“Geração Brasil” termina com baixo Ibope e atrás de “Além do Horizonte”

"Geração Brasil" termina com baixo Ibope e atrás de "Além do Horizonte"

Lázaro Ramos e Taís Araújo no último capítulo de “Geração Brasil” – Divulgação/Globo

 

O último capítulo de “Geração Brasil”, que foi ao ar na noite desta última sexta-feira (31), atingiu baixos índices de audiência na Globo.

A exibição do desfecho da novela de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira marcou apenas 20 pontos de média. O índice é o pior desempenho dentre todos os capítulos finais de produções da faixa das 19h da emissora carioca.

Já a reprise, veiculada no sábado (01), teve índices inferiores mas com uma diferença menor que outras novelas do canal. A média foi de 18 pontos.

Ainda que com baixos números, nos dois dias a Globo liderou de forma isolada. Tanto na sexta como no sábado, a Record registrou 7,5 pontos no confronto.

Embora os dados ainda não sejam consolidados, “Geração Brasil” se encerrou com números abaixo dos obtidos pela antecessora “Além do Horizonte”, que tinha até então os piores índices da faixa.

O capítulo final de “Além do Horizonte”, exibido no dia 2 de maio, teve 25,5 pontos de média. A reprise, por sua vez, alcançou 18.

Esses índices são prévios e são baseados na preferência de um grupo de telespectadores da Grande São Paulo. Dados consolidados podem variar para mais ou para menos.

 

NaTelinha

 

 

Globo festeja Ibope de estreia de “Geração” pelo Brasil; confira dados

Globo está festejando a gradativa recuperação nos índices de audiência da faixa das 19h com o seu mais recente lançamento, “Geração Brasil”.
A novela de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira estreou no último dia 5  elevando os números no PNT e em São Paulo, que são os principais indicadores, e em outras praças do Brasil.
No PNT, que é o Painel Nacional da Televisão, “Geração Brasil” estreou com média de 27 ante a média de 25 pontos das últimas quatro segundas-feiras de “Além do Horizonte”. Já em São Paulo, o aumento foi de 2 pontos, com 24 para a atual trama ante 22 das quatro últimas segundas da antecessora.

Jonas Marra (Murilo Benício) se “encontra” com Barack Obama na estreia de “Geração Brasil”
Os maiores indicativos de crescimento foram perceptíveis em Brasília e Campinas. Na capital federal, “Geração” foi lançada com 31 pontos de média ante os 24 conquistados nas quatro segundas-feiras que antecederam a estreia. Em Campinas, a elevação foi de 5 pontos: 29 a 24.
A Globo também teve reação em praças em que já tinha índices bastante consolidados como nas que possui maior deficiência. Em Recife, a média registrada na estreia foi de 38 pontos ante 33 de “Além do Horizonte” nas quatro segundas-feiras anteriores. A capital pernambucana foi onde o folhetim teve a maior aceitação proporcional em todo o país. Já em Goiânia, cidade a qual a emissora carioca possui maior dificuldade no horário nobre, houve crescimento de 2 pontos: 21 a 19.
Confira mais dados seguindo a mesma metodologia de pesquisa:
Em Curitiba, o placar da estreia foi de 29 pontos contra 28 das quatro segundas finais de “Além do Horizonte”. Em Florianópolis, 33 a 30 para a antecessora.
Em Porto Alegre, foram 27 pontos a 24, desempenho o qual foi o mesmo obtido em Manaus. Em Fortaleza, a média do lançamento foi de 34 pontos a 32 e em Salvador de 33 a 32.
Esses índices são consolidados e são baseados na preferência de um grupo de telespectadores de cada cidade e suas respectivas regiões metropolitanas.
NaTelinha

 

“Além do Horizonte” pagou o preço de fugir do padrão de “novela das 7”

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Os números são implacáveis – “Além do Horizonte” foi a novela das 7 com a mais baixa audiência no horário. O que me parece menos claro é o significado destes números. A novela foi um fracasso por que era ruim ou por que apresentou algo inesperado e indesejado pelo público deste horário?

Em alguns ambientes, esta discussão talvez não faça sentido. O que importa são os números. Entendo, porém, que o resultado de “Além do Horizonte” no Ibope merece uma reflexão menos simplista.

alemdohorizonteautoresPara começar, sugiro ao leitor umexercício fácil: lembrar de alguns títulos com qualidade muito inferior, mas que tiveram audiência maior que a da novela de Marcos Bernstein e Carlos Gregório. Vou evitar citar nomes aqui, para não ser desnecessariamente indelicado, mas tenho certeza que a tarefa não é difícil.

Acho que “Além do Horizonte” foi rejeitada por parte do público porque propôs uma narrativa diferente, uma história de mistério, ação e aventura, que exigia um tipo de atenção que não se dá normalmente às comédias românticas do horário.

Concordo com Bernstein (à esq. na foto acima) quando ele diz: “A gente provou que é possível fazer além da comédia. É mais uma alternativa para o horário. É bom tanto para autores, que podem criar em outro gênero, quanto para o público que tem uma alternância. Tem espaço para comédia, romance, aventura… É bom ter variedade”.

alemdohorizontetapireDentro do que a novela se propôs, houve erros e acertos. O melhor, na minha opinião, foi mesmo a ideia de introduzir um tema misterioso, a tal comunidade onde seria possível encontrar a “felicidade”, em torno do qual toda a trama girou.

Também gostei de ver a história dividida em três planos – o Rio, a pequena Tapiré e a comunidade – cada um com seus núcleos principais e histórias paralelas, mocinhos e vilões.

Por fim, vi como uma ousadia digna de elogio a proposta de escalar jovens atores, alguns com pouca experiência, para protagonizar a novela. É verdade que nem todos deram conta do recado, mas isso acontece também quando atores consagrados têm a mesma responsabilidade.

alemdohorizontemarcelopriinesThiago Rodrigues (William) começou bem e estava fazendo ótimo par com Juliana Paiva (Lili), mas a mudança na história acabou deixando o personagem dele

sem

graça. Vinicius Tardio (Rafa), a quem parecia destinado um papel importante, não ocupou este espaço.

Em uma trama paralela, Igor Angelkorte (Marcelo) e Laila Zaid (Priscila) injetaram humor da melhor qualidade à trama. As irmãs “artísticas”, vividas por Luciana Paes (Ana Selma) e Mariana Xavier (Ana Rita), também tiveram grandes momentos de graça. Mariana Rios (Celina) mostrou talento, apesar das reviravoltas da personagem. E a novela ainda revelou um ator-mirim, o carismático JP Rufino (Nilson).

alemdohorizontehermesEntre os veteranos, a melhor surpresa foiMaria Luisa Mendonça, na pele da dondoca Inês. Antonio Calloni (LC) e Alexandre Nero (Hermes) foram vilões ambíguos, como se espera do tipo (uma pena a saída prematura do segundo, engolido pela areia movediça, no meio da trama).

Encerro repetindo algo que escrevi no início do ano. O investimento da Globo em uma novela “esquisita” como “Além do Horizonte” é apenas um exemplo de menor importância. Mas espero, em 2014, que a reação negativa não influencie outras decisões ousadas e necessárias, seja da própria emissora, seja das suas concorrentes.

 

 

 

 

 

Maurício Stycer – UOL

“Além do Horizonte” grava cenas no último dia

No último capítulo de "Além de Horizonte", Celina e William adotam Nilson

No último capítulo de “Além de Horizonte“, Celina e William adotam Nilson

“Além do Horizonte”, cheia de problemas, termina como começou. Chega no fim semresolver também o problema do atraso nas gravações.

Prova disso é que os trabalhos da novela só serão concluídos hoje, sexta-feira, dia de exibição do último capítulo.
E olha só: “Geração Brasil”, a substituta, nem começou, e já inspira cuidados também em relação às suas gravações. Mas o que acontece?
Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Com capítulos atrasados, “Além do Horizonte” tem gravações no fim de semana

Como "Em Família", "Além do Horizonte" tem capítulos atrasados

Como “Em Família”, “Além do Horizonte” tem capítulos atrasados

Muito tem se falado sobre os atrasos de gravações de “Em Família” na Globo. Por setratar de uma produção das 21 horas, devido a tudo que envolve, acaba mesmo ganhando uma projeção gigantesca.

Mas é preciso deixar claro que a história de Manoel Carlos não é a única com esse tipo de problema na emissora.
“Além do Horizonte”, por exemplo. Esta novela das sete, já em seus últimos suspiros, também está enlouquecendo o seu elenco. Praticamente não possui frente de capítulos, levando muitos atores a trabalhar todos os sábados e domingos e até altas horas. Três da manhã é pouco.
O roteiro de Carlos Gregório e Marcos Bernstein começou dando sustos, não se acertou durante o caminho, e vai terminar assim, com “emoção”, entre aspas mesmo. Nessa, deu tudo errado. Foi quase, para todos, um desastre completo.
Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Ousadia de Além do Horizonte foi um verdadeiro desastre

Por RAPHAEL SCIRE, em 20/04/2014 · Atualizado às 18h02

Quando estreou, em novembro de 2013, Além do Horizonte tinha a proposta de inovar o horário das sete, destinado àscomédias, com uma narrativa repleta de mistérios e aventura. Na sua reta final, avalia-se que a ousadia foi um verdadeiro desastre. Não que a novela não tenha sido bem escrita; apresentou uma história até interessante, mas mexer em um pilar tão bem concretizado na televisão trouxe sérias consequências à audiência da Globo: a queda dos índices da novela abalou inclusive o ibope do Jornal Nacional.

Além da proposta inovadora da narrativa, Além do Horizonte apostou em novas caras, o que é um grande acerto da produção, não fosse a falha da direção em preparar melhor alguns nomes. Ainda que Vinicius Tardio (Rafa) e Christiana Ubach (Paulinha) não tenham dado conta do recado, a novela revelou atores que têm tudo para deslanchar. É o caso de Igor Angelkorte (Marcelo), Luciana Paes (Ana Selma) e o garoto JP Rufino (Nilson).

Do elenco experiente _reduzido, diga-se de passagem_ destaque para Maria Luiza Mendonça, que mostrou uma excelente veia cômica. Thiago Rodrigues não soube compor seu personagem de modo a cativar os telespectadores, tanto que o romance de William com Lili (Juliana Paiva) acabou azedando e a mocinha foi parar nos braços do irmão do protagonista, Marlon (Rodrigo Simas). Por outro lado, foi a deixa para que Mariana Rios (Celina) mostrasse a maturidade de seu trabalho como atriz e fizesse com que sua personagem crescesse em importância na trama.

Os autores foram precisos ao promover a ciranda dos casais e também ao apagar outros incêndios que apareceram ao longo da história, como as baixas no elenco _no caso de Alexandre Nero (Hermes) e Claudia Jimenez (Zélia). Certamente, não foi a novela mais fácil de ser escrita.

Com os romances bem definidos, a história da busca pela felicidade corria por fora. Os embates entre Carolina Ferraz (Tereza) e Antonio Caloni (LC) foram interessantes. Ferraz começou a novela um tanto apática, mas o público logo entendeu que era uma característica da vilã. Já Caloni roubou a cena assim que apareceu. Subjetiva demais, a tal busca pela felicidade deu lugar ao segredo da história, que era entender o que se passava na comunidade alternativa e descobrir a fórmula da máquina que tanto falatório despertava entre os personagens e movimentava a trama.

O ritmo ágil de Além do Horizonte acabou por confundir os telespectadores, que, se ficassem um dia sem conferir a história, corriam o risco de se perderem. Ironia das ironias, agilidade é o que falta na trama das nove, Em Família, e é um dos fatores que contribuem para a queda da audiência.

Outro destaque positivo da novela é o cenário. Ambientar uma novela em plena floresta amazônica não é tarefa das mais fáceis, mas a equipe de cenografia de Além do Horizonte cumpriu a missão com maestria.

Não fosse pelo recorde negativo que ostenta, Além do Horizonte poderia passar em brancas nuvens. Está longe de ser uma novela excelente, mas também não foi das piores.

Último episódio de Além do Horizonte ainda não foi entregue à Globo

 

Um dos autores de “Além do Horizonte”, Marcos Bernstein, ainda não entregou o capítulo de encerramento da novela, que ficará no ar até o dia 2.
Está realizando os devidos ajustes, “burilando”, diz, “pra ficar um fim bem bacana”.

 

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Juliana Paiva renova contrato com a Globo por mais quatro anos

Juliana Paiva renova contrato com a Globo por mais quatro anos

Divulgação/TV Globo

Em alta na Globo desde que foi um dos principais destaques da novela “Malhação”, no ano passado, a atriz Juliana Paiva acaba de renovar seu contrato com a emissora.

No ar atualmente como a protagonista Lili de “Além do Horizonte”, ela assinou por mais quatro anos.

Juliana esteve no Fashion Rio na noite da última quarta (09) e falou sobre o assunto: “Renovei meu contrato com a Globo, graças a Deus, por mais quatro anos. Agora quero tirar férias. Quero trabalhar, lógico, mas vou ver se consigo viajar. Cancun é uma ideia. Não sei se vai dar certo, se vai rolar. Mas eu emendei ‘Malhação’ com ‘Além do Horizonte’ e só tive dez dias de descanso”.

Devido ao trabalho, a atriz contou que está precisando deixar alguns projetos de lado, e citou um deles: “A Lili tomou conta de mim. Mas é normal, a gente vai adiando as coisas. Por exemplo, carteira de motorista. Tenho 21 anos e ainda não tirei por conta das gravações. São planos que vão ficando pra depois”.

Juliana Paiva ganha contrato longo com a Globo no meio de uma nova fase da emissora, que está trabalhando com mais atores apenas por obras. Nos últimos dias, Carolina Kasting, que teve “Amor à Vida” como última novela, não renovou com o canal e agora seguirá apenas recebendo por trabalhos.

NaTelinha

Confira as prévias da audiência das novelas desta sexta-feira, 21/03!

 

]Nesta sexta-feira, 21/03, de acordo com a prévia do Ibope, Chiquititas, do SBT, manteve os dois dígitos de audiência. A trama infantil registrou 10 pontos de média e garantiu a vice-liderança isolada.

Na Globo, a reprise de Caras & Bocas pontuou 13 pontos; Malhação 15; Joia Rara 20; Além do Horizonte 20; e Em Família 27.

Na Record, Pecado Mortal marcou 5 pontos e empatou com a reprise de Rebelde, do SBT.

Os números são prévios e podem sofrer oscilações para mais ou para menos no consolidado.

O Planeta TV