Globo faz mistério sobre volta de Cássia Kis Magro em “A Regra do Jogo”

Cássia Kis Magro foi colocada de sobreaviso, porque a qualquer momento poderá gravar as suas últimas cenas de “A Regra do Jogo”.

A morte da Djanira, durante a festa de casamento dos personagens da Vanessa Giácomo e Cauã Reymond, continua como um dos mistérios da reta final da novela. Se, de fato, foi morta, entra em cena a questão do quem matou?

Entre os mais e menos votados, a lista de suspeitos é enorme.

Consultada, a Globo não confirma ainda novas cenas com a atriz e informa apenas que ela, Cássia, já está caracterizada para a série “O País do Futuro”.

Djanira morre em “A Regra do Jogo”

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Flávio Ricco elogia várias atrizes da Rede Globo e quem contracena com as mesmas

Repare só

Cássia Kis Magro é uma atriz de inegáveis recursos, como também são Fernanda Montenegro, Eva Wilma, Nathalia Timberg e Marieta Severo, pra ficar só nas mulheres.

Observe como cresce também a atuação daqueles que contracenam com elas. É de chamar a atenção.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Crime vai abalar romance de Cássia Kis e Tony Ramos em “A Regra do Jogo”

Zé Maria (Tony Ramos) e Djanira (Cassia Kis Magro) em cena de "A Regra do Jogo"

Zé Maria (Tony Ramos) e Djanira (Cassia Kis Magro) em cena de “A Regra do Jogo”

Em “A Regra do Jogo”, substituta de “Babilônia”, um momento de emoção entre os personagens Djanira (Cássia Kis Magro) e Zé Maria (Tony Ramos).

Quando eles se encontrarem na história, esse amor precisará ser interrompido, uma vez que Zé Maria está sendo acusado de um crime que ele jura que não cometeu.

Ainda nesse “jogo”, Susana Vieira, que irá embolar o meio de campo.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Sucesso recente, “Amores Roubados” será reprisada em abril

Em "Amores Roubados", Leandro se envolve com Antônia, filha do poderoso Jaime (Murilo Benício)

Em “Amores Roubados”, Leandro se envolve com Antônia, filha do poderoso Jaime (Murilo Benício)

A série “Amores Roubados”, exibida em janeiro de 2014 com enorme sucesso, voltará à programação da Globo em abril.

Com Cauã Reymond, Isis Valverde, Murilo Benício, Cássia Kis Magro e Patrícia Pillar, será reapresentada em duas partes, nos dias 21 e 23.

“Amores” integra o pacote da nova temporada de “Luz Câmera 50 Anos”, sobre as grandes produções da Globo, que será exibida entre 21 de abril e 4 de junho.

Desta vez serão sete os títulos, entre eles, “Brado Retumbante”, “A Justiceira” e “Dona Flor e seus Dois Maridos”. Os programas serão apresentados às terças e quintas-feiras, após a primeira linha de shows.

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Novela “Fera Ferida” substitui “O Dono do Mundo” no canal Viva

José Wilker, Juca de Oliveira e Lima Duarte em "Fera Ferida" (Foto: Divulgação/TV Globo)

O canal Viva já tem uma substituta para “O Dono do Mundo”, na faixa da meia-noite. Depois de anunciar a volta de “Despedida de Solteiro”, no lugar de “Tropicaliente” (em julho, às 15h30), a nova reprise será “Fera Ferida”, que estreia em junho, à meia-noite. Novamente uma trama de Aguinaldo Silva, já que atualmente (às 14h30) vai ao ar “Pedra Sobre Pedra”, também do autor. Tanto “Despedida de Solteiro” quanto “Fera Ferida” haviam sido opções em enquetes anteriormente promovidas pelo site do canal.

Fera Ferida” foi ao ar, originalmente, entre novembro de 1993 e julho de 1994, com uma reprise no “Vale a Pena Ver de Novo” entre 1997 e 1998. Baseada na obra do escritor Lima Barreto (1811-1922), a novela foi escrita por Aguinaldo Silva com a parceria de Ana Maria Moretzsohn e Ricardo Linhares, e direção geral de Dennis Carvalho e Marcos Paulo.

Na trama, Feliciano Júnior (Edson Celulari) retorna à cidadezinha de Tubiacangapara se vingar dos responsáveis pela morte de sua família, no passado, quando era criança. Seus pais morreram ao serem escorraçados da cidade por conta de uma intriga política envolvendo os poderosos do lugar.

Feliciano, já adulto, esconde-se na pele do alquimista Raimundo Flamel e aguça a cobiça dos mandachuvas de Tubiacanga ao prometer transformar ossos em ouro. Lembra das “camisas Flamel”, de manga comprida, sem gola? Usadas pelo personagem de Edson Celulari, elas ganharam as ruas e viraram moda em 1993.

Os autores criaram uma gama de personagens caricatos e atraentes, ora cômicos ora dramáticos, que caíram no gosto do público, em histórias envolventes e com apelo surreal, típico da obra de Aguinaldo Silva na época. Entre eles, a fogosa Rubra Rosa (Susana Vieira) casada com o vereador Numa Pompílio de Castro (Hugo Carvana) mas de caso com o prefeito Demóstenes (José Wilker), inimigo político de seu marido. Eram de autoria dela os discursos inflamados do prefeito atacando a oposição.

Ganhou destaque também a cômica Ilka Tibiriçá, vivida por Cássia Kis Magro(ainda Cássia Kiss), uma solteirona sensível, cheia de trejeitos engraçados, de visual anos sessenta, com fixação pelo filme “O Candelabro Italiano” (1962, deDelmer Daves), sempre embalada pela canção “Al Di Lá”, tema do filme e da personagem na novela. Ilka vai tentar ajudar o namorado Ataliba Timbó (Paulo Gorgulho) a resolver o seu probleminha de impotência sexual com receitas de pratos exóticos – uma atração à parte dentro da novela.

Fera Ferida” foi a primeira novela de Murilo Benício, Camila Pitanga e Carolina Dieckmann, então jovens atores desconhecidos na época. No elenco, também Giulia Gam, Lima Duarte, Joana Fomm, Juca de Oliveira, Vera Holtz, Cláudio Marzo, Arlete Salles, Cláudia Ohana, Marcos Winter, Luiza Tomé, Otávio Augusto, Cláudia Alencar, Deborah Evelyn, Ewerton de Castro, Giuseppe Oristânio e outros.

Fera Ferida” volta no Viva em junho, à meia-noite (com reprise no dia seguinte, às 13h30).

 

Nilson Xavier

Elenco de O Rebu é confirmado

Confirmada

Existiram especulações que Patrícia Pillar seria deslocada para outro trabalho, mas vem a confirmação que ela será mesmo uma das protagonistas de “O Rebu”, a nova novela da Globo na faixa das 23 horas.
Se tudo acontecer como se espera, as gravações devem começar em abril.

A propósito…

Agora, acertada a questão da Patrícia, o diretor José Luiz Villamarim já tem o seu elenco praticamente fechado. Tony Ramos, Sophie Charlotte, Cássia Kis Magro e Marco Pigossi são outros nomes confirmados.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

“Amores Roubados” não escapou do velho estereótipo do coronelismo

Ísis Valverde (Antônia) e Cauã Reymond (Leandro) (Foto: Divulgação/TV Globo)

Ísis Valverde (Antônia) e Cauã Reymond (Leandro) (Foto: Divulgação/TV Globo)

Em meu texto sobre a estreia da minissérie “Amores Roubados” (AQUI), citei uma certa falta de agilidade naquele primeiro capítulo. A estreia me pareceu mais preocupada em apresentar os personagens do que a trama em si. Impressão completamente dissipada a partir do segundo capítulo, quando a minissérie já mostrou a que veio.

E trama foi o que melhor “Amores Roubados” ofereceu – roteiro assinado por George Moura, adaptado do folhetim “A Emparedada da Rua Nova”, do pernambucano Carneiro Vilela (1846-1913). Uma história de tirar o fôlego, do tipo que deixava o gostinho de quero mais ao final de cada capítulo. A primeira sequência – a da fuga de Leandro (Cauã Reymond) ferido – sugeria o desfecho da história. Mas não, Leandro não morria ao final, mas no meio da trama, para deixar em aberto até o fim se ele estaria mesmo morto ou vivo. “Amores Roubados” não era nada previsível. E foi assim, de surpresa em surpresa, que a minissérie conquistou telespectadores, cativando uma audiência que surpreendeu a própria TV Globo: uma média final em torno dos 28 pontos no Ibope da Grande São Paulo, a maior desde 2010 – e que teria sido maior ainda não tivesse a Globo preterido os quatros últimos capítulos a favor do BBB14.

O apelo erótico de cenas calientes e a curiosidade gerada acerca do suposto romance entre os jovens atores protagonistas (Cauã Reymond e Ísis Valverde) podem ter sido poderosos chamarizes. Mas os méritos de “Amores Roubados” vão além. Afora o ótimo roteiro, tinha a direção (geral de José Luiz Villamarim), a trilha sonora, as tomadas de cena sempre criativas, valorizadas pela fotografia calculada deWalter Carvalho, ao revelar cenários deslumbrantes que representavam a fictícia Sertão e a região de vinícolas no Nordeste brasileiro.

O elenco merece um parágrafo à parte. O sotaque dos atores do horário nobre global em nada comprometeu o bom andamento. A estes, somaram-se excelentes atores regionais, aumentando assim a identificação do público com a história. Atores conhecidos em representações memoráveis (Patrícia Pillar, Murilo Benício, Osmar Prado, Dira Paes, Cassia Kis Magro, Cauã Reymond, Ísis Valverde), e os não tão conhecidos, mas não menos ótimos, Irandhir Santos (João) e Jesuíta Barbosa(Fortunato). E, ainda, o restante do elenco, cada qual uma personificação marcante, apesar de papeis menores – como César Farrario (Bigode de Arame), Germano Hauit (o pai de Isabel), Thierry Tremouroux (o francês), Cláudio Jaborandy (o inspetor) e Walter Breda (o delegado). Elenco bem escalado, direção de atores certeira e um bom roteiro resultam um trabalho de qualidade.

O telespectador mais atento e mais exigente não deixou passar pequenos furos de roteiro. Cito dois do capítulo de quinta-feira (16/01): o sinal de celular poderoso de Fortunato, que, no meio do nada, conseguiu uma ligação com Antônia, para marcar um encontro. E Antônia, ao ir a esse encontro, por uma estrada deserta, não se deu conta de que estava sendo seguida. A meu ver, pequenos detalhes que ajudam no roteiro sem comprometer a obra como um todo ou subestimar a inteligência do público.

Amores Roubados” revelou ao Brasil a riqueza do sertão nordestino, que também é moderno e industrializado. Mas, ao mesmo tempo, não escapou do velho estereótipo do coronelismo tacanho e machista, em que a honra dos poderosos se lava com sangue e em que tudo se resolve com opressão ou bala e com o auxílio de capangas e capachos.

Biscoito fino da dramaturgia da Globo, essa história de paixão, sexo, traição e vingança merece o Emmy, não?

 

Nilson Xavier – UOL

Conheça alguns atores da novela substituta de Salve Jorge

Fúlvio Stefanini, casado com Cássia Kis Magro, será pai do Malvino Salvador na novela do Walcyr.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery