Salgueiro(PE) 4 x 1 Imperatriz(MA)

Salgueiro goleia o Imperatriz e se garante nas quartas da Copa do NE

No dia do seu aniversário, o Carcará do Sertão fez a festa em cima do Imperatriz

O Salgueiro fez aniversário nesta quarta-feira e conseguiu um presentão. Jogando no estádio Cornélio de Barros, o Carcará não tomou conhecimento do Imperatriz e goleou o time maranhense por 4 a 1. O resultado, presenciado por 3028 pagantes, garantiu o time pernambucano nas quartas de final da Copa do Nordeste. O adversário da equipe sertaneja será conhecido nesta quinta-feira, depois do sorteio na sede da CBF.

Salgueiro x Imperatriz, Copa do Nordeste (Foto: Ednardo Blast/ TV Grande Rio)
Salgueiro  goleia o Imperatriz e segue na Copa do Nordeste (Foto: Ednardo Blast/ TV Grande Rio)

A vitória do Salgueiro foi construída com gols de Jeferson Berger, Cássio, Rodolfo Potiguar e Anderson Lessa. Para o Imperatriz, quem marcou foi o atacante Wegno, cobrando pênalti. A equipe do técnico Sérgio China se despede da primeira fase como o segundo colocado do Grupo A. Já os maranhenses, saem da Copa do Nordeste na lanterna da chave.

O JOGO

Para avançar para a próxima fase, o Salgueiro precisava vencer bem e secar os rivais. Na noite que comemorava mais um ano de vida, tudo deu certo para o Carcará. Logo com um minuto de jogo o time pernambucano abriu o placar com Jeferson Berger. O segundo gol saiu dos pés de Cássio, aos 23.

 


O primeiro tempo seguiu sem problemas para o Salgueiro, até o juiz marcar um pênalti para o Imperatriz. Na cobrança, Wegno diminuiu para os maranhenses.

No segundo tempo, o Carcará voltou a tomar conta do jogo. Fazendo uma grande partida, Rodolfo Potiguar marcou um golaço no Salgueirão. O volante acertou um belo chute, ampliando a vantagem sertaneja. Aos 37, ele poderia ter feito o quarto, mas perdeu uma cobrança de pênalti. Quem fechou a goleada foi Anderson Lessa, aos 42, após um lindo passe de Marlon.

 

 

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Hyundai A-League team of the last 10 seasons – Cassio

Left back: Cassio: The Brazilian forged a superb reputation as an left back who could get forward, score goals and defend with power. One of the greats at Coopers.

Football Federation Australia

Eugene Galekovic to captain Reds again

Monday, 30 September 2013 6:09 PM

Galekovic to captain Reds again

Adelaide United have announced that goalkeeper Eugene Galekovic will continue in the role of captain for the 2013-14 Hyundai A-League season.

Galekovic, 32, assumed the position midway through 2011-12, taking over from Jon McKain.

His future at Adelaide was in doubt after he launched a scathing attack on the club’s hierarchy at the end of last season, blaming them for the mid-season departure of coach John Kosmina.

However, the Australia international now looks set to lead the Reds out in the new campaign, with new coach Josep Gombau revealing he left it up to the playing group to decide on their on-field leader.

“I think he is one of the most important players in the team for his experience and for his knowledge, and for the style of person that he is,” Gombau said.

“When I arrived at the club what I wanted was that the players can choose and with everybody we arrived to an agreement on who they wanted to represent the players on and off the field, and he was the player.

“He has the confidence of everybody and this is the best, that the players can choose who they want to represent the team.

“After two-and-a-half months here, my feeling is that he is a person that is involved with everybody, he is a person that helps everybody and that takes care of the young players at the club.”

The typically humble Galekovic, who has regularly wowed supporters and observers with his presence and reflex saves in A-League and AFC Champions League action, thanked his colleagues for endorsing him to carry on as skipper.

“It’s an honour to be captain of the club again … especially coming from the players, it’s good pressure, they see you as the captain and you have to perform week in week out so I’m looking forward to it,” he said.

“In the end the captain is just the one that has got the armband and flips the coin at the start, but we’ve got a lot of guys like Cassio, Nigel Boogaard, Jonny McKain, Marcelo Carrusca who are leaders of our team.”

 

Football Federation Australia

Renato Maurício Prado ironiza convocação de Júlio César

Que Júlio César foi um grande goleiro, nem se discute. Desde a Copa da África do Sul, entretanto, sua forma física passou a ser uma preocupação constante. Basta lembrar o tal colete ortopédico que, se descobriu em Johannesburgo, virou parte obrigatória de seu uniforme, por causa de sérios problemas na coluna.

De lá pra cá, as falhas (a primeira foi na eliminação do Brasil contra a Holanda) foram se sucedendo. A ponto de levar a Inter de Milão a liberá-lo para o modestíssimo Queen’s Park Ranger (atual laterna do Campeonato Inglês).

Não custa lembrar que, nesse meio-tempo, Mano Menezes ainda tentou resgatá-lo na Copa América, em 2011, mas o resultado foi desanimador — o arqueiro voltou a cometer um erro grosseiro no jogo contra o Equador.

A nova aposta de Felipão, agora, é de alto risco. É fato que Júlio chegou a fazer alguns bons jogos na Inglaterra e conhece bem a maioria dos nossos adversários do próximo amistoso. Ainda assim soa como injustiça a preterição dos melhores jogadores da posição no Brasil, atualmente: Diego Cavallieri, do Fluminense, e Cássio, do Corinthians.

Ah, antes que me esqueça: o que uma convocação não faz, hein? No dia seguinte a ela, surgiram os interesses de Arsenal e Manchester United…

Renato Maurício Prado analisa o que foi decisivo para o Corinthians derrotar o Chelsea por 1 a 0

A espetacular atuação do goleiro Cássio e o pouco trabalho que teve Peter Cech, do outro lado, leva muita gente a atribuir a conquista do Corinthians à sorte. Injustiça. Pode-se atribuir ao destino uma bola que caprichosamente bate na trave, após vencer o arqueiro. Quando esse faz a defesa, o mérito é dele, ou o demérito do atacante. Dois exemplos: no chute de Moses, de curva, Cássio foi um monstro ao desviar com a ponta dos dedos. Já na bola que sobrou para Fernando Torres, cara a cara, embora o goleiro tenha se atirado aos seus pés, houve mais incompetência do atacante que brilho do defensor. Em suma, as defesas de Cássio foram méritos corintianos. Sorte, se quisermos ver assim, o Corinthians teve quando o Barcelona foi eliminado da Liga dos Campeões. Mas isso já é outra história. Palmas para o merecido campeão mundial. Uma equipe sem estrelas (apenas Cássio e Paulinho devem jogar na seleção brasileira) mas com uma aplicação tática e um espírito de luta impressionantes!

 

Coluna redigida pelo jornalista Renato Maurício Prado para o jornal carioca O GLOBO no dia 18 de dezembro de 2012