Cabeça de bezerro de aptidão leiteira custa, em média, R$ 764,17, em Rondônia

Confira a cotação de alguns produtos agrícolas em municípios do estado.
Valores se referem a preços pagos diretamente ao produtor, diz Emater.

Bandeira do estado de Rondônia

A Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) realizou, entre os dias 16 a 20 de maio, a pesquisa de preços dos produtos agrícolas vendidos no estado. A cotação se refere ao valor pago diretamente ao produtor agrícola, nas unidades produtivas.

Confira abaixo a lista de alguns itens:

Preço Bezerro GRU (Foto: Reprodução / Globo Rural)
Cabeça de bezerro de aptidão leiteira custa
R$ 700,00 em Jaru  (Foto Reprodução/Globo Rural)

–  Bezerro de aptidão leiteira (cabeça)
Preço médio: R$ 764,17
Porto Velho: R$ 800,00
Guajará-Mirim: R$ 800,00
Ariquemes:  R$ 750,00
Jaru: R$ 700,00
Rolim de Moura: R$ 700,00
Machadinho D’Oeste: R$ 750,00
Ouro Preto do Oeste: cotação não divulgada
Ji-Paraná: R$ 700,00
Colorado do Oeste: R$ 750,00
São Miguel do Guaporé: R$ 870,00
Costa Marques: R$ 750,00
Cacoal: R$ 800,00
Vilhena: R$ 800,00
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

Embrapa realiza pesquisa para controlar verminoses em ovinos (Foto: Reprodução/TV Morena)
Quilo de carne ovina custa R$ 4,50 em Ariquemes
(Foto: Reprodução/TV Morena)

– Ovino (quilo)
Preço médio: R$ 7,28
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: cotação não divulgada
Ariquemes: R$ 7,50
Jaru: cotação não divulgada
Rolim de Moura: cotação não divulgada
Machadinho D’Oeste: R$ 6,80
Ouro Preto do Oeste: R$ 7,00
Ji-Paraná: cotação não divulgada
Colorado do Oeste: cotação não divulgada
São Miguel do Guaporé: R$ 7,10
Costa Marques: cotação não divulgada
Cacoal: R$ 8,00
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

Mandioca Globo Repórter (Foto: Reprodução TV Globo)
Quilo da mandioca custa R$ 1,20 em Vilhena
(Foto: Reprodução TV Globo)

– Mandioca de mesa (quilo)
Preço médio: R$ 1,23
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: R$ 1,20
Ariquemes: R$ 1,00
Jaru: R$ 1,20
Rolim de Moura: cotação não divulgada
Machadinho D’Oeste: R$ 1,70
Ouro Preto do Oeste: R$ 1,00
Ji-Paraná: R$ 1,00
Colorado do Oeste: R$ 1,15
São Miguel do Guaporé: R$ 1,60
Costa Marques: R$ 1,50
Cacoal: R$ 1,00
Vilhena: R$ 1,20
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

Nutricionista ensina a preparar creme de mamão, em Goiânia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Caixa com 20 quilos de mamão custa R$ 20,00 em
Ouro Preto do Oeste
(Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

– Mamão (caixa com 20 quilos)
Preço médio: R$ 20,50
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: R$ 22,00
Ariquemes: cotação não divulgada
Jaru: cotação não divulgada
Rolim de Moura: cotação não divulgada
Machadinho D’Oeste: R$ 20,00
Ouro Preto do Oeste: R$ 20,00
Ji-Paraná cotação não divulgada
Colorado do Oeste: cotação não divulgada
São Miguel do Guaporé: cotação não divulgada
Costa Marques: cotação não divulgada
Cacoal: R$ 20,00
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

G1.COM.BR

Cabeça de galinha caipira custa, em média, por R$ 19,50 em Rondônia

Confira a cotação de alguns produtos agrícolas em municípios do estado.
Valores se referem a preços pagos diretamente ao produtor, diz Emater.

A Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) realizou, entre os dias  16 a 20 de maio, a pesquisa de preços dos produtos agrícolas vendidos no estado. A cotação se refere ao valor pago diretamente ao produtor agrícola, nas unidades produtivas.

Confira abaixo a lista de alguns itens:

galinha (Foto: Reprodução/TV Gazeta)
Cabeça de galinha caipira custa R$ 20,00 em
Ariquemes(Foto: Reprodução/TV Gazeta)

–  Galinha Caipira (cabeça)
Preço médio: R$ 19,00
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: cotação não divulgada
Ariquemes:  R$ 20,00
Jaru: cotação não divulgada
Rolim de Moura: R$ 20,00
Machadinho D’Oeste: R$ 18,00
Ouro Preto do Oeste: R$ 20,00
Ji-Paraná: R$ 20,00
Colorado do Oeste: R$ 22,00
São Miguel do Guaporé: R$ 20,00
Costa Marques: cotação não divulgada
Cacoal: R$ 16,00
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

Milho  (Foto: Reprodução/RBS TV)
Saca de milho custa R$ 35,00 em Rolim de Moura
(Foto: Reprodução/RBS TV)

– Milho em grãos (saca de 50 quilos)
Preço médio: R$ 33,50
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: cotação não divulgada
Ariquemes: cotação não divulgada
Jaru: cotação não divulgada
Rolim de Moura: R$ 35,00
Machadinho D’Oeste: R$ 32,00
Ouro Preto do Oeste: cotação não divulgada
Ji-Paraná: cotação não divulgada
Colorado do Oeste: cotação não divulgada
São Miguel do Guaporé: cotação não divulgada
Costa Marques: cotação não divulgada
Cacoal: cotação não divulgada
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

Colheita do abacaxi este ano deve ser recorde em Turiaçu (Foto: Reprodução/TV Mirante)
Unidade do abacaxi custa R$ 1,00 em Cacoal
(Foto: Reprodução/TV Mirante)

– Abacaxi (unidade)
Preço médio: R$1,32
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: cotação não divulgada
Ariquemes: R$ 1,80
Jaru: cotação não divulgada
Rolim de Moura: R$ 1,50
Machadinho D’Oeste: R$ 1,50
Ouro Preto do Oeste: cotação não divulgada
Ji-Paraná: cotação não divulgada
Colorado do Oeste: cotação não divulgada
São Miguel do Guaporé: cotação não divulgada
Costa Marques: R$ 1,00
Cacoal: R$ 1,00
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

Cada urucum produz aproximadamente 15 quilos de sementes (Foto: Reprodução/ TV TEM)
Quilo do urucum custa R$ 4,10 em Colorado do
Oeste (Foto: Reprodução/ TV TEM)

– Urucum em grãos (quilo)
Preço médio: R$ 3,88
Porto Velho: cotação não divulgada
Guajará-Mirim: cotação não divulgada
Ariquemes: R$ 4,00
Jaru: cotação não divulgada
Rolim de Moura: cotação não divulgada
Machadinho D’Oeste: cotação não divulgada
Ouro Preto do Oeste: cotação não divulgada
Ji-Paraná cotação não divulgada
Colorado do Oeste: R$ 4,10
São Miguel do Guaporé: R$ 3,80
Costa Marques: R$ 4,00
Cacoal: cotação não divulgada
Vilhena: cotação não divulgada
Pimenta Bueno: cotação não divulgada

 

G1.COM.BR

Hospital Regional de Cacoal, RO, recebe novos equipamentos

Cerca de 3 mil pessoas devem ser atendidas por mês pelos equipamentos.
Pacientes que precisavam dos serviços eram encaminhados para capital.

Novos equipamentos de hospital em Cacoal, RO (Foto: Rogério Aderbal/G1)
Novos equipamentos de tomografia computadorizada chega a hospital em Cacoal
(Foto: Rogério Aderbal/G1)

O Hospital Regional de Cacoal (HRC), a 480 quilômetros de Porto Velho, passou a contar com os serviços de tomografia computadorizada, ecocardiograma, raio-X,  teste ergométrico, oftalmologia e outros. Antes, os pacientes que precisavam desses serviços eram encaminhados para a capital ou tinha que recorrer à rede particular.

Novos equipamentos de hospital em Cacoal, RO (Foto: Rogério Aderbal/G1)
Sala de ultrassonografia também recebeu novos
equipamentos (Foto: Rogério Aderbal/G1)

Os equipamentos foram adquiridos com recursos federais, através de uma emenda parlamentar no valor de R$ 4 milhões e mais R$ 2 milhões do Governo de Rondônia.

De acordo como secretário de estado de saúde, Williames Pimentel, com a instalação dos equipamentos, além de diminuir o trafego de ambulância para Porto Velho afim de fazer exames, o diagnóstico de doenças passa a ser mais rápido e preciso.

“Como esses equipamentos são modernos, os resultados dos exames são divulgados com muita rapidez. Com isso, pode-se iniciar o tratamento do paciente o mais rápido possível, fator fundamental para a cura de muitas doenças. Antes, era preciso esperar o resultado do exame feito na capital para iniciar o diagnóstico”, aponta.

Conforme o diretor do complexo hospitalar regional de Cacoal, Marco Aurélio Vaaquez, cerca de três mil pessoas serão atendidas por mês pelos equipamentos. “Esse é um grande benefício para a população do interior de Rondônia, pois pacientes de mais de 15 municípios serão encaminhados para realizar exames e tratamento aqui em Cacoal”, revela.

O Hospital Regional de Urgência e Emergência (Heuro) também recebeu novos equipamentos.

 

G1.COM.BR

Justiça Eleitoral de Cacoal, Rondônia, reduz horário de atendimento ao público

Atendimentos serão feitos das 8h às 12h por causa de recesso.
Serviço será normalizado a partir do dia 6 de janeiro, segundo órgão.

Bandeira do estado de Rondônia

Fórum Eleitoral de Cacoal (Foto: Magda Oliveira/ G1)

Serviços serão normalizados a partir do dia 6 de
janeiro (Foto: Magda Oliveira/ G1)

A Justiça Eleitoral de Cacoal (RO), a 480 quilômetros de Porto Velho, reduziu o número de atendimentos públicos por causa do recesso forense, que começou no dia 20 de dezembro e segue até 6 de janeiro de 2016.

Segundo a chefe de cartório Mariângela Dalmazo de Rosso, nesse período o cartório não estará fechado, porém o horário de atendimento será reduzido  das 8h às 12h e os serviços e apenas os serviços emergenciais serão oferecidos.

Mariângela explica que o recesso forense é uma lei do judiciário, onde o Tribunal de Justiça, Justiça do Trabalho, Justiça Federal e Justiça Eleitora, são obrigados a diminuírem a carga horária dos funcionários.

“Neste período os prazos de recursos são suspensos, somos obrigados a reduzir o número de servidores no atendimento, ficando apenas dois funcionários no atendimento eleitoral”, explicou Mariângela.

A chefe de cartório explica que os serviços oferecidos serão apenas de regularização de títulos. “Será feita uma triagem para saber qual a real necessidade da pessoa regularizar o título nesse período. Caso não haja, a regularização só será feita após o recesso”, afirmou Mariângela.

O horário de funcionamento neste período é das 8h às 12h.

 

G1.COM.BR

Por causa da crise, empresas de Rondônia diminuem contratações temporárias

Conforme sondagem de associações, queda pode ser chegar até 40%.
Em Ariquemes, cerca de 1,5 mil pessoas devem ser contratadas.

Bandeira do estado de Rondônia

Em Vilhena, lojas afirmam que contratarão menos do que em 2014 (Foto: Dennis Weber/ G1)

Em Vilhena, lojas afirmam que contratarão menos do que em 2014 (Foto: Dennis Weber/ G1)

Por causa da crise econômica que atinge o Brasil, as empresas de Rondônia estão controlando as contratações temporárias de final de ano. Segundo estimativa feita por associações comerciais de várias cidades, supermercados, lojas de roupas e eletrodomésticos devem diminuir as contratações em até 40%, se comparado aos anos anteriores.

É o caso de uma de loja de móveis e eletrodomésticos de Ariquemes (RO). Segundo a gerente do estabelecimento, Neuza Martins, a crise econômica exige que os empresários deem uma pausa nestas contrações. “Vamos manter o nosso quadro de funcionários por enquanto. Estamos aguardando a melhoria do mercado para inserir novos colaboradores”, diz.

Segundo a Associação Comercial e Industrial de Ariquemes (Acia), mais de 1,5 mil vagas temporárias devem ser abertas até o final de novembro somente em Ariquemes (RO). Grande parte destas oportunidades serão preenchidas por jovens que tenham entre18 e 28 anos, visto que a maioria dos empresários não exigem experiência profissional para este tipo de vaga.

A mesma pausa nas contrações temporárias está sendo feita em Cacoal (RO), onde os lojistas só devem ampliar o quadro no final do mês de novembro e início de dezembro. De acordo com Maria Rita dos Santos, gerente de uma loja de confecções, cerca de sete funcionários temporários devem ser contratados na empresa.

“No ano passado contratamos mais de 30, mas esse ano as vendas caíram bastante, por isso precisamos pisar no freio nas contratações. Caso o movimento melhore contrataremos mais pessoas”, diz.

Em Ji-Paraná, lojas devem segurar quadro de funcionários até dezembro (Foto: Samira Lima/ G1)
Em Ji-Paraná, lojas devem segurar quadro de funcionários até dezembro (Foto: Samira Lima/ G1)

Já a gerente de uma loja de calçados de Cacoal, Betânia Rios, diz que empresa ainda não definiu se irá ou não fazer contratações temporárias e, caso faça, a seleção será a partir de dezembro. “Os proprietários ainda estão analisando se será necessária a contratação de temporários, porém a previsão é que uns cinco funcionários sejam contratados no mês que vêm”, aponta.

A redução nas contratações temporárias de final de ano também foi sentida em Ji-Paraná (RO). Segundo a gerente comercial da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Nayara Trindade, em comparação ao ano passado, o comércio local registrou 143% a mais de demissões.

“Essas pessoas não foram reabsorvidas pelo mercado de trabalho e os comerciantes estão segurando ao máximo as novas contratações. Aconselhamos as pessoas que querem se reinserir no mercado a se qualificarem, procurarem cursos online em áreas como vendas, atendimento, tudo isso pode ajudar o candidato a ser notado e aproveitado pelas empresas”, explicou.

Segundo o vice-presidente da Associação Comercial e Industrial de Vilhena (ACIV), Gelson Schmitt, as contratações temporárias devem diminuir no comércio local, conforme pesquisa feita pela entidade com algumas das empresas associadas.

“Se contratarem, o número será bem menor do que no ano passado. Por causa da queda de vendas, pelo índice de desemprego que vem aumentando e as pessoas não tem dinheiro para gastar. Essa é a realidade do mercado, não só de Vilhena (RO)”, esclarece.

Otimismo
Mesmo com a crise econômica, uma loja de confecções de Ariquemes decidiu antecipar as contrações temporárias, pois a procura pelos produtos está aumentando conforme os clientes recebem o 13° salário.

“Como já é de costume todo final de ano o movimento aumenta, nós fizemos contratações e fazendo treinamento para assim atender melhor nossos clientes no final do ano”, diz o gerente da empresa, Gilberto Rigamonti.

A previsão de bom faturamento também é esperada em Guajará-Mirim (RO). De acordo com a gerente comercial  de uma loja, Lindonete Ojopi, neste ano a perspectiva é melhor que em 2014, pois as vendas aumentaram e a loja já contratou 15 funcionários que irão trabalhar por um período de 90 dias. “Todos os anos nós contratamos funcionários nesta época. Aqueles que se destacam ficam com a gente após o final do contrato, geralmente são de  três a cinco “, diz Lindonete.

Colaboraram: Júnior Freitas, Dennis Weber (G1 Vilhena e Cone Sul), Samira Lima e Rogério Aderbal

 

G1.COM.BR

Caminhonete roubada e clonada é apreendida em Cacoal, Rondônia

Documentos originais do veículo foram localizados em São Paulo.
Policiais descobriram que o carro tinha sido furtado na capital paulista.

Bandeira do estado de Rondônia

O homem que estava na picape contou aos policiais que pagou R$ 90 mil pelo carro. (Foto: Rogério Aderbal)

O homem que estava na picape contou aos policiais que pagou R$ 95 mil pelo carro.

(Foto: Rogério Aderbal)

Uma caminhonete com placa e documentos clonados foi aprendida na manhã desta terça-feira (17), pelo Núcleo de Inteligência (NI) da Polícia Militar, em Cacoal(RO), distante cerca de 480 quilômetros de Porto Velho. Conforme a Polícia Militar (PM), a documentação original da caminhonete foi localizada na cidade de São Paulo.

Ainda de acordo com informações da PM, o homem que estava com a caminhonete na hora da apreensão disse que pagou R$ 95 mil pelo veículo e negou participação na adulteração do carro.

Mesmo assim foi encaminhado para Delegacia de Policia Civil para prestar esclarecimentos. Um inquérito policial será instaurado para apurar o caso, pois no Certificado de Registro de Veículo (CRV), do veículo consta que ele foi furtado na capital paulista.

Segundo um dos policiais do Serviço Reservado, esse é o terceiro veículo apreendido este ano, em Cacoal, nas mesmas circunstâncias. E a suspeita é de que haja uma quadrilha que rouba carros em São Paulo e traz para revender em Rondônia, como se fossem originais.

“Eles roubam esses veículos, falsificam a documentação e vendem com se eles estivessem com financiado da compra em atraso, o ‘finan’. Muitas acabam caindo no golpe e compram esses automóveis por um preço bem inferior aos praticados no mercado, e com isso acabam se encrencando na frente”, declarou o investigador.

 

G1.COM.BR

Servidores de aeroportos do interior são capacitados em Ji-Paraná,Rondônia

Curso foi feito para aeroportuários de Vilhena, Ji-Paraná e Cacoal.
AVSEC é uma exigência da Anac para receber aviões de grandes portes.

Bandeira do estado de Rondônia

O curso tem como um dos objetivos melhorar a qualidade dos serviços prestados pelos aeroportos do Estado. (Foto: Pâmela Fernandes)

O curso tem como um dos objetivos melhorar a qualidade dos serviços prestados pelos aeroportos do Estado. (Foto: Pâmela Fernandes)

Servidores dos aeroportos de Ji-Paraná (RO), Vilhena (RO) e Cacoal (RO), no interior de Rondônia, foram capacitados com o Curso Básico de Segurança em Aviação Civil (AVSEC). O treinamento começou no mês de outubro e terminou no último sábado(7), na cidade de Ji-Paraná, localizada a cerca de 370 quilômetros de Porto Velho.

As aulas eram ministradas todos os dias no auditório da Universidade Aberta do Brasil. O curso é uma exigência da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e é necessário para  a liberação de pousos e decolagens de aviões de grande porte. O treinamento foi realizado pelo Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura e Serviços Públicos (DER).

Segundo o diretor do órgão, Coronel Caetano, os trabalhos são desenvolvidos para manter o bom funcionamento dos aeroportos do interior do estado. Para Ji-Paraná, de acordo com o diretor, também estão previstas melhorias na sinalização da pista, assim como sua restauração e a compra de um no raio X.

 

G1.COM.BR