HISTÓRICO: Atlético Mineiro bate recorde de títulos inéditos em 2 anos

Levir lembrando que André foi também foi campeão (FOTO: Jô)

Levir lembrando que André foi também foi campeão
(FOTO: Jô)

Um tabu foi quebrado nesta quarta-feira no Mineirão. Pela primeira vez em sua história repleta de títulos diversificados, o Galo conquistou a Copa do Brasil e o feito foi realizado em cima de seu maior rival, o Cruzeiro. A vitória permitiu que o clube batesse mais um recorde, após ganhar diversos títulos inéditos nos últimos dois anos:

“O Galão tem títulos que os outros clubes não possuem. Temos o BBB, a Taça do Gelo e nos últimos anos quebramos um tabu ganhando a Libertadores. Agora, a Copa do Brasil. Do jeito que está, ano que vem vamos vencer o Paulistão e o campeonato Francês. Te cuida, Ibrahimovic!”, disse o sempre bem-humorado presidente do clube, Alexandre Kalil.

O clube se especializou tanto em conseguir feitos inéditos que parte do elenco planeja dar palestras após sua aposentadoria: “A experiência que tive no Atlético permitiu que eu conquistasse coisas inéditas. Imagina que legal eu dar uma palestra para o Fluminense falando como é ganhar uma Libertadores? Seria muito interessante”, revelou o ator e atacante Diego Tardelli, famoso por sua participação na série animada A Era do Gelo.

Kalil já protocolou um pedido para a CBF criar mais algum torneio nacional que o Galão possa vencer.

 

Torcida do PSG adia a festa, mas mantém confiança no fim do jejum

Empate com Valenciennes no Parque dos Príncipes deixa time da capital
a uma vitória do título que não conquista desde a temporada 1993/94

O empate do Paris Saint-Germain com o Valenciennes por 1 a 1 neste domingo pode ter sido uma ducha de água fria no time da capital, mas pouco abalou a sua torcida. Com a mão na taça, a equipe dos brasileiros Alex, Thiago Silva, Mawell e Lucas continua precisando apenas de uma vitória para confirmar a conquista do título do Campeonato Francês, a três rodadas do fim da temporada.

Nos arredores do Parque dos Príncipes, o clima era de extrema confiança antes da partida. Os torcedores do Paris Saint-Germain lotavam bares, faziam filas nas lojas que vendem produtos do clube, atrás principalmente do cachecol Rouge et Bleu, e alguns ainda procuravam ingressos com os cambistas que vendiam bilhetes livremente, apesar do forte policiamento. Próximo de confirmar o título nacional após jejum de 19 anos, o PSG entrou em campo com a torcida em clima de já ganhou.

– Não foi hoje, mas vai ser domingo que vem. Se não for, será no outro. Não tem jeito. Esse é nosso. Vamos voltar a levantar a taça. É um momento incrível do nosso time – disse o torcedor francês Jean Pierre, ao lado do amigo Claude Delille.

 
torcida PSG jogo (Foto: Rafael Cavalieri)Jean Pierre e Claude empunham a bandeira do PSG no Parque dos Príncipes (Foto: Rafael Cavalieri)

Mas sobrou reclamação pela expulsão de Thiago Silva também.

– O que aconteceu com o Thiago foi uma vergonha. Ele é ídolo. Um símbolo do time – disse Jean.

Torcedores PSG (Foto: Rafael Cavalieri)
Yohan e Jonathan Fournier com o pai Cristophe e
o tio Nicolas: fé no título (Foto: Rafael Cavalieri)

Quando o PSG levantou pela última vez o troféu do Francês, uma parte das vozes que cantam “Ici c’est Paris” (aqui é Paris) a plenos pulmões no Parque dos Príncipes nem tinha nascido. Mas o momento parecia ter chegado neste domingo. A conquista estava tão próxima que ninguém cogitava não comemorar. E mesmo antes de a bola rolar contra o Valenciennes, os torcedores mirins do Paris Saint Germain já falavam abertamente na conquista. Acompanhados do pai Cristophe e do tio Nicolas Debreil, os meninos Yohan e Jonathan Fournier, com 9 e 10 anos, respectivamente, viviam a expectativa de soltar o grito de campeão da garganta pela primeira vez.

– Começamos a vir ao estádio este ano e já vamos ver um título. Queria comemorar logo hoje, mas vou ter de adiar uma semana por causa do Olympique. Mas não tem problema. É questão de tempo – disse Yohan, referindo-se à vitória do rival no sábado que deixava a conquista a pouco mais de três pontos do PSG.

Fã incondicional dos brasileiros Lucas e Thiago Silva, Yohan lamentou a ausência do apoiador poupado em função de dores nas costas.

– Ele é craque. Joga demais e com muita habilidade. Já o Thiago Silva se entrega muito – analisou com propriedade de gente grande, arrancando sorrisos do pai.

O PSG tem 74 pontos, enquanto o Olympique de Marselha tem 67. O time da capital pode garantir a conquista com apenas mais uma vitória. Na próxima rodada, joga fora de casa, contra o Lyon, terceiro colocado com 63 pontos e que ainda almeja a vaga direta na fase de grupos da Liga dos Campeões, dada apenas aos dois primeiros da competição. O rival tem um compromisso teoricamente mais fácil no fim de semana que vem, em Marselha, diante do Toulouse, décimo lugar.