O PT quebrou Minas Gerais-Conta de água terá reajuste médio de 8,69%

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O orçamento doméstico do mineiro vai sofrer um aperto. É que as contas de água e luz vão ficar mais caras. A partir do dia 30 de julho, os consumidores irão pagar mais pelos serviços oferecidos pela Companhia de Abastecimento de Minas Gerais (Copasa). O aumento médio autorizado pela Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário de Minas Gerais (Arsae-MG) é de 8,69%. Ao mesmo tempo, a conta de luz passará da bandeira verde, sem cobrança de taxa extra, para amarela, que custa R$ 2 a mais por cada 100 kWh consumidos.
O percentual de reajuste da Copasa é mais que o dobro da inflação pelo IPCA dos últimos 12 meses, em 3,60%. Também é mais que o dobro do que foi proposto na revisão preliminar, 4,06%, que tinha recebido críticas do mercado, com analistas que chegaram a apontar erros grosseiros de cálculo. O reajuste de 2017, porém, ficou abaixo dos anos anteriores. Em 2016, a alta foi de 13,9% e, em 2015, 15,04%.

A taxa mínima para clientes residenciais mudou, passando dos atuais R$ 26,89 para R$ 29,43. A Copasa possui concessões em cerca de 75% dos municípios do Estado, atendendo a uma população de mais de 11,5 milhões de habitantes.

Conforme o decreto, publicado no “Minas Gerais”, as novas tarifas têm como objetivo fazer com que o serviço seja prestado de forma equilibrada e com qualidade. “A revisão tarifária é o instrumento regulatório adequado para se definir o nível de receita necessário para proporcionar o equilíbrio econômico-financeiro ao prestador regulado”, diz a publicação.
Embora o consumidor não goste de pagar mais, o reajuste foi bem recebido pelo mercado financeiro. As ações da estatal abriram com forte alta e chegaram à máxima de R$ 42,21. No fechamento, os papéis da Copasa tiveram elevação de 3,36% nessa sexta-feira (30). Na semana, a alta chegou a 6,41%. No último mês, o incremento foi de 15,54%.
Energia. A decisão de adotar a bandeira amarela nas contas de luz foi anunciada nessa sexta-feira (30) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com isso, a tarifa de energia volta a ter cobrança adicional, no mês que vem, de R$ 2 a cada 100 kWh consumidos.

O sistema de bandeiras é atualizado mensalmente pelo órgão regulador, que avalia a situação dos reservatórios em todo o país para tomar uma decisão, além do volume de chuvas.
De acordo com a Aneel, houve aumento dos gastos de geração de energia previstos para julho. O custo da usina termelétrica mais cara a ser acionada no mês que vem será de R$ 237,71 por megawatt-hora (MWh).

A bandeira amarela é acionada quando a energia custa acima de R$ 211,28 por MWh e abaixo do teto do preço da energia no mercado à vista (PLD), de R$ 422,56 por MWh. Em junho, vigorou a bandeira verde, sem custo adicional. (Com agências)

 

Site Minas de Verdade

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