na partida. No principal deles, levou o gol. Maicon mandou a bola para a lateral e deu um bico nela. Na sequência, ficou reclamando, enquanto o Cruzeiro cobrava arremesso com velocidade. Sem o zagueiro na marcação, o São Paulo viu a bola chegar até Ábila, que empurrou para o gol.

DESTAQUE

DE VOLTA

O goleiro Fábio foi a principal novidade do Cruzeiro. Ídolo da torcida, ele foi o escolhido de Mano Menezes para começar o Brasileirão depois da grave lesão que o afastou por sete meses no ano passado. Teve atuação segura – bem pelo alto e tranquilo nos chutes de longe do São Paulo.

DESTAQUE

MODIFICADO

Rogério Ceni montou o São Paulo em um novo esquema: 3-4-2-1. Militão entrou na defesa, Thiago Mendes foi para o flanco direito, Marcinho entrou na frente. O esquema foi relativamente sólido na defesa, mas foi pouco agressivo. Acabou modificado depois do gol, quando o São Paulo se adonou da bola, mas não soube o que fazer com ela. Praticamente não teve chances na etapa final.

DESTAQUE

FECHADINHO

O Cruzeiro se fechou depois de fazer o gol e teve sucesso na tática. O São Paulo não conseguiu furar seu bloqueio. Faltou mais perícia, porém, para aproveitar os contra-ataques que pintaram.

DESTAQUE

PRÓXIMOS JOGOS

As duas equipes têm a semana livre. O Cruzeiro volta a campo no domingo, às 19h, fora de casa, contra o Sport. O São Paulo, na segunda-feira, fecha a rodada ao receber o Avaí.

DESTAQUE

NÚMEROS

Posse de bola: Cruzeiro 40% x 60% São Paulo
Finalizações: Cruzeiro 8 x 14 São Paulo
Chances reais de gol: Cruzeiro 4 x 5 São Paulo
Escanteios: Cruzeiro 5 x 5 São Paulo
Passes errados: Cruzeiro 44 x 37 São Paulo

DESTAQUE

PÚBLICO E RENDA

Público pagante: 6.528.
Renda: R$ 125.549,00.

GLOBO ESPORTE.COM

Seca faz governo declarar situação de emergência nas área agrícolas do Distrito Federal

Medida vale por 180 dias; secretaria deve recorrer a apoio para produtores.
Só em relação ao milho, prejuízo estimado é de R$ 116 milhões, diz GDF.

Bandera de Distrito Federal

Trecho do Diáro Oficial do DF sobre decreto que declara situação de emergência em áreas agrícolas por causa da seca (Foto: Diário Oficial do Distrito Federal/Reprodução)

Trecho do Diáro Oficial do DF sobre decreto que declara situação de emergência em áreas agrícolas por causa da seca (Foto: Diário Oficial do Distrito Federal/Reprodução)

O governador Rodrigo Rollemberg decretou situação de emergência nas áreas agrícolas do Distrito Federal por causa da queda no índice de chuvas entre os meses de fevereiro e abril. O GDF estima que o prejuízo só com a produção de milho seja de R$ 116 milhões, com redção de 70% na colheira.

O decreto vale por 180 dias e foi publicado no Diário Oficial desta terça-feira (7). No período, a Secretaria de Agricultura deve coordenar ações em apoio às áreas atingidas e recorrer ao apoio de organismos externos e de crédito para atendimento às áreas atingidas.

A pasta calcula que haverá, por exemplo, 2,5 milhões de sacos de 60 quilos de milho a menos na colheita. A secretaria emitiu nota técnica para embasar e apoiar produtores que não puderem cumprir contratos ou solicitar novos financiamentos.

Estudo do GDF apontou que o fenômeno El Niño, que ocorre no Oceano Pacífico, afetou as chuvas no Brasil. A média pluviométrica de Brasília em abril é de 123,8 milímetros; de março, de 180,6 milímetros; e de fevereiro, de 217,5 milímetros. Neste ano, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou 10,8 milímetros em abril, 151 milímetros em março e 84,9 milímetros em fevereiro.

Produtor rural caminha por propriedade com plantação de milho em Brasília; homem calcula produzir 90 toneladas a menos neste ano por causa da estiagem (Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília)
Produtor rural caminha por propriedade com plantação de milho em Brasília; homem calcula produzir 90 toneladas a menos neste ano por causa da estiagem
(Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília)
G1.COM.BR

Justiça manda hospitais particulares manterem alas pediátricas no Distrito Federal

Decisão é de caráter liminar e contra os hospitais Alvorada e Santa Luzia.
AGU alega que bloqueio fere o direito à saúde e sobrecarrega rede pública.

Bandera de Distrito Federal

Profissional de saúde no Hospital de Base, na Asa Sul, em Brasília (Foto: Renato Araújo/Agência Brasília  )

Profissional de saúde no Hospital de Base, na Asa Sul, em Brasília
(Foto: Renato Araújo/Agência Brasília )

A Justiça Federal acatou pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) e determinou, em caráter liminar, que que dois hospitais particulares de Brasília reabram os leitos de UTIs e as alas pediátricas fechadas nos últimos meses. A AGU alega que o bloqueio nos hospitais Alvorada e Santa Luzia fere o direito à saúde, já que as unidades são credenciadas para os serviços.

Segundo o órgão, os hospitais argumentaram que o atendimento em pediatria não era tão procurado quanto o de adulto e idoso e que por isso não valia a pena ser mantido. À TV Globo, os donos da Rede Dór, responsável pelo Santa Luzia, disseram que nunca fecharam a emergência da pediatria. A reportagem não conseguiu contato com a assessoria do Hospital Alvorada.

A decisão é do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Ainda de acordo com a AGU, a interrupção dos atendimentos pediátrico e intensivo infringe normas do Ministério da Saúde e do Conselho Federal de Medicina. Portarias editadas pelo ministério em 2002 e citadas na ação, por exemplo, obrigam hospitais particulares desse porte a manterem pediatras de plantão nos prontos-socorros.

O agravo escrito pelos advogados da União também cita risco de “sobrecarga” nas UTIs e pediatrias da rede pública, caso os serviços sejam interrompidos nos centros de saúde particulares. Segundo o texto, a situação é ainda mais grave nessa época do ano, quando a baixa umidade aumenta o número de casos de doença respiratória.

Menos leitos
Levantamento do Conselho Federal de Medicina divulgado nesta terça mostra que o DF foi proporcionalmente a terceira unidade da federação a mais perder leitos na rede pública de saúde entre 2010 e 2015. A oferta passou de 4.872 para 4.055 no período. A queda foi de 16,7%.

Relatório da OMS que considerava os períodos entre 2006 e 2012 apontava que o Brasil possuía 2,3 leitos hospitalares (públicos e privados) para cada grupo de mil habitantes. A taxa era equivalente à média das Américas, mas inferior à média mundial (2,7) ou as taxas de países como Argentina (4,7), Espanha (3,1) ou França (6,4).

 

G1.COM.BR

Polícia Civil do Distrito Federal prende 18 foragidos da Justiça em cinco dias

Eles são condenados por roubo, homicídio, tráfico e violência doméstica.
Prisões foram em oito regiões administrativas e uma cidade do Entorno.

Bandera de Distrito Federal

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu 18 pessoas foragidas da Justiça entre os dias 30 de maio e 3 de junho, condenadas por crimes como roubo, homicídio, estelionato, tráfico de drogas e violência doméstica. As ações aconteceram nas regiões administrativas de Taguatinga,Samambaia, Ceilândia, São Sebastião,Sobradinho, Recanto das Emas, Guara I e Cruzeiro, além de Cidade Ocidental (GO).

De acordo com a corporação, os presos têm entre 20 e 67 anos. Na lista também constam crimes como furto, porte ou posse ilegal de arma de fogo, disparo de arma de fogo, falso testemunho e lesão corporação. A polícia informou que os presos foram recolhidos à carceragem.

 

G1.COM.BR

GDF prevê gastar até R$ 727 mil com serviços de chaveiro em um ano

Edital cita 8,6 mil trocas de chave e 4,7 mil confecções de novas chaves.
Secretaria de Planejamento não tem balanço de gastos em anos anteriores.

Bandera de Distrito Federal

Palácio do Buriti, sede do governo do Distrito Federal (Foto: Raquel Morais/G1)
GDF espera gastar R$ 727 mil com manutenção e serviços de chaveiro em um ano
(Foto: Raquel Morais/G1)

O governo do Distrito Federal prevê gastar até R$ 727 mil com serviços de chaveiro durante um ano. O edital foi publicado no Diário Oficial do dia 16 de maio e é válido para 57 órgãos do Executivo. A lista cita 8,6 mil trocas de chave, 4,7 mil confecções de novas chaves, 2,2 mil instalações de maçaneta, 2,7 mil consertos de fechadura e 1,5 mil extrações de chaves quebradas. De acordo com a Secretaria de Planejamento, os contratos são válidos por um ano e podem ser prorrogados por mais quatro.

Publicação do Diário Oficial do DF com a licitação da SEPLAG sobre a contratação de chaveiros. (Foto: Divulgação) (Foto: Divulgação)
Publicação do Diário Oficial do DF com a licitação da SEPLAG sobre a contratação de chaveiros. (Foto: Divulgação) (Foto: Divulgação)

A pasta afirmou que fez pesquisas de mercado para chegar ao valor. A secretaria explicou que não ser obrigada a gastar todo o valor e disse não ter balanço dos custos dos serviços para o governo nos anos anteriores.

O G1 entrou em contato com chaveiros do Lago Sul, Samambaia e Riacho Fundo para verificar preços dos serviços descritos na licitação. A cópia de uma chave varia entre R$ 7 e R$ 10 e para conserto de fechadura, de R$ 20 a R$ 70.

O GDF já havia feito licitação do tipo em 2013, por R$ 753 mil.  Segundo o Executivo, nesses editais são firmados preços e o fornecedor fica obrigado a mantê-los pelo período de validade do certame. A Câmara Legislativa também abriu licitação para serviços de chaveiro. O pedido foi feito nesta segunda-feira (30) e prevê gastos de R$ 118,5 mil durante um ano.

 

G1.COM.BR