O Antagonista conta uma breve história das tensões entre Arábia Saudita e Irã

A Arábia Saudita sunita e o Irã xiita se estranham desde que os aiatolás tomaram o poder em Teerã, em 1979.

Com a ascensão de Khomeini e companhia, inimigos dos Estados Unidos, os sauditas se aproximaram ainda mais dos americanos.

O fundamentalismo xiita terminou por estimular o terrorismo entre os sunitas radicais, que acusam a Arábia Saudita de trair o Islã ao aliar-se aos Estados Unidos. Al Qaeda e, posteriormente, Estado Islâmico são as expressōes máximas do terror sunita (Osama bin Laden era saudita).

A Arábia Saudita enfrenta o radicalismo sunita (e xiita) com mão de ferro, dentro do seu território. Ontem, 47 acusados foram executados, entre os quais o clérigo xiita Nimr al-Nimr — que levou iranianos a incendiar a embaixada saudita em Teerã e o aiatolá Ali Khamenei a comparar o regime da Arábia Saudita ao Estado Islâmico.

Resultado: o corte de relaçōes diplomáticas da parte de Riad e, consequentemente, o acirramento das tensōes no Oriente Médio.

O Estado Islâmico festeja a divisão agora completa dos seus maiores inimigos.

 

Fonte : O Antagonista

O Antagonista revela a tensão entre Irã e Arábia Saudita

 

O aiatolá Ali Khamenei, líder do Irã, afirmou que a Arábia Saudita sofrerá um “castigo divino” por ter executado o xiita al-Nimr Nim.

Ali Khamenei enviará uma pintura sobre a morte de Estácio de Sá à Arábia Saudita.

O Irã é irremediável.

 

Fonte : O Antagonista

 

Bilionário árabe procura sete brasileiras para se casar e oferece 100 milhões para cada


Cerimônia de casamento acontecerá no Palácio de Zayn na Arábia Saudita

Apaixonado pelo Brasil, o jovem bilionário árabe, Zayn Zomar Zali, está à procura de sete brasileiras para se casar. Ele também oferece uma fortuna de 100 milhões de dólares para cada brasileira que aceitar o casamento.

Em entrevista a um canal de TV árabe, Zayn disse que conheceu o Brasil durante a Copa do Mundo e que se apaixonou pelas brasileiras, mas o árabe fez algumas exigências para as futuras candidatas.

Confira a lista de exigências:

1. Ter ciência e aceitar dividir o marido com outras seis mulheres;
2. Não ser interesseira e se casar por amor;
3. Deve se adaptar aos costumes e cultura da Arábia Saudita;
4. A candidata deve ter entre 18 e 45 anos.

O casamento vai acontecer na Arabia Saudita, no Palácio de Zali. Cada noiva pode levar 100 convidados, incluindo a família, com tudo pago pelo sheik e com direito a brindes como iPhones banhados a ouro.

O bilionário Zayn Zomar Zali não fez exigências sobre o tipo físico ou cor. Ele quer apenas que as sete mulheres sejam de naturalidade brasileira.

G17

‘Amigos da Síria’ se reúnem na Jordânia na próxima semana

Participarão EUA, França, Grã-Bretanha, Turquia, Qatar e Arábia Saudita.
Conflito na Síria já deixou 80 mil mortos.

 

Os chefes das diplomacias dos países “Amigos da Síria” se reunirão na próxima semana em Amã, capital da Jordânia, anunciou nesta terça-feira (14) o Ministério jordaniano das Relações Exteriores.

O porta-voz do ministério, Sabah al-Rifai, informou que participarão deste encontro, entre outros países, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Turquia, Qatar e Arábia Saudita.

Esta conferência será realizada após várias reuniões entre líderes da Rússia, um país aliado e fornecedor de armas ao regime sírio, e autoridades dos Estados Unidos, que recentemente reforçaram seu apoio à rebelião.

Moscou e Washington concordaram em organizar em breve uma conferência internacional sobre a Síria, em uma nova tentativa para acabar com mais de dois anos de guerra civil.

Esta conferência, que deve reunir representantes do regime e da oposição, terá como base o acordo de Genebra entre grandes potências de junho de 2012, que prevê um processo de transição para acabar com um conflito que já deixou mais de 80.000 mortos, segundo dados de uma ONG.

Este acordo não faz referência ao destino do presidente Bashar al-Assad.

Os ministros das Relações Exteriores de Arábia Saudita, Qatar, Egito, Emirados Árabes Unidos, Jordânia e Turquia acabam de reafirmar que o chefe de Estado sírio não tem espaço na futura Síria.

 

G1