French mayor ‘officially’ orders rain to stop falling in his region

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French mayor 'officially' orders rain to stop falling in his region
Photo: AFP
A French mayor who is fed up of the large amount of rainfall in his town has attempted to order the sun to shine using his powers as an elected official.
There’s no doubt that France has had a soggy winter, with floods leaving many areas recognised as ‘disaster’ zones and most of the country eagerly waiting for the blue skies of spring.
In fact, France hasn’t seen as much rain in December and January since the rain gauges were set up in 1959, the country’s weather service confirmed at the end of January.
And Serge Rondeau, Mayor of the village of Challans in France’s western Vendée region has decided to take matters into his own hands.
On Thursday the Challans Town Hall Twitter account posted a symbolic order imposing sunshine all day from Monday to Sunday and only allowing three nights of rainfall a week.

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The document, stamped and signed by the mayor himself, goes into detail regarding his motives.
The document cites three reasons for the order: “It has rained sufficiently during the day, the health of citizens relies on the amount of sunshine” and “the chocolate overdose risk due to the lack of sunshine.”
It goes on to say that the sun is “obliged to appear every morning from Monday to Sunday in Challans and throughout the Vendée.”
The rain is allowed just “three nights a week to maintain the level of groundwater.”
And while the order might have been a joke, France has suffered serious damage due to flood waters in recent weeks.

 

 

 

Source :  The Local France

French musician robbed of €1 million cello at knifepoint in Paris suburb

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French musician robbed of €1 million cello at knifepoint in Paris suburb
Ophélie Gaillard. Photo: Aparté Music
An award-winning French musician was robbed at knifepoint of her 18th-century cello, worth more than a million euros, outside her home in a Paris suburb on Thursday evening.
“Help! My cello was stolen this evening in a red dark flightcase,” soloist Ophelie Gaillard wrote in a Facebook post, accompanied by pictures of the instrument.
Gaillard told police that her attacker also forced her to hand over her mobile phone before fleeing on foot in the northeastern suburb of Pantin.
On Facebook she wrote that the cello, which was loaned to her by CIC bank and is valued at nearly 1.3 million euros, was made by Italian luthier Francesco Goffriller, son of Venetian master cello-maker Matteo Goffriller.
The cello case also contained her bow, which she said was the work of acclaimed 19th-century French bowmaker Jean Pierre Marie Persoit.
In 2003, Gaillard was named the best new instrumental soloist at the French classical music awards.
Source :  The Local France

France’s green party pushes for ban on Paris skyscrapers

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France's green party pushes for ban on Paris skyscrapers
Montparnasse Tower has always been considered austere and vastly out of keeping with the city’s largely Haussmannian appearance. Source: Josh Veitch Michaelis/Flickr
France’s main green party has launched a petition to stop high-rise buildings from being built in the French capital, arguing their construction is only serving to further “over densify” and overpopulate the city.
France’s Europe Ecologie-Les Verts party has put forward the online petition under the slogan “Stop the Towers”, calling on all Parisians to voice their opinion on the recent revival of skyscrapers in the city.
Together with a number of residential and environmental groups, they’re calling for the construction of all impending skyscrapers in the city to be halted.
These include the soon-to-be-revamped Tour Montparnasse (an urban eyesore for many Parisians), the Duo Towers going up in the 13th arrondissement and the Tour Triangle project being build since 2017 in Versailles.
“We refuse to let Paris be any more densely populated than it already is, we’re currently one of the most overpopulated cities in the world,” the petition reads.
“What we need are new breathing spaces”.
Europe Ecologie-Les Verts also argue that these new high-rise structure won’t address the issue of housing in the city, as they’ll be used primarily as office, hotel and retail space.
“As soon as it has 5,000 signatures, we’ll be able to present the case before the Paris Council in order to request a referendum on all new high rises in Paris” EELV advisor Yves Contassot is quoted as saying by BFMTV.
France’s main green party was able to convince the Paris Council to halt building plans of another skyscraper – Triangle Tower 2- in November 2014, but building was approved six months later when the developer presented new plans for the project.

 

Source :  The Local France

Ferraz da Costa: “As pessoas não querem trabalhar”

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O presidente do Forum para a Competitividade olha com desdém para as taxas mínimas de desemprego e critica ainda o sistema de ensino português

Pedro Ferraz da Costa – o empresário que em 2005 avisou que em dez anos o país estaria falido – diz que falta gente nova a trabalhar e que as empresas se estão a transformar “em lares de terceira idade”. Diz ainda que faltam candidatos não por falta de qualificações, mas porque “as pessoas não querem trabalhar”.

Numa longa entrevista ao jornal i, esta sexta-feira, o presidente do Forum para a Competitividade afirma que “Portugal nunca teve o crescimento económico como o seu principal objetivo”, porque essa seria “a única forma séria de criar possibilidades de promoção e de crescimento profissional para os mais jovens”.

O empresário afirma que “a economia que não cresce não cria lugares de chefia” e que, por isso, os jovens portugueses estão num estado de permanente espera: que “os mais velhos morram”. “Ainda por cima hoje vive-se mais anos e qualquer dia trabalha-se até aos 80 anos. As empresas são quase lares de terceira idade”, afirmou Ferraz da Costa.

Em relação às taxas mínimas de desemprego que o país tem apresentado, o empresário considera que, ainda assim, “há falta de mão-de-obra em muitos setores há muito tempo”.

“Qualquer pessoa que queira contratar pessoas não consegue”. Uma dificuldade que passa pelos setores da “agricultura, turismo, indústria ou serviços”, até na atividade farmacêutica: há vagas, não há candidatos.

O presidente do Forum para a Competitividade é claro: não há candidatos porque “as pessoas não querem trabalhar”, como, por exemplo, em engenharia informática.

Ferraz da Costa dá o exemplo do neto: que só teve aulas de informática a partir do décimo ano. “Temos um ensino péssimo em termos de preparação para o futuro”.

 

Diário de Notícias

 

25 anos? “Justiça terrena” não é suficiente para Pedro Dias

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Advogado de casal defende que pena de 25 anos não é suficiente para Pedro Dias

O advogado dos familiares do casal baleado em Aguiar da Beira pediu hoje a pena máxima de 25 anos de prisão para Pedro Dias, apesar de considerar que a “justiça terrena” não será suficiente para o punir.

Durante as alegações finais, o advogado João Paulo Matias afirmou não ter dúvidas de que as mortes de Liliane e de Luís Pinto aconteceram depois de Pedro Dias ter baleado os militares da GNR Carlos Caetano (que morreu) e António Ferreira (que sobreviveu).

Este é um dos casos em que o ordenamento jurídico português “devia repensar a pena máxima de prisão”, afirma o advogado
 Nesse âmbito, o advogado disse esperar que “a justiça divina também faça a sua parte do trabalho, além da justiça terrena”.

Segundo João Paulo Matias, o casal saiu de Palhais, no concelho de Trancoso, entre as 05:20 e as 05:30 de 11 de outubro de 2016 com destino a Coimbra, para uma consulta.

Atendendo às horas a que as viaturas do casal e da GNR foram filmadas pela câmara do posto de combustível da Quinta da Lameiras a passar na Estrada Nacional 229 e à distância de 1,4 quilómetros até à zona onde Luís e Liliane foram encontrados, o advogado considerou que os disparos terão ocorrido entre as 06:25 e as 06:40.

Estes crimes terão acontecido depois de já ter matado Carlos Caetano junto ao hotel em construção nas Caldas da Cavaca, onde a patrulha da GNR o abordou, e de ter disparado contra António Ferreira na Serra da Lapa, acrescentou.

Na sua opinião, “foi para lançar confusão na investigação, para desviar a atenção de si próprio, que [Pedro Dias] criou este novo cenário de crime”, fazendo crer que se tratava de “uma operação Stop que terá corrido mal”.

Isto porque, acrescentou, o arguido sabia que estava referenciado no posto da GNR de Aguiar da Beira e que, depois de Carlos Caetano e António Ferreira serem encontrados, “iria ser um dos suspeitos”.

Tal demonstra “a frieza, o espírito calculista, a crueldade e a indiferença perante a vida humana” que o arguido tem, frisou, acrescentando que “as mentiras e o comportamento” que teve depois reforçam a convicção de que é culpado.

João Paulo Matias mostrou-se convencido de que todos estes crimes aconteceram apenas porque Pedro Dias não queria correr o risco “de poder perder a guarda da filha, que tinha a muito custo conseguido, a escassos dias dos acontecimentos”.

Também o advogado da companheira de Carlos Caetano, Miranda Carvalho, pediu a pena máxima para Pedro Dias, considerando que, na versão que o arguido contou na quinta-feira ao tribunal, arranjou “lógicas quase absurdas para justificar o injustificável”.

Dirigindo-se ao coletivo de juízes, o advogado afirmou: “Ninguém perdoará se vossas excelências, com a prova que existe nos autos, a fundamentação e os depoimentos das testemunhas, não aplicarem ao arguido a pena de 25 anos”.

Miranda Carvalho realçou estarem em causa execuções, tendo Pedro Dias, nos quatro casos, apontado as armas para as cabeças das vítimas, o que não aconteceu por acaso.

Tiago Gonçalves, que representa Lídia da Conceição, disse não ter dúvidas de que a mulher foi sequestrada e violentamente agredida por Pedro Dias numa casa de Moldes, no concelho de Arouca.

As lesões resultaram de uma violência desmedida, procurando calar a assistente para não ver posto em causa o seu plano de fuga

No entanto, como o relatório médico-legal refere não haver relação direta entre as lesões e o AVC que Lídia da Conceição sofreu 44 dias depois, o advogado disse que Pedro Dias deve ser condenado pelo crime de ofensa à integridade física qualificada e não pelo de homicídio qualificado sob a forma tentada (o que já tinha sido também defendido pelo Ministério Público).

Pedro Dias está acusado de três crimes de homicídio qualificado sob a forma consumada, três crimes de homicídio qualificado sob a forma tentada, três crimes de sequestro, crimes de roubo de automóveis, de armas da GNR e de quantias em dinheiro, bem como de detenção, uso e porte de armas proibidas.

O julgamento prossegue durante a tarde, com as alegações finais da defesa de Pedro Dias.

 

Diário de Notícias