Grêmio 2 x 1 Joinville

Joinville dá susto, mas Grêmio vira com golaço de falta e vence na Arena

Tricolor bateu o Joinville por 2 a 1 neste domingo, na Arena, pela 19ª rodada do Brasileirão; gremistas encerram turno em 3º, e catarinenses seguem no Z-4, em 18º

Parecia que os 33.454 torcedores que tomaram a Arena neste domingo para assistir ao Grêmio de Roger Machado, sensação da última semana após goleada histórica sobre o Inter e vitória diante do Atlético-MG, deixariam as arquibancadas após o jogo contra o Joinville frustrados. Abaixo do esperado, o Tricolor não repetiu o futebol envolvente das duas últimas atuações. Pelo contrário, foi envolvido por um surpreendente JEC, que abriu o placar aos dois minutos, com Bruno Aguiar, e, absoluto em campo, dominou a primeira etapa. A zebra surgiu com iminência em Porto Alegre, mas foi contida. Não pela tão saudada intensidade gremista, mas pela bola parada, com direito a golaço na segunda etapa. Primeiro, com Erazo, após escanteio. Depois, com Galhardo, em cobrança de falta perfeita, indefensável a Agenor.

Com a vitória, a terceira seguida, o Grêmio encerra o turno como terceiro colocado, com 36 pontos – mesma pontuação do vice-líder Atlético-MG e a seis do líder, Corinthians. O JEC segue no Z-4. É 18ª, com 18 pontos, dois a menos que o Avaí, primeiro time a escapar da degola no Nacional. Serve de consolo a PC Gusmão, que conheceu sua primeira derrota no comando da equipe, a boa atuação diante de uma das sensações do campeonato.

As duas equipes voltam a campo no próximo domingo, pela 20ª rodada do campeonato. O Tricolor viaja a Campinas para encarar a Ponte Preta, às 11h, no Moisés Lucarelli. O JEC recebe o Fluminense, às 16h, na Arena Joinville. Antes, o Grêmio visita o Coritiba, às 19h30 de quarta-feira, no Couto Pereira, pela Copa do Brasil. Já o JEC recebe o Atlético-PR pela Sul-Americana.

Grêmio x Joinville JEC Arena do Grêmio Bobô (Foto: Lucas Uebel/ Divulgação Grêmio)
Grêmio bateu o Joinville por 2 a 1 neste domingo, na Arena (Foto: Lucas Uebel/ Divulgação Grêmio)

O jogo

Intensidade, velocidade e toques envolventes. As características que fizeram do Grêmio a sensação da semana foram as mesmas que vitimaram o Tricolor no primeiro tempo. Tudo isso foi apresentado pelo JEC, que abriu o placar logo aos dois minutos, com Bruno Aguiar, após cobrança de escanteio de Edigar Junio. Apático em campo sem o artilheiro Luan, suspenso, o Tricolor não soube responder – o substituto, Bobô, não conseguiu suplantar a ausência do garoto. Pelo contrário. Escapou de ir aos vestiários com desvantagem ainda maior. Aos 21, Marcelinho Paraíba cruzou para Edigar Junio, que chutou no travessão. Depois, aos 29, Mário Sérgio tirou de Grohe, mas Pedro Geromel limpou em cima da linha. A melhor chance gremista foi perdida por Pedro Rocha. O garoto recebeu livre aos 38, mas tocou para fora, na saída de Agenor.

Para a segunda etapa, Roger Machado mexeu na equipe. Sacou Pedro Rocha e mandou a campo Fernandinho, para atuar aberto pela esquerda. E a substituição surtiu efeito. O Grêmio passou a pressionar o JEC e levar perigo com jogadas pelos lados do campo. Criou duas boas oportunidades com Giuliano. O empate, porém, veio da mesma arma utilizada pelo rival. Após cobrança de escanteio de Galhardo, aos 15, Erazo subiu mais que os rivais para completar de cabeça, sozinho, sem chances para Agenor. Com a igualdade no placar, os catarinenses voltaram a crescer em campo e esfriaram o ímpeto dos Tricolor. Parecia, inclusive, que sairiam da Arena com um importante ponto contra a degola. Não contavam, contudo, com a precisão de Galhardo, que cobrou falta indefensável no ângulo de Agenor, aos 39 para dar a vitória aos gremistas.

 

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Joinville 3 x 0 Cruzeiro

Irreconhecíveis: com garra e na bola parada, JEC vence o Cruzeiro na Arena

Em faltas e escanteio, Joinville premia a boa atuação com o triunfo por 3 a 0 e que vira um balde de água fria em esperanças da Raposa reagir no Campeonato Brasileiro

Irreconhecíveis, tanto o Cruzeiro quanto o Joinville. Os times foram tão distintos do que apresentavam até então no Campeonato Brasileiro que só o placar para comprovar o quão diferente estiveram na noite desta quinta-feira. Na Arena Joinville, a festa foi da maior parte dos 10.498 torcedores em virtude do triunfo por 3 a 0. A pegada e a garra estiveram com o JEC, como também a bola parada.

O Joinville tomou conta da partida, propôs o jogo. Fez das faltas e escanteios suas principais jogadas e foi assim que balançou as redes três vezes. Marcelinho Paraíba mandou da intermediária para dentro do gol, o zagueiro Bruno Aguiar cabeceou após falta e Mariano Trípodi depois de escanteio, já no segundo tempo. Mesmo com atacantes empilhados na segunda etapa, o Cruzeiro passou longe de oferecer perigo.

Por isso, decaiu três posições e está na 14ª colocação. No próximo domingo, às 16h, enfrenta o Internacional, no Mineirão. No mesmo dia, porém às 18h30, o Joinville encara o Grêmio, fora de casa, para tentar se aproximar da pontuação de Avaí e Figueirense, ambos com 20 e fora da zona de rebaixamento.

Joinville gol sobre o Cruzeiro (Foto: PAULO LISBOA - Agência Estado)
Joinville bateu o Cruzeiro por 3 a 0 na Arena (Foto: PAULO LISBOA – Agência Estado)

O jogo
A disposição e a garra mudaram de lado. A expectativa era de que o Cruzeiro aplicasse ingredientes de confrontos anteriores na Arena Joinville. Mas foi o JEC que utilizou isso no jogo. Com três volantes e três jogadores avançados, os tricolores não conseguiam armar melhor pelo meio. Porém, encontrou uma outra forma de ter o bom como premiado: a bola parada. Foi assim que o veterano Marcelinho Paraíba abriu o caminho, batendo direto para o gol. Depois, foi dele a batida de falta lateral, mas que contaria com a finalização do zagueiro Bruno Aguiar. O Joinville vencia com vantagem e autoridade após 26 minutos.

A Raposa até melhorou depois dos gols, porém mais pelo time mandante ter tirado o pé do acelerador e tentar controlar o jogo. Mesmo assim, não abdicou do ataque e só não foi para o intervalo com um placar de 3 a 0 porque o árbitro Leandro Vuaden apontou uma falta que Edigar Junio não fez. O Cruzeiro tinha que mudar e, por isso, foram duas alterações após a parada: entraram Arrascaeta e Willian. Os celestes se abriram ainda mais aos 13 minutos da etapa, com a entrada de Leandro Damião.

Ainda assim, não conseguiam chegar com perigo. O Joinville, tranquilo, marcou o terceiro gol com a melhor arma. Na cobrança de escanteio, o argentino Mariano Trípodi, que fez sua estreia pelo clube, foi o último a tocar na bola e fazer a Arena vibrar – pelos gols e alento para sair da zona de rebaixamento do Brasileirão.

 

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Joinville 1 x 1 Luverdense

1 x 1

37ª RODADA
JOINVILLE FICA NO 1 A 1 COM LUVERDENSE E ESTÁ A UM EMPATE DO TÍTULO INÉDITO
Tricolor sai atrás no placar e tem dificuldades para superar bloqueio. Com o revés da Ponte, JEC levanta a taça com uma igualdade na última rodada.
Casa lotada, festa e derrota do rival. Todos os ingredientes para o Joinville comemorar o título da Série B neste sábado estavam presentes, mas, para a mistura dar liga, faltou apenas o triunfo dos catarinenses. O empate por 1 a 1 com o Luverdense, na Arena, adiou para a última rodada a decisão de quem fica com a taça. O JEC aumentou para dois pontos a vantagem para a Ponte Preta e precisa de apenas um empate com o Oeste para garantir a conquista, já que tem 21 vitórias contra 19 do time de Campinas.

Nem o gol do América-MG sobre a Ponte Preta, comemorado pela torcida do JEC, serviu para ajudar a equipe a furar o bloqueio dos visitantes. A pressão foi exercida até o último minuto, com duas bolas na trave. No entanto, o gol contra de Bruno Aguiar no primeiro tempo e o de Fernando Viana, a favor, decretaram o resultado.

A partida contra o Oeste será em Itápolis, às 16h20 de sábado. Sem pretensões, o Luverdense recebe o Ceará no estádio Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde.

Edigar Junio Joinville (Foto: José Carlos Fornér/JEC)
Joinville e Luverdense empataram na Arena (Foto: José Carlos Fornér/JEC)

O jogo

A história do primeiro tempo de Joinville e Luverdense começa a partir dos 35 minutos, quando Bruno Aguiar marcou contra, após cobrança de falta de Washington. Antes do gol dos visitantes, ficou a impressão de um duelo em que nenhuma equipe tinha ambição na competição. Para o time do Mato Grosso, sim, o jogo era mais um na contagem regressiva do fim de 2014. No lado do JEC, não. Líder e na disputa pelo título, precisou sair atrás no placar para acordar. Nos 10 minutos finais, deixou-se levar pela arquibancada da Arena e fez o que até então não havia feito. Velocidade, ultrapassagens e bola na rede. Aos 43, Fernando Viana empatou, após cruzamento de Marcelo Costa.

A volta do intervalo evidenciou o que demorou a aparecer na etapa inicial: o controle do Joinville. Em busca da vitória, o Tricolor teve a bola e buscou sufocar. Para isso, Hemerson Maria mexeu na equipe, com a saída de um volante e a entrada de Fabinho. Satisfeito com o empate, o Luverdense procurou de todas as formas fazer o tempo passar. Aos 27 minutos, o torcedor da casa gritou gol. Não era na cidade catarinense, mas em Campinas. E do América-MG, resultado que mais do que interessava. Serviu de combustível para partir em busca da virada.

Bola na trave, pressão, gritos de apoio até o fim. Sem o resultado esperado, o goleiro Ivan aproveitou os últimos minutos para ir até a área. Foi mais na base do desespero, o que fez a festa ser adiada. O torcedor do Joinville ainda pode ver o seu time campeão, falta apenas um ponto. Mas a festa não vai ser neste sábado.

 

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Joinville 3 x 1 Ponte Preta

 3 x 1 

35ª RODADA
JOINVILLE INSISTE NO ALTO, DERRUBA PONTE DA LIDERANÇA E REFORÇA SONHO DE TÍTULO
Rogério e Bruno Aguiar aproveitam dois escanteios para vencer a sétima. Macaca, com peças pouco inspiradas, perde a primeira após dois meses.

Ponto corrido tem, sim, final de campeonato. Senão, o que foi Joinville e Ponte Preta nesta tarde? Estádio abarrotado, faltas em excesso, discussões contantes com arbitragem (não importa se há razão ou não), erros que fazem a partida fugir por entre os dedos. E a competência, claro, de saber usar o que tem de melhor. O JEC fez isso e muito mais. Insistiu na bola aérea até conseguir o resultado esperado. Assim, fez dois gols com Rogério e Bruno Aguiar e garantiu a festa dos quase 18 mil fanáticos que encheram a arena. Edigar Junio colocou a pá de cal e confirmou os 3 a 1 sobre a Ponte Preta, suficiente para tomar dela a liderança da Série B do Campeonato Brasileiro. Cafu, com a ponta da chuteira, fez o único tento dos paulistas.

Joinville x Ponte Preta comemoração (Foto: José Carlos Fornér/JEC)
Joinville comemora resultado fundamental para continuar na briga pelo título (Foto: José Carlos Fornér/JEC)
O clima de tensão ficou claro antes, durante e depois do jogo. A torcida catarinense fez uma linda festa para recepcionar os jogadores, com direito até a torcedor em cima do ônibus da delegação. O ambiente virou hostil em campo, quando titulares trocaram pancadas no meio-campo e travaram o confronto em boa parte do tempo. No fim, quem fez feio foi a torcida visitante: irritados com frases do locutor do estádio, os pontepretanos se desentenderam com a Polícia Militar e interromperam a partida nos minutos finais. Roberto e os outros jogadores foram até o local para impedir a briga, o que ajudou em parte a resolver o problema.

O triunfo dá vantagem ao JEC na briga pelo título, inédito para os dois que o disputam. O Joinville saltou para 69 pontos, números de destaque principalmente pela sequência impressionante de vitórias (agora, sete consecutivas, em oito rodadas invicto). O embalo, aumentado neste sábado por Rogério, Bruno Aguiar e Edigar Junio, aumenta a confiança dos catarinenses, que encaram Boa Esporte na terça-feira (fora), recebem o Luverdense no outro sábado e fecham a campanha em 2014 contra o Oeste, no interior de São Paulo. Caso tropece, ainda há um trunfo: tem duas vitórias a mais que a Macaca, importante no critério de desempate.

À Ponte, resta superar a perda da liderança pela primeira vez nas últimas nove rodadas. Outro ponto é o fim da invencibilidade de 13 jogos (dez vitórias e três empates). As peças-chaves da Macaca tiveram uma tarde pouco inspirada e pouco perigo levaram ao gol de Ivan. Só Cafu, ao aproveitar um rebote de chute de Rafael Costa. Agora, resta vencer o América-RN na próxima terça-feira no Majestoso e torcer para o Joinville tropeçar contra o Boa, em Varginha. A equipe alvinegra ainda encara América-MG, em casa, e Náutico, fora.

Joinville x Ponte  Preta (Foto: Renan Koerich)
Marcelo Costa levanta na área da Ponte: foi assim que o Joinville construiu a vitória (Foto: Renan Koerich)

O jogo

O resumo perfeito do primeiro tempo apontaria jogadas eletrizantes de cara e um final truncado demais para times com resultados tão bons na temporada. No calor da torcida, o Joinville forçou a primeira defesa de Roberto logo a um minuto, no que a Ponte respondeu com Cajá e Alexandro. Aos poucos, o ímpeto caiu e muito por culpa dos jogadores, que priorizaram as faltas para conter o adversário à criatividade na arena. Edson Ratinho, por exemplo, deu entrada criminosa em Roni e só recebeu o amarelo, assim como Bruno Aguiar e Juninho. Pouco futebol e muito problema para quem está brigando por título.

Os dois voltaram ao segundo tempo para o tudo ou nada. Em especial o Joinville, por toda a necessidade de derrubar o rival no último confronto direto entre eles. A bola parada, que falhou nos 45 minutos iniciais, deu certo com cruzamento de Marcelo Costa e gol de Rogério. A Ponte acordou com as mudanças de Guto e aproveitou a entrada de Rafael Costa, autor da jogada, para empatar com Cafu. O camisa 7 da Macaca pediu silêncio na arena. Que infelicidade! Os torcedores rivais fizeram o contrário e ajudaram Bruno Aguiar, revelado no Majestoso, mas identificado com o arquirrival Guarani, e Edigar Junio, em jogada de outro ex-bugrino (Fabinho), a matar a partida. Nem a confusão entre a torcida alvinegra e a polícia inflamou a partida, decidida no misto de acertos e erros. Melhor para um, ruim (mas nem tanto) para o outro.

torcida Ponte Preta (Foto: Renan Koerich)
Torcida da Macaca participa da bonita festa até a definição do placar: depois, só brigas (Foto: Renan Koerich)
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Icasa 1 x 1 Joinville

 1 x 1 

22ª RODADA
ICASA E JOINVILLE EMPATAM POR 1 A 1, E LIDERANÇA CATARINENSE FICA AMEAÇADA
Verdão do Cariri começa melhor e abre o placar. Mas catarinenses crescem gradativamente em campo e empatam a partida na segunda etapa

Icasa e Joinville não saíram do empate em no estádio Romeirão, em Juazeiro do Norte, na noite desta sexta-feira. O Verdão do Cariri não conseguiu acabar com o jejum de vitórias, e a equipe catarinense perdeu a oportunidade de garantir vantagem na liderança da Série B do Campeonato Brasileiro – pode ser ultrapassada por Avaí e Vasco até o término da rodada. Por isso, o empate por 1 a 1 não foi interessante para nenhum dos dois.

No primeiro tempo, o Icasa jogou melhor, mas só conseguiu balançar as redes uma vez, com Lucas. Na etapa final, o Joinville foi criando os melhores lances aos poucos. Até que se tornou melhor em campo e arrancou o empate em falha do goleiro Busatto. Bruno Aguiar aproveitou a bola e mandou para as redes.

Icasa x Joinville (Foto: Futura Press)
Icasa e Joinville ficam no empate em Juazeiro do Norte (Foto: Futura Press)

Na próxima rodada, o Verdão do Cariri recebe o Vila Nova, no Romeirão, às 21h50min da terça-feira (16). O Joinville encara o Náutico, na Arena Pernambuco, no mesmo dia, às 19h30min.

Icasa bem melhor

Os donos da casa mandaram no seu território na etapa inicial. Mesmo com boas investidas do Joinville, o Icasa foi bem mais ofensivo. Até o momento do gol alviverde, praticamente só o Verdão havia chutado a gol. Rodrigo Vitor, Fernando Sobral e Lucas criaram as melhores chances.

Até que, aos 39 minutos, o mesmo Lucas recebeu bola, livrou-se da marcação e mandou um chute forte para as redes. Daí para frente, o time cearense criou mais algumas boas jogadas, mas não conseguiu ampliar.

Joinville melhora e empata

Na volta para o segundo tempo, o panorama era muito semelhante ao da etapa anterior. O Icasa chegava com perigo, na maioria das vezes, pela direita. Mas as finalizações eram mal feitas. A partir dos 15 minutos, a partida se equilibrou.

Em duas jogadas, quase o time catarinense chegou ao empate. Na primeira, Busatto bateu roupa, e Jael quase marcava. Em seguida, Edgar Junio desperdiçou lance perigoso. Mas o goleiro alviverde voltaria a falhar e, dessa vez, não teve erro: Bruno Aguiar empurrou para as redes. Empate no Romeirão.

Edson Ratinho Icasa x Joinville (Foto: José Carlos Fornér/Joinville)
Joinville foi melhor em parte do segundo tempo e conseguiu empate (Foto: José Carlos Fornér/Joinville)
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