Bons ensinamentos do Boni que a Globo guarda até hoje

Um dia, na velha Globo, da Marechal Deodoro, em São Paulo, companheiro da mesma viagem de elevador do Boni, ao lado do Luís Guimarães e Ferreira Netto, fui testemunha de um daqueles momentos que nunca mais se esquece na vida.

Ao desembarcamos no térreo e ao olhar por um pequeno vidro o que se passava na gravação do “Moacyr TV”, dois ou três minutos foram suficientes para ele, Boni, entrar e mandar parar tudo.

De impressionar a sua facilidade de enxergar e corrigir o que havia de errado na luz, posicionamento de câmeras etc. Isto, bem daquele seu jeito, com quatro ou cinco “po…” na mesma frase.

Os trabalhos, com a concordância de ninguém menos que Wilton Franco, foram transferidos para o dia seguinte.

Hoje, muito daquilo que o Boni deixou como ensinamento, a Globo, por acaso mantendo-se líder há muito tempo, continua observando com a mesma fidelidade.

A se lamentar que ele, como diretor de televisão, foi um só e, entre as que estão no ar, não passou por nenhuma outra emissora.

 

Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Nery

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