O PT quebrou Minas Gerais-Governo mineiro fecha unidade ortopédica em hospital

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A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) fechou a unidade ortopédica do Hospital Galba Velloso em Belo Horizonte por causa de problemas na estrutura de atendimento.
Funcionários disseram que foram surpreendidos com a notícia de que o local seria fechado. “A Fhemig mandou representação para comunicar os trabalhadores que é pra eles serem removidos para outra unidade. Não aceitamos”, disse a diretora do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde, Neuza Freitas.

A fundação informou que a unidade tem 13 pacientes internados. Quatro serão operados e nove estão tomando antibióticos e precisam permanecer no local. Desde o início da semana, novos pacientes não estão sendo encaminhados para a unidade.

“Nós temos ambulatório atuante, com controle de feridas, com controle com ortopedistas para população do estado inteiro. Então (esta decisão) nos causa perplexidade”, disse o psicólogo Rogério Fonseca.

 

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Lenha na fogueira

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Lenha na fogueira

Parlamentares de oposição ao governador Fernando Pimentel divulgaram ontem uma carta em defesa da Cemig, que pode perder a concessão de quatro usinas hidrelétricas. O documento vem após uma carta divulgada pelo governador e sua base.

Na carta da oposição, há críticas aos deputados petistas. A Cemig pode perder as usinas pois não aderiu à Medida Provisória do setor elétrico, editada pela ex-presidente Dilma Rousseff.

“Enquanto defendíamos a Cemig, o PT em Minas preferia defender sua correligionária e os interesses partidários. Por inúmeras vezes, parlamentares petistas usaram a tribuna da Assembleia Legislativa de Minas Gerais para defender a maléfica MP-579 e chegaram ao absurdo de dizer que a Cemig já lucrava demais”, diz trecho da carta.

Leia aqui a carta aberta dos deputados do bloco Verdade e Coerência sobre a Cemig.

 

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Deputados de oposição fazem manifesto em defesa da Cemig

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CAPACARTA

Os deputados do Bloco Verdade e Coerência publicaram, nesta quinta-feira (03/08), uma carta aberta aos mineiros reafirmando seu posicionamento diante da atual situação da Cemig, que corre o risco de perder três de suas principais usinas: São Simão, Jaguara e Miranda. Os parlamentares lembram que sempre foram contrários à Medida Provisória 579, editada pela ex-presidente Dilma Rousseff em 2012, que quebrou o setor elétrico no país. Vale ressaltar que à época, o agora governador Fernando Pimentel era Ministro do Desenvolvimento de Dilma.

Naquela época, a Cemig não aderiu à MP para as três usinas pois tinha a segurança jurídica de que os contratos delas teriam sua renovação automática por 20 anos. E foi graças a essa decisão que companhia alcançou uma alta de 43% em seus lucros no trimestre seguinte a edição da Medida Provisória.

O que causa estranheza aos deputados de oposição é que, neste momento, lideranças ligadas a Pimentel queiram minimizar a responsabilidade do Partido dos Trabalhadores nos efeitos da MP em Minas. Agora, mudaram de lado e defendem a renovação automática que já defendíamos desde 2012. Essa é mais uma medida demagoga do PT e do governador Pimentel.

Leia abaixo a íntegra da carta:

Carta aberta de quem sempre defendeu a Cemig e os mineiros

Os deputados que subscrevem este documento sempre estiveram à favor da Cemig e defendem a manutenção das usinas de São Simão, Jaguara e Miranda. Fazem isso em uma postura coerente em defesa dos interesses dos mineiros. Diferente do PT que trocou de lado, que agora defende a manutenção, mas foi o grande responsável pelo risco que a concessionária corre de perder essas três importantes usinas.

– Sempre nos mantivemos contrários às ações do PT no governo federal que resultaram na quebra do setor elétrico no país, a partir da MP-579/2012, editada pela ex-presidente Dilma Rousseff, o chamado marco regulatório do setor elétrico. Desde o início, alertamos para os efeitos arrasadores dessa medida irresponsável lançada pelo governo petista.

– Por ter segurança jurídica nos contratos de São Simão, Jaguara e Miranda, que previam a renovação automática por 20 anos, em 2012, Minas não aderiu à MP-579 para essas três usinas.

– Foi justamente em função dessa não adesão que a Cemig obteve um menor efeito da crise do setor elétrico no país, na comparação com as demais concessionárias de energia, o que demonstra o acerto da decisão. Para se ter uma ideia, a Cemig obteve uma alta de 43% nos lucros no trimestre seguinte à emissão da MP que quebrou o setor.

– Enquanto defendíamos a Cemig, o PT em Minas preferia defender sua correligionária e os interesses partidários. Por inúmeras vezes, parlamentares petistas usaram a tribuna da Assembleia Legislativa de Minas Gerais para defender a maléfica MP-579 e chegaram ao absurdo de dizer que a Cemig já lucrava demais.
– Em mais uma medida demagoga do PT, o governo de Fernando Pimentel, no primeiro ano de sua gestão, premiou o então diretor-geral da Aneel, Nelson Hubner, um dos primeiros a negar à Cemig a renovação dos contratos das três usinas, com um posto de conselheiro da própria concessionária, fazendo jus a polpudos jetons.

– Após perder na Justiça o direito à renovação do contrato das três usinas e correndo o risco de perdê-las, o PT precisa mesmo mudar seu posicionamento e se juntar àqueles que sempre defenderam a Cemig e os mineiros. Que faça isso com dignidade, assumindo seus erros e sua responsabilidade sobre a situação atual. A população não é boba e tem memória.

 

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MPF/DF propõe ação de improbidade administrativa contra governador de Minas Gerais

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Fernando Pimentel é acusado de receber pelo menos R$ 11,5 milhões da construtora Odebrecht quando era ministro. Outras cinco pessoas também responderão à ação

Em uma ação enviada à Justiça nesta terça-feira (1º), o Ministério Público Federal (MPF/DF) pediu a condenação do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, e de outras cinco pessoas – entre elas o empresário Marcelo Odebrecht – por improbidade administrativa. A ação é decorrente de investigações da Operação Acrônimo e incluem informações repassadas em colaboração premiada por Benedito Rodrigues Oliveira Neto.

De acordo com as provas reunidas pelos investigadores, entre 2011 e 2014, período em que chefiou o Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (Mdic), o atual governador recebeu entre R$ 11,5 milhões e R$ 12 milhões da Construtora Norberto Odebrecht. Em contrapartida à vantagem indevida, ele atuou para beneficiar a empresa na aprovação de dois processos junto à Câmara de Comércio Exterior (Camex), órgão técnico vinculado ao Ministério. O mesmo fato já é objeto de ação penal, em tramitação no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Entre as penas previstas, em caso de condenação por improbidade, está a perda da função pública.

Além de Fernando Pimentel e Marcelo Odebrecht, responderão ao processo Eduardo Lucas Silva Serrano que, à época dos fatos, era chefe de gabinete do ministro, o empresário Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, Pedro Augusto Medeiros, João Carlos Maris Nogueira e a própria construtora Norberto Odebrecht. O autor da ação é o procurador da República Ivan Cláudio Marx, titular, na primeira instância, das investigações decorrentes da Operação Acrônimo.

No documento, ele detalha a atuação de cada um dos envolvidos a partir da reprodução dos fatos, o que foi possível com a análise de perícia de materiais e documentos apreendidos por ordem judicial bem como de depoimentos colhidos nos últimos dois anos. Embora o pagamento da vantagem indevida tenha sido confirmado por Marcelo Odebrecht, em colaboração premiada firmada junto à Procuradoria-Geral da República (PGR), esses relatos não foram mencionados no documento por falta de compartilhamento.

Investigação – De acordo com a ação, a aproximação da Odebrecht com o Mdic aconteceu em função da tramitação dos pedidos de cobertura de seguros referentes a um soterramento de uma linha ferroviária em Buenos Aires, na Argentina, e da construção de um corredor de ônibus na cidade de Maputo, em Moçambique. Somados, os dois projetos renderiam à empresa a liberação de cerca de US$ 1,7 bilhão (1,5 bi e 180 milhões). Por parte da empreiteira, as negociações foram conduzidas pelo Diretor de Crédito à Exportação da companhia, João Nogueira. O representante do então ministro foi Eduardo Lucas Silva Serrano. Já a solicitação da vantagem indevida bem como a logística para o recebimento dos valores foram executadas por Benedito Oliveira Neto contatado, segundo a ação, por Eduardo Serrano. Além disso, é mencionada no processo a ocorrência de três encontros, em Brasília, entre Fernando Pimentel e Marcelo Odebrecht entre 2012 e 2013, período em que as demandas da construtora foram analisadas e aprovadas na Camex.

Conforme revelam as provas mencionadas na ação, o dinheiro dado ao político petista pela construtora teve como destino o pagamento de contas pessoais, além de alimentar caixa dois na campanha eleitoral de 2014. Todo o valor foi pago em espécie – pacotes com as cédulas eram entregues a Pedro Augusto Medeiros – em hoteis de São Paulo a partir de senhas previamente acertadas. Ao longo da ação, são discriminadas oito entregas. Em todos as oportunidades, era Benedito quem intermediava o contato e avisava para João Nogueira que estava tudo certo para o repasse. “Cada entrega correspondeu à quantia de, pelo menos, quinhentos mil reais em espécie, dinheiro que foi transportado por Pedro Augusto para Brasília (DF) e estocado por Benedito, atendendo às determinações de Fernando Pimentel”, afirma um dos trechos da ação.

Os pedidos – Para o MPF, ao agirem da forma como apontam as provas, os envolvidos praticaram as infrações previstas nos artigos 9º e 11º da Lei 8.429/92, enriquecimento ilícito e atentado aos princípios da Administração Pública, respectivamente. Como consequência, a ação pede que eles sejam condenados às penas previstas no artigo 12 da norma, que incluem o pagamento de multa, a perda da função pública, a suspensão de direitos políticos por um período que pode chegar a dez anos, além da proibição de firmar contratos com a Administração e de receber benefícios fiscais e de crédito. Em relação à multa, a legislação prevê que o total pode ser de até três vezes o acréscimo patrimonial, o que significa que, neste caso, chegaria a R$ 48 milhões. O montante considera o valor atualizado da propina (R$ 16,2 milhões). Enviada de forma eletrônica à Justiça Federal, a ação foi distribuída para a 8ª Vara Cível da capital.

Clique aqui para ter acesso à íntegra da ACP nº 1008682-48.2017.4.01.3400

 

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