Argentina golea 6-1 a Paraguay y juega con Chile la final de la Copa América

La Argentina de Lionel Messi no tropezó dos veces con la misma piedra y aplastó el martes 6-1 a Paraguay para avanzar a la final de la Copa América de Chile-2015, donde buscará su primer título en 22 años contra el anfitrión.

Marcos Rojo a los 15 minutos, Javier Pastore (27), Ángel di María en dos ocasiones (47 y 53), Sergio Agüero (80) y Gonzalo Higuaín (83) marcaron para la albiceleste, mientras  que Lucas Barrios (43) descontó en el encuentro en el estadio Ester Roa de Concepción (sur).

Tras tanta espera, el equipo de Gerardo Martino brilló con buen juego y goles y enfrentará en la finalísima del sábado en Santiago al local Chile, que venció a Perú 2-1 en la primera semifinal el lunes.

Esta vez no hubo milagro paraguayo, como había ocurrido en el debut del certamen, cuando los guaraníes levantaron una desventaja de dos goles en el segundo tiempo y rescataron un empate.

Argentina quedó a un paso de su misión en Chile: poner fin a la sequía de 22 años sin títulos internacionales desde la Copa América Ecuador-1993, y borrar la amargura de la final del Mundial de Brasil-2014 perdida contra Alemania.

Texto y foto. AFP

Conmebol.com

 

Argentina 1 x 0 Suíça

O craque da vez foi outro. A Argentina voltou a jogar mal, voltou a encontrar dificuldades para superar uma defesa bem postada, voltou a ser refém de lampejos individuais, mas tem craque. Mais que isso, tem craques. E exatamente por ter quem decida quando tudo vai mal, segue viva naCopa do Mundo do Brasil. O relógio já apontava 118 minutos – 13 da prorrogação -, Benaglio fechava o gol da Suíça, mas a bola caiu nos pés dos craques. Dos dois. De Messi para Di María, de Di María para o gol. Injusto ou não com os bravos suíços, o fato é que o placar da ArenaCorinthians apontou 1 a 0 para os hermanos nesta terça-feira, e são eles que seguem para as quartas de final.

A Suíça foi quase perfeita taticamente. Firme na defesa e veloz nos contragolpes, obrigou Romero a fazer boas defesas, levou perigo com o abusado Shaqiri. Faltou, no entanto, quem decidisse quando a oportunidade foi clara. Benaglio, que é Diego como Maradona, parava a Argentina. Defendia tudo e surgia como herói ideal de um jogo que caminhava para os pênaltis. Di María, no entanto, estava ali. Não parecia, mas estava ali. E começou a correr como nenhum outro jogador nos 15 minutos finais da prorrogação.

Depois de errar quase tudo que tentou nas três etapas anteriores da partida, Fideo, como é chamado no país, chamou o jogo para si no segundo tempo. Ao todo, foram três das 11 finalizações que tentou no jogo neste período. Na penúltima, o gol: passe de Messi, chute colocado no cantinho. O estádio paulista explodiu, os argentinos invadiram o campo. Incansável, a suíça ainda colocou uma bola na trave, mas não deu.

Mal coletivamente e graças aos craques que tem no elenco, a Argentina sobrevive no Brasil. O próximo compromisso está marcado para sábado, às 13h (de Brasília), no Estádio Nacional, na Capital Federal. O rival sairá do duelo entre Bélgica e EUA, ainda nesta terça.

Suíça impõe estilo de jogo e assusta no primeiro tempo

Um roteiro comum à maioria dos jogos das oitavas de final desta Copa do Mundo: com maior posse de bola, o favorito esbarrava na falta de espaços do azarão, que, bem postado taticamente, assustava em contragolpes. Se Brasil, Alemanha, Holanda e França sofreram para seguirem vivos no Mundial, com a Argentina não foi diferente nos 45 minutos iniciais. Mais uma vez com suas principais figuras apagadas e dependente de lampejos de Messi, os hermanos praticamente não levaram perigo ao gol de Benaglio e desceram para o intervalo no lucro pelo 0 a 0 com os suíços.

Marcando quase toda atrás da linha da bola, a Suíça administrava a partida à sua maneira. Pacientemente, aguardava erros de passes de argentinos afobados diante da falta de espaço e ligava em velocidade os contra-ataques, sempre acionando Xhaka e Shaqiri. Assim, protegeu bem sua área e provocou calafrios na torcida argentina, que pela primeira vez foi minoria no estádio neste Mundial. Xhaqa e Drmic, inclusive, desperdiçaram boas oportunidades dentro da área. O primeiro parou em grande defesa de Romero, e o segundo jogou fora lindo lançamento de Shaqiri ao ficar livre de marcação e errar toque de cobertura.

A Suíça tinha uma proposta de jogo muito bem definida e a cumpria quase que com perfeição. Os raros espaços concedidos à Argentina aconteceram em erros na saída de bola. Os suíços, por sinal, raramente deram chutões e exploravam os buracos na frágil defesa do time de Sabella graças a boa saída de bola da dupla de volantes Inler e Behrami. Do lado dos hermanos, Sabella tentou de tudo, mas, para variar, só tinha Messi com alguma qualidade.

Substituto de Agüero, Lavezzi começou a partida aberto pela direita, com Di María na esquerda. A opção não deu certo, e pouco depois dos 20 minutos a dupla mudou de lado. Já Messi, que começou enfiado ao lado de Higuaín, recuou também na metade da etapa inicial e passou a aparecer mais no jogo. Com certo espaço na intermediária, o craque até conduzia para tentar tabelas, mas parava em uma parede vermelha na entrada da área. Ao todo, apesar dos 60% de posse de bola, foram apenas cinco finalizações. Nenhuma tão perigosa quanto as da Suíça.

Argentina melhora, pressiona, mas para em Benaglio

Se a tarde era ruim tecnicamente, a Argentina voltou para o segundo tempo tentando achar o gol na base do abafa. Alejandro Sabella adiantou a marcação para o campo de ataque e deixou a Suíça acuada. Por outro lado, os europeus mantinham seu trio ofensivo quase na linha do meio-campo à espera de uma saída fatal de contragolpe.

Trocando passes na intermediária ofensiva, os hermanos passaram a finalizar mais. Faltava, no entanto, quem ajudasse Messi na criação das jogadas. Muito mal, Di María errava tudo que tentava. Na melhor jogada, conseguiu driblar Rodriguéz, mas, todo torto, cruzou de letra para fora. Com o jogador do Real Madrid mal pela direita, o jeito foi virar o jogo para esquerda e tentar a sorte com Rojo.

Com espaço, o lateral manteve o ritmo da fase de grupos e conseguiu boas jogadas. Primeiro, chutou forte, cruzado, e parou em Benaglio. Pouco depois, cruzou na medida para Higuaín cabecear com perigo. O goleiro da Suíça mais uma vez apareceu bem. O segundo tempo já tinha 22 minutos quando Messi, enfim, também arriscou. Da entrada da área, dominou no peito e emendou bonito com perigo.

Cansada, a Suíça perdeu o contra-ataque e praticamente se limitava a segurar a pressão argentina. Aos 30 minutos do segundo tempo, os hermanos chegaram a 15 finalizações, triplicando a marca do primeiro tempo. Benaglio, por sua vez, se transformava no nome do jogo. Em boa jogada individual, Messi quase tirou seu coelho da cartola. O craque recebeu na entrada da área, limpou dois e chutou forte. O goleiro fez grande defesa no reflexo. Sabella ainda tentou botar sangue novo, trocou Lavezzi por Palacio, mas não teve jeito, ninguém conseguiu evitar a prorrogação.

Di María acorda e decide. Há vida para Argentina

Exaustos fisicamente, Argentina e Suíça começaram a prorrogação como se fosse uma contagem regressiva para os pênaltis. Nos minutos iniciais, os argentinos até ensaiaram uma pressão na base da bola aérea. Garay Palacio obrigaram Benaglio a entrar em ação novamente, mas nada além disso. Nada que sequer empolgasse a minoria de hermanos presente na Arena Corinthians. Preocupados, eles silenciaram e ouviram a festa dos brasileiros embalar os suíços.

Diante de uma Argentina sem forças para se manter no campo ofensivo, o time de Ottmar Hitzfeld tinha a posse de bola e colocava o rival na roda. Embalada por gritos de “Olé!” das arquibancadas, a Suíça comandava as ações, com direito e show de dribles da dupla Shaqiri e Mehmedi. A firula, no entanto, não levava perigo ao gol de Romero.

A disputa por pênaltis parecia questão de tempo. Faltava fôlego, faltava inspiração, faltava tempo, mas faltava também Angel Di María aparecer. Faltava Angel Di María, o principal jogador na última temporada europeia, dar sinal de vida. E ele disse: “Presente!”. Pior em campo por 105 minutos, o camisa 7 ligou o acelerador e jogou praticamente sozinho. Corria de um lado para o outro. Chutou uma  vez, parou em Benaglio. Chutou a segunda, parou em Benaglio. Na terceira, não teve jeito.

Aos 13 minutos da prorrogação, Palacio aproveita raro vacilo suíço na saída de bola e aciona Messi. O capitão conduz, puxa a marcação adversária e abre espaço para Di María. O passe sai com açúcar. A finalização perfeita, colocada, no cantinho. Di María está vivo. A Argentina segue viva. E ainda com sofrimento de uma bola na trave no lance e falta na entrada da áera nos lances finais. Segue a Copa para os hermanos. Acaba para os bravos suíços.

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Com trocadilho, Di Maria dedica vitória no Mineirão aos cruzeirenses: “Di Maria para Maria”

Di Cruzeiro canta hino nacional (FOTO: Maria Joaquina)

Di Cruzeiro canta hino nacional
(FOTO: Maria Joaquina)

 

O craque Di Maria aproveitou a heroica vitória no Mineirão para homenagear seus homônimos do Brasil. Após a partida, o argentino dedicou o feito aos cruzeirenses e brincou com os fãs.

Todo mundo sabe que a torcida cruzeirense é conhecida como as Marias. Eu não acho ofensivo, estamos em um mundo diversificado e adoro o nome Maria. Quando vi o Mineirão lotado, fique com vontade de homenagear toda essa gente que veio torcer por mim. Portanto, essa é Di Maria para Maria (risos)”, brincou, trocando o ‘de’ pelo ‘di’.

O líder do fã clube Maria Magia, dedicado ao craque, disse que estava no estádio e se emocionou ao ouvir a declaração do astro pelo rádio: “Eu o ouvi fazendo essa homenagem e quase morri. Pena que não falou do fã clube que nasceu por causa dele”, disse João Pedro Castro, o Azul Bebê.

O craque argentino não descarta trocar o nome Di Maria por Di Cruzeiro na parte de trás da camisa.

 

Real Madrid campeão da Liga Dos Campeões em final eletrizante

Uma dramática Décima para o Real

Até os 48 minutos do segundo tempo, a décima taça da UEFA Champions League estava escapando do Real Madrid. Após um gol de cabeça de Diego Godin no primeiro tempo, o Atlético de Madri fechou-se atrás e defendeu bravamente a meta de Thibaut Courtois. Só que um lance mudou tudo. Nos descontos, Sergio Ramos encontrou espaço para executar uma cabeçada certeira e mandar o jogo para a prorrogação. No fim, com os Colchoneros esgotados de corpo e alma, o Real deslanchou, marcando mais três gols com Gareth Bale, Marcelo e Cristiano Ronaldo. Por 4 a 1, o clube merengue levou para casa La Décima e conquistou o direito de disputar a Copa do Mundo de Clubes da FIFA Marrocos 2014.

O drama que marcou o fim da partida já esteve presente nos instantes iniciais.  Dúvida durante toda a semana, o lesionado Diego Costa estava entre os 11 do Atlético. Logo que a bola rolou, porém, o atacante viu que não tinha condições de jogo. Aos nove minutos, deixou o gramado para dar lugar a Adrián e só pôde torcer do banco de reservas. A primeira metade do jogo foi nervosa, com muita marcação e poucas chances de gol. O Real chegou bem primeiro, em uma arrancada deAngel Di Maria, que foi derrubado perto da área. Cristiano Ronaldo cobrou, e Thibaut Courtoisdefendeu sem soltar a bola. A melhor oportunidade dos merengues veio pouco depois, aos 32, quando Tiago Mendes errou um passe, e Gareth Bale arrancou no contra-ataque. O galês, com espaço, entrou na área e, na marca do pênalti, chutou para fora. A falha custou caro. Quatro minutos depois, em cruzamento da direita, a bola sobrou na área do Real, e Diego Godín cabeceou por cima de Iker Casillas, abrindo o placar. O Atlético também levou perigo aos 40, em lance parecido, mas Adrián cabeceou forte, sobre o travessão rival. A etapa complementar foi inteira do Real Madrid, que buscou o empate incessantemente. Primeiro, em arrancadas com Di María e Bale. O galês teve outras duas ótimas chances, mas falhou na pontaria em ambas vezes. Sem achar espaço pelo chão, o Real tentou pelo ar. Em uma rara chance, Ronaldo tentou de voleio sem sucesso. Enquanto isso, a defesa do Atlético cortava bola atrás de bola. No fim, entretanto, o esforço merengue foi recompensado. No último de uma sequência de escanteios, Sergio Ramos achou espaço, cabeceou no canto aos 48 e selou o empate. Nunca, na história da competição, um gol havia sido anotado tão tarde no tempo regulamentar. Com o gol, a Liga dos Campeões viu uma final com prorrogação pela 16ª vez.  Depois de 15 minutos sem chances claras de gol, o Real Madrid voltou a agredir com uma arrancada de Di María. O argentino disparou pela esquerda, saiu na cara de Courtois e disparou. O goleiro desviou a bola, mas Bale pegou a sobra de cabeça e não perdoou: 2 a 1. O gol foi um duro baque para osColchoneros, fisicamente esgotados. O Atlético não resistiu mais e, antes do apito final, ainda viu o brasileiro Marcelo marcar o terceiro e o português Cristiano Ronaldo, de pênalti, o quarto. La Décima, enfim, é do Real Madrid.

As marcas da final Ao marcar o primeiro gol do jogo, Godín, que também marcou o tento que deu o Atlético o título do Campeonato Espanhol, tornou-se o primeiro uruguaio a balançar as redes em uma final de Liga dos Campeões. Bale, que fez o gol da virada, conseguiu marca semelhante para País de Gales. Para o português Cristiano Ronaldo, entretanto, a cobrança de pênalti significou a ampliação de um recorde: 17 gols em uma edição da UEFA Champions League. O atacante português estendeu outro recorde: agora são 34 gols em partidas de mata-mata na mais importante competição europeia.

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Real Madrid campeão da Copa do Rei 2013/2014

Há vida sem Cristiano Ronaldo no Real Madrid. Jogando sem seu principal astro, que está machucado, os merengues venceram o Barcelona por 2 a 1 e conquistaram a Copa do Rei. Bale, que atuou na função do português, não decepcionou e foi o destaque da partida, fazendo o gol do título. O resultado deixa o Barça em situação dramática com uma chance remota de título na temporada: o Campeonato Espanhol. Faltando cinco rodadas, o Atlético lidera com quatro pontos a mais que os catalães, donos da terceira posição.

Di Maria Barcelona x Real Madrid - Copa do Rei (Foto: AP)
Di Maria comemora o primeiro gol da partida(Foto: AP)

REAL BLOQUEIA ASTROS DO BARÇA E LEVA A MELHOR

Bale foi o primeiro jogador a se candidatar ao estrelato na partida. Na ausência de CR7, todo opeso do sucesso do Real estava nas costas do galês, que se movimentou bem, alternando o lado esquerdo e o centro do ataque. O camisa 11 criou duas chances de gol nos seis minutos iniciais. Na primeira, avançou pela esquerda e chutou perto da trave. Na segunda, recebeu na área, driblou Mascherano, bateu colocado, mas a defesa travou a tentativa.

Por causa dos maus resultados nas últimas semanas, o Barcelona estava mais cauteloso do que de costume e jogava recuado. Até Neymar voltava para ajudar na marcação. Quando os catalães finalmente se soltaram, deram espaços generosos no meio de campo, e os merengues aproveitaram. Aos 10 minutos, Neymar perdeu a bola no ataque, o time da capital avançou com rapidez e encontrou Benzema posicionado na ponta esquerda. Com um ótimo passe, o francês encontrou Di María livre. O argentino avançou até a área, ficou no mano a mano com Alba, chutou cruzado sem muita força, mas José Pinto aceitou. 1 a 0 para o Real.

vantagem fez os madrilenhos jogarem do jeito que Carlo Ancelotti gosta. As duas linhas de quatro do meio e da defesa deixavam Messi e Fàbregas inativos e isolados na faixa central do campo. Neymar e Iniesta recebiam as bolas com maior facilidade nas pontas, mas como não tinham com quem jogar, apelavam para os lançamentos para a área, o que, definitivamente, não é o estilo do Barça. Mas não se pode subestimar um time com tantos craques quanto os culés. Aos 41 minutos, Messi finalmente resolver dar o ar da graça. Iniesta fez grande jogada pela esquerda, driblando Pepe. Na sequência, a bola sobrou para o camisa 10 arriscar seu primeiro chute da entrada da área. A bola passou perto da trave.

BARCELONA CRESCE, MAS REAL VENCE

A desorganização tática do Barcelona seguia evidente na segunda etapa. Assim como na primeira parte da partida, Bale levou perigo ao gol rival, aproveitando a fragilidade da defesa. O galês começou com uma bela jogada, passando por todos que via pela frente e chutando na entrada da área. A bola tirou tinta da trave. Do outro lado, Messi errava tudo o que “produzia”. Cobrou falta jogando a bola na arquibancada, deu passes errados… Nada funcionava. Tata Martino demorou 15 minutos para perceber que, novamente, havia escalado mal o time. Pedro entrou no lugar do apagadíssimo Fàbregas. Neymar foi logo para seu lugar, a ponta esquerda, e Iniesta voltou para o meio de campo.

As mudanças tiveram efeito imediato. Os catalães passaram a jogar muito mais soltos, pressionaram e chegaram ao gol – ironicamente, de um modo pelo qual a equipe não está acostumada. Aos 23 minutos, após cobrança de escanteio, Bartra subiu sozinho e cabeceou para o fundo do gol, fazendo algo que apenas Piqué parecia ser capaz no elenco culé. Era um outro clássico. O Real Madrid se encolheu, o time azul e grená passou a ter o duelo nas mãos, mas não aproveitou.

Em dois contra-ataques, os merengues acertaram a trave e fizeram o da vitória. Modric, aos 35 minutos, chutou de longe e fez a bola parar no poste direito do goleiro. Quatro minutos depois, o Real roubou a bola na defesa, e Bale correu como uma flecha na ponta esquerda, deixando Bartra para trás e chuta ao ficar de frente para o arqueiro do Barça. No último minuto, Neymar acertou a trave, mas o dia era dos merengues.

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