PS repudia petição “provocatória” contra nome de Mário Soares no aeroporto do Montijo

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Subscrita por um grupo de cidadãos sem cargos públicos relevantes e que deu entrada no parlamento no ano passado, está agendada para ser discutida em plenário, na Assembleia da República, no próximo dia 18.

O PS considerou esta segunda-feira “um ato chocarreiro” e “provocatório” a petição que deu entrada na Assembleia da República que se insurge contra a eventual atribuição do nome de Mário Soares ao aeroporto do Montijo.

Esta petição, subscrita por um grupo de cidadãos sem cargos públicos relevantes e que deu entrada no parlamento no ano passado, está agendada para ser discutida em plenário, na Assembleia da República, no próximo dia 18.

Para o vice-presidente da bancada do PS Filipe Neto Brandão, “a petição em causa não passa de um ato chocarreiro e provocatório, que, paradoxalmente, atesta a superioridade moral da democracia que consente até dislates como esse”.

“Não creio, assim, que alguém lhe venha a dedicar no parlamento mais do que os parcos minutos que, formal e regimentalmente, lhe estarão atribuídos”, completou o dirigente socialista, numa nota enviada à agência Lusa.

Filipe Neto Brandão defende que a figura do antigo chefe de Estado Mário Soares, “como um dos vultos maiores da República, é indubitavelmente consensual entre os portugueses que creem na democracia”.

“Pretender o contrário é, assim, na verdade, confessar-se militante de uma qualquer área saudosista do pré-25 de Abril. Curiosamente, deve ser sublinhado que exercer o direito de petição à Assembleia da República é algo que decorre também do resultado da ação cívica de Mário Soares e que pode ser exercido por todos, creiam, ou não, nas virtudes da liberdade e da democracia”, acrescentou o vice-presidente da bancada socialista.

 

Diário de Notícias

Engenheiros e bailarinos aprendem no mesmo espaço

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As zonas críticas do espaço do Bairro Alto serão interditadas

O Instituto Superior de Engenharia de Lisboa vai receber os alunos da Escola Superior de Dança. Espaços de aulas que a secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior irá conhecer esta manhã. Decisão tomada ontem ao fim do dia, depois de uma reunião de duas horas entre o presidente do Instituto Politécnico de Lisboa, a direção escolar e Fernanda Rollo. A deslocalização do Bairro Alto, na Baixa, para a zona Oriental não será fácil, mas para os alunos tudo “se resolve com boa vontade”.

No dia em que os alunos da Escola Superior de Dança (ESD) fizeram greve foram encontradas as soluções imediatas. “Interditar a utilização de zonas críticas das atuais instalações que ponham em causa a segurança da comunidade escolar”; “avaliar a possibilidade de instalar provisoriamente o seu funcionamento” em unidades “do Politécnico de Lisboa (IPL), nomeadamente no Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL)”. E, desta forma, não será necessário recorrer a soluções externas, informam os dirigentes do IPL em comunicado.

Andreia Marinho, presidente da Associação de Estudantes da ESD, diz que os alunos admitem à partida todas as propostas. “Neste momento está tudo em aberto. Ao passarmos para uma situação provisória, é importante que tenhamos a garantia de que o espaço se adapta ao nosso ensino”. E salienta a boa recetividade durante o dia de ontem aos seus protestos, desde logo a mobilização dos estudantes e a compreensão da população.

A reunião entre dirigentes escolares e governantes ocorreu ao fim do dia no Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e contou com o “empenho pessoal” do ministro Manuel Heitor. O presidente do IPL, Elmano Margato, e a diretora da Escola Superior de Dança (ESD) liderada por Vanda Nascimento, foram recebidos pela Secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Fernanda Rolo. As medidas acordadas entram em vigor a partir de hoje.

São soluções provisórias com a promessa de que o IPL e o Governo “vão dar continuidade aos esforços necessários à construção de novas instalações para o funcionamento da ESD”, cujo terreno fica na sede, em Benfica. Aqui funcionam as escolas superiores de Educação, de Comunicação Social e de Música.

Acordo após desentendimento

O encontro ocorreu depois dos dirigentes do IPL referirem, em comunicado enviado às redações, que a tutela conhecia a situação da escola e os esforços para serem encontradas soluções. “Em junho de 2017, foi apresentado no gabinete do secretário de Estado do Tesouro um pedido no sentido de isentar o IPL em 50 % da receita de modo a avançar com a construção do novo edifício” e que essa “intenção” foi comunicada à Secretaria da Educação e Ciência, que entretanto, “solicitou autorização de venda do atual edifício”.

O gabinete de Fernanda Rollo continua a afirmar que não receberam qualquer pedido desde que este Governo tomou posse. E que foi sexta-feira, quando se deslocou às instalações do Bairro Alto, visita também acompanhada por Elmano Margato, que teve conhecimento da dimensão do problema. Uma deslocação que foi suscitada pelas denúncias dos alunos.

Numa coisa estão de acordo: vender o edifício onde estão atualmente e com esse dinheiro construírem um novo.

A ESD tem 200 alunos, 160 da licenciatura (sete turmas) e 40 de mestrado. Serão precisos pelo menos cinco estúdios para que as aulas técnicas sejam dadas no ISEL, segundo as contas dos estudantes, além de infraestruturas de apoio.

 

Diário de Notícias

Polícia agredido a murro na Baixa da Banheira

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Um homem já foi detido pela agressão ao agente da PSP

Um agente da PSP foi agredido com um murro por um homem na Baixa da Banheira, concelho da Moita. O caso ocorreu na noite de sábado e o homem de 39 anos acabou por ser detido no local, anunciou hoje a força policial.

“Após informação de desavenças familiares, uma patrulha da PSP deslocou-se ao local. Ao abrir a porta da residência, um dos intervenientes, de forma inesperada, desferiu um soco na face de um dos agentes”, refere a PSP em comunicado.

Segundo as autoridades, o agressor proferiu ameaças e injúrias a todos elementos que estavam no local. “Prontamente manietado, o suspeito reagiu de forma persistente com violência”, acrescenta a polícia.

 

Diário de Notícias

Papua New Guinean handed a two year suspended sentence for burglary and theft in Fiji

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A Papua New Guinea citizen has been handed two years sentence which has been suspended for two years after he pleaded guilty to a count each of burglary and theft, the Fijivillage reports.

Magistrate Jioji Boseiwaqa said that the sentence has been suspended to allow San Paro to rehabilitate.

Paro who was studying at the School of Maritime pleaded guilty for entering into a store in Toorak on the 10th of June this year and stealing assorted items and cash to the total value of $2,900.00.

Paro told the court that he was drunk at the time of the offence and that he was sorry for his actions.

Magistrate Boseiwaqa said that Paro had shown genuine remorse and that the summary of facts do not indicate any prior planning.

He adds the offending was spontaneous. source: fijivillage.com

Source : http://news.pngfacts.com/2018/01/papua-new-guinean-handed-two-year.html#ixzz53doyVErY

Yama Asks For Spotlight On Yali’s Eligibility

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Issues relating to the eligibility of former Madang Governor, James Yali, contesting the 2017 National Election, while being convicted of rape will be interpreted by the Supreme Court in Waigani.

The case was adjourned to January 26, after the lawyer of incumbent governor Peter Yama was not present in court last week, to persue the case.

Retired PNG Defence Force Commander, Brigadier General Jerry Singirok and Mr Yali are challenging the election win of Mr Yama.

However, Mr Yama is asking the high court to interpret first, if there are breaches in the Constitution when Yali was allowed by the Electoral Commission to contest the governor’s seat when he was a convict.

The court of disputed returns Judge Administrator, Collin Makail says, the case is the first of its kind, and he’s interested in Yama’s reasons for asking the National Court to refer the case to the Supreme Court for Constitutional interpretation.

NBC News

Source : http://news.pngfacts.com/2018/01/yama-asks-for-spotlight-on-yalis.html#ixzz53dn3EsLE

PNG rugby league player Kato Ottio dies at 24 after falling ill at training

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Papua New Guinea rugby league player and NRL hopeful Kato Ottio has died at the age of 24 after suffering “a sudden health issue” in training, English club Widnes Vikings has said.Ottio spent two seasons in the Canberra Raiders system but after failing to crack the NRL squad, signed with Widnes in December.

He was expected to travel to England next week to get ready for the start of the new Super League season in February.

The Papua New Guinea Rugby Football League (PNGRFL) said Ottio passed away at Port Moresby’s Pacific International Hospital at 2am this morning (local time).

PNGRFL chairman Sandis Tsaka said details of the death would be released later.

He said Ottio’s body was taken to his home and would be transferred to a funeral home this morning.

The centre was part of the PNG side that lost to England in November’s World Cup quarter-finals.

He was the NSWRL’s leading tryscorer in 2016 while playing for Raiders feeder club the Mounties.

James Rule, chief executive officer of Widnes Vikings, said Ottio was an “incredibly talented player, with a bright future ahead of him in rugby league”.

“This news is all the more tragic, because Kato was due to travel to the UK this week to fulfil his dream of playing first-grade rugby league,” he told the team’s official website.

“We had been in regular contact with Kato and were excited to welcome a bright, excited and passionate young man, who had genuine potential for the future.

“Widnes Vikings will of course be looking to celebrate Kato’s life and pay our sincere respects to someone who we believe would have become a hero at our club.”

ABC News

Source: http://news.pngfacts.com/2018/01/png-rugby-league-player-kato-ottio-dies.html#ixzz53dm3U6XF

Missing millionaire: $6.5 million Lotto prize from Levin still unclaimed

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As many New Zealanders return to work this week after the Christmas holidays, Lotto NZ is looking for a player who may want to extend their holiday.

The $6.5 million Powerball prize was won on December 27 by a ticket sold at Levin Lucky Lotto.

“It’s been almost two weeks, and this life-changing prize still hasn’t been claimed,” said Lotto NZ’s general manager of corporate communications Emilia Mazur.

“We’re encouraging anyone who bought a ticket from Levin Lucky Lotto late last year to check their ticket – it could be worth $6.5m.

“Or maybe someone received a Lotto ticket as a gift – in which case, we recommend you shake out your Christmas card and see if that little yellow ticket is about to change your life.”

The store that sold the winning Powerball ticket was busier than usual over Christmas, meaning the winning ticket could be almost anywhere.

“Our store is always busier over the Christmas period, with locals coming in to grab presents and with visitors stopping off as they drive through on their holidays,” said Levin Lucky Lotto owner Dave Lyons.

“The store has been buzzing over the past two weeks, with people coming in to see if their ticket is the winner or to see if anyone has claimed the prize yet.”

Despite the surge in customers visiting the store to check their Lotto tickets, the Powerball winner remains at large.

Levin Lucky Lotto store owner Dave Lyons said the shop has been buzzing for the past two weeks as people try to guess who the winner is. Photo/supplied

“But the rumour mill is in overdrive and I’ve heard all sorts of different stories about who people think the winner might be,” said Dave.

The Powerball First Division prize is the 15th First Division winning ticket Levin Lucky Lotto has sold over the years and their first Powerball win.

“While it’s unusual for a prize of this size to go unclaimed for a long period, it’s not unheard of,” said Mazur.

“This could be an amazing start to the year for somebody – but before they can start spending their windfall, they first need to claim their prize.”

Anyone who purchased their ticket from Levin Lucky Lotto in Levin is encouraged to write their name on the back of the ticket and check it immediately at any Lotto outlet, online at MyLotto.co.nz or through Lotto NZ App.

Players can phone Lotto on 0800 695 6886 to find out how to claim a prize.

Most winners are quick to claim their winnings, but major prizes sometimes go unclaimed for a period of time.

In 2017, a Gisborne couple took two weeks to claim a Powerball prize of $6.5m. They knew straight away that they’d won, but wanted to take their time before claiming to give them time to think about how to manage their windfall.

In 2014, Hamilton Lotto players searched for a Powerball ticket worth $16m for 10 days before the winners thought to check their ticket.

In 2013, a $22m prize remained unclaimed in Christchurch for more than three weeks before the winner was united with his life-changing prize. The winner was in no hurry to check his ticket, as he believed the prize had already been claimed.

Kiwis this week stand to win $7m in Wednesday’s Powerball.

 

Source  :  New Zealand Herald