Internacional 1 x 1 Figueirense

Inter sai na frente, mas cede empate ao Figueira e vê fim de série de vitórias

No reencontro entre Argel Fucks e o Alvinegro, placar termina 1 a 1, e Colorado perde chance de se aproximar do G-4; time catarinense continua na zona do rebaixamento

O reencontro entre o técnico Argel Fucks e o Figueirense não foi bom para lado algum. Depois de deixar o clube alvinegro para comandar o time do coração, o treinador do Inter viu sua equipe sair na frente no primeiro tempo e ceder o empate na etapa final. A equipe colorada vinha de três vitórias seguidas e perdeu a chance de colar ainda mais no G-4 do Campeonato Brasileiro. O empate de 1 a 1 na noite deste sábado, no Beira-Rio, foi razoável para o Figueira, que segue na zona do rebaixamento e chegou a seis jogos sem vencer. Na 27ª rodada da disputa nacional, Alex abriu o placar, e Thiago Santana deixou tudo igual.

Com o resultado, o Colorado foi a 41 pontos e fica no momento na sétima colocação da tabela. A situação do Alvinegro continua delicada. Com 28 pontos, a equipe catarinense permanece no 18º lugar. Os times dão um tempo no Brasileiro. Na quarta, o Inter recebe o Palmeiras, no Beira-Rio, pelo jogo de ida das quartas da Copa do Brasil. No mesmo dia, é a vez de o Figueirense medir forças com o Santos, em Santa Catarina. A volta ao Nacional será no domingo. Às 11, o Inter visita o Santos, na Vila Belmiro. Mesmo dia em que o Figueirense duela com líder Corinthians, às 16h, no Orlando Scarpelli.

Internacional x Figueirense Inter Beira-Rio Ernando Inter (Foto: Ricardo Duarte/Internacional)

Internacional e Figueirense empataram em 1 a 1, no Beira-Rio (Foto: Ricardo Duarte/Internacional)

O jogo

Conhecidos dos tempos de Figueirense, Argel Fucks e de Hudson Coutinho adotaram estratégias parecidas. Os dois times tentaram preencher o meio-campo, em uma partida de muita marcação e truncada. A primeira chance foi do time visitante, após cruzamento rasteiro de Rafael Bastos. O goleiro Alisson defendeu tranquilamente. Foram poucas chances criadas na etapa inicial, e Rafael Moura testou para fora uma das oportunidades.

Os donos da casa saíram na frente do placar depois de pênalti polêmico, aos 36. Alex recebeu a bola dentro da área e caiu no gramado após chegada mais forte do lateral Marquinhos Pedroso. O árbitro entendeu que o ala do time visitante empurrou o meia colorado e marcou a penalidade. O próprio Alex converteu – 1 a 0 para o Inter.

Para o Figueirense, o intervalo fez bem. O time alvinegro voltou com uma alteração e postura ofensiva. O atacante Thiago Santana entrou no lugar do volante Paulo Roberto. Os catarinenses foram para cima e, após belo lançamento de Clayton, Leandro Silva acertou o cruzamento na medida, na marca do pênalti. Thiago Santana pegou forte e deixou tudo igual, aos 30 do segundo tempo. A partir daí, o confronto ficou aberto, mas nenhum time conseguiu fazer o segundo.

 

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Internacional 6 x 0 Vasco

O JOGO

FÁCIL, FÁCIL

Esperança de um lado, drama do outro. Sentimentos distintos que resumem bem a goleada de 6 a 0 do Internacional sobre o Vasco na noite desta quarta-feira, no Beira-Rio, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com facilidade e belos gols, o Colorado aumentou ainda mais o calvário do clube carioca na lanterna da competição. E já se permite sonhar com o G-4 diante do bom momento impulsionado pela chegada do técnico Argel: são quatro vitórias nos seis últimos jogos (dois pela Copa do Brasil). Já o Cruz-Maltino segue na UTI: chegou à quinta derrota seguida, não marca no Brasileirão desde o fim de julho e atingiu a marca de -33 de saldo.

DESTAQUE

PANORAMA

A vitória levou o Inter a 31 pontos ganhos – três a menos do que o quarto colocado (Palmeiras) tinha no início da rodada. Já o Vasco segue afundado na lanterna da competição com apenas 13. O Colorado volta a campo no próximo sábado para enfrentar o São Paulo, às 19h30 (de Brasília), no Morumbi. No mesmo dia e horário, o Cruz-Maltino recebe o Atlético-MG no Maracanã.

 

DESTAQUE

90 MINUTOS

Enquanto nada dava certo para o Vasco, o Inter tinha uma noite iluminada. O primeiro gol veio logo no início com Ernando, subindo livre na área, de cabeça. Eduardo Sasha ampliou ainda no primeiro tempo. No segundo, a goleada deslanchou. Lisandro López aproveitou cruzamento de Alex e fez o terceiro. Os dois seguintes foram golaços: Valdívia em belo chute de fora da área e Nílton finalizando de primeira um cruzamento da direita. No fim, Lisandro fechou o placar de cabeça.
Nas poucas vezes que chegou perto do gol de Muriel, o Vasco se aproveitou de jogadas de bola parada ou de falhas da defesa colorada – como quando William entregou nos pés de Christiano e o lateral conseguiu perder o gol sem goleiro. No restante do tempo, por mais que tivesse a posse de bola, nunca conseguiu dominar. Pelo contrário: viu o Inter construir o placar com grande facilidade e requintes de crueldade.

 

DESTAQUE

REABILITAÇÃO E GOLAÇOS

Após a derrota por 3 a 0 para o Avaí, o Internacional se reabilitou com direito a show no Beira-Rio. Destaques para Alex, Eduardo Sasha, Lisandro López e Nilton, autor do mais belo gol da noite.

 

DESTAQUE

UM PONTO EM 30 POSSÍVEIS

De seus 13 pontos no Campeonato Brasileiro, o Vasco conquistou apenas um longe do Rio de Janeiro: empate com o Figueirense na segunda rodada. Nos nove jogos seguintes, nove derrotas.

DESTAQUE

VEXAME HISTÓRICO

O Vasco vivenciou nesta quarta-feira mais um triste capítulo em sua gloriosa trajetória. O Cruz-Maltino foi derrotado pelo Internacional por 6 a 0, o que representa a sua pior derrota na história do Campeonato Brasileiro, que começou a ser disputado em 1971. Este resultado supera o 7 a 2 aplicado pelo Atlético-PR na edição de 2005.

 

 

 

 

 

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Ex-jogador Alex investe em suas novas funções

Alex é comentarista da ESPN

 

O ex-jogador Alex está investindo forte na nova função de comentarista esportivo.

Depois de analisar cuidadosamente as suas primeiras participações em transmissões e programas da ESPN Brasil, ele contratou os serviços de uma fonoaudióloga.

Flávio Ricco

ESPN Brasil viajou domingo para Berlim para a cobertura da final da UEFA Champions League

Juventus F.C. Logo.pngFCBarcelona.svg

Profissionais da ESPN Brasil embarcaram domingo rumo à Berlim para a cobertura da final da UEFA Champions League…

 … O jogo entre Juventus e Barcelona acontece neste próximo sábado às 15h45…
 Serão 20 profissionais diretamente envolvidos com a transmissão na Alemanha…
… No vídeo, Paulo Andrade, Paulo Calçade, Mauro Cezar Pereira, Juan Pablo Sórin, Alex (ex-jogador), Mendel Bydlowsi e João Castelo Branco.
… Globo e Band farão o jogo do Brasil.
Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Ex-jogador Alex estreia na ESPN em Palmeiras e Sampaio Correa

No dia 12 de janeiro de 2015, Alex foi anunciado como novo comentarista da ESPN

Agora de vez, o ex-jogador Alex passa a integrar a equipe de esportes da ESPN Brasil.

A sua estreia como novo comentarista da casa acontecerá hoje, nesta terça-feira (12), no jogo da Copa do Brasil entre Palmeiras e Sampaio Corrêa.

Flávio Ricco com colaboração José Carlos Nery

A mania de culpar CBF e federações pelo mal do futebol brasileiro

No Brasil, temos a mania de culpar os políticos pela corrupção que acontece no País. Como se só eles cometessem atos de corrupção. No futebol, não é diferente. CBF e Federações são as vilãs.

Na última sexta-feira, o até então presidente do Corinthians, Mário Gobbi (houve eleição no dia seguinte e o candidato dele foi escolhido, Roberto de Andrade), em uma entrevista histórica,surpreendeu a todos com um discurso duro, populista e realista.

Ele garantiu que se a Federação Paulista não permitisse a venda de ingressos para o Corinthians, o time não entraria em campo no clássico diante do Palmeiras. 20 minutos depois, a FPF recuou e aceitou a exigência do maior clube do Estado de São Paulo.

Foi o gancho para muitos afirmarem que CBF e Federações não têm peito para impor nada aos clubes e que já está passando da hora de haver a criação de uma Liga, com os times tomando conta do futebol, e a CBF cuidando apenas da Seleção Brasileira.

Sem querer tirar a culpa das federações e da CBF, que acabam trocando, muitas vezes os pés pelas mãos, mas qual a moral (no sentido real da palavra), a ética e o poder financeiro para os clubes pelo menos levantarem o dedo para sugerirem a criação de uma liga?

Só os 12 maiores clubes do Brasil (Atlético/MG, Cruzeiro, Inter, Grêmio, Flamengo, Vasco, Botafogo, Fluminense, Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos) juntos, devem quase R$ 3 bilhões (três bilhões de reais) à União. Não declara R$ 100 à Receita Federal para tu ver o que acontece!

Não vou entrar nem na seara das dívidas trabalhistas. Onde a irresponsabilidade financeira e principalmente a falta de planejamento reina há décadas. Se não bastasse, praticamente todos os anos, vários desses clubes conseguem de maneira insaciável aumentar suas respectivas dívidas, sem nenhuma punição.

São esses aí, que vão estar à frente da Liga Nacional de Clubes. Que vão cuidar do futebol brasileiro?

O grande problema é que a CBF e as federações viraram o nosso salvo-conduto de tudo que é ruim no futebol brasileiro.

Se o futebol padece, a culpa é delas. 7×1 para a Alemanha? CBF que nunca olhou para as categorias de base. Pouco público nos estádios? CBF ou Federação que não sabem fazer um calendário adequado. Briga de torcedores nos Estádios? Retrato do futebol brasileiro comandando por entidades que têm dirigentes se perpetuando no poder. Jogo às 10 horas da noite? CBF e federações que viram reféns e se vendem para a TV.

Aí, eu pergunto: E quem são essas pessoas que comandam a CBF e as federações? De onde elas vêm? Quem as escolhem?

São os próprios clubes que escolhem os presidentes das respectivas entidades. Por interesse, politicagem ou até por birra mesmo, os dirigentes dos times se esforçam para que a conjuntura do futebol siga sem alterações.

CBF, federações e clubes estão no mesmo barco, com raras exceções, alguns pulam fora e desistem ou até mesmo gritam, mas são abafados pela esmagadora maioria. Os que permanecem gostam de navegar em águas calmas, com todo o conforto e luxo de um grande navio.

Então, o que pode ser feito? Só os jogadores podem mudar essa situação. São também por eles que o futebol existe e é apaixonante. Mas assim como em outras profissões, assim como na política, para modificar esse cenário é necessário virar refém de tubarões, ceder, engolir sapos e sofrer grandes consequências.

O Bom Senso FC foi o primeiro passo de uma verdadeira revolução, mas o silêncio da maioria é o que preocupa. Talvez precisasse só de 10, daqueles que já saíram de cena ou não precisam de tapinhas nas costas: Pelé, Zico, Rivelino, Ronaldo, Falcão, Romário, Neymar, Hulk … pudessem ajudar.  O grito deles, juntos, daria um peso maior, traria um clamor maior.

Já imaginou, Paulo André, Alex, Pelé, Romário, Ronaldo, Falcão e Zico, juntos, numa coletiva de imprensa para exigir mudanças no futebol brasileiro?

Os pessimistas dirão: Sonha, Alice! Os realistas: Complicado demais. Os otimistas: Um dia, quem sabe!

“O futebol é o retrato do nosso País. Triste. Não tem educação, não tem cultura, não tem saúde, não tem justiça. O Estado é uma figura de ficção”, Mário Gobbi.

 

Blog do Mário Kempes – Diário do Nordeste – 12/02/2015

Após dizer que irá suprir ausência de Alex, Ganso recebe convite para fazer stand up comedy

Ganso discute com amigo imaginário (FOTO: Jobson)

Ganso discute com amigo imaginário
(FOTO: Jobson)

Ganso pode estar trocando de palco. O jogador disse em entrevista que pode suprir a ausência de Alex 10, talvez último meia cerebral que o Brasil teve, e foi convidado para fazer comédia. Diversas emissoras e grupos de stand up estão de olho no meia e tentam fechar contrato, já que o passe do meia deve valorizar depois da maior piada de todos os tempos.

“Eu estava tomando um café quando ouvi dezenas de pessoas rindo no setor de esportes. Fiquei curioso e fui conferir. No exato momento em que me contaram o que foi dito pelo Ganso, eu notei que o rapaz tem o dom da comédia. Liguei para ele na hora para fazer parte do meu projeto”, disse um diretor de uma grande emissora.

O comediante Rafinha Bastos também comentou o talento e o estilo de Ganso: “É daquele tipo de piada que pega você de surpresa, ninguém imagina um profissional dizendo uma loucura dessa. Por isso, acho que seria um grande quadro do meu programa. Essa espontaneidade, essa coisa do inesperado é muito bacana”, finalizou.

Os pais do jogador, Dona Cisne e Seu Pelicano, disseram que o meia sempre foi de dar esse tipo de declaração: “Quando criança, ele vivia dizendo que disputaria uma Copa do Mundo e jogaria na Europa. Nós entendíamos como brincadeira, só não sabemos se ele entende assim também”, disseram.

O São Paulo não descarta oferecer tratamento psiquiátrico para o meia.

 

Corinthians 2 x 2 Coritiba

2 x 2

32ª RODADA
NO ÚLTIMO LANCE DO JOGO, CORINTHIANS EMPATA E MANTÉM CORITIBA NO Z-4
Em noite inspirada, Alex faz grande primeiro tempo e garante vantagem parcial. No entanto, meia sai machucado, Timão reage e marca aos 49
Frustração de um lado, alívio de outro. Até os 49 minutos do segundo tempo, o Coritiba vencia o Corinthians por 2 a 1, neste sábado, na Arena do Timão, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com esse resultado, o Coxa ia saindo da zona de rebaixamento, graças a uma grande atuação de Alex no primeiro tempo. Mas havia Bruno Henrique. Numa cabeçada forte, certeira, completando cobrança de escanteio, o volante corintiano empatou a partida no último lance, aos 49 minutos do segundo tempo.
Frustração de um lado, alívio de outro. Até os 49 minutos do segundo tempo, o Coritiba vencia o Corinthians por 2 a 1, neste sábado, na Arena do Timão, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com esse resultado, o Coxa ia saindo da zona de rebaixamento, graças a uma grande atuação de Alex no primeiro tempo. Mas havia Bruno Henrique. Numa cabeçada forte, certeira, completando cobrança de escanteio, o volante corintiano empatou a partida no último lance, aos 49 minutos do segundo tempo.

Com o resultado, o Coxa segue no Z-4. Está em 17º, com 34 pontos. Já o Timão, com 54, caiu uma posição e agora está em sexto. As vitórias de Fluminense e Grêmio, também neste sábado, prejudicaram o Timão, que pode se distanciar ainda mais do G-4 dependendo dos resultados deste domingo. O time paranaense também pode perder posições, já que Botafogo e Bahia ainda jogam.

O próximo jogo do Timão será contra o Santos, domingo que vem, às 19h30 (horário de Brasília), novamente na Arena. O Coritiba recebe o Fluminense, sábado, também às 19h30, no Couto Pereira.

alex robinho CORINTHIANS X CORITIBA (Foto: Marcos Ribolli)
Alex foi bem no primeiro tempo, mas acabou se machucando no segundo (Foto: Marcos Ribolli)

Gênio supera jogo maluco

Mano Menezes fez o que pôde para deixar o Timão mais ofensivo, colocando Danilo como centroavante, soltando Malcom e Luciano pelas pontas, contando com a pressão da Arena Corinthians. O jogo até começou bom para os donos da casa, mas tudo ruiu em poucos e inusitados minutos.

Dos 15 aos 19 minutos, quase tudo aconteceu: Jean Pierre Gonçalves Lima, o juiz, marcou pênalti de Welinton em Luciano. Pouco depois, foi chamado pelo auxiliar que fica atrás do gol. Após breve conversa, Jean voltou atrás e desmarcou a penalidade, para revolta dos corintianos. Enquanto isso, um cão atravessou o campo duas vezes e foi retirado pelos bombeiros. No fim, Anderson Martins teve um gol corretamente anulado por impedimento.

Com tanto em tão pouco tempo, o Corinthians se perdeu e acabou abrindo espaço para o gênio: Alex, 37 anos, o craque do Coritiba. Em dois atos, ele puniu o time da casa: passe perfeito para Robinho abrir o placar, aos 24 minutos, e chute certeiro de fora da área para fazer 2 a 0, aos 31.

A entrada de Ángel Romero no lugar de Malcom, no intervalo, surtiu efeito no primeiro minuto da segunda etapa, quando o paraguaio recebeu pela direita, chutou e viu Elias completar para diminuir o placar. A Arena virou um caldeirão, e o cenário passou a ser favorável ao Corinthians, que, todo no ataque, deixava espaços: Alex, numa escapada, só não marcou o terceiro porque adiantou demais a bola e foi barrado por Cássio.

O Coxa parou. A partir daí, pressão total do Timão: gols perdidos, pontaria longe de estar afiada. Romero errou cabeçada na pequena área, Luciano errou um chute fácil… Quando acertava o gol, o Alvinegro parava no goleiro Vanderlei. Nos últimos minutos, o Timão passou a jogar dentro da área do Coxa, que se segurava como podia. A pressão era intensa, e os visitantes não aguentaram: aos 49, em cobrança de escanteio de Uendel, Bruno Henrique apareceu sozinho para cabecear e empatar a partida.

cachorro invasão CORINTHIANS X CORITIBA (Foto: Marcos Ribolli)
Cachorro invadiu o campo e foi retirado pelos bombeiros (Foto: Marcos Ribolli)
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Coritiba 2 x 0 Botafogo

 2 x 0 

30ª RODADA
EX-LANTERNA, CORITIBA VENCE BOTAFOGO EM CASA, AFUNDA O RIVAL E DEIXA O Z-4
No jogo 200 do ídolo Alex, Coxa voltar a respirar no Brasileirão. Alvinegro perde nova chance de deixar zona de rebaixamento e cai para o 19º lugar
O jogo era de alto risco e valia muito na luta contra o rebaixamento a oito jogos do fim do Campeonato Brasileiro. Mas quem esperava faíscas e várias alternativas viu o Coritiba derrotar o Botafogo por 2 a 0 sem tantas ameaças e muita monotonia, na noite desta quarta-feira, no Couto Pereira. A expulsão de Airton ainda no primeiro tempo contribuiu para ajudar o Coxa a deixar a última posição na tabela direto para o 16º lugar – ou seja, fora do Z-4 – no jogo de número 200 de Alex com a camisa alviverde. O camisa 10 fechou o placar com seu 68º gol pelo clube, e o camaronês Joel abriu o caminho para o triunfo. O Alvinegro, numa crise que parece não ter fim, agora é o vice-lanterna.

A gangorra da tabela chama a atenção: o Coritiba esteve entre os quatro piores em 25 das últimas 26 rodadas do Brasileirão, enquanto o Glorioso teve pela segunda rodada seguida os resultados favoráveis para deixar a zona da degola. O time carioca, no entanto, voltou a tropeçar nas próprias pernas – no último fim de semana, empatou com o Sport quando uma vitória significava um alívio temporário. Nesta quarta, um empate bastava.

Os dois times voltam a campo no próximo sábado, pela 31ª rodada. Às 18h30 (de Brasília), o Coxa recebe o Grêmio – nova vitória em casa mantém a equipe fora do grupo dos quatro piores. Mais tarde, às 21h, o Alvinegro busca a reabilitação contra o Flamengo na Arena  Amazônia, em Manaus. E mais uma vez joga de olho em outros resultados: torce por uma derrota do Coritiba, para que o Vitória não supere o Criciúma e também para o Inter não ser batido pelo Bahia. Antes de mais nada, no entanto, tem de vencer o seu compromisso.

Joel comemora gol do Coritiba contra o Botafogo (Foto: Getty Images)
Joel comemora seu gol contra o Botafogo (Foto: Getty Images)

Gol africano e expulsão

A bola demorou a rolar por causa de uma família de quero-queros que ocupava a área alvinegra, o que causou a cena pitoresca de um funcionário dos donos da casa tentando – com dificuldade -– afastar os passários. O jogo mesmo não teve muitas emoções. Um gol anulado de cada lado – por impedimento e falta de ataque –, erros de passe e o Coxa na frente com Joel, que só teve o trabalho de tocar na saída de Jefferson após vacilo da defesa. A equipe alviverde mereceu o placar parcial pelo controle maior no meio de campo.

Junior Cesar chegou a criar boa chance com um chute cruzado, mas parou em Vanderlei. E Luccas Claro acertou o travessão em lance no qual vários jogadores trombaram no ar. Se o jogo era morno, o árbitro Anderson Daronco resolveu colocar uma pimenta: exagerou no rigor ao expulsar Airton por um leve empurrão em Alex na intermediária. Antes, o volante havia acabado de receber o cartão amarelo por outra falta no meia em que não cometeu excesso.

Carlinhos e Ramirez, Coritiba X Botafogo (Foto: Getty Images)
Ramirez e Carlinhos disputam a bola na lateral do campo (Foto: Getty Images)

Esforço alvinegro em vão

Isso serviu para mudar inteiramente o panorama do duelo. Na etapa inicial, o Botafogo havia tentado com Rogério e Jobson na base da velocidade, mas o começo do segundo tempo foi de domínio do Coxa por ter um homem a mais. Ainda assim, poucas oportunidades surgiram, e o time carioca, aos poucos, foi capaz de equilibrar as ações. Rogério, aliás, protagonizou uma simulação inexplicável de pênalti ao driblar o goleiro e se atirar em vez de concluir. Levou o amarelo.

Com o empate amadurecendo, aos 24 minutos Regis até balançou a rede, mas novamente o lance foi irregular. O lateral estava adiantado depois do desvio de André Bahia. Mancini lançou a campo Carlos Alberto e Yuri Mamute, enquanto Marquinhos trocou Zé Love por Martinuccio. Àquela altura, o Glorioso era superior e fez com que o adversário permitisse a tentativa de reação. No entanto, os últimos minutos foram de pura apatia, e Alex fechou o placar aos 40 com uma arremate forte no canto esquerdo após bola rebatida na área.

 

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Internacional 2 x 1 Fluminense

2 x 1

28ª RODADA
SOB O COMANDO DE D’ALE, INTER BATE O FLU E REASSUME A SEGUNDA COLOCAÇÃO
Camisa 10 dá duas assistências em jogo com boas defesas de Alisson e diminui distância para o líder. Tricolor chega à terceira rodada sem vitória
Nada melhor do que uma importante vitória para se esquecer uma decepção. Depois de ser goleado por 5 a 0 pela Chapecoense na última quinta-feira, o Internacional se recuperou na tarde deste domingo, no Beira-Rio. Derrotou o Fluminense por 2 a 1 com duas assistências de D’Alessandro e reassumiu a vice-liderança do Campeonato Brasileiro. A vitória diminuiu para seis pontos a distância para o líder Cruzeiro. O Tricolor, por outro lado, chegou à sua terceira partida sem vencer, e se manteve longe do G-4: com 42 pontos, permanece em oitavo – agora a cinco pontos do Atlético-MG, o quarto colocado.

Todos os gols em Porto Alegre saíram no segundo tempo. Alex abriu o placar para o Inter ao marcar um golaço encobrindo Diego Cavalieri. Perto do fim do jogo, Fred empatou de cabeça. Mas nem deu tempo de a torcida tricolor comemorar: dois minutos depois, Valdívia aproveitou erro da zaga para invadir a área e garantir a vitória.

O Internacional volta a campo no próximo domingo para enfrentar o Corinthians, novamente no Beira-Rio. O Fluminense joga no sábado, contra o Criciúma, no Maracanã, na abertura da 29ª rodada.

Pressão colorada e emoção no fim

Depois da goleada por 5 a 0 para a Chapecoense, o Internacional entrou pressionado em campo. E tratou de logo dar uma resposta ao seu torcedor. O primeiro tempo foi uma verdadeira blitz colorada. Enquanto Willians abusava das faltas, os atacantes desperdiçavam chances de gol. Alex teve as duas melhores. Na primeira, foi desarmado por Diego Cavalieri na hora do drible. Na seguinte até conseguiu encobrir o goleiro, mas Marlon salvou em cima da linha. Perdendo o meio-campo na disputa, o Fluminense não conseguia ganhar os rebotes. Tanto que pouco atacou. A única boa oportunidade nasceu em cobrança de falta que Fred, livre, cabeçeou para fora.

As substituições no intervalo foram um reflexo dos primeiros 45 minutos. O Inter de Abel Braga tentando novas formas de atacar, trocou Wellington Paulista por Nilmar. O Flu de Cristóvão Borges colocou Rafinha na vaga de Diguinho. Nada mudou. A pressão seguiu intensa, Alan Patrick quase marcou e, de tanto tentar, Alex não perdeu a sua terceira chance clara após lançamento preciso de D’Alessandro: 1 a 0. A saída de Diguinho, que sentiu cansaço muscular, desorganizou o Fluminense. Após o gol, o time carioca parecia ainda mais perdido em campo. Cristóvão tentou arrumar o problema com a entrada de Edson no meio-campo., Abel respondeu com Valdívia. Quando conseguia atacar, o Tricolor parava no goleiro Alisson: primeiro em cabeçada de Fred, depois em chute de Wagner.

Mesmo com o recuo do Colorado para defender a vantagem mínima, o jogo parecia decidido. Mas ainda havia tempo para mais emoções. Aos 40, Conca cruzou da direita, Fred se antecipou a Ernando e cabeceou para enfim vencer Alisson. Só que o empate no placar durou apenas dois minutos. Foi o tempo necessário para D’Ale achar outro passe para deixar Valdivia na cara de Cavalieri: chute forte, gol da vitória e alívio no Beira-Rio.

 

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