Flávio Ricco diz que agora virou moda falar bem da TV aberta

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A força da TV

As mais recentes pesquisas, e aí tanto faz Ibope ou GfK, mais do que nunca têm comprovado a força da TV aberta e que ela continua reinando absoluta. Verifica-se, inclusive, que virou moda novamente falar bem dela.

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Desligamento das operadoras faz Record perder 20% da audiência

Os números do Ibope desta manhã, considerando apenas o minuto a minuto e a faixa de horário, 6h às 12 h, revelam que a Record foi aquela que mais perdeu, entre as emissoras que integram o Simba, com o desligamento do seu sinal nas grandes operadoras da TV paga.

Não se trata de um resultado definitivo, porque o consolidado só será conhecido amanhã, mas o que foi apurado até agora, já fez acender a luz amarela. De acordo com números levantados, a Record está perdendo 20% do que vinha conseguindo até ontem.

Se antes ganhava do SBT,  botando até 2 pontos de diferença, hoje empatou em 4, no segundo lugar. A Globo observou crescimento. Fechou a manhã com 10 de média, Band – 1,5 e Rede TV!, que não se alterou, 0,3.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Mesmo com Gfk em operação, TVs ainda se valem dos números do Ibope

A GfK tem operado normalmente e enviado os seus relatórios aos clientes interessados, desde 1º de julho.

No entanto, as divulgações dos números de audiência, mesmo por parte das emissoras associadas a ela – Rede TV!, SBT e Record – continuam sendo os do Ibope. Mesmo já podendo virar a chave, nada mudou até agora em relação ao que sempre aconteceu.

Está muito claro, e a própria GfK confirma isso, que a decisão de divulgar ou não os seus resultados cabe unicamente aos seus assinantes, no caso as TVs.

Nenhuma delas, até agora, sinaliza qualquer mudança de comportamento.

Oficiosamente, o que se sabe, é que os números da Globo são muito bons, assim como os da Record e SBT não apresentam grandes surpresas.

 

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

TV Globo cresce e TV Record cai com transmissão da estreia do Brasil nos Jogos

A transmissão de Brasil e China, na estreia do futebol feminino na Rio-2016, rendeu à Globo um excelente resultado. A emissora marcou média de 17 pontos em São Paulo, segundo dados prévios do Kantar Ibope, um crescimento de 21% (ou 4 pontos) em relação à média das últimas oito quartas-feiras, o que inclui um mês de férias.

Já a Record, que também transmitiu a vitória da seleção brasileira por 3 a 0, não teve um bom resultado. Com média de 4 pontos, registrou uma queda expressiva em relação à programação normal do horário (na terça, por exemplo, havia marcado 6,5 pontos). Já a Band, com os mesmos 4 pontos, conseguiu um pequeno crescimento sobre a programação da véspera (3,6 pontos).

Sem futebol, o SBT ficou em segundo lugar, com 9 pontos.

No Rio, a Globo alcançou números ainda melhores. A transmissão da partida teve Ibope prévio de 25 pontos, um crescimento de 47% (ou 8 pontos) em relação à média das últimas oito quartas-feiras. O SBT ficou em segundo lugar (10 pontos), seguido de Record (4) e Band (2).

Estes números podem sofrer alteração na manhã de quinta-feira (04) quando o Ibope divulgar os números consolidados da audiência do dia.

Mauricio Stycer

03/08/2016

19:17

Gesellschaft für Konsumforschung poderá propagar leituras de audiências mentirosas

Fico imaginando
Agora com os resultados da GfK passando a ser conhecidos, dá até medo imaginar o que poderá vir aí.

Se só com o Ibope, já havia leituras e a divulgação de audiências mentirosas, a tendência é que isso se multiplique.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

TVs não enganam mais ninguém com divulgação de audiência mentirosa

Com GfK prometida para esta segunda-feira (27) ou sem GfK, continuando a se valer apenas do Ibope como sempre aconteceu, independentemente de qualquer uma das duas, é preciso que todos usem de maior seriedade na leitura e, principalmente, na divulgação dos números de audiência.

E aí o recado é bem direto.

Hoje, o que existe em inúmeras ocasiões, por parte ou interesse de alguns programas – e TVs por consequência, é a tentativa de passar informações que não chegam a refletir a verdade ou que são mentirosas em sua grande parte.

Virou moda agora manchetar que tal programa chegou a liderança, só se explicando depois e em letras muito menores que isso aconteceu durante, um, dois ou cinco minutos da sua duração.

Querem enganar a quem com esse tipo de assessoria de guerrilha?

Pode ter certeza que ninguém, muito menos o mercado anunciante. Aliás, antes de pensar em audiência, muitos desses programas que se arvoram em revelar resultados mentirosos, deveriam se preocupar em fazer televisão e deixar de tentar crescer números à custa da desgraça de terceiros.

Vamos trabalhar sério.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

Números atuais validam o protagonismo da TV aberta

 

Em recente entrevista de Willy Haas, diretor-geral de Negócios da Rede Globo ao Propaganda & Marketing, que aqui foi repercutida, ele abordou com propriedade a questão da audiência e demonstrou o que representavam 30 pontos de audiência em 1997, quando começou a medição do PNT(Painel Nacional de Televisão), equivalendo na ocasião a 10.106.038 de domicílios com TV, com os mesmos 30 pontos de agora, que correspondem a 19.345.915 lares e um aumento de 91%.

São números que antes de nos revelar e atestar o protagonismo da televisão aberta, nos levam a ser mais cuidadosos na análise dos índices de audiência. Hoje, para se traçar qualquer comparativo com registros do passado, uma soma de valores precisa necessariamente ser levada em conta, para se chegar a um legítimo e verdadeiro resultado.

Mesmo com todos os problemas que nos atingem e uma crise política atravancando vários setores de atividade, a televisão aberta no Brasil, nunca e em tempo algum, realizou tanto e com tamanha qualidade. Hoje, contrastando com passado recente, três grandes redes trabalham na produção de novelas.

Todo esse conjunto de informações e valores nos dá a certeza que um crescimento parecido ou ainda maior irá acontecer nas próximas décadas, sustentado na confiança que o mercado cada dia mais deposita nela.

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery