Ivo Gomes repudia pegadinha no metrô e diz que foi de “extremo mau gosto”

A pegadinha do “Programa Silvio Santos” feita no Metrofor virou hit na internet após ir ao ar no domingo (29)

O secretário das Cidades Ivo Gomes, irmão do ex-ministro da Educação Cid Gomes, não gostou da pegadinha feita no metrô de Fortaleza (Metrofor) em que “zumbis” assustam usuários dentro do veículo. A pegadinha do “Programa Silvio Santos” virou hit na internet após ir ao ar no domingo (29). O programa é conhecido por suas pegadinhas em que assusta pessoas em diversas situações.

Na manhã desta terça-feira (31), Ivo Gomes afirmou em sua página da rede social Facebook repudiar a pegadinha e a chamou de “extremo mau gosto“. O secretário afirmou ainda que determinou a identificação dos funcionários do metrô que participaram da ação. “Repudio com veemência a “pegadinha” de extremo mau gosto, feita por um canal de TV, dentro e com a participação de empregados do Metrô de Fortaleza, empresa vinculada à Secretaria das Cidades. Acabei de determinar a identificação dos responsáveis por fazerem nossos usuários, a quem peço desculpas, passarem pelo constrangimento que passaram”, disse Ivo.

 
Diário do Nordeste – Política -31/03/2015

Câmara dos Deputados processa Cid Gomes e pede indenização

19/03/2015 às 19:30 – Atualizado em 19/03/2015 às 19:55

Ministro da Educação Cid Gomes discursa na tribuna da Câmara - 18/03/2015

Ministro da Educação Cid Gomes discursa na tribuna da Câmara – 18/03/2015(Gustavo Lima/Câmara dos Deputados)

A avaliação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é que a demissão do ministro Cid Gomes (Educação) não foi o suficiente. Nesta quinta-feira, a Câmara dos Deputados ingressou com quatro ações contra Gomes, que provocou a ira de deputados nesta quarta após afirmar que na Casa há 400 “achacadores”. Três delas foram apresentadas à Procuradoria-Geral da República (PGR): uma por crime de responsabilidade – por ter sido convocado, Cid não poderia abandonar a sessão -, outra por condescendência criminosa – já que o ex-ministro se omitiu diante de crimes contra a gestão pública ao não dar os nomes de quem chamou de “achacador” – e a restante por improbidade administrativa – pelo fato de Cid se manter calado diante dos crimes, o que, segundo a Procuradoria da Câmara, fere princípios como lealdade e honestidade. A outra ação, por danos morais, foi ingressada na Justiça Federal de Brasília. A Casa alegou que a sua imagem foi ferida e apresentou uma ação de reparação. O valor da indenização ficará à critério do juízo. A Câmara apenas apontou o destino do recurso: o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. (Marcela Mattos, de Brasília)

Veja.com

James Akel comenta que Lula falou tempos atrás igual Cid Gomes anteontem

 

Lula tempos atrás deu uma entrevista onde dizia que haviam 300 picaretas no Congresso.

Agora Cid Gomes falou mal de 300 deputados.

Lula quando falou nem aconteceu nada.

Cid falou e deixou de ser ministro no mesmo dia.

Que coisinha bonita.


 

 Escrito por jamesakel@uol.com.br às 23h46 no dia 19/03/2015
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James Akel comenta a saída de Cid Gomes do Ministério da Educação

 

A briga do ministro Cid Gomes contra deputados foi bom pra todos.

Cid deixou o governo que tem em Dilma a pior presidente da história.

E lá no Ceará Cid vai ter fama de machão contra os deputados a quem ele falou coisas terríveis.

E o presidente da Câmara Eduardo Cunha saiu-se bem, pois ficou com fala de defensor de deputado com todo vigor


 

Escrito por jamesakel@uol.com.br às 23h37 no dia 19/03/2015
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Reinaldo Azevedo comenta a saída de Ciro Gomes do Ministério da Educação

Um governo chega, às vezes, ao grau zero da articulação. Foi o que se viu nesta quarta-feira com o espetáculo patético protagonizado por Cid Gomes (PROS), em boa hora já ex-ministro da Educação. Numa palestra, o homem disse haver 300 achacadores no Congresso. Ainda que houvesse 400, na democracia, quando um ministro de estado diz algo assim, está obrigado a dar os nomes. Obviamente não tenho a menor simpatia por um ataque ao Legislativo bucéfalo como esse. Ele me remete aos “300 picaretas” que Lula dizia existirem no Parlamento brasileiro em 1993. Ganhou até uma música de um grupo de rock. Vinte e dois anos depois, o PT está no 13º ano de poder e já tem nas costas o mensalão e o petrolão.

Ademais, quem é Cid para falar? Não ocupava a pasta em razão de alguma especial inclinação para a área. Estava lá em razão de um acordo político. O ministério lhe foi dado para beneficiar o tal PROS, um partido surgido do nada — do troca-troca indecoroso que a legislação permite —, com o único propósito de participar dos despojos da balcanização que toma conta da política brasileira. O Cid que foi demitido nunca deveria ter sido convidado.

É evidente que o homem deveria se desculpar. Em vez disso, resolveu ter um chilique e enfiar o dedo na cara do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de quem ele tem o direito de não gostar. Mas deve respeito à função institucional do outro, ora essa! Daqui do meu conservadorismo, pouco me importam disposições subjetivas e esferas de opinião. A instituição tem de ser preservada. O fato de haver um pedido de inquérito para investigar Cunha não dá a um ministro de estado o direito se portar como um vândalo.

E aconteceu, então, o inédito. Tão logo Cid deixou o Congresso, com uma claque importada do Ceará a acompanhá-lo, Cunha foi ao Palácio do Planalto e voltou com o anúncio: o homem tinha sido demitido. Na verdade, ele sabia que já chegara com o emprego por um fio. Mas sabem como é… Os Gomes, do Principado de Sobral, nunca se dobram nem — ou muito especialmente — às regras do decoro.

Nunca se tinha visto nada parecido. Dilma ficou, obviamente, sem opção. O PMDB avisou: se Cid Gomes ficasse no cargo, o partido abandonaria o barco do governo. É evidente que Dilma não precisava de mais essa crise. Cid sai em meio à lambança no Fies, o programa que financia o terceiro grau em instituições privadas, que alcança agora cifras estratosféricas.

Foi um espetáculo patético. Cid foi demitido, na prática, por Cunha — e muito bem demitido, diga-se. Saiu de lá em seu próprio carro, aplaudido por aqueles que havia levado para aplaudi-lo. O Brasil é um país valente. É impressionante que sobreviva.

Texto publicado originalmente às 4h29

Por Reinaldo Azevedo

 

Veja.com

Confira momentos de Cid ao longo dos 77 dias como ministro da Educação

Ex-governador do Ceará assumiu o cargo no dia 2 de janeiro de 2015

Cid Gomes assumiu o ministério da Educação no dia 2 de janeiro de 2015 com o objetivo de levar adiante o slogan do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff de “Brasil, pátria educadora”. Ao assumir o cargo, o ex-governador do Ceará tinha pela frente o reajuste do piso dos professores, a divulgação do resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e uma série de mudanças que planejava.

Confira momentos de Cid ao longo dos 77 dias como ministro:

1 – Reajuste do piso salarial dos professores

No dia 7 de janeiro, Cid anunciou o ajuste do piso nacional dos professores da educação básica, que   teve um reajuste de 13,01%, saltando dos atuais R$ 1.697 para R$ 1.917,78. Isso significa que nenhum docente da rede pública do País, do ensino infantil ao médio, com jornada de 40 horas semanais, poderá ter remuneração abaixo desse valor.

2 – Resultado Enem

O resultado do Enem 2015 foi divulgado no dia 13 de janeiro. Na ocasião, o então ministro, Cid Gomes, fez uma avaliação sobre o desempenho dos estudantes na prova.

3 – Consulta online

A consulta, que ajudará a fazer o Enem, teve um total de 36.582 sugestões e foi aberta em 2 de março e encerrada nesta terça-feira (17). Para contribuir, os interessados responderam um formulário com três perguntas, sobre ampliação do banco de itens nas quatro áreas de conhecimento do Enem, para o aprimoramento da logística, segurança e aplicação da prova, além de opinar livremente sobre o exame.

3 – Fies

O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) está passando por mudanças na concessão de recursos. Um novo sistema unificado on-line será o responsável por limitar a quantidade de financiamentos que serão concedidos em cada curso e faculdade.

Já neste ano, alguns obstáculos, como um teto para as mensalidades, vêm dificultando as inscrições em algumas instituições.

4 – Cortes 

O Ministério da Educação foi o mais afetado pelos cortes de gastos não obrigatórios anunciados pelo governo em janeiro. Conforme o decreto 8.389, publicado no Diário Oficial da União (DOU), a pasta sofrerá uma limitação extra de 586,83 milhões de reais por mês em seu orçamento. Isso ocorre porque este ministério é o que possui o maior volume de gastos não prioritário

5 – Encontro com a Xuxa

Cid Gomes esteve, no dia 11 de fevereiro, com a Xuxa. Segundo o ex-ministro, a apresentadora tem produzido “excelentes materiais para o Ensino Infantil e se dispôs a colaborar com dois importantes projetos do Governo Federal: o Mais Creches e o Pacto Nacional de Alfabetização na Idade Certa”.

 

Diário do Nordeste – Nacional – 18/03/2015

 

Após pedido de demissão, Cid Gomes vira piada nas redes sociais

O ex-governador do Ceará e agora ex-ministro da Educação, Cid Gomes, deixou o comando da pasta na tarde desta quarta-feira e, além da repercussão política, sua saída do ministério gerou vários memes nas redes sociais.

Selecionamos alguns. Confira:

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Diário do Nordeste

Cid Gomes não é mais ministro da Educação

O ministro da Educação, Cid Gomes foi demitido em reunião no Palácio do Planalto, após ter abandonado a comissão geral convocada pela Câmara. O agora ex-ministro foi direto ao Palácio,  depois de ter sido chamado de “palhaço” pelo deputado Sergio Zveiter (PSD-RJ). Cid ficou 77 dias à frente da pasta.
Após participar de audiência por mais de duas horas, e ver seus amigos, correligionários e apoiadores expulsos do plenário e da galeria, Cid perdeu a paciência ao ouvir ofensas dirigidas a ele por deputados, sem que lhe fosse dado o direito de defesa, já que o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), cortou seu microfone.
A notícia a respeito da demissão de Cid Gomes foi anunciada por Eduardo Cunha, no plenário da casa, após ligação do ministro-chefe da Casa Civil, Aloízio Mercadante.
Diário do Nordeste – Nacional  – 18/03/2015