Ratinho fechou contrato para ser garoto-propaganda dos Correios

Divulgação/Canal 1

Correio do Ratinho

Ratinho é o novo garoto propaganda dos Correios. O contrato foi assinado na tarde desta última quinta-feira, em Brasília, com direito a solenidade e discursos das partes envolvidas.

A escolha do apresentador, como destaque das novas campanhas, se deve a sua penetração nas diferentes classes sociais. Alguém com índice de simpatia dos mais elevados.

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Se quer caixa de verdade, Temer deve privatizar Eletrobras e Petrobras

Notícia Publicada em 11/07/2016 10:06

Claudio Fritschak, um dos maiores especialistas em infraestrutura do país, diz que é hora de discutir o assunto

"Com o petróleo na faixa de US$ 50 por barril, e fazendo um bom projeto, em uma estimativa bem preliminar, o governo pode conseguir entre US$ 20 bilhões e US$ 30 bilhões" (Tânia Rêgo/Agência Brasil)
“Com o petróleo na faixa de US$ 50 por barril, e fazendo um bom projeto, em uma estimativa bem preliminar, o governo pode conseguir entre US$ 20 bilhões e US$ 30 bilhões” (Tânia Rêgo/Agência Brasil)

SÃO PAULO — Esqueça as rodovias e os aeroportos. Se o governo quiser dinheiro grosso para resolver seu problema de caixa, é hora de privatizar os elefantes brancos que atazanam as contas públicas e a vida dos brasileiros: Eletrobras e Correios. Além disso, por que não discutir a venda da própria Petrobras? A avaliação é de Claudio Fritschak, um dos maiores especialistas em infraestrutura do país.

Numa conta rápida, somente o pré-sal poderia render uns US$ 20 bilhões para o governo. Só a Eletrobras aportaria mais US$ 15 bilhões – com o benefício extra de se livrar de um cabide de empregos loteado por políticos de todas as colorações partidárias. Economista e fundador da consultoria Inter.B, Fritschak afirma que não faltam interessados no Brasil. O que falta mesmo é pôr a mão na massa.

Veja os principais trechos da entrevista a O Financista:

O Financista: O governo tem pressa com as concessões porque precisa de dinheiro. Quais são as áreas mais fáceis e rentáveis para licitar?

Claudio Fritschak: Se quiser começar pelo mais fácil, primeiro são os aeroportos. Uma coisa boa é que o governo já tirou a Infraero do processo. Um aeroporto é composto por três negócios: uma operação logística, um grande shopping center e as operações imobiliárias do entorno, como hotéis e estacionamentos. Então, é muito atraente, porque gera muito dinheiro para os investidores.

O Financista: E as rodovias?

Fritschak: Há várias categorias de rodovias. A primeira são as que podem estender o contrato de concessão por meio de aditivos, em troca de investimentos. Mas é preciso ter regras claras para isso. Não pode fazer, por exemplo, o que se fez na ponte Rio-Niterói. Outro grupo são as rodovias que precisam de investimentos muito pesados, como a chamada “Rodovia do Frango”. Neste caso, o governo deve esquecer essa ideia de determinar uma taxa máxima de retorno.

O Financista: Quanto esses ativos podem render para o caixa do governo?

Fritschak: Se o governo quer caixa mesmo, é preciso privatizar. Não só concessões, mas venda de ativos mesmo. Temos o pré-sal. Monetizar parte dele faz todo o sentido. Precisamos ir além do Campo de Libra. Com o petróleo na faixa de US$ 50 por barril, e fazendo um bom projeto, em uma estimativa bem preliminar, o governo pode conseguir entre US$ 20 bilhões e US$ 30 bilhões. Outra é a Eletrobras. Não tem sentido manter uma estrutura como aquela. É claro que depende da modelagem, mas pode render uns US$ 15 bilhões. Os Correios são outro. É incompreensível esse monopólio, que só serve para interesses políticos. E a Petrobras. Por que não discutir isso? Enfim, dá para dizer que existem ativos da ordem de dezenas de bilhões de dólares que podem ser vendidos.

O Financista: Como tornar tudo isso, efetivamente, interessante para os investidores?

Fritschak: Há alguns pressupostos. Primeiro, a confirmação do impeachment de Dilma. Segundo, que Temer vá, mesmo, até 2018. Terceiro, a sensação de uma certa normalidade econômica. Com isso, os ativos brasileiros começarão a se valorizar. Mas um processo de privatização bem feito pode gerar boas receitas. Não faltam recursos lá fora. Mas é preciso desaparelhar as agências reguladoras e respeitá-las. Definir um plano estratégico de infraestrutura, e não apenas leiloar projetos isolados, que não fazem sentido para o investidor. Oferecer os projetos básicos e deixar que as empresas compitam pelo melhor projeto executivo. E criar uma agenda de PPPs, que são fundamentais para áreas como saneamento e mobilidade urbana. Para essas PPPs, é preciso um fundo garantidor, cujos recursos poderiam vir das privatizações.

O Financista: Mas há, mesmo, interesse dos estrangeiros pelo Brasil?

Fritschak: Muito. Não são apenas as empresas de private equity. Há também os fundos de pensão estrangeiros e as seguradoras. Os dois têm o mesmo problema: o equilíbrio atuarial. Por isso, precisam de investimentos de longo prazo. Há os fundos soberanos; alguns são muito grandes. E temos a China. Eles já estão aí no setor elétrico, por exemplo. E os chineses têm uma mentalidade de melhorar as operações. Não é apenas comprar, mas desenvolver. Isso não seria bom para todo mundo? Os consumidores teriam um serviço melhor. O país teria uma infraestrutura melhor.

Fonte : Espresso Financista

Sem caixa, Correios vão precisar de financiamento para pagar salários

Notícia Publicada em 09/06/2016 09:01

Projeções são de que o dinheiro no caixa da empresa termine no segundo semestre

No ano passado, as indicações são de que a empresa tenha terminado com prejuízo de R$ 2,1 bilhões (Agência Brasil)
No ano passado, as indicações são de que a empresa tenha terminado com prejuízo de R$ 2,1 bilhões
(Agência Brasil)

BRASÍLIA – Operando no vermelho, os Correios vão precisar recorrer a um empréstimo neste ano para conseguir honrar seus compromissos, incluindo salários de empregados e encomendas de fornecedores. As projeções são de que o dinheiro no caixa da empresa termine no segundo semestre. No ano passado, as indicações são de que a empresa tenha terminado com prejuízo de R$ 2,1 bilhões – o balanço ainda não foi publicado. Este ano, até maio, a perda já chega a R$ 700 milhões.

Mais de dez anos após ser o palco inaugural do escândalo do mensalão, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) ainda sofre, segundo quem acompanha o dia a dia da companhia, as consequências do aparelhamento político-partidário a que foi submetida nos últimos anos.

A atual direção, composta na maior parte por indicados do PDT, partido do ex-presidente Giovanni Queiroz e do ex-ministro das Comunicações André Figueiredo, tem apenas um membro que é funcionário de carreira, com experiência em logística.

O valor de R$ 2,1 bilhões de perda em 2015 já passou pelo crivo do conselho de administração da estatal, mas ainda não é oficial porque tem de ser submetido a uma assembleia geral ordinária, que não tem data para ocorrer. Procurados, os Correios disseram apenas que “adotam as melhores práticas de governança corporativa” e que só iriam se manifestar sobre o balanço após a aprovação pela assembleia.

Tarifas

Fontes consultadas pela reportagem apontam o represamento do preço das tarifas de serviços, para evitar impactos na inflação, como um dos principais fatores desse prejuízo recorde. Mesmo com o reajuste de 8,89% dado pelo governo em dezembro de 2015 para as tarifas de entrega de cartas e telegramas, a defasagem retirou cerca de R$ 350 milhões dos Correios no ano passado.

Apesar do reajuste, os cálculos são de que as tarifas ainda continuam defasadas em torno de 8%, o que retira R$ 40 milhões, em média, do caixa da empresa todo mês. O aumento deste ano, previsto para abril, ainda não foi autorizado.

As despesas dos Correios crescem em ritmo superior às receitas. Em 2015, enquanto as despesas aumentaram 18,3%, as receitas cresceram 6,5%, abaixo da inflação. Só as despesas médicas dos funcionários subiram mais de R$ 500 milhões. A Postal Saúde, plano de assistência médica dos funcionários, foi criada para reduzir as despesas com assistência médica, hospitalar e odontológica. Mas o resultado foi o contrário.

Antes de apresentar os prejuízos de R$ 313 milhões em 2013, de R$ 20 milhões em 2014 e de R$ 2,1 bilhões em 2015, os Correios fecharam 2012 com R$ 6 bilhões em aplicações. Mas os resultados deficitários dos anos seguintes e os fortes repasses de dividendos para o Tesouro Nacional, para ajudar no fechamento das contas do governo, fizeram com que os recursos investidos fossem minguando nos anos seguintes. No ano passado, fechou em menos de R$ 2 bilhões.

(Por Murilo Rodrigues Alves)

 

O FINANCISTA

Teori Zavascki homologa delação premiada de Delcídio do Amaral

Segundo revista, ex-líder do governo citou Dilma, Lula e políticos do PMDB.
Caberá agora à PGR separar as suspeitas e pedir novas investigações.

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou nesta terça-feira (15) a delação premiada firmada entre o senador Delcídio do Amaral (PT-MS) e a Procuradoria Geral da República (PGR) para colaborar com as investigações da Operação Lava Jato.

A homologação confere validade jurídica ao acordo, atestando que ele cumpre regras estabelecidas em lei. A partir desse ato, a PGR poderá separar fatos narrados pelo senador, em depoimentos já prestados, que levantam suspeitas sobre crimes e pessoas neles supostamente envolvidas.

Com o material, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, poderá pedir novas investigações ao Supremo Tribunal Federal (STF) – no caso de suspeitas sobre autoridades com o chamado foro privilegiado – ou anexar elementos a inquéritos já em andamento – atualmente, são ao menos 40 parlamentares e ministros investigados na Corte, junto com outras 32 pessoas sem prerrogativa de foro também alvo de diligências.

Em acordos de colaboração premiada, uma pessoa investigada confessa seus crimes e aponta envolvimento de outras pessoas, apresentando meios para a Polícia e o Ministério Público coletarem provas. Em troca, pode obter redução de pena caso condenada pela Justiça.

O teor da delação de Delcídio ainda permanece sob sigilo, que poderá cair quando a PGR apresentar denúncias contra os suspeitos ou quando entender que a revelação dos depoimentos não poderia mais prejudicar as investigações.

Várias partes da delação, no entanto, foram reveladas nas últimas semanas pela revista “Istoé”, envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente Dilma Rousseff, além de políticos do PMDB e ex-ministros de governo (leia abaixo trechos citados pela revista).

Acusações contra Dilma
Na edição desta semana, a revista afirma que a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra, braço-direito de Dilma até 2010, teria sido a principal operadora de um desvio de R$ 45 milhões de obras da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, para campanhas do PT e do PMDB.

De acordo com a reportagem, no acordo de colaboração, Delcídio conta que Erenice Guerra e os ex-ministros Silas Rondeau, do governo Lula, e Antonio Palloci, dos governos Lula e Dilma, movimentaram cerca de R$ 25 bilhões e desviaram pelo menos R$ 45 milhões dos cofres públicos diretamente para as campanhas eleitorais do PT e do PMDB em 2010 e 2014.

O senador explica, segundo a revista, que os desvios da usina vieram tanto do pacote de obras civis, que consumiram cerca de R$ 19 bilhões, como da compra de equipamentos, que chegou a R$ 4,5 bilhões. Em todas as etapas do processo teria havido superfaturamento.

Na semana passada, “IstoÉ” revelou outro trecho em que Delcidio contou que Dilma agiu para manter na Petrobras os diretores comprometidos com o esquema de corrupção e atuou para interferir no andamento da Operação Lava Jato.

Uma dessas ações, segundo o senador, foi a nomeação para o Superior Tribunal de Justiça(STJ) do ministro Marcelo Navarro, que se teria se comprometido a votar, em julgamentos no tribunal, pela soltura de empreiteiros já denunciados pela Lava Jato.

Delcídio ainda afirma, que, como presidente do Conselho de Administração da Petrobras, Dilma sabia que havia um esquema de superfaturamento por trás da compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, e atuou para que Nestor Cerveró, ex-diretor da estatal e um dos presos na Lava Jato, fosse mantido na direção da Petrobras. A presidente, segundo o senador, indicou Cerveró para a diretoria financeira da BR Distribuidora.

Delcídio descreveu ainda uma operação de caixa dois na campanha de Dilma em 2010 feita pelo doleiro Adir Assad, também preso na Lava Jato. Segundo o senador, o esquema seria descoberto pela CPI dos Bingos, mas o governo conseguiu barrar a investigação dos parlamentares.

As acusações contra Lula
Ainda de acordo com a revista, Delcídio afirmou que Lula tinha conhecimento do esquema de corrupção da Petrobras, que agiu pessoalmente para barrar as investigações da Lava Jato e que seria o mandante do pagamento para tentar comprar o silêncio de testemunhas.

O ex-presidente, segundo Delcídio, foi o mandante dos pagamentos que o senador ofereceu à família de Cerveró e que resultaram na prisão do senador, em novembro. De acordo com Delcídio, Lula pediu “expressamente” para que ele ajudasse o pecuarista José Carlos Bumlai, porque estaria implicado nas delações do lobista Fernando Baiano e de Cerveró.

O senador afirma, segundo a revista, que Lula não queria que Cerveró mencionasse o esquema de Bumlai na compra de sondas superfaturadas feitas pela estatal. Na delação, Delcídio diz que intermediaria o pagamento à família de Cerveró com dinheiro fornecido por Bumlai.

O senador também afirma, de acordo com a publicação, que em 2006 Lula e o ex-ministro da Fazenda e da Casa CivilAntonio Palocci teriam articulado um pagamento ao publicitário Marcos Valério para que ele não dissesse o que sabia durante o processo do mensalão.

De acordo com o parlamentar, Valério exigiu R$ 200 milhões para se calar na CPI dos Correios, e Lula teria cedido. Palocci, conforme o depoimento, assumiu a tarefa de negociar o pagamento.

 

G1.COM.BR

Papai Noel dos Correios começa a receber cartas em Pernambuco

Crianças carentes podem deixar seus pedidos na agência central do Recife.
Qualquer pessoa pode adotar cartas e realizar pedidos até 11 de dezembro.

Bandeira do estado de Pernambuco

O Papai Noel dos Correios já está recebendo pedidos em Pernambuco. As cartas começaram a ser entregues na agência central do Recife, situada na Avenida Guararapes, na terça-feira (17). Qualquer criança carente pode deixar seu pedido de Natal no prédio. E quem quiser realizar esses desejos tem até o dia 11 de dezembro para adotar uma carta.

Os pedidos são entregues por crianças em situação de vulnerabilidade social. Muitas delas vivem em abrigos ou frequentam escolas e creches públicas e escrevem suas cartas sonhando em receber presentes simples, como bolas, bonecas, roubas ou sapatos no 25 de dezembro.

Qualquer pessoa pode presentear. Basta ir à agência central dos Correios, escolher uma carta e adotá-la. Depois, é só levar o presente ao prédio até 18 de dezembro. Não é possível dar o presente diretamente para as crianças, pois a entrega é realizada em um dia especial pelo Papai Noel dos Correios.

“Nosso maior objetivo é resgatar a imagem do bom velhinho para as pessoas que acreditam no Papai Noel. É tirar esse espírito de solidariedade de cada uma dessas pessoas. E, se você não pode comprar presente sozinho, pode se juntar com um amigo para fazer a solidariedade acontecer”, falou a diretora regional dos Correios em Pernambuco, Deyse Ferraz, em entrevista ao Bom Dia Pernambuco desta quarta-feira (18).

Realizada há 26 anos, a campanha já distribuiu mais de 1,5 milhão de presentes em todo o Brasil. Só em Pernambuco, foram 10 mil cartas adotadas no ano passado. Neste ano, os pedidos começaram a ser entregues na terça-feira (17), em uma cerimônia que contou com a apresentação do coral dos Correios. Animados com a presença do Papai Noel, escoteiros e alunos de uma escola pública foram os primeiros a deixarem suas cartinhas.

 

G1.COM.BR

Sem adesão, horário de verão muda rotina de serviços no Ceará

Cearenses devem ficar atentos a horários de concursos nacionais.
Horário de funcionamento de serviços dos Correios e bancos mudam.

Apesar de não aderir ao Horário de Verão, a população do Ceará deve ficar atenta às mudanças de horário de serviços que seguem o horário de Brasília. A medida vai valer por 126 dias – cinco a mais do que a média dos últimos 15 anos e uma semana a mais do que a última edição, que foi do dia 20 de outubro a 16 de fevereiro. A prorrogação ocorreu para evitar que o fim da medida acontecesse no carnaval.

De acordo com a Empresa de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), nos estados onde não há adesão ao horário de verão, os passageiros devem prestar atenção nos horários locais registrados na passagem. A empresa lembra ainda que, se houver alguma mudança, a companhia aérea deve informar possíveis alterações no horário de embarque ou de chegada.

as agências dos correios do Ceará, não haverá mudança no horário de funcionamento, mas quem deseja enviar um Sedex ou serviços por meio aéreo e queira que a correspondência seja no mesmo dia, deverá fazer o envio até as 15h. Segundo os Correios, o horário pode variar entre as agências. A agência Alencarina, na Avenida Oliveira Paiva, terá o menor impacto na alteração do horário limite de postagem: antes do horário de verão era às 16h; agora será às 15h30.

Os bancos também não alteram horário de funcionamento. Serviços ocorrem em horário normal das 10h às 16h. As transações bancárias eletrônicas são encerradas uma hora mais cedo.

Candidatos inscritos em concursos públicos federais também devem ficar atentos e seguir o horário brasileiro de verão. Os inscritos no Enem no Ceará devem lembrar que o exame começa uma hora mais cedo, em relação ao horário que aparece no cartão.

A mudança afeta o Distrito Federal e 11 estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Tocantins. As regiões Norte e Nordeste não aderem.

Na última edição, a economia de energia foi de  R$ 405 milhões. O motivo da queda na economia é que há uma demanda maior de geração de energia, já que choveu menos, afirmou o secretário. Ainda assim, ele diz que a medida vale a pena.

Arte horário de verão 2014-2015 (Foto: Editoria de arte/G1)
G1.com.br
Nota do blog
O TV TOTAL não vai aderir ao horário . Seguiremos no fuso de Fortaleza