Consolidados Grande SP 17/09/2017

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Tributo especial a Marcelo Rezende, exibido dentro do Domingo Show, e comandado por Reinaldo Gottino, supera Os Trapalhões, da Globo, e dá liderança à Record TV.

Hora do Faro e Domingo Espetacular também atingem seus recordes no ano.

Confira, abaixo, as audiências de domingo, 17 de setembro:


Pequenas Empresas e Grandes Negócios – 7,9
Globo Rural – 10,6
Auto Esporte – 9,5
Fórmula 1 – 9,0
Esporte Espetacular – 8,7
Os Novos Trapalhões – 10,7
Temperatura Máxima – 14,7
Campeonato Brasileiro: Vitória x São Paulo – 20,1
Domingão do Faustão – 20,4
Fantástico – 19,5
Domingo Maior – 10,2
Rock in Rio – 3,9


Acelerados – 2,6
Tô de Férias – 3,5
Chaves – 6,5
Mundo Disney – 4,8
Domingo Legal – 4,5
Eliana – 6,8
Jogo das Fichas – 8,6
Programa Silvio Santos – 11,6
Conexão Repórter – 6,4
SBT Notícias – 4,1


Todo Mundo Odeia o Chris (Parte I) – 4,9
Todo Mundo Odeia o Chris (Parte II) – 7,3
Todo Mundo Odeia o Chris (Parte III) – 8,8
Domingo Show: Tributo a Marcelo Rezende – 16,0
Hora do Faro – 13,8
Domingo Espetacular – 15,1
A Fazenda – 7,8
Câmera Record – 5,7


Band Esporte Clube – 1,0
Documentários BBC – 1,2
Sessão Livre – 2,2
Terceiro Tempo – 2,9
Só Risos – 3,7
Pânico na Band – 4,6
Canal Livre – 0,5
Show Business – 0,3


Tá Sabendo? – 1,2
Conexão Models – 1,1
Encrenca – 4,3
Dr. Hollywood – 1,8
João Kleber Show – 1,8
O Céu é o Limite (reprise) – 1,0
Bola na Rede – 0,7

Um ponto no Ibope equivale a 70,5 mil domicílios. Esses números servem como referência para o mercado publicitário.

Fonte: IBOPE / MW – Praça São Paulo

O Planeta TV

Consolidados Grande SP 16/09/2017

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A notícia sobre a morte de Marcelo Rezende turbinou a audiência do Jornal da Record. Pega Pega, novela das sete da Globo, foi prejudicada e atingiu pior público desde a estreia.

Programa da Sabrina A Fazenda: Nova Chance garantem a vice-liderança para a Record TV.

Confira, abaixo, as audiências de sábado, 16 de setembro:


Via Brasil – 5,0
Como Será – 6,2
É de Casa – 6,3
SP1 – 12,1
Globo Esporte – 12,9
Jornal Hoje – 14,9
Sai de Baixo – 12,1
Estrelas – 9,8
Caldeirão do Huck – 12,3
Novo Mundo – 19,1
SP2 – 19,6
Pega Pega – 20,7
Jornal Nacional – 29,1
A Força do Querer – 35,6
Zorra – 22,1
Altas Horas – 15,6
Zero Um – 6,9
Rock in Rio – 4,2


Chaves – 3,3
Sábado Animado – 4,5
Parque Patati Patatá – 6,1
Mundo Disney – 5,2
Os Thundermans – 5,9
Kenan e Kel – 5,9
Programa Raul Gil – 6,1
BBQ Brasil: Churrasco na Brasa – 4,7
SBT Brasil – 5,2
Esquadrão da Moda – 6,1
Bake Off Brasil Mão na Massa – 7,8
O Arqueiro – 4,9
Operação Mesquita – 3,0
SBT Notícias – 2,5


Fala Brasil – 4,7
Esporte Fantástico – 3,5
A Escola do Amor – 1,5
Record Kids: Pica-Pau – 3,9
Cine Aventura – 5,7
Dancing Brasil – 3,1
Cidade Alerta – 6,2
Jornal da Record (Plantão sobre morte de Marcelo Rezende) – 14,2
Programa da Sabrina – 7,8
A Fazenda (9ª temporada) – 8,5
Super Tela – 4,8


Boletim O Melhor da Liga – 0,9
Jogo Aberto – 1,4
Brasil Urgente – 2,8
Brasil Urgente SP – 3,9
Jornal da Band – 3,0
Mil e uma Noites – 1,7
Mr Bean – 1,0
Top Cine: Ação Violenta – 2,5
Show Business – 1,1
Cinema na Madrugada – 0,4
Big Time Rush – 0,2


Super Faixa do Esporte – 0,4
Campeonato Brasileiro Série B: Internacional x Figueirense – 1,2
Ritmo Brasil – 0,7
Programa Amaury Jr. Show – 0,4
Rede TV News – 1,3
Operação de Risco – 1,8
O Céu é o Limite – 2,5
Encrenca (reprise) – 1,7

Um ponto no Ibope equivale a 70,5 mil domicílios. Esses números servem como referência para o mercado publicitário.

Fonte: IBOPE / MW – Praça São Paulo

O Planeta TV

Consolidados Grande SP 15/09/2017

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Globo vai mal na madrugada com Rock Rio. Penúltimo capítulo de Os Dias Eram Assim tem audiência morna.

Belaventura e O Rico e Lázaro mantém Record TV na terceira colocação.

Na expectativa de notícias sobre Marcelo Rezende, A Tarde é Sua, da RedeTV, atinge melhor média do ano.

Confira, abaixo, as audiências de sexta-feira, 15 de setembro:


Bom Dia São Paulo – 10,5
Bom Dia Brasil – 9,9
Mais Você – 8,5
Bem Estar – 7,4
Encontro com Fátima Bernardes – 8,2
SP1 – 13,1
Globo Esporte – 12,0
Jornal Hoje – 12,1
Vídeo Show – 10,4
Sessão da Tarde: Vovó… Zona 2 – 12,1
Vale a Pena Ver de Novo: Senhora do Destino – 17,9
Malhação: Viva a Diferença – 19,4
Novo Mundo – 24,0
SP2 – 27,4
Pega Pega – 28,2
Jornal Nacional – 30,5
A Força do Querer – 39,5
Globo Repórter – 25,5
Os Dias Eram Assim – 19,2
Jornal da Globo – 10,8
Conversa com Bial – 6,8
Rock in Rio – 4,3
Revenge – 3,4


Primeiro Impacto – 3,1
Mundo Disney – 4,1
Bom Dia & Cia – 6,6
Fofocalizando – 5,5
Casos de Família – 5,4
No Limite da Paixão – 5,2
Um Caminho para o Destino – 6,5
Roda a Roda Jequiti – 6,3
SBT Brasil – 6,4
Carinha de Anjo – 10,7
Chiquititas – 8,2
Programa do Ratinho – 8,3
Tela de Sucessos – 8,0
The Noite com Danilo Gentili – 5,2
Operação Mesquita – 3,4
SBT Notícias – 3,1


Balanço Geral Manhã – 3,2
SP no Ar – 5,4
Fala Brasil – 4,6
Hoje em Dia – 4,6
Balanço Geral SP – 7,4
A Hora da Venenosa – 9,4
Ribeirão do Tempo – 6,0
Bicho do Mato – 4,5
Cidade Alerta – 5,8
Os Dez Mandamentos – 6,1
SP Record – 6,0
Belaventura – 6,4
O Rico e Lázaro – 9,3
Jornal da Record – 6,1
A Fazenda – 8,5
Legendários – 6,4


Band News – 0,6
Café com Jornal – 1,0
Dia a Dia – 0,4
Sempre Bem – 0,2
Os Simpsons – 0,5
Jogo Aberto – 3,6
Os Donos da Bola – 2,9
Super Bônus – 0,6
Brasil Urgente (Rede) – 3,6
Brasil Urgente SP – 6,2
Jornal da Band – 5,6
Mil e uma Noites – 2,0
Pânico na Band – 1,4
O Mundo Segundo os Brasileiros – 1,4
Jornal da Noite – 0,7


Você na TV – 0,4
Melhor Pra Você – 1,2
A Tarde é Sua – 2,9
Rede TV News – 0,4
TV Fama – 0,7
Mariana Godoy Entrevista – 0,3
Documento Verdade – 0,6
Leitura Dinâmica – 0,5
Programa Amaury Jr. – 0,1

Um ponto no Ibope equivale a 70,5 mil domicílios. Esses números servem como referência para o mercado publicitário.

Fonte: IBOPE / MW – Praça São Paulo

 

Site O Planeta TV

 

Prefeitos de Minas cobram repasse de R$ 1,5 bilhão para a área da Saúde

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Com dificuldades financeiras, cidades de Minas veem recursos obrigatórios dos governos estadual e federal minguarem

Com as contas no vermelho por causa da crise financeira, os municípios mineiros vão intensificar a pressão sobre os governos de Minas Gerais e federal por mais recursos. Eles cobram a regularização do pagamento de repasses para serviços de saúde e transporte escolar, repartição do ICMS e ampliação dos valores para custear despesas como a merenda nas escolas. Os prefeitos se articulam e já falam em organizar uma mobilização nos moldes da Marcha à Brasília, só que no estado.

De acordo com a Associação Mineira de Municípios (AMM), o governo do estado deve cerca de R$ 1,5 bilhão de repasses aos municípios somente na área da saúde. A dívida se refere ao custeio de serviços como vigilância em saúde, atenção básica, assistência farmacêutica, serviços de alta complexidade, gestão de alta e média complexidade e investimentos. A verba para transporte escolar também está na lista de cobranças dos prefeitos para o governo mineiro. De acordo com a AMM, o estado só repassou três de sete parcelas vencidas.

Os prefeitos cobram ainda a regulamentação de um convênio do estado com cidades não integradas ao Sistema Nacional de Trânsito. O estado arrecada cerca de R$ 400 milhões por ano com multas. Segundo a AMM, parte desses valores, que são as multas de paradas, circulação e estacionamento na circunscrição municipal, deveria ser transferida para as prefeituras.

Os municípios também cobravam R$ 144 milhões de ICMS que deveriam ter sido depositados até 18 de agosto, mas o estado adiou o pagamento por indisponibilidade de caixa e quitou o débito somente no dia 8 deste mês. Por conta do atraso, teve de pagar mais R$ 4,3 milhões de juros aos prefeitos.

Segundo o presidente da AMM, o prefeito de Moema, Julvan Lacerda (PMDB), a situação das prefeituras é crítica. Um levantamento por amostragem mostrou que várias cidades tiveram que demitir servidores. “Algumas cidades estão demitindo 100 servidores. Nas menores, como a minha, tivemos de demitir 50. O impacto não é só nos serviços, mas também na economia do município”, disse. As reduções são nos quadros de comissionados e temporários, mas o prefeito diz que se a situação não melhorar os cortes futuros podem chegar aos efetivos. “Além de todo esse arrocho por causa da crise e o peso que os municípios já carregam normalmente, vem se arrastando um atraso nos repasses. Os prefeitos pagam o pato, pois temos deveres legais impostos pelo Tribunal de Contas e não querem saber se o estado ou a União estão nos pagando. Isso além da pressão da população”, disse.

O governo federal, segundo a AMM, vem fazendo os repasses em dia, mas o dinheiro não é suficiente. “Pagam uma ilusão, porque é tudo subfinanciado. Para o programa Saúde da Família vêm 30% do custo operacional, enquanto é dever da União pagar tudo. A merenda escolar custa pra nós R$ 4 o dia por aluno e o governo repassa R$ 0,36.”

O presidente da AMM disse estar em constante contato com o governo de Minas, que prometeu quitar a dívida do ICMS até ontem. Julvan Lacerda diz que a situação dos municípios tende a se agravar, porque no fim do ano tem o pagamento do 13º salário e as receitas não vão aumentar. “No início do ano temos o IPVA, IPTU e agora no fim do ano o que temos é só aumento de despesa.”

O prefeito critica o fato de o governo federal criar despesas, como o piso nacional da educação, sem fazer a correção de recursos devidos às prefeituras para arcar com os custos. “Estamos fazendo um trabalho de articulação dos prefeitos para cobrar juntos uma resposta dos governos. Não vamos parar as prefeituras porque isso prejudica o cidadão, mas estamos pensando em fazer um movimento de grande repercussão se não tivermos uma resposta rápida”, disse.

OUTRO LADO

A Secretaria de Estado da Saúde informou, em nota, reconhecer que existem débitos junto aos municípios mineiros e que “tem trabalhado incessantemente para que a situação seja regularizada o quanto antes, considerando a disponibilidade financeira”. Ainda segundo a SES, o grande financiador da rede hospitalar no Brasil é o Ministério da Saúde, mas Minas Gerais oferece programas de incentivo e apoio aos hospitais que nem todos os estados têm. “No início deste mês, foram pagos R$ 15,4 milhões referentes ao Rede Resposta, sendo que todos os hospitais que integram o programa receberam os repasses (referentes a junho de 2017)”, acrescentou a nota.

A Secretaria de Estado da Fazenda informou que os repasses de ICMS aos municípios estão em dia. Quanto aos recursos para o transporte escolar, diz que neste ano, foram repassadas três das seis parcelas devidas até o período. “O atraso se deve à crise financeira pela qual passa Minas Gerais, outros estados e também a União. A SEF reitera que estão sendo adotadas medidas que visam ao aumento da arrecadação e possibilitem regularizar a situação.”

 

Site Minas de Verdade

Terceira denúncia acusa Pimentel de tráfico de influência e lavagem de dinheiro na Acrônimo

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O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), é alvo de uma terceira denúncia com base na Operação Acrônimo.

De acordo com informações do STJ (Superior Tribunal de Justiça), para onde a acusação foi enviada em junho deste ano, Pimentel foi denunciado sob suspeita de tráfico de influência e lavagem de dinheiro.

A investigação aponta que Pimentel agiu para liberar recursos do BNDES para a construção e operação, pela empreiteira JHFS, de um aeroporto no interior de São Paulo. O governador foi ministro do Desenvolvimento, pasta sob a qual o BNDES está subordinado, entre 2011 e 2014.

O empréstimo foi usado no aeroporto de Catarina, em São Roque (66 km da capital paulista). Segundo delação de Benedito Barbosa da Silva Junior, o Bené, apontado como operador do governador, em troca, a empresa pagou propina.

Depoimentos de executivos da JHSF divulgados pela imprensa afirmam que R$ 1 milhão foi pago em caixa dois à campanha de Pimentel ao governo de Minas em 2014, por meio da contratação do instituto de pesquisa Vox Populi. A empresa também fez doações regulares à campanha.

Em agosto do ano passado, as empresas foram alvo de mandados de busca e apreensão.

Bené também foi acusado por tráfico de influência e lavagem de dinheiro. Marcos Coimbra, sócio do Vox Populi, Marcio Hiran, diretor do Vox Populi, e José Auriemo Neto, da JHFS, são acusados por crime eleitoral.

Auriemo fechou um acordo de delação que garante a suspensão do seu processo.

Segundo a Procuradoria-Geral da República, a denúncia está sob sigilo por conter informações de colaborações premiadas. O processo, no entanto, é público no sistema do STJ.

Os acusados ainda não foram notificados sobre a nova denúncia. Após a notificação, Pimentel pode apresentar uma defesa prévia.

TRAMITAÇÃO

Pimentel já é alvo de outras duas denúncias no âmbito da Operação Acrônimo. A Corte Especial do STJ, composta por 15 ministros, deve decidir se recebe as acusações -não há prazo para isso.

Se a denúncia for recebida, o governador se torna réu e será julgado pelo STJ. A corte pode determinar seu afastamento do cargo a qualquer momento, desde o início da investigação.

As outras denúncias, oferecidas em maio e novembro de 2016, acusam Pimentel sob a suspeita de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por ter beneficiado, em troca de propina, a montadora Caoa e a Odebrecht quando era ministro.

A Operação Acrônimo da Polícia Federal investiga irregularidades na campanha de Pimentel e na sua gestão à frente do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

OUTRO LADO

A defesa do governador Pimentel afirma que “as denúncias são baseadas em ilações e não levam a lugar nenhum, apenas estigmatizam o acusado”.

“Não há prova nenhuma de nada disso. Criminalização da política se tornou rotina no Brasil”, afirma o advogado Eugênio Pacelli.

A assessoria de imprensa da JHSF informou em nota que, em janeiro deste ano, José Auriemo Neto assinou acordo de delação “com as autoridades competentes, devidamente homologado pelo Superior Tribunal de Justiça, que garante a suspensão do processo, abrangendo ilícito de menor poder ofensivo”.

A Folha fez contato com a defesa de Marcos Coimbra, mas não obteve resposta. Os advogados dos demais acusados não foram encontrados.

 

Site Minas de Verdade

O PT quebrou Minas Gerais-Representante do governo Pimentel confirma caos na saúde

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Em reunião na ALMG, subsecretária da pasta afirma que todos os programas da Secretaria de Estado de Saúde estão atrasados e que a dívida total se aproxima de R$ 4 bi.

Todos os programas da Secretaria de Saúde de Minas Gerais estão com repasses atrasados, o que compromete obras, entrega de medicamento e pagamento de fornecedores e outras ações. O caos na saúde no governo de Fernando Pimentel foi confirmado pela subsecretária de Inovação e Logística em Saúde Adriana Araújo Ramos na audiência pública realizada, na manhã desta quarta-feira (13/09) pela Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Adriana destacou que a secretaria não tem governabilidade sobre a liberação financeira e fica dependente de repasses da Secretaria de Estado de Fazenda. A dívida total da saúde em Minas já chega a aproximadamente de R$ 4 bilhões.

“A Secretaria de Estado de Saúde está atrasada com todos os seus programas, sem exceção. O que vem comprometendo sim as obras, o que vem comprometendo a entrega de medicamentos, o que vem comprometendo os procedimentos, o que vem comprometendo o custeio dos programas hospitalares, a exemplo do Pro-Hosp, o que vem comprometendo a Rede Cegonha, a Rede Resposta, todos os programas”, afirmou Adriana. Ela representou o secretário de Saúde Sávio Souza Cruz na audiência pública.

Presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Minas Gerais (Cosems-MG), Eduardo Luiz da Silva, lembrou que uma das consequências das falhas de gestão do governo com a saúde é a sobrecarga dos municípios que lutam para manter programas. “Os municípios ficam sobrecarregados por terem que arcar com a falta de financiamento. O estado não consegue executar recursos e a população não pode ficar sem os serviços”, disse. Neste cenário, aumenta também a judicialização da Saúde, na luta do cidadão para fazer valer a garantia constitucional de acesso universal e igualitário à saúde pública.

A reunião teve por objetivo a apresentação do relatório sobre as normas de fiscalização, avaliação e controle das despesas com saúde no Estado. Para o presidente da Comissão, deputado Carlos Pimenta (PDT), ficou evidente que o estado vive atualmente sob risco de fechamento de instituições da saúde e do encerramento de programas essenciais. “A Comissão de Saúde quer ir ao governador e deixar claro que é extremamente necessário que o governo faça a destinação de recursos para a saúde. E o nosso foco é garantir a aplicação do mínimo constitucional de 12% das receitas. Investir de verdade e não repetir o acúmulo de 50% do investido na contabilização como restos a pagar”, disse o deputado.

Carlos Pimenta informou que a comissão recebe diariamente reclamações de vários municípios e hospitais mineiros, relatando a falta de recursos e de insumos. Ele lembrou ainda as obras inacabadas na área da saúde em várias cidades.

Confira no vídeo abaixo a fala da subsecretária: 

 

Site Minas de Verdade

Audiência Pública discute aumento de roubos de cargas de medicamentos em Minas

Crédito: Guilherme Bergamini/ALMG

O aumento de roubos a cargas de medicamentos foi tema de audiência pública, nesta terça-feira (12/9), na Comissão de Segurança Púbica da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Além dos prejuízos financeiros às empresas transportadoras, os roubos estão comprometendo a distribuição de remédios em Minas Gerais e colocando em risco motoristas e trabalhadores do transporte. A audiência foi solicitada pelo deputado Sargento Rodrigues, do bloco Verdade e Coerência, após verificar a escalada nos registros de ocorrências desse tipo de ação criminosa, em especial, durante o transporte dos medicamentos de Belo Horizonte e região metropolitana às unidades de distribuição.

De acordo com o diretor técnico da Federação das empresas de transporte de cargas de Minas Gerais, Luciano Medrado, medicamento é o terceiro item mais roubado. “No ano passado foram R$ 218 milhões em cargas roubadas no Estado”, informou. Representantes da 3G LOG Transportes Ltda, DNG Transportes e Profarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticas também participaram da reunião. Nos primeiros oito meses deste ano, as três empresas foram vítimas de 17, 11 e 12 roubos de cargas, respectivamente. O deputado salientou o descaso do governo do estado com ações criminosas como estas e com a segurança pública em geral. Ele garantiu que a Comissão de Segurança Pública tomará providências, mesmo com a ausência de órgãos como a Polícia Militar, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e o Ministério Público na audiência pública.Rodrigues apresentou requerimentos que pedem providências acerca da situação do aumento dos roubos de carga. O primeiro deles é para que seja realizada visita às Superintendências Regionais da Polícia Federal, bem como da Polícia Rodoviária Federal em Minas Gerais, considerando as graves denúncias realizadas durante audiência pública da comissão que debateu a incidência de roubos a cargas de medicamentos.

O segundo requerimento solicita que seja encaminhado à Presidência da República e ao Ministério da Justiça, pedido de providências para priorizar o aumento e a distribuição de efetivo da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal para o Estado de Minas Gerais, uma vez que a maior malha viária de rodovias federais do país está em Minas, bem como há o considerável aumento da prática de roubos a agências bancárias com a utilização de explosivos, a incidência de roubos de cargas em rodovias federais que atravessam Minas Gerais e outras modalidades criminosas, cuja competência originária de investigação e repressão constitui atribuição das forças federais de segurança pública.

Outro requerimento apresentado pede que seja encaminhado à Chefia da Polícia Civil e ao comando-geral da Polícia Militar pedido de providências para a criação imediata de força-tarefa permanente e interinstitucional, com a participação da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público de Minas Gerais, com vistas a proceder à repressão qualificada aos crimes de roubos e furtos de cargas em todo o Estado.

O deputado apresentou também requerimento para que seja encaminhado à Chefia da Polícia Civil e à Vigilância Sanitária do Estado, órgão que integra a Secretaria de Estado de Saúde, pedido de providências para a criação imediata de força-tarefa permanente e interinstitucional, voltada para a fiscalização de farmácias da Região Metropolitana de Belo Horizonte e de todo o Estado em que haja suspeita de comercialização de medicamentos oriundos de crimes de roubos e furtos de cargas, conforme graves denúncias apresentadas em audiência pública da comissão.

 

Site Minas de Verdade