Sol Nascente: Personagens de Francisco Cuoco e Aracy Balabanian receberam elogios

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Com louvor
O núcleo italiano de “Sol Nascente”, com Francisco Cuoco e Aracy Balabanian, também fez bonito no recente grupo de discussão da novela realizado em São Paulo.

As participantes da pesquisa se identificaram com o sentimento de família, o amor incondicional, o falatório, as trapalhadas. Os autores já estão trabalhando em cima dos resultados.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Conheça os personagens de Aracy Balabanian e Francisco Cuoco na novela Sol Nascente

Faz assim

Primeiro registro do casal Geppina (Aracy Balabanian) e Gaetano (Francisco Cuoco), para “Sol Nascente”, substituta de “Êta Mundo Bom!” que estreia dia 29 de agosto.

Eles são patriarcas italianos da família De Angeli.

No detalhe, o diretor Leonardo Nogueira passando instruções aos atores.

 Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Em 1990, Globo tentou inovar com Rainha da Sucata e quebrou a cara

Tony Ramos e Regina Duarte em Rainha da Sucata, novela de 1990 que não funcionou como chanchada
Por THELL DE CASTRO, em 07/06/2015 · Atualizado às 11h45

Quando tentou inovar em seu principal horário de novelas, o das oito (atualmente das nove), na maioria das vezes a Globo não se deu bem. São inúmeras as tramas e os mais diversos motivos: Espelho Mágico (1977), que mostrava os bastidores da produção de uma novela e de uma peça de teatro, e Rainha da Sucata (1990), que começou muito puxada no lado humorístico, são dois exemplos históricos.

Rainha da Sucata ainda que conseguiu se recuperar: passou de chanchada a dramalhão e terminou bem. Na novela seguinte, Meu Bem, Meu Mal, a emissora voltou a apostar no modelo tradicional de trama, com mocinhos e vilões bem definidos e muita intriga, paixão e ódio.

Em reportagem de Sônia Apolinário na Folha de S.Paulo de 28 de outubro de 1990, o próprio autor de Meu Bem, Meu Mal, o veterano Cassiano Gabus Mendes (1929-1993), definia bem a história: “Uma novela tradicional, sem loucurinhas”, galgada no “jeito Janete Clair de ser”. “O público desse horário gosta de coisas mais sérias”, completou.

Gabus Mendes e Silvio de Abreu são considerados até hoje os reis das 19h, com várias tramas que fizeram sucesso no horário, principalmente nos anos 1980.

Abreu, com Rainha da Sucata, em seu primeiro desafio às oito, teve que fazer alterações na estrutura da trama. A partir de junho de 1990, sua novela carregou no drama e viu a audiência crescer de 59 para 63 pontos em São Paulo. Ainda era época de Pantanal na Manchete, mas as duas não concorriam.

A reportagem da Folha também contou que Meu Bem, Meu Mal foi escrita às pressas. A substituta de Rainha da Sucata originalmente seria Araponga, de Dias Gomes, também com muito humor na trama.

A Globo encomendou, basicamente, uma história de amor, que começou a ser feita em agosto de 1990. “Não tive muito tempo para pensar. Vou me basear mais no folhetim e atacar o problema do amor que está meio fora das telas”, disse Gabus Mendes à Folha.

A produção estava atrasada em 20 capítulos e vários papéis de destaque na novela acabaram ficando na mão de jovens atores, na época, em virtude da produção aquecida da própria Globo, Manchete e SBT.

“Foi por causa da escassez de atores que alguns personagens-chave ficaram na mão de iniciantes, como Adriana Esteves (Patrícia), Lisandra Souto (Jessica) e Fábio Assunção (Marco Antônio)”, informou a Folha. Isso sem contar a estreante Silvia Pfeifer, uma modelo, logo como uma das protagonistas, que foi muito criticada.

Público gosta de sofrer

Os diretores de Meu Bem, Meu Mal foram os mesmos de Tieta, sucesso anterior a Rainha da Sucata _Paulo Ubiratan, Reinaldo Boury e Ricardo Waddington. Boury, hoje no SBT, falou sobre as mudanças pretendidas e abortadas. “Havia um sentimento de que as coisas deveriam mudar. Mudaram tanto que tivemos que voltar ao passado. O fato de Rainha da Sucata ser mais moderna [que Tieta] não agradou. Ela virou um novelão no final. Acho que o povo gosta de sofrer um pouco”, destacou.

Meu Bem, Meu Mal não foi um grande sucesso, mas manteve a audiência do horário. Em seguida, veio O Dono do Mundo, outra tentativa de inovação em certos pontos da trama, também rejeitada pelo público. Coincidentemente, trama de Gilberto Braga, que passa sufoco em 2015, desta vez com Babilônia.

Repetitiva, Geração Brasil parece novela de um personagem só

Por RAPHAEL SCIRE, em 08/07/2014 · Atualizado às 06h03

Picotada durante a primeira fase da Copa, a novela Geração Brasil (Globo) aproveitou a oportunidade para lançar um aplicativo de vídeos disponível para download no site oficial da trama. A tentativa era a de promover a história também em outras telas, já que a novela caminha para a interatividade. Foi um tempo também de limpeza, uma vez que os autores suavizaram as referências tecnológicas e o inglês usado nas falas de alguns personagens.

Mas é importante notar que, apesar dos avanços transmídias, a história que está sendo contadana tela principal gira em círculos. Completamente centrada no protagonista, Jonas Marra (Murilo Benício), Geração Brasil não segue adiante.

A novela começou com a vinda da família Marra para o Brasil. Jonas logo promoveu um concurso para encontrar seu novo sucessor e agora enfrenta o drama de uma doença incurável. Com isso, as histórias românticas foram deixadas em segundo plano, apesar de os autores já terem esboçado o romance entre ele e a jornalista Verônica (Taís Araújo), destaque de todo o folhetim até então. O casal protagonista Manu (Chandelly Bras) e Davi (Humberto Carrão), passado o tal concurso, não encontra impeditivo e precisa deslanchar.

Outra prova dessa concentração de história no protagonista é que até mesmo o mais cômico dos personagens tenta emular o magnata da tecnologia. Barata (Leandro Hassum) é apaixonado por Verônica e chegou a promover um concurso para encontrar um gerente para sua loja de varejo, tal como Jonas. O figurino, aos poucos, também está sendo copiado. O personagem rouba a cena quando entra no ar e parte desse sucesso se deve ao carisma de seu intérprete.

Apesar de ter resgatado o humor para o horário, Geração Brasil não anda lá muito engraçada. Tem em cena um inspirado Lázaro Ramos (Brian Benson), em dobradinha com Luís Miranda (Dorothy), mas ainda assim é pouco.

Nota-se também a ausência de grandes vilões, mesmo que o horário peça malvados com um pé no riso. Glaucia Beatriz (Renata Sorrah) ainda não disse a que veio. Em compensação, há um excesso de minimonólogos – quase todos os personagens já tiveram a chance de falar sozinhos. Cansa.

O elenco está bem, ainda mais com a saída dos dois piores personagens da história: Alex (Fiuk) e Maria Vergara (Debora Nascimento), mortos em um acidente de carro, cujas circunstâncias ainda não foram explicadas e podem render desdobramentos interessantes, o que esperamos que aconteça logo. Mas bons atores encontram papéis aquém de seus talentos. É o caso de Aracy Balabanian (Iracema), Marcelo Airoldi (Elias) e até mesmo Claudia Abreu (Pamela).

Apesar de uma direção adequada, atores que defendem bem seus personagens e um texto bom, Geração Brasil precisa de um chacoalhão. E para isso não basta só diminuir as referências tecnológicas da trama, é preciso contar uma história mais empolgante.

A Próxima Vítima 21.04.2014

Cacá conta a Filomena que Isabela forjou a gravidez. Filomena pede que Helena tente convencer Olavo a parar de investigar Isabela. Olavo encontra Filomena na casa de Helena.

A Próxima Vítima 18.03.2014

 

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